A Conspiração Invisível

3 PARTE 2: O primeiro enigma primeira parte


Depois de algumas horas em observação Luana recebe alta do hospital. Ao sair pegam um taxi para pegar as suas roupas com a policia, durante o caminho Luana pergunta:

— Onde nós vamos morar agora?

— A gente vai para um hotel Não, sei — Responde Peter.

— Vocês não vão ficar em um hotel não! — Exclama Olivia

— Onde nós vamos ficar então? — Pergunta Peter.

— Na minha casa é claro.

— Eu não quero te incomodar.

— Mas Peter, nós, não, temos nenhum, lugar, para morar.

— Então ta — Fala Peter sem graça.

Chegando à delegacia eles procuram o delegado:

— Com licença será que eu poderia conversar com o delegado? — Pergunta Peter a um policial que estava na entrada.

— Me acompanhe, por favor.

— Vocês duas fiquem aqui.

Olivia e Luana ficam na entrada da delegacia enquanto Peter vai com o policial até a sala do delegado.

— Olá senhor Peter como vai.

Peter olha para ele com uma cara de deboche.

— Me desculpe tinha me esquecido do evento.

— Tudo bem.

— E então o que deseja?

— Eu queria pegar as roupas da minha irmã e as minhas.

— A sim, espere um minuto.

Enquanto o delegado pega suas roupas ele pensa se conta ou não sobre o bilhete.

— Aqui estão.

— Obrigado.

— Só isso?

— Não eu queria saber se no caso dos meus pais verdadeiros a policia achou um bilhete?

— Como você sabe? — pergunta o delegado desconfiado.

— Intuição.

— A, sim. Só isso?

— é, obrigado.

— De nada.

Peter sai da sala do delegado mais confuso do que quando entrou. Ele pensou se poderia significar algo, mas não chegou a nenhuma conclusão.

Quando ele sai entrega as roupas a Luana e puxa Olivia de lado:

— Também foi encontrado um bilhete na casa dos meus pais.

— Igual a esse?

— Não sei eu não o vi.

— Você esta pior do que quando você entrou La dentro o que aconteceu?

— Eu estou com medo de que aconteça alguma coisa com os seus pais.

— Não vai acontecer nada não se preocupe o bilhete nem deve ser igual.

— É pode ser.

Os três entram no Taxi e vão passar a noite em um hotel para que no dia seguinte eles possam viajar para Nova York.

Peter tem um pesadelo: Em que ele está na casa de Olivia e os seus pais acabem morrendo igual ao seus, com dois tiros na cabeça. Peter acorda assustado e vai tomar água, na cozinha ele vê um vulto do outro lado da janela o observando, que se esconde quando percebe Peter olhando para ele. Peter volta para a cama mais assustado ainda, mas ele não consegue mais dormir.

No dia seguinte Olivia vende que Peter esta cansado pergunta:

— Nossa Peter você esta horrível? O que aconteceu?

— Essa noite eu tive um pesadelo em os seus pais estavam mortos, então eu fui tomar água e tinha uma pessoa do lado de fora da janela me observando.

— Peter olha: Primeiro que não vai acontecer nada com os meus pais e segundo, essa pessoa que você disse que viu é coisa da sua cabeça é comum nesses casos.

— Tomara que sim.

Mal sabiam eles que aquela pessoa é que tinha escrito aqueles dois bilhetes.

Os três saem do hotel e vão ao aeroporto, Peter ainda resiste um pouco, mas Olivia e Luana o convence. Eles passam a viajem inteira dormindo menos Peter que não passa de pensar no vulto que tinha visto a noite passada. Olivia acorda e vê que Peter não esta dormindo e lhe pergunta:

— Você ainda esta pensando no rosto que pensou ter visto ontem?

— Sim, eu não consigo esquecer, e ainda acho que não é uma boa idéia eu ir morar com você?

— Você não já aceitou antes de embarcarmos?

— Bem é que com minhas duas musas me pressionando fica difícil dizer não.

