A Constante da Bad
14 Capítulo 14 - 50 tons de conversa.
Notas iniciais
Eu sei eu sou uma vadia. Mas não sou uma vadia básica, aqui não aceitamos vadias básicas.
Chegamos à casa do Vinny novamente, e eu nunca tinha parado para reparar em tudo, como era a sala de estar da casa dele, ela é toda aconchegante, em tons de sépia, os sofás posicionados de forma com que fiquem de frente para uma lareira a gás e um televisor bem grande. Fora o candelabro no teto, que candelabro lindo...
– Ahn... Gan, vamos subir pro meu quarto? – Vinny perguntou – Porque lá a gente pode ter um pouco mais de privacidade, sacas? Quero ficar só com você.
– Ainda não – Disse a mãe dele – Eu quero te conhecer um pouco mais rapazinho. Sente-se, vamos conversar.
Eita Jesus, o que será que essa mulher quer falar comigo? Já estou até me preparando pro que ela vai dizer “Desculpa chupar seus dois filhos dona, não foi de propósito, eu nem sabia que eles eram irmãos”. O mais complicado de tudo é que ela tem um cabelo loiro bem comprido, que chega até a parte inferior de seus seios, seus olhos são escuros como o do Vinny, ela tem uma afeição ranzinza, mas uma voz suave e doce. Então quando você está em sua presença, nunca sabe se deve se sentir intimidado ou contente. Sentamos-nos na sala eu, minha sogra, Math e o Vinny.
– Então... É Ganesh seu nome, certo?
– Ganesha, Ganesh é apelido...
– Ah, tudo bem, tudo bem... – Ela disse – E então, há quanto tempo você conhece os meninos? Onde você os conheceu?
– Eu conheço o Math a algum tempo já de vista, nós estudamos na mesma escola...
– Mesma classe?
– Não, sou um ou é dois anos mais novo que ele.
– Ah sim, prossiga.
– Então, e eu conheci o Vinny alguns dias após eu ter conhecido o Math. Conheci-o de uma forma um tanto quanto estranha por que... – E então lembrei que estava falando com a MÃE DELE, e se ela não soubesse? Eu iria falar “Ah conheci seu filho porque o achei gostoso e pedi pra minha amiga pedir o MSN e o número dele”? Não dá né. Preciso mentir um pouquinho. – Eu estava na escola, era na hora da entrada e o vi lá na Secretaria e a Tainá, uma amiga minha, disse que já conhecia ele há algum tempo, que podia ir lá falar com ele e pedir um contato, porque sei lá, ele parecia ser legal, entende? Senti muita vontade de conhecê-lo. E no mesmo dia se não me engano, eu tinha combinado com o Math de vir fazer um trabalho aqui, e quando cheguei, essa bomba cai em mim.
Ela riu.
– Ah sim, é porque o Vinny nunca estudou por aqui, e ele já terminou, foi há pouco tempo, mas já terminou, e ele nunca gostou das escolas aqui por volta, ele sempre achava o pessoal um pouco tedioso ou idiota, então não conseguia se sentir confortável. Eu simplesmente percebi que a melhor forma era procurar outras escolas para ele. E você deve ser um rapaz bem interessante, pro Vinícius criar tanto interesse por você. O que você tem de especial?
– Um ótimo sexo oral – Disse o Math.
– Math, modos...
– Math, seje menos querida. Hoje não porque to com minha Lua em Câncer forte hoje, para com isso.
– Foda-se também. Ninguém liga pra essa merda. – Ele se levantou com certa força e impacto e foi para o seu quarto.
– Rebeldes... – Disse a mãe dele – É complicado criar adolescentes nessa idade... Mas então Gan, voltando pra você... Você namora?
Eu e o Vinny nos entreolhamos. E agora? Falo a verdade, ou minto? Porque eu não perguntei sobre isso antes com o Vinny, pelamor. Devia ter conversado com ele antes de levar um geral da mãe dele. Pensando que vou transar sobre o teto dela, é melhor eu responder algo bem próximo à verdade...
– Na verdade sim, namoro uma menina chamada Taylor, mas ela está longe de mim, ela está viajando com os pais pelos USA, ela é de lá, na verdade toda a família dela é de lá, então ela às vezes vai pra lá visitar a família.
– Ah sim, eu achava que você era gay igual ao Math.
Puts.
– Mas tudo bem, meninos, já está muito tarde, então vê se vão dormir, porque se eu ver que vocês estão batendo papo ninguém mais dorme aqui, estamos conversados? Ainda bem. Podem subir.
Eu e o Vinny nos entreolhamos e levantamos com certo receio e susto sobre o que estava rolando... Ela sabia que o Math era gay, mas não sabia do Vinny? E se ela sabe e não quis me contar, com medo de que eu não soubesse? Que inferno, deus, você é bissexual mesmo amigo.
Assim que chegamos ao quarto, o Vinny nem esperou eu entrar direito que ele já me agarrou, começou a me beijar e me jogou na cama. Ele me jogou com bastante força e já removeu sua blusa. Enquanto me beijava, ele removeu a minha.
Nós nos beijávamos muito intensamente, sem parar um segundo sequer. Ele puxou a minha calça e eu puxei a dele com mais força ainda, jogando nossas roupas ao lado de sua cama. Estávamos só de cueca nós dois e eu estava com uma certa coisa de irmãos se repetir, mas o desejo estava maior do que o medo. Eu tirei o pau dele para fora e comecei a chupar. Chupava engolindo desde a cabeça do seu pau até a base, o que rapaz, foi complicado, era bem grande, então fica meio difícil. Eu tentava chupar sem parecer uma vadia louca, mas eu estava sedento por isso, então eu ia cada vez mais rápido, cada vez mais intenso, a partir de certa hora ele começou a forçar minha cabeça no seu pau com cada vez mais força. E então ele pediu para que eu parasse, porque ele queria me chupar. Eu imagino que o boquete que eu ofereci a ele nem chega aos pés do que ele me fez. Ele era tão ardil, ele sabia como usar a sua boca, como movimentá-la pelo meu membro, ele fazia como se fosse totalmente experiente naquilo. Quando eu estava para gozar, ele veio até minha orelha e sussurrou:
– Me deixa chupar lá atrás?
– Claro. – Respondi também em sussurro.
E então eu fiquei de quatro para que ele chupasse (perdão da palavra) meu cu. Ele passava a língua para cima e para baixo, a colocava dentro, colocava o dedo maior e indicador com força, colocava e removia várias vezes, me dando muito prazer. E então, ele se colocou sobre mim, encaixou o seu pau na minha bunda e deu a primeira estocada. Doeu muito, mas eu mordi a fronha e fui aguentando aquela dor, que logo, se transformou em prazer. E ele deu várias e várias estocadas, cada vez mais fortes, e eu gemia baixo, com medo que alguém escutasse, mas gemia de qualquer forma, e ele estocava eu gemia, estocava eu gemia, estocava eu gemia.
E então, um barulho quase inaudível foi feito na porta, a maçaneta se girou, e a mãe dele entrou no quarto, que nem fez cara de espanto e disse:
– Desculpa rapazes, podem continuar, finjam que eu não entrei aqui...
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