A Cidade da Névoa
1 1 O inicio de um pesadelo
Notas iniciais
Bem...
Tentei fazer o melhor que pude.
Significado dos monstros no final.
“Silent Hill” pensou o cara sentado perto da janela do ônibus. O homem sentado ao seu lado estava dormindo. Os dois estavam viajando a horas. Ele já não fazia nada a um bom tempo, e precisava fazer algo.
Ele olhou de um lado a outro, e constatou que todos estavam dormindo. Rapidamente ele tira uma Beretta 92FS de seu casaco.
Na mesma hora, o homem ao lado acorda.
-Que...? Você trouxe uma arma? Isso é uma investigação, não uma guerra!
-No final das contas dá no mesmo. — Disse o outro, guardando a arma.
O outro o repreendeu com uma voz baixa, mas autoritária:
-Isaak, se você por tudo a perder, nossos empregos e pescoços serão eliminados.
-Tudo bem, Jacob, não vou acabar com sua ficha perfeita.
-Só estou dizendo que se fizermos outra merda... — O ônibus pára derrepente.
-Vocês dois aí atrás. — o motorista gritou. — Chegamos à sua parada.
Os dois descem do ônibus.
-Como podemos agradecer? — Perguntou Jacob.
-Fique o menor tempo nesta cidade possível. Façam o que tem que fazer e vão embora. Já escutei diversas historias sobre esta cidade, e nenhuma agradável. — Disse, dando ré com o ônibus.
-Carinha legal ele, né? — Jacob fez sinal com a mão para ele se calar, e sacou sua Beretta, mirando no nada. — Sabia que também tinha trazido a sua!
Por fim Jacob a guardou. Pensou ter visto a sombra de uma criança. Ela correu deles. De Isaak podia entender. As roupas estavam um lixo, e o cabelo não vinha um pente a semanas, mas Jacob estava arrumado. Impecável. Ele considerou isso um insulto.
-Vamos, Isaak. Acho que no mapa tem um restaurante, ou seja, lá o que for em frente.
-Conveniente.
Os dois começam a andar pela estrada. Porem uma pequena sombra os observava. “Eles me dão medo.”
O restaurante estava deserto. Sem sinal de vida. Parecia que ninguém ia lá a décadas.
-Okay, sabichão, de que ano é esse mapa?
Jacob o encarou. Estava confuso.
-É de ontem...
-Agora, isso assustou.
Um som se ouve da cozinha. Os dois se olham, e vão averiguar. Eles abrem a porta e sentem um cheiro horrível, característico de morte.
-Meu Deus...
Havia um corpo na cozinha. Ele estava sem pele, e sangrava muito.
-Isso foi recente... Rápido, tem um telefone do outro lado da rua! Chame a policia!
Isaak rapidamente atendeu a ordem, mas ao passar pela porta, viu que toda a rua havia desaparecido, como se a terra tive-se caído em um buraco sem fundo.
— Agora sim: Meu Deus! Jacob, vem ver isso!
— Você não foi chamar... Meu Deus!
Os dois ficaram olhando incrédulos para o buraco. Jacob jogou uma pedra no buraco, mas não escutou o som dela caindo.
— O que isso quer dizer?
— Que estamos presos aqui.
Um som os assustou. Algo havia se despedaçado na cozinha.
— Jacob, pegue sua arma.
— Não posso. — Ele olhou para Isaak. — Eu a deixei lá...
Eles correram para a cozinha. O que viram fez Isaak vomitar.
O corpo sem pele estava em pé, analisando a arma de Jacob. Arrepios passaram pelas espinhas dos dois. Uma cena repugnante, mas o pior estava por vir. Ele olhou para os dois, e começou a disparar. Os dois pularam antes que as balas os atingissem. Isaak disparou sua arma em direção ao monstro, que mais resistente do que deveria ser, caiu depois de cinco balas na cabeça, entre os dois olhos.
Os dois ficaram lá, olhando para a... Coisa.
— O que foi isso? — Isaak perguntou, sem tirar os olhos do monstro.
— Eu não sei, mas agora, duvido que possamos sair da cidade sem chegarmos ao fundo disso.
— Por que acha isso?
Jacob entregou um pedaço de papel com uma mensagem com sangue.
“Vocês irão morrer”
Notas finais
Corpo de Carne: É a coisa sem pele. Sem criatividade para o nome... Significa o medo de armas de Jacob e a habilidade de Isaak com armas de pequeno porte.
Nos próximos capítulos irei colocar os significados dos outros monstros conforme aparecerem (as vezes o intervalo na escola é tão tedioso).
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