A Conspiração Invisível

13 PARTE 12: Um novo alvo


Notas iniciais
Olá a todos que gostam de uma boa história de conspiração. Esse capítulo contém cenas picantes. Por ser a primeira vez que escrevo esse tipo de cena espero que gostem.
Mas vou deixar vocês lerem
Boa leitura.

Com apenas alguns minutos de descanso, Mauricio é surpreendido por sua secretária que entra sem pedir licença.

— Professor, chegou uma correspondência com urgência para o senhor. — A secretária exclama entregando um papel para ele.

Quando Mauricio tem o envelope em mão, o sorriso some quase que de imediato do rosto do professor que faz sinal para a secretária sair.

— O que é professor, que o senhor esta tão preocupado assim? — Pergunta Astrid com mais preocupação.

O professor pega o envelope e mostra para os outros:

Uma águia branca com um pergaminho na boca enrolado com uma fita vermelha. A ponta da fita estava amarrada na pata esquerda da ave, que parecia estar voando e com brilho nos olhos. Mas a final que seria isso?

— Professor o... — Peter é interrompido quando Mauricio de um pulo pega o telefone.

Todo mundo se entre olham assustados e sem entender nada.

— Lorem caput… Non exspectat urgeat, sollicitudin velit. Eamus nunc…

Todos olham para Mauricio, apreensivos sem entender o que estava acontecendo nem o que estava sendo falado. E voltam a escutar Mauricio a na que La língua estranha:

— Bruce, tunc signum est?... Como eu vou ter que decifrar o enigma que esta aqui para saber quem é?... Accumsan arcu, — E voltam a ouvir a mesma frase que escutaram quando chegaram — Ed hendrerit semper est, invisibilem.

Mauricio desliga o telefone preocupado pega o envelope e abre mais do que rápido. E retira um pedaço de papel bege de dentro.

Após alguns minutos olhando o papel sem nem ao menos piscar ele deposita o papel na mesa e todos olham o que estava escrito:

“Mauricio este é seu próximo Alvo, você deve decifrar esse enigma para qUe possa depois encoRá-lo e liquIda-lo. Comece pelo que você sabe, será maIs fácil, boa sOrte.


CONSPIRAÇÃO”

Peter é o primeiro a terminar e o primeiro a fazer a pergunta:

— Mauricio o que é isso?

Depois de alguns segundos de silêncio, ele responde:

— A minha próxima vítima, mas esse é diferente eu terei que... matá-lo.

Todos olham para Maurício com uma cara de horror.

— Mas não se tem a classe que faz isso? Por que você tem que fazer desta vez? — Pergunta Astrid.

— Uma vez por mês, nós fazemos um teste: Matar o alvo, mas desta vez veio uma semana mais cedo.

Todos decidem deixar a sala para que Mauricio possa pensar melhor no que vai fazer, com aquele alvo.

Astrid como sempre passa pelo hotel onde todos estavam, mas desta vez os convidam para irem morar com ela:

— Vocês não querem ir morar comigo? A casa é grande e é bem solitário lá à noite.

— Não muito obrigado Astrid, mas vamos ficar aqui mesmo — Toma a palavra Peter antes de qualquer um se pronunciar.

— Peter! Acho que todos nós devemos resolver isso — Exclama Olivia com um tom rude na voz.

— É verdade Peter você sempre toma as decisões por nós, queremos escolher também — Completa Luana.

— Está bem, subam eu vou fechar a conta — Peter é abraçado por todos, e entra pela grande porta que tinha o hotel para poder fechar a conta.

Depois de alguns minutos todos saem e entram no carro de Astrid que sai quase que imediatamente.

— O que será que ele vai fazer? — Pergunta Fábio quebrando o silêncio de alguns minutos.

— Não faço idéia, mas se ele não matar aquela pessoa, ele morre! — Responde Astrid assustando a todos.

— Calma pessoal ela só falou a verdade — Exclama Fábio puxando Astrid para mais perto dele — Vocês não se lembram quando ele nos informou da conspiração? O quanto eles são cruéis, se ele não matar ele morre, é matar ou morrer.

Todos se entre olham e percebem a inevitável verdade. Depois de mais alguns minutos de silêncio eles chegam à enorme casa de Astrid. Ela chama o mordomo que vem para levar as malas a seus devidos quartos.

Depois que todos já estão acomodados em seus quartos: Peter divide o quarto com Olivia, Fábio vai para o quarto de Astrid e Luana ficou com um quarto só para ela.

Todos descem para o jantar as oito, se sentam na mesma mesa onde teriam desvendado o segundo enigma.

— Senhora já posso mandar servir o jantar? — Pergunta à serviçal.

— Pode sim.

Depois de alguns poucos segundo os mordomos começam a entrar cm enormes bandejas recheadas de comida. Todos ficam boquiabertos, pois nunca haviam visto tanta comida assim.

— Podem se servir, não tenham vergonha — Astrid anuncia aos com um sorriso nos lábios.

— Eu nunca vi tanta comida assim na vida, é muita comida não sei nem por onde começar — Fábio toma a palavra com a boca aberta e é seguido por acenos de cabeça de todos os outros.

Depois de alguns segundos apreciando as delicias que se apresentavam na mesa, Fábio é o primeiro a se servir seguido por Peter, depois Olivia e por ultimo Luana.

— Astrid você não vai se servir? — Pergunta Fábio depois de ver que ela não havia pegado nada.

— Não Fábio, eu já jantei enquanto vocês arrumavam os seus quartos, e irei ter que deixar vocês sozinhos já esta na hora de eu ir dormir.

— Astrid, espera que eu subo com você, assim eu não te acordo quando entrar.

— Está bem Fábio.

Ele termina de se alimentar rápido para poder subir com Astrid para o quarto. Eles se despedem dos outros e sobem sozinhos.

Chegando ao quarto Astrid vai ao banheiro se trocar para deitar, enquanto Fábio se troca no quarto mesmo.

Um rangido de porta de porta faz com que Fábio se levante em um pulo ele imediatamente olha para a porta do banheiro, Astrid sai com uma camisola rosa com bordados brancos em forma de flores e borboletas. Fábio fica com o coração acelerado ao ver ela da que Le jeito. Astrid sai pela porta do banheiro com os braços na frente do corpo como que se escondendo para que Fábio não a visse.

— Nossa... Estou sem palavras para definir o quanto você esta bonita.

Astrid não sabe o que fazer diante de um elogio desses.

— Obrigada Fábio... Vamos nos deitar?

— Sim... Vamos — Ele não mais conseguindo pensar em nada a não ser o quanto sua amada estava bonita.

Os dois se deitam na cama de casal e se abraçam. Depois de alguns minutos Fábio começa a passar a mão pela barriga de Astrid que retribui acariciando seus cabelos.

— Fábio eu não quero forçar nada.

— Shiu, não precisa falar nada — Ele puxa Astrid para que fique mais perto dele.

Astrid sentindo a permissão dele começa passar as mãos pelas costas de Fábio. Ele por sua vez começa a subir a mão pelas suas coxas por cima do tecido da camisola fazendo com que ela se levante um pouco.

Astrid sentindo as mãos dele em suas coxas descem um pouco a mão para as suas coxas passando pela sua bunda. Fábio começa a levantar a camisola dela.

— Por favor, você tem certeza disso? — Pergunta Astrid olhando preocupada para Fábio.

— Sim, nunca tive tanta certeza na vida.

Fábio continua e retira a camisola. Ele observa a roupa intima de Astrid: Sutiã vermelho sem detalhes nenhum e uma calcinha também vermelha, mas com bordados em forma de flores.

Fábio deita em cima de Astrid que para acomodá-lo abre suas pernas. Ele começa a beijar Astrid na orelha e começa a descer pelo seu pescoço, Ela fecha os olhos e se sente no céu.

Astrid por sua vez começa a soltar alguns gemidos bem baixos. Entendendo isso como uma forma dela expressar prazer Fábio começa a descer beijando pelo pescoço, passa por entre os seios e para na barriga. Astrid arca para frente pedindo por mais. Fábio volta a subir, mas desta vez para nos seios. Astrid procurando caminho colocando a cabeça de Fábio para ao lado para poder abrir o fecho do sutiã que era na frente. Depois disso ele começa a acariciar o seio direito e a beijar o esquerdo e faz o mesmo com o outro.

Astrid se segurando para não soltar urros de prazer começa a retirar a camisa que Fábio vestia. Logo após isso, ela começa a passar a mão pelo peito e barriga de Fábio.

Fabio começou a sentir que estava pesado para ficar em cima dela, decide trocar de posição e ficar em baixo dela. Fábio se vira bem devagar para o lado de Astrid e começa a puxá-la. Astrid desce um pouco e começa a puxar a calça que ele estava vestindo, logo que ela faz isso sobe observando o volume que tinha em sua cueca tipo Box. Astrid percebe que vai ser melhor do que pensava.

Assim que Astrid sobe começam a se beijar novamente, Ele começa a passar a mão pelas coxas de Astrid e sobe um pouco, até sua bunda.

Ela não suportando mais, se senta em cima de Fábio, mas por ela ser menor que ele, e teve que subir um pouco para poder beijá-lo, desce um pouco e fica logo em cima de pênis dele. Ela começa a repetir os movimentos pra frente e pra trás fazendo com que a cueca de Fábio desça um pouco.

Fábio acariciava com movimentos circulares os seios de Astrid, Fazendo com que ela aumente a velocidade de tanta excitação.

Ele começa a sentir que sua cueca esta saindo, e começa a virar os olhos assim como Astrid.

Fábio se senta, levanta Astrid e a coloca do lado e retira sua cueca, enquanto isso ela também retirava sua calcinha.

