Notas iniciais
Apos seculos sem atualizar, aqui estou.
Se alguem ler isso algum dia, mando saudaçôes do seculo XXI.
— Inferno! Jacob corria de dois cachorros pela rua, depois que o mundo mudou. Uma visão de esperança. O hospital Alchemila estava bem em frente, mas não havia tempo de comemoração, afinal, os cachorros continuavam atrás dele. Ao entrar na “segurança” do hospital, se sentou na sala de espera. “Pensa cara. Deve ter um registro por aqui em algum lugar. É só procurar.” Ele começou a vasculhar os livros que estavam espalhados. Nenhum tinha algo de útil. Alias, nenhum deles tinha algo. Estavam em branco, ilegíveis ou com letras embaralhadas. — Isso é estranho... Deveria ter algo em algum deles. Ele começou a escutar um barulho característico de estática. Quando procurou a fonte, achou um velho radio de policia. — Alô? Tem alguém ai? — Mais estática. Parecia estar ficando mais forte. — Ta quebrado. Algo o agarrou por traz e o jogou contra a parede. Quando se virou para ver seu atacante, se assustou. Era uma enfermeira, e uma das bem bizarras. Ela tinha longos cabelos que caiam sobre a face, impedindo Jacob de ver seu rosto. Ela era estranhamente pálida e sua roupa parecia erótica demais para uma enfermeira de respeito. Seus movimentos eram irregulares, parecendo se contorcer de dor. Ela investiu novamente. Dessa vez ele esquivou. “Pensa! O que Isaak faria?” Por um segundo, ele refletiu sobre isso: “Se ela não tivesse morta, faria um sexo bem selvagem.” Ele balançou a cabeça. Isso foi inútil. Começou a correr feito louco. Mas tropeçou em uma machado. — Machado idiota! — Ele se levanta e corre. — Espera. Machado? — Ele volta. A Enfermeira estava perigosamente perto. Assim que pegou o machado, o balançou, cortando a perna da Enfermeira. Depois, atingiu seu tórax repetidas vezes, até que ela parou de se contorcer. Jacob se sentou ao lado do corpo. Precisava respirar. Ele notou que embaixo na saia da Enfermeira, havia algo estranho. “Acho que vou me arrepender...” Pensou, colocando a mão embaixo da saia dela. — Nojento, nojento, nojento! Ele retirou um livro. Parecia o diário de um paciente. Na capa estava escrito o nome do hospital. — Um sanatório? Com uma enfermeira dessas? O pessoal daqui era realmente doido. “2 de Novembro. Vi eles de novo. Ninguém acredita em mim. Pobres pecadores. Silent Hill cuidará deles. 3 de Novembro. O sacerdote veio novamente. Disse que podia me salvar. Tolo. Vi eles de novo. Não conseguem me achar. Fico encolhido no escuro, sem me mover. 6 de Novembro. Peter veio me visitar. Não abri o presente dele. Uma arma que não me será útil... 2 de Dezembro. O mundo mudou. Agora posso andar livremente por aqui. Mas a sala do diretor continua trancada... 14 de Março. Eles estão se aproximando. Peter, sinto muito, mas acho que terei de envolver você nisso. É muito maior do que nós. A cidade depende de você agora. Ontem. Eles estão viiindo. A cidade já os chamou. AGORA. Olha pra traz, seu retardado.” As ultimas notas fizeram a espinha de Jacob tremer. Ele rapidamente rolou para frente, a tempo de esquivar dos ataques de duas Enfermeiras. “Isso fica mais e mais estranho” — Pensou. Aparentemente, o inferno descia muito mais profundo do que ele pensava.
Notas finais
Cachorro: Somente um cachorro. Nem tudo que te ataca tem que ser um monstro horrível, né?
Enfermeira: A aparência dela se deve ao "amiguinho" de Isaak.
A atitude dela é ao medo de Jacob.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.
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