A Conspiração Invisível

8 PARTE 7: A conspiração Invisível


— O que é “conspiração invisível”?

— Exatamente o que o nome diz é uma organização que ninguém sabe que existe.

— Acho que isso eu descobriria sozinho — Retrucou Peter com um tom de sarcasmo — Quero saber como ela age. Entendeu?

— Ela é uma classe social que sempre existiu, mas ninguém fala dela nos livros de história. Mas a diferença entre ela e as outras classes sociais é que ela desfruta de uma pirâmide social.

— Como é essa pirâmide? — Pergunta Peter enquanto olha para os outros.

— Por favor, se sentem — Fala Mauricio enquanto aponta as poltronas a sua frente. Depois que todos se sentam ela volta a falar — Na base da pirâmide estão os assassinos e os espiões — Neste momento todos se entreolham — Depois logo acima tem os recrutadores que são encarregados de recrutar pessoas para entrar na conspiração um exemplo de um é Henry Ford, sim criador do automóvel — Todos ficaram perplexos — Depois mais acima estão os enigmatistas que criam enigmas para ser usado durante o recrutamento um grande exemplo de um é o próprio Fibonacci, sua sequência acabou vazando e então todos o conhecem. E acima de todos está o mestre ou o lorde que comanda tudo um exemplo também de um é Walter Elias Disney, sim eu sei criador da Disney. Incrível né?

Todos ficam boquiabertos com as novas informações, era muita coisa para apenas um dia.

— Nós... Já vamos precisamos de tempo para absorver as informações — Explica Peter.

— Eu sei como é no começo é assustador, mas com o tempo você acostuma.

— Mas porque você deu isso para o Peter? — Pergunta Luana.

— Porque ele é um dos escolhidos, para entrar na conspiração e no cargo mais alto existente. — Ele para por alguns segundos para observar as expressões de todos — Isso é muito raro de acontecer a pessoa é escolhida a dedo pelo mestre que vai ser substituído, mas para isso acontecer a pessoas escolhida não pode ter laço familiar ou amigos.

— Essa já é a minha resposta NÃO.

— Eles não vão desistir até que você aceite, eles vão matar todo mundo que você gosta aconteceu isso comigo, eu era casado tinha duas filhas todos assassinados após eu dizer não a eles.

Todos ficam assustados apenas com a idéia de poderem morrer, mas meso assim Peter não aceita.

Todos saem da sala e vão para o carro que os espera do lado de fora, Astrid vai para a sua casa e manda o motorista, os levarem para o hotel.

— Você não vai aceitar entrar, vai? — Pergunta Luana depois de algumas horas de silêncio.

— Não, eu jamais aceitaria.

— Mas eles vão matar a todos nós.

— Se eu entrar eu fico sem vocês, se eu não entrar eu fico sem vocês, isso não me parece alternativas. — Ficou alguns segundos suspirando — Eu prefiro passar os últimos minutos da minha vida junto de vocês, porque se vocês morrerem eu me mato.

— Nós vamos achar uma saída para isso também como achamos para todos os outros problemas que surgiram — Exclama Olivia a Peter.

— Não sei se tem solução nesse caso, acho que...

— Acha o que nós devemos nos distanciar de você? — Luana interrompe Peter no meio da frase com um tom bem autoritário.

— Acho que essa é a única alternativa.

— A Astrid pode saber o que fazer ela... — Fábio tenta dar uma idéia, mas é interrompido no meio.

— Não já tem gente de mais envolvida, vocês deviam é ir embora daqui e me deixarem sozinho assim vocês morreriam. — Ele sai da cozinha onde estavam conversando passa pela pequena sala abre aporta do quarto e sai. Todos ficam sem saber o que fazer, não sabem o que ele pode fazer.

— Astrid? — Pergunta Olivia pelo telefone.

— Sim, quem é?

— Olivia.

— Algum problema?

— Sim, é que o Peter saiu daqui achamos que ele pode aceitar a proposta da conspiração.

— No que eu posso ajudar?

— Achei que você poderia mandar alguém para procurar ele.

— Ta, eu vou ver o que posso fazer.

— Obrigada.

— Não é nada, fica tranqüila ele não vai fazer nenhuma besteira.

— Tomara.

— Tchau.

— Tchau.

— E ai o que ela falo? — Pergunta Luana a Olivia assim que ela coloca o telefone no gancho.

— Ela falo que vai fazer o possível.

— Tomara que ela o encontre.

Enquanto isso na sala de estar de Astrid, Peter repousa a cabeça sobre a mesa que fica no centro da sala.

— Era Olivia. — Astrid entra falando na sala.

— Você não falou que eu estou aqui, falou?

— Não, apesar de ter muita vontade, não gosto de ficar mentindo pra Olivia — Ela se aproxima arrasta uma cadeira mais próximo dele e completa — Ela está com medo de que você aceite a proposta da conspiração.

