A Chave da Esperança
7 Aprendo a conversar como uma "filha de Atena"
Notas iniciais
Acordei com um barulho horrível. Parecia uma luta. Vesti a roupa e subi ao convés rapidamente. Percy, Frank, Annabeth, Jason, Leo, Piper e Hazel lutavam contra criaturas com cabeça de cachorro e cauda de peixe. Telquines, eu acho. Saquei Destino e corri para a luta.
Não tinha treinamento, mas o desespero falou mais alto. Surpreendentemente, eu era boa com adagas. Desviava e golpeava rapidamente.
Logo, todos os telquines foram mortos. Sentamos no degrau da escada, exaustos. Percebi que era a única assistente ali. Os outros ficaram me olhando tão surpresos como se tivessem visto a rainha da Inglaterra andando de skate.
Percebi que havia sangue no lugar onde nós lutamos. Olhei para os outros e ninguém estava machucado. Olhei para os meus braços. Nada. Olhei para a minha perna e havia um corte enorme, que parecia ser feito por uma garra. Nem sei como não percebi. Toquei no machucado, onde o sangue escorria.
–Ai. - eu disse
–Deixa que eu te ajudo com isso. - disse Rachel
Ela me levou à enfermaria.
–Você foi muito corajosa. - disse ela - Eu nem cheguei perto dos telquines.
Rachel pôs um remédio e fez um curativo. Parecia ser neta de Apolo, deus da medicina.
–Como fez isso com tanta facilidade?
–Minha mãe é enfermeira. - disse Rachel
–De qualquer forma, obrigada.
John chegou na porta da enfermaria.
–Você lutou muito bem. - disse ele
–Hã... Obrigada. - eu disse
–Você está bem, Liz? - disse Annabeth, me interrompendo.
–Aham.- eu disse
–Então, vamos começar o treinamento?
–Sim, claro.
Annabeth me levou de volta ao convés.
–Vejo que você já encontrou uma arma com que se identifica. -disse a minha tutora Eu também prefiro adagas.
Ela me ensinou vários golpes, e dicas de luta. Depois, nós duas lutamos. Obviamente, ela ganhou.
–Tenho um truque pra te ensinar tão importante quanto esses de luta. Ele se chama conversa da filha de Atena.
–Como é isso?
–Basicamente, você enrola pra ganhar tempo. Pra fazer isso, tem que conhecer o inimigo. disse Annabeth Aí você começa a conversar com ele, tocando seu ponto fraco.
–E aí?
–Ou ele cai na própria armadilha ou você ganha tempo para um ataque. Entendeu?
–Acho que sim. - eu disse
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