Notas iniciais
Eu estou aqui para dar de aniversário essa história pro meu amigo de coração S2 André, essa história é dedicada totalmente a você. É a minha surpresa.

Respirei fundo antes de tomar o cálice em minhas mãos e sentir a haste entre meus dedos. Mexi o conteúdo, vendo o vinho se balançar de um lado para o outro no bojo e deixando que seu aroma subisse em minhas narinas. Estava em uma festa, a de uma amiga, para ser mais exato. Tomei um gole, deixando que meus lábios tomassem a borda da taça, olhando para a festa.

Era uma festa daquelas com telão de cinema e todos bebendo de forma mais cordial, menos a aniversariante, esta que tomava direto da garrafa de vinho e ria, mostrando sua embriaguez, fazendo piruetas e caindo. Deixei escapar um risinho. Não era um dos melhores dias para a Cat, mas, meu amigo tava de olho no que ela fazia, para não dar algo muito ruim, dando uma olhada demorada nela e olhando os meninos de forma rápida para indicar que ela era "dele", tirando isso, Sam tinha um sorriso tranquilo nos lábios e se levantava para dançar com ela a musiquinha do filme.

Escutamos alguém bater na porta e ela se desvencilhou dos braços do Sam, andando meio sem direção e dando passagem para a pessoa entrar no apartamento. Era uma menina bem bonita, cabelos castanhos meio claros e escuros, olhos preto e um rosto meio angelical. Levantei de súbito, deixando a taça na mesa e forcei minha visão para ver se estava sonhando. Ela era linda. Minha maravilhosa amiga sorriu cheia de malícia.

— Rob, essa é a Lily. Lily, esse é o meu amigo solteiro que você achou bonitinho.

Eu cocei minha nuca, meio desconcertado com ela e ela riu meio sem graça. O Ter ria no sofá, abraçado com a Rebecca, Tyson e Dylan davam "olhadas" entre a Lily e a Cat, Tammy e Carla conversavam sobre o filme enquanto Tracy escutava tudo e dava sua opinião legítima e forte. Não demorou muito e eu conversava com a Lily.

— Não, você não vai tomar mais nenhum gole de álcool, pode tomar água. -Sam a repreendeu e a morena revirou os olhos, eu e a Lils rimos.

— Mas a bebida... -ela ia retrucar.

— Água, agora. -ele a cortou.

— Nossa! Tá bom, seu chato... -ela resmungou e pegou uma garrafa de água, tomando e fazendo caretas. Lily ria bastante da cena meio casal deles dois, eu a acompanhava assim como as outras pessoas. Erika riu junto, cutucando Rebecca e comentando algo. Lily era uma garota muito sensacional, eu sorria enquanto conversávamos e ela dava um sorrisinho meio tímido, mostrando um pouco os dentes, eu tava caidinho por ela.

— Nossa, