A Chance for You

71 Promise - Haizaki Ryouhei


Notas iniciais
Primeira Reader de um personagem da nova saga: Ares! Haizaki mostra ser um montrão, mas na verdade é um puro bolinho :3 está tomando o lugar de protagonista mais que o Asuto kkkkkkkkk essa one foi feita antes de eu ver os eps 1 e 2. Portanto me baseei na pouca informação que eles me deram, só ontem eu assisti o 3 em diante :V se estiver meio OCC já tenho uma desculpa xD Título: Promessa

“Infelizmente essa promessa eu não sou capaz de cumprir, mas tem outra que posso realizar com toda certeza.”

Aquele era apenas mais um dia em que o chamado Demônio do Campo, buscava encontrar sua luz. Algo incomum para pessoas “normais”. Apenas isso fora o que Haizaki Ryouhei deixou em pleno ar, digamos assim. Misterioso como uma sombra que te vigia sem você notar; perigoso como a madrugada vazia e deserta das ruas... Atraente como algo proibido, que você sabe que pode te machucar, mas ainda quer experimentar. Era impossível decifrar o que há debaixo daquela pele morena de cor viva, escondendo seu tórax protuberante pelos treinos. Há um coração macio, quente e gentil ou uma rocha de gelo bruta? Era isso que você se perguntava desde que avistou o moço extremamente alto à pouco tempo. Desde aquele tempo ele procurava luz. De primeira pareceu que ele estava dominado pela cruel depressão, mas Haizaki mais tarde mostrou ser outro motivo desconhecido. Qualquer um queria distância de um cara como o Ryouhei, sem falar que ele mesmo se distancia e jamais abre espaço. Provavelmente não confiava em ninguém ou tinha problemas pessoais. Porém você decidiu ser a diferentona e conhecer a besta artilheira.

Se aproximar de alguém com intenções, mesmo que sejam boas, é um desafio assustador para os antissociais e tímidos; uma oportunidade para os carismáticos de conhecer pessoas novas. De todo modo, Haizaki parecia se encaixar numa terceira categoria: Se quiser ser xingado, mexa com o filho do diabo.

— O que você quer? — Sua voz surpreendentemente não era grossa como um ogro, nem tão suave como um gatinho. Agradável seria ideal pra classificar o tom. Apesar de claramente denotar seriedade. Ele queria se livrar de sua pessoa e fazer o que sabe-se lá o que fazia. — Se tem algo pra falar pra alguém, não fique olhando sem dizer nada.

— Ah! Bem... — A pressão que aquele jovem de repente exerceu sobre você, era absurda. Os olhos dele se recusavam a desviar dos seus e quase se arrependeu de lhe dirigir a palavra. Pior, teve que arrumar uma desculpa rápida para o moreno não se irritar. — Haizaki, eu quero te desafiar pra uma partida de futebol.

Essa desculpa veio como uma bala, ou seja, ela atingiu o alvo e deixou sequelas. As orbes bicolores dele, levemente não esconderam a surpresa. Te encararam num silêncio cruel e expectativa por sua parte.

— Tudo bem. Eu prometo. — O Ryouhei responde em tom monótono, como se não fosse nada de mais. — Vai ficar aí de boca aberta ou combinar a hora?

— Você realmente aceita? — Indaga desacreditada. Fora tão fácil assim o convencer? Ainda mais uma garota simples?

— Gosto da sua audácia. — Dessa vez o mais alto esbanjou um sorriso perverso como se tramasse algo maldoso ou já contasse sua vitória. Sem te esperar, Haizaki se retira calmamente do recinto, lhe dando as costas. — Já que o gato comeu sua língua, eu marco. Amanhã depois das aulas no campo.