Ele volta a pegá-la por baixo dos braços a levanta e a coloca sobre si. Os dois voltam a se beijar, Astrid desce um pouco beijando o pescoço dele, ela desceu até que sentiu o membro de Fábio parou continuou beijando o pescoço dele. Ela se sentou novamente sobre o pênis de Fábio, e voltou a fazer as repetições Pra frente e pra trás.

Desta vez os dois começam a sentir um prazer enorme e Astrid aumenta a velocidade, Fábio começa a subir e a descer ajudando ela com as mãos.

Astrid se deita sobre Fábio e para, ele continua fazendo com que ela tenha um grande surto de prazer. Ele cansa e Astrid sobe e voltam a se beijar, eles se viram e trocam de posição ambos nem sentem a mudança por estarem tão envolvidos. Fábio coloca a mão na cama e se levanta um pouco. Ele começa de novo. A cama começa a bater na parede, e Astrid não consegue mais segurar e solta altos gemidos de prazer. Os dois começam a revirar os olhos.

Depois de um tempo Astrid chega ao orgasmo, e logo depois Fábio também. Ele se deita ao lado dela e volta a abraçá-la.

— Será que os outros escutaram? — Pergunta Fábio.

— Acredito que sim, eles estão do outro lado do corredor. — Logo após isso os dois começam a rir muito.

Fábio se levanta e volta a vestir sua cueca e calça decide que não é necessário vestir a camisa. Astrid pega seu sutiã e sua calcinha. Ela se veste, e logo depois coloca a camisola.

Eles deitam novamente e voltam a se abraçar. Astrid repousa a cabeça no peito de Fábio e ambos dormem quase ao mesmo tempo.

O despertador de Astrid toca e ela procura Fábio pela cama, mas não o encontra, abre os olhos e se depara com ele de pé na frente da cama com o café da manhã pronto.

— Nossa que surpresa.

— Eu sábia que você ia gostar.

— Amei.

Ele contorna a cama e coloca a mesinha sobre Astrid, e se senta ao lado dela.

— Que horas você acordou? — Ela pergunta surpresa com tudo o que estava acontecendo.

— Eram seis horas.

— Nossa, por que você acordou tão cedo?

— Eu já estou acostumado com isso, eu sempre acordei essa hora para correr um pouco de manhã antes dos outros acordaram.

— Assim, você foi correr hoje?

— Não fui, fiquei preparando isso pra você. Foi difícil fazer tudo isso em uma hora. — E da uma risadinha sacana e acompanhado por Astrid.

Depois de alguns bons minutos ela termina e vai se trocar, Fábio a espera sentado na cama, depois de um tempo os dois descem e se junta aos outros na mesa do café, e como Fábio já havia deixado a cozinha avisada que ele ia levar o café dela na cama, apenas os outros se serviam.

Depois que todos terminaram seu café, eles vão para o carro, e se dirigem para a universidade, para saber o que Mauricio tinha feito com aquele alvo.

Eles vão entrando quando são parados pela secretária.

— Com licença o professor ainda não chegou.

Todos se olham confusos por que ele sempre chegava cedo.

— Tudo bem a gente vai esperá-lo na sala dele ok? — Exclama Peter.

— Como vocês vêm todo dia aqui... Tudo bem.

Eles continuam o seu caminho pelo corredor até a sala do professor, quando chegam lá, estranham, pois a porta estava entreaberta coisa que o professor não costumava fazer. Quando eles entram dão de cara com o professor caído no cão com duas perfurações de bala na cabeça e muito sangue no chão, logo percebem que só podia ser trabalho da conspiração.

Peter entra e vai em direção a mesa do professor, e pega o papel que estava escrito como fazer para ele sair na primeira gaveta da esquerda, mas antes ele da de cara com dois papeis beges iguais aquele que o professor havia recebido quando estavam ali. Um era o papel que o professor tinha recebido, mas o outro era a resposta:

“Mauricio este é seu próximo Alvo, você deve decifrar esse enigma para qUe possa depois encoRá-lo e liquIda-lo. Comece pelo que você sabe, será maIs fácil, boa sOrte.

CONSPIRAÇÃO”

— Mauricio — Sussurra com uma enorme cara de espanto — Gente o alvo que estava escrito naquele papel era ele.

Todos dão um paço para trás para se afastar cada vez mais do corpo.

Peter pega os dois pedaços de papel, logo abaixo deles estava as instruções e abaixo das instruções mais um pedaço de papel:

“Peter não fui capas de desvendar um simples enigma, o primeiro que desvendei no treinamento, me desculpa.

MAURICIO"

"Esta vendo Peter o que acontece com quem tenta te ajudar, MORRE, e se você continuar insistindo nisso mais pessoas faleceram, tome muito cuidado faça a escolha mais sábia. Tome cuidado, pois sua escolha vai fazer seu futuro, pense nas pessoas que ama.

CONSPIRAÇÃO”


Notas finais
E então? Gostaram? Espero que sim. Comentem para eu poder saber se eu escrevo mais capítulos com esse tipo de cena.
Tchau até o próximo capítulo.
Comentem.