— Estou pensando seriamente em aceitar.

— O que?!

— Prefiro viver sem eles a velos mortos.

Astrid lhe da um tabefe na nuca.

— Você está maluco, ou o que?

— Você prefere que eu rejeite a proposta deles e veja todos eles morrerem, inclusive você?

Astrid hesita em responder.

— Até você esta pensando agora.

— Não eu só fiquei um pouco assustada.

— Você acha sim que eu devo aceitar a proposta agora, não estão certo?

— Eu achei que o que a Olivia tinha falado não tinha fundamento, mas agora vejo que ela tinha motivos para isso — Astrid se levanta e se dirige a porta da sala.

— Aonde você vai?

— Vou ligar e falar para a Olivia que você esta aqui, assim ela para de se preocupar com você.

— Astrid, por favor, não.

Astrid fica indecisa não sabe o que é o certo. Mas acaba cedendo.

— Esta bem, mas você tem que me prometer que vai pensar melhor sobre aceitar a proposta, esta bem?

— Esta.

— Eu vou lá na cozinha pegar um copo de água pra mim, você quer?

— Aceito sim.

Astrid sai pela porta da sala cruza a sala de jantar e entra na cozinha, La ela pega dois copos de água coloca um pouco de sonífero que guardava no armário de cima (comprou o sonífero após saber que fora usada pelo professor) coloca no copo de Peter e enche e água.

Ela volta à sala de estar da ao Peter o copo com o sonífero. Demora algum tempo para o remédio fazer efeito.

— O que você colocou na água? — Pergunta Peter desmaiando

— Isso é para o seu próprio bem.

Peter entra em sono profundo, nisso Astrid chama o motorista para ajudá-la a levá-lo ao carro. Peter é colocado no acento de trás do carro proso com o cinto de segurança.

Astrid entra no apartamento chamando por Olivia, que a responde vindo correndo em sua direção.

— Diz que você o achou?

— Olivia eu sinto muito por ter mentido pra você, mas o Peter estava La em casa quando você ligou, ele pediu para não lhe contar nada.

— Tudo bem, você o trouxe?

— Ele está desacordado La no carro, tive que dopá-lo.

— Graças a Deus.

Fabio desce para ajudar o motorista a levar Peter para cima.

Peter leva algumas horas para acordar.

— Onde estou? — Essa foi à primeira coisa que ele perguntou.

— Em casa — Responde Astrid.

— Astrid, é você? — Pergunta tentando se levantar.

— Sim, te dopei para conseguir trazê-lo de volta.

— Peter você acordou — Olivia entra correndo pela porta do pequeno quarto e o abraça, após ouvir a voz dele.

— Olivia será que eu posso falar com o Peter a sós?

— Claro Astrid.

— Não vai demorar.

— Tudo bem.

Quando Olivia sai, Astrid senta mais perto de Peter.

— Você viu o que aconteceu?

— A Luana entrou correndo e me abraçou? I...?

— Será que você vai conseguir viver sem isso, sem ela e sem a Luana? Eu acho que você as ama demais para ficar longe delas.

— Prefiro viver longe delas a as ver morta.

— Será? Se elas estiverem mortas você sabe que não verá mais porque estão mortas, mas e se elas estiverem vivas e você não poder velas, é muito pior, não é?

Peter abaixa a cabeça e pensa: “Ela tem razão saber que elas estão vivas e não poder chegar perto delas é muito pior”.

— Obrigado Astrid, agora estou vendo o que é o certo a fazer.

— Que é?

— Digamos que eles não vão conseguir que eu aceite a proposta por bem.

Peter da o primeiro sorriso após saber da conspiração.

— Agora vamos pedir desculpas para os outros.

— Vamos lá então.

Os dois saem do quarto e vão direto para a sala onde todos estavam à espera deles.

— Eu queria pedir desculpas pelo que eu os fiz passar nas ultimas horas, mas graças a Astrid que me mostrou o caminho certo, sei o que devo fazer.

— Você não esta traindo a minha irmã não, esta? — Pergunta Fabio sem rodeios.

— Sou incapaz de fazer isso eu a amo mais que tudo nesse mundo...

Depois que Olivia ouve isso corre em sua direção lhe da um grande abraço eu beijo.

— Continuando eu te amo acima de tudo também Lu, Vem aqui vem.

Luana chorando corre em direção ao irmão e também o abraça.

— Mas então o que vocês conversaram La no quarto? — Pergunta Fabio novamente.

— Apenas agora sei que é mais difícil viver sabendo que vocês estão vivas — E olha para Luana e Olivia que estão uma de cada lado dele — e não poder velas do que viver sabendo que vocês estão mortas e que não tem jeito de voltar atrás.

Os três se abraçam novamente durante alguns segundos.

— Não querendo estragar o momento, mas o que nós vamos fazer então?

— Ora Fabio a única coisa que se tem a fazer, recusar.