E assim o arrogante a deixa intrigada. Você era jogadora do time escolar, podia não ser a melhor no meio de todos aqueles garotos, contudo tinha seus momentos de brilho às vezes. Pensando melhor agora, não sabia o que fazer. Marcara um encontro com o demônio, mas não queria agir feito besta naquele segundo. Portanto mãos à obra, digo pernas. Ter a atenção de Haizaki não é para qualquer indivíduo. Você treinou tão arduamente quanto podia durante o resto daquele dia. Se dedicou tanto que nem se reconhecia. Ficou feliz por ter evoluído um pouquinho perante seus esforços e ansiava uma ótima partida e talvez percebesse um pouco do verdadeiro Ryouhei.

O amanhã chegou. As aulas começaram e acabaram rapidamente para sua surpresa e frustração pois se fosse um dia comum, teria passado na velocidade de uma tartaruga com a pata machucada. O local era um mero campo localizado perto da escola onde estudavam. Era de terra e pequenino. Felizmente os estudantes já se foram e não restava ninguém para lhe ver passar vergonha e contar para o colégio inteiro. Não seria nada bom saberem que você desafiou o incrível artilheiro diabólico. Ainda mais sendo quase uma reserva.

Ele estava demorando.

Tudo bem, esperar um pouco não faz mal...

A não ser fazer isso por mais de duas horas. Mas ele ia ver. Não é legal deixar os outros como besta.

❣ ✿ ❣

— O que aconteceu ontem? — Foi direta. Sua voz mostrava indignação e você não escondia isso. Ele estava caminhando em direção a entrada e logo o abordou. Haizaki não parara de andar e você o acompanhava sem permissão.

— Então você falava sério quando me desafiou... — O moreno disse olhando a frente e com tom de desdém como se não fizesse diferença. Isso tirou um pouco do controle.

— É claro que eu falava sério! O que passou pela sua cabeça, seu tratante? — Se exaltou. Alguns olhares se voltaram a sua pessoa.

— Que eu ia te massacrar se jogasse de verdade contigo, mas também não vou controlar minha força pra te ver feliz. — Esclareceu Haizaki ofendido. — Agora eu pergunto: O que passou pela sua cabeça pra achar que pode me vencer?

Silêncio. Não queria vencê-lo, apenas o compreender. Porém se contasse isso, ele poderia se ofender ou se irritar, portanto o silêncio foi a escolha mais sábia. Haizaki fechou a cara e esboçou uma carranca furiosa. Se tivesse confessado seus motivos, quem sabe o que lhe teria ocorrido?

Você não era especial o suficiente para atrair o interesse desse jovem. Não importava o quanto pudesse crescer no futebol e se tornar incrível, nem mesmo com o seu desenvolvimento se tornando real, o qual seus companheiros de time parabenizavam. Nada parecia ser bom o bastante para o demônio, mas você queria saber se ele podia ter bondade em si. Por isto persistiu várias vezes com a esperança de que um dia o Ryouhei te aceitasse como uma rival. Algo sem sentido algum. Até que você resolveu ir até ele, sem mais nem menos.

— Me deixe em paz. — Exigiu com seriedade e um olhar frio te intimidando.

— Senão? — Você o desafia. Essa insistência pode ser idiota, contudo Haizaki não era maligno e queria ser salvo das trevas. Não sabia exatamente o que eram essas trevas, mas não importa.

O demônio fica calado durante um tempo.

— O meu ser vai te afastar. Para o seu próprio bem. — Ele responde em forma de enigma e se afasta lentamente na direção contrária. Um impulso esquisito lhe toma conta, uma vontade de ir atrás do moreno. Você não queria que as coisas terminassem assim, em praticamente nada.

Então você tomou o mesmo rumo do jovem, que cessou seus passos de repente e transformou seu semblante num de desentendimento virando o pescoço para lhe encarar.

— O que é agora? — Indagou impaciente.

— Eu ainda não vou me afastar, e aí? — Responde com outra questão. Você consegue a proeza de o deixar mudo novamente.

Durante o resto daquela tarde monótona você seguiu o demônio artilheiro. O tempo todo apenas contemplando suas costas largas e as longas madeixas cinzas, bagunçadas pela brisa. Haizaki não ousou olhar nenhuma vez para trás. O que foi seu puro alívio, não sabia realmente a desculpa esfarrapada que ia contar caso ele a pegasse no flagra enquanto admirava cada traço dele.

❣ ✿ ❣

Você suportou sua arrogância e quase quis o esganar com suas palavras cruéis, mas ele pensou que seria fácil se livrar de ti. Você o seguiu por todos os cantos que se pode imaginar e quase cometeu o crime de ir no banheiro masculino atrás do dono da cabeleira cinza. Seus colegas começaram a achar estranho seus atos; os companheiros de time faziam piadinhas e outros a achavam louca por estar apaixonada pelo Diabo do Futebol. Você negava tudo. Apaixonada? Estava agindo como uma?

— Esqueci de trazer minha comida... — Você contesta ao notar que saíra de casa atrasada e agora na hora do intervalo, tinha que aguentar a fome. O Ryouhei se encontrava ao seu lado, ou melhor, você se encontrava ao lado dele sem permissão. De novo.

Ao te ouvir, ele continua não ligando e comendo sua deliciosa comida. Sua opção foi se distrair e esquecer seu próprio estômago reclamando. Pensar em outras coisas, olhar o céu. Porém nada adiantava. E lá estavam os roncos estomacais exigindo alimento.

BRRRAAAAUGGGNHHNNN!

Você mesma levou um susto com o som esquisito que sua barriga fez. E pior, o moreno pareceu notar e dar um sorrisinho de canto, mas nada falou. Enquanto isso, seu rosto queimava de vergonha e você disfarçou. Entretanto seu corpo só ia parar até estar totalmente satisfeito.

BBBLLLLUUURRRRGGRRR

De novo a vergonha. Suas mãos tentavam abafar os ruídos assustadores.

BRRUUUUUUUUUUUUUUGGGGHHHHHGHHGG

Cada vez mais alto, pra não passar mais vergonha era melhor sair dali. Mas seu estômago começava a doer tanto que era difícil fazer qualquer coisa. Você evitava olhar o ser a seu lado, que degustava cada pedacinho suculento daquele Bentô super colorido e variados, provavelmente com temperos deliciosos. Ele levava os Hashis a boca e mastigava numa velocidade anormalmente lenta, parecia até lhe provocar. Cruel. Talvez Haizaki era mesmo tão horrível quanto dizem.

GGGGGRRRRAAAUUURRRRRRRRRRR!

— HAHAHA! — Gargalhou o Ryouhei, que parecia se conter desde o início. Sua risada era debochada e ao mesmo tempo divertida, indicando que era sincero ao rir. Ao invés de ficar ainda mais envergonhada, você ficou perplexa. Era uma proeza escutar um demônio rir de alegria. Será que chegou o apocalipse? E sem querer acabou o olhando fixamente hipnotizada. Sua forma de rir era agradável. — Parece que tem um dinossauro aí louco pra ser parido. — Ele zombava com gosto.

— Como se eu quisesse ter um monstro faminto. — Você retruca meio emburrada. E ainda com fome.

— Você é estranha. Tome. — Ofendeu Haizaki e lhe estendeu o resto de seu Bentô, que tinha alguns bolinhos de arroz. — Alimente logo esse bebê. Ele faz barulhos bizarros.

Haizaki se afastou sem esperar respostas. Te deixando comer. Agora, estava ainda mais intrigada com esse moreno misterioso.

❣ ✿ ❣

O beco escuro era perfeito para se esconder e fazer atos sujos e proibidos, porém a luz lunar da noite iluminava e te permitiu ver um Haizaki em meio a um bando de pessoas provavelmente ruins pra se envolver. Pareciam discutir junto dele, numa conversa de tratos ou negócios. Não tinha como você saber do exatamente se tratava. Porém aquilo ficou tenso quando o moreno pegou um maço de dinheiro. Uma quantia grande. Porém de repente uma das pessoas se pôs a reclamar e falar alto: Cadê o meu dinheiro? Dizia ele. E levou um soco no rosto. Aquilo virou uma confusão, uma briga na verdade. Você não entendia nada, apenas se surpreendeu quando viu Haizaki nocautear todos ali e os afastar, claro que foi ferido também. Ao seu redor havia uma aura obscura. Parecia mesmo uma besta. O de cabelos cinzas ia embora sem remorso algum depois de conseguir o que queria.

Por que ele havia feito aquilo? Dias atrás, ele havia sido tão gentil...

Você é puxada para fora do esconderijo que usou pra ver toda a cena. Seu sangue gelou e se arrependeu ter seguido o jovem naquele dia específico após a escola. O que iriam fazer contigo agora?

— Ei! Quem diabos é você? — Gritou um moço alto e raivoso, com vários hematomas feitos pelo Ryouhei.

— Me deixe ir, juro que não falo nada. Por favor, não faça nada comigo. — Implora assustada. O homem agarra-lhe os cabelos, parecendo querer descontar sua frustração por ter sido derrotado por um jovem bem mais novo que ele.

— Você viu demais. O que uma simples garota como você faz fora de casa a essa hora e num beco desses? — O homem perdia a paciência ainda mais. Seus parceiros ainda debilitados e também irados, tentavam o acalmar e discutiam sobre te matar ou não.

Você apenas estava no lugar errado na hora errada, contudo a pessoa certa estava lá para sua sorte.

Haizaki terminou de os apagar em instantes e agarrou seu pulso fortemente, a arrastando para o local seguro de onde nunca deveria ter saído.

— Espero que agora você tenha visto o bastante pra saber que deve ficar longe de um demônio. — Disse ele como uma ordem. Expressão obscura.

Sua resposta foi ficar o observando em silêncio. De certo que não esperava e nem sabia os segredos daquele garoto, mas não era seu dever julgar suas razões assim como você tinha seus motivos para continuar o seguindo. E você estava errada em fazer isso também.

— O quê? Tá em choque ainda? — Indagou debochado. — Entendeu por que deve se afa...

Você se aproxima sem aviso, tira um pano limpo de seu bolso e limpa um pouco de sangue escorrendo em sua bochecha por uma das escoriações adquiridas durante a briga. Ele a interrompe tirando sua mão bruscamente.

— Mas que merda você? — O demônio se assustou com a ação inesperada.

— Todos têm a capacidade de fazer o bem e o mal. Não devo julgar um demônio que eu creio que pode sim, ser bom.

❣ ✿ ❣

Desde então, o clima se tornou estranho. Com estranho quero dizer que as reclamações cessaram. Aparentemente era perda de tempo pro moreno gastar saliva com palavras que não surtiam efeito. Portanto ele te deixou ficar ao lado dele alegando que seria problema seu se fosse decepcionada mais tarde.

— Então se eu jogar uma partida com você, vai me deixar em paz? — Haizaki indagou, estranhamente tinha um olhar sereno voltado para o chão.

— Bem, sim. — Algo dentro de você murchou. Isso significa o esquecer; não mais aborrecê-lo e você não queria. Especialmente depois de aceitar o sentimento de amar que despertou seu coração.

— Daqui a dois dias, após a escola ao anoitecer. Dessa vez é de verdade. Prometo mesmo. — E como sempre ele se vai, te deixando pra trás.

Os tais dois dias se passaram numa agonia. Você não treinou nem se preparou pois não conseguia pensar em futebol quando a imagem de seus olhos penetrantes e encantadores se recusava a lhe deixar; junto daquelas madeixas longas, que amaria sentir a maciez com seus próprios dedos ao deslizar entre cada mecha; sem falar da pele torneada exigindo ser tocada. Aquele garoto a seduzia à distância.

Mas ele não pensava da mesma forma, claro. Isto era uma tortura. Amor unilateral e amor platônico são duas merdas, que podem dar as mãos e se casar. Como conquistar um demônio?

O sinal indicando o fim das aulas soou e você andou como uma preguiça depressiva. Pelo menos ele a considerou especial demais para ter uma partida de verdade dessa vez. É o que procurou ver como um ponto positivo nisto tudo. Ao ver a silhueta alta num campinho de terra simples com somente duas redes, um sorriso surgiu sem controle em seu rosto. Pelo menos Haizaki cumpriu o acordo. A palavra prometer era algo importante e forte, se ele não era capaz de cumprir sua palavra, então não era capaz de confiar nem ser confiável. Porém o jovem estava com o uniforme escolar e não o de jogar. Tinha algo errado.

— Não vai se trocar? — Você questiona desconfiada e se aproxima do moreno.

— Não vamos jogar. — Anunciou ele simplesmente. Você se enfureceu.

— Então não sou boa o suficiente para encarar o incrível Haizaki Ryouhei?

— Não se trata disso...

— Não tenho um talento escondido como os grandes jogadores? — Continua o abordando de questões.

— Ei, esper...

— Não sou especial pra cativar seu interesse?

— O qu...

— Não sou um desafio pra você, tratante?

— Quer me deixar falar?! — Haizaki agarra seus ombros te fazendo levar um susto pela proximidade. Você passou a sentir o tímido calor te domar, só que... Também sentiu o calor de suas próprias lágrimas. Estava tão alterada que nem notou elas saírem. Ficou calada o esperando tomar a conversa. — Escute, não é que eu odeie descumprir promessas, mas eu realmente não quero jogar com você.

— Porque sou uma garota fraca? — Arriscou dizer. Parecia mesmo por esse motivo. Se for, era sinal de que ele tem uma mente fechada e é machista.

— Não. Porque não quero te destruir. — Você não compreendeu ao todo. — Não me chamam de demônio a toa. E odiaria machucar alguém que se importou em ficar comigo.

Essa confissão a deixou de coração palpitante. Sua boca emudeceu e seus ouvidos apenas absorviam aquelas doces palavras.

— Por isso não posso cumprir essa promessa, de jogar com toda minha força com você. — Os olhos bicolores dele se desviam, devido a timidez. Estavam tão perto que podia dizer que uma das cores é magenta. — Porque não quero usar força quando estou ao seu lado. Ou melhor, não sou capaz.

Você literalmente salta de surpresa ao ser rodeada gentilmente por seus braços largos e musculosos. Praticamente sumiu em meio ao corpo do Ryouhei de tão grande que ele era. Obviamente retribui o gesto. Seu interior clamava por aquilo, queria descartar a possibilidade de ser um sonho extremamente realista. O calor de Haizaki era um cobertor te protegendo do frio. Suas mãos automaticamente tocam seus cabelos cinzas, se sentindo a vontade para sentir o quanto pudesse. E infelizmente ele corta o ato, para sua tristeza. Aquele par de olhos deslumbrantes se conecta aos seus como fios inquebráveis. Os cílios se encostam suavemente causando uma gostosa sensação de cócegas na pele um do outro. As respirações descompassadas pelo desejo, ficam mais aceleradas antecipadamente.

Aquilo que ambos queriam aconteceu num milésimo de segundo e pareceu durar uma eternidade. Arrancou-lhes o ar, trouxe calor e calafrios ao mesmo tempo, choque de temperaturas, amor, paixão, desejo e parecia interminável. Só parecia, pois não podiam morrer por falta de oxigênio. Ainda tinham muito tempo para se beijar de novo.

— Desculpe. — Haizaki cortou o silêncio e nada mais disse, provavelmente se referia a confusão de início de conversa e suas ações estranhas. Você balança a cabeça negativamente como se dissesse que estava tudo bem agora, ele continua. — Mas tem outra promessa que quero fazer.

Você o olha sem pensar ou dizer mais nada. Estava feliz.

— Prometo jamais te machucar, mas sim proteger. Porque você é a minha preciosa luz. Acredita em mim? — O moreno pergunta com sinceridade.

— Sempre.

Todas as suas dúvidas sobre Haizaki Ryouhei foram tiradas. Quer dizer nem todas, mas não importava. Ficar com esse demônio, é o maior prazer que tinha. E ser a luz dele, a maior honra.