NARRAÇÃO DE MIRANDA


Após a partida de Lola, meu marido foi para o banheiro tomar uma ducha, já eu fui para cozinha preparar a janta.
Enquanto cortava a cebola e provava se o tempero estava bom em uma panela já no fogo, me peguei pensando na pobre menina sem mãe. Eu tive a sorte de ter tido uma mãe presente e um pai também, posso não ter tido uma infância cheia de fartura e riqueza mas fui feliz e bem educada com vida sinples que meus pais puderam me dar e sou grata a eles por isso. Não querendo justificar o modo de ser de Lola mas talvez o fato dela não ter uma figura materna por perto possa tê-la feito se tornar esta jovem tão rebelde. Confesso que quando ela começou a me tirar do sério com suas pergubtas e indagações fora de hora, cogitei a nunca mais dar aula para ela fora da sala de aula, pensei em deixá-la nas mãos do pai e não ajudá-lo em tentar educá-la mas quando ela voltou para pegar a mochila e quando começamos a conversar, a história de vida dela amoleceu meu coração mais uma vez e resolvi continuar dando aulas para ela. Agora que estou envolvida não posso abandoná-la e farei o possível para protegê-la.

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O molho de tomate para o macarrão recém lavado, já estava quente e pronto para receber a massa e quando eu estava despejandp o macarrão na panela, senti a presença de Henrique. Ele me abraçou por trás e eu pude sentir sua barba mal feita roçar meu pescoço e senti seu perfume almiscarado e sua pele ainda um pouco molhada devido ao banho recém tomado.
"Como você está cheiroso" eu disse.
"Obrigado e você fica tão sexy cozinhando", Henrique sussurro ao meu pé de ouvido enquanto me dava beijinhos leves no meu pescoço. Ao sentir sua barba me penicar, soltei um gemido baixo.
Meu marido então, levou as mãos à minha cintura e me virou enquanto eu largava a panela com o macarrão.
Henrique me beijou e eu senti sua língua quente dentro da minha boca. Levei as mãos ao seu pescoço e chupei sua língua com força e isto só aumentou o desejo em meu marido.
Enquanto ele se animava mais ainda nos beijos eu tive que me desvenciliar deles pois o fogo estava acesso.
"O fogo está acesso" tentei dizer entre o intervalo dos beijos.
"Eu só estou começando... Você ainda não viu nada" disse ele maliciosamente.
A confusão dele fez rir, então soltei uma gargalhada e disse:
" Não estou falando disso, estou falando da comida no fogo!"
Ele riu e desligou o fogo e eu tampei a panela.
Então ele voltou a me beijar ardentemente e levou as mãos à minha cintura aproximando seu corpo ao meu.
Eu pulei em seu colo e ele me carregou para o nosso quarto.
Chegando no quarto, ele me deitou na cama e tirou a camisa que havia colocado após sair do banho. Mirei seu abdômen que para a sua idade estava em bom estado físico e mordi meus lábios inferiores lascivamente. Ele veio engatinhando em cima da cama em minha direção e eu abri minhas pernas prendendo-o o seu corpo junto a mim.
Ficamos nesta posição por alguns minutos enquanto nos beijávamos e eu sentia seu hálito fresco e sua língua áspera dentro de minha boca.
Gemi quando ele levou uma das mãos ao meu seio esquerdo e o apertou levemente. Meu gemido o atiçou e ele arrancou a parte de baixo do pijama que estava usando
Agora, somente vestindo uma cueca da cor roxa, pude ver que seu membro já estava latejando de desejo.
Me aproximei rapidamente dele e arranquei sua cueca com força e ele me ajudou a tirá-la.
Quando ele se desfez da peça roxa exibiu seu membro que já estava ereto e quando me deparei com tal cena, esbocei meu sorriso mais sacana.
No exato momento que eu iria me aproximar do dito cujo, levei um leve susto quando Henrique me segurou pela cintura e me virou de costas. Fiquei de quatro em cima da cama e senti quando ele levantou a parte de baixo do meu vestido e deixou minha bunda à mostra. Ele deu um leve tapa me pegando de surpresa mas isto fez com que eu molhasse a minha calcinha com muito prazer. Ele enfiou um dos dedos em minha calcinha e passou o dedo em meus grandes lábios e isto me fez delirar e gritar:
"Me fode!"
Tal frase o deixou delirado e antes de qualquer ato ele provou meu gosto em sua boca e chupou os próprios dedos sujos de meu gozo.
Ele arrancou minha calcinha e quando eu esperava sentir seu pau se aproximar de meus grandes lábios, senti sua cabeça pequena se aproximar de minha bunda e só percebi sua intenção quando ele com ajuda da mão separou minhas nádegas deixando meu ânus à seu dispor.
Não quero que isto sooe como algo puritano ou conservador, mas.meu marido e eu nunca havíamos praticado sexo anal. Claro que já havia acontecido umas tentativas e leves brincadeirinhas usando os dedos mas nunca havíamos realmente chegado a fazer isto. Não sei ao certo o porquê mas nunca tive a curiosidade ou vontade de praticar sexo anal e muito menos sabia que Henrique queria fazer isto. Só o fato das investidas dele repentinas nesta tarde haviam me feito ficar surpresa, agora com este interesse dele em praticar coisas novas na cama havia me deixado mais alarmada ainda. Eu poderia ter evitado ou pedido para não fazermos, mas eu estava com tanto prazer e vontade de transar que resolvi me deixar ser levada por ele.
Senti a cabeça do pau dele na entrada do meu ânus e fiquei apreensiva e me agarrei ao lençol apertando com uma das mãos com força e ele.percebeu e disse:
"Relaxa... Relaxa que não vai doer"
Eu me surpreendi e quando mal esperava senti a metade de seu membro dentro do meu ânus. Não consegui relaxar totalmente então senti uma dor latente no local, como se alguém estivesse me rasgando por dentro.
"Relaxa!Relaxa que vai!" gritou ele.
Não conseguia relaxar então algo veio em minha mente, ou melhor, alguém. E esta pessoa era Lola. Na hora a imagem e a lembrança dela em cima de minha, naquela tarde na casa dela, foi o suficiente para eu relaxar e chegar a gozar. Só de lembrar do lindo corpo dela, dos seios macios e redondos e da bunda maravilhosa dela me fez querer mais e mais. Precisava ser preenchida. Quando Henrique viu que eu havia relaxado, levou um dos dedos no meu orifício e sentiu que ele estava úmido e relaxado então sorriu e enfiou-o lá dentro. Na mesma hora eu imaginei Lola no lugar de Henrique e gemi alto. Meu gekifo serviu como um apito de partida para que ele levasse seu membro rígido para dentro de mim. Senti seu pau entrando e saindo do meu ânus e gemi alto e implorei para que me fodesse pela frente.
Passei minha mão na entrada de minha vagina e fiz movimentos rápidos deixando-a ainda mais molhada.
"Me fode, porra!" gritei para ele.
Ele me virou, arrancou meu vestido florido e o jogou pro lado. Abriu minhas pernas com as mãos e enfiou seu pênis em minha vagina. Senti meu clitóris inchar de prazer e o agarrei pelas costas. Ambos gemíamos em alto e bom som.
Ficamos nesta mesma posição por alguns minutos e então tirou seu pênis mas eu queria maid e mais. Era um desejo enlouquecedor que havia dentro de mim. Queria mais dele dentro de mim. Queria sua língua percorrendo cada centímetro de minha intimidade e então o puxei para perto e sua boca beijou minha barriga, quando eu aproximei minha boceta de seu rosto ele se afastou e disse: " Não... Antes faça em mim".
Sem ao menos poder escolher fui surpreendida pela cabeça de seu pau invadindo minha boca e como não fiz nada ele disse :
"Me chupa!"
Afastei com uma das mãos o pau dele de minha boca e olhei para seu rosto. Eu não queria chupa-lo, eu queria ser chupada. O âmago do meu ser urrava e implorava para que fosse tocada, beijada, chupada e explorada profundamente como nunca antes. Ao me ver parada com seu pau em minha mão ele disse:
"Porra, você demorou muito, agora já..."
Ele não conseguiu completar a frase pois estava delirando de prazer enquanto ejaculava em cima dos meus seios.
Eu nunca fui muito fã de engolir sêmen. Mais uma.vez, não quero pagar de santa, só estou deixando claro que nunca havia feito essas coisas que homens adoravam. Veja, Henrique e eu somos casados há muitos anos e ele jamais havia me.pedido para engolir ou algo assim, mas eu estava acostumada com ele ejaculando em meu corpo e achando isso a coisa mais legal do mundo. Vou confessar que nunca fui como outras mulheres que também sentiam.prazer quando serviam de tapetes para receber a porra de seu homem, mas eu recebia como uma boa moça fazia para agradar seu homem mas algo havia mudado naquela tarde. Quando senti o líquido espesso sobre meus seios ao invés de sentir indiferença, coko de costume, eu senti nojo. Nojo por saber que ele.preferia agradar à si próprio ao invés de me agradar pois quando tentei investir que ele fizesse sexo oral em mim ele havia recusso e proposto que eu fizesse antes nele e como não fiz ele acabou ejaculando em mim sem se impor se eu estava já satisfeita.
Suas mãos estavam bombeando o pênis para ejacular todo o líquido para fora e seus olhos estavam fechados e sua mente perdida curtindo o ápice do prazer quando eu o deixei sozinho no quarto e fui para o banheiro e tranquei a porta.
Quando ele abriu os olhos e percebeu que eu havia o deixado sozinho, ele gritou: " Miranda, foi embora daqui porquê?"
Eu liguei a torneira e deixei a água preencher a banheira.
"Abre a porta, amor. O que houve?"
"Me deixe sozinha, por favor!" eu pedi.
"Está chateada?" ele perguntou por trás da porta fechada.
"Já disse, deixe-me ficar sozinha!" supliquei.
Ouvi seu suspiro e percebi que havia desistido de tentar falar comigo.
Deduzi que ele deitou na cama e só sai do banheiro quando tive certeza que ele havia caído no sono.
Após me banhar e dar tempo dele apagar de vez, vesti uma camisola branca de seda quase transparente e uma calcinha de algodão cor da pele e deitei ao seu lado para dormir.
Virei de um lado e do outro e não conseguia pegar no sono então peguei meu travesseiro e lençol no armário e fui para a sala para tentar dormir.
E na ausência de Henrique consegui pegar no sono mas até mesmo nos sonhos o fantasma de Lola não me abandonava.
Sonhei com ela e com seus cabelos longos e roxos ao vento indo em minha direção para me abraçar mas fui despertada pelo barulho do despertador do relógio anunciando que era mais um novo e que eu deveria estar disposta para encará-lo por mais que a noite passada houvesse me abalado.