— Seu bobo.

Olivia dá um beijo em Peter que dura alguns segundos e depois Peter dorme a viajem inteira segurando a mão de Olivia.

Quando eles chegam à Nova York os três são recebidos por Fabio que esta esperando no portão de desembarque:

— Olá minha querida Olivia — Exclama Fabio a abraçando.

— Olá me querido IRMÃO — Olivia destaca bem a parte do “irmão” por ter visto que Peter estava com ciúmes.

— Quem são seus amigos? — Fabio pergunta com um sorriso.

— Bem essa é Luana irmã de Peter que é meu namorado.

— A, prazer, você não perdeu tempo em Olivia.

— Eu o conhecia do orfanato e não consegui esquecer ele.

— Ta certo, vamos.

— Sim claro.

Os quatro seguem a caminho ao carro que os espera do lado de fora do aeroporto. Eles entram no carro e o motorista os levam a casa de Fabio e Olivia.

Luana e Peter são recebidos com muitas felicidades pelos Watson: Emma Watson, Alexandre Watson, mãe e pai da Olivia.

Os empregados pegam as malas de Peter e Luana:

— Olá eu sou Emma mãe da Olivia.

— A, olá senhora Watson prazer em conhecê-la, eu sou Peter.

— Por favor, só Emma.

— Como preferir

— Olá eu sou Luana irmã dele.

— prazer, o mesmo só me chame de Emma ta?

— Ta.

Terminado as apresentações todos vão para a mesa para o almoço:

— Peter você é namorado da minha filha? — Pergunta Alexandre.

— Alexandre, que pergunta é essa? — Pergunta constrangida a senhorita Watson — Me desculpe pelo meu marido ele não sabe ser sutil.

— Não se preocupe Emma, eu não tenho vergonha de expressar o meu amor por Olivia.

— Isso foi um sim?

— Sim senhor Watson.

— Só Alexandre, você é namorado da minha princesa.

— Pai!

— O que foi eu também não tenho vergonha de expressar o meu amor por você.

Depois do almoço Peter, Luana, Olivia e Fabio sobem para arrumar os seus quartos. Alguns minutos depois já esta tudo arrumado e todos já estão acomodados:

— O que será que aconteceu com aqueles dois para eles virem morar aqui? — Pergunta Emma a Alexandre.

— Não tenho idéia, mas eu to preocupado com a Olivia.

— Olivia!

Ela desce e vai até a varanda de sua casa:

— O que foi mãe?

— O que aconteceu com eles para que eles viessem para cá, e como você já arrumou um namorado em apenas dois dias lá?

— Os pais deles morreram, e eu gosto dele dês dos seis anos.

— Como que os pais deles morreram? — Emma pergunta aflita.

— Foram assassinados.

— Você disse que gosta dele dês dos seis anos?

— Sim

— Então ele virou órfão de novo?

— Sim, porque do interrogatório?

— Nós estamos preocupados com você?

— Eu sei me cuidar muito bem já viu.

Olivia vira as costas e sai.

Dois anos se passaram Peter já com dezoito anos decide ir a Harvard em Boston para tentar decifrar o bilhete.

— Olivia eu vou a Harvard encontrar com aquele professor para decifrar logo esse bilhete.

— Eu também vou!

— Não — Fabio, Luana saem de trás das plantas — Nós vamos.

— Eu não me perdoaria se acontecesse algo a vocês.

— Não se preocupe nós sabemos nos cuidar.

— O que eu posso fazer com as minhas duas musas me pressionando, vamos então.

Os quatro saem e vão comprar as passagens para viajar para Boston.

Eles vão a um hotel próximo à faculdade para deixar as suas malas. Eles saem do hotel e vão a pé, no caminho eles passam em frente de uma oficina e Peter ouve uma voz conhecida chamar por ele:

— Ei Peter, Peter aqui.

Peter procura por entre os carros que ali estavam e avista um rosto conhecido na cadeira de roda:

— Você é o senhor do hospital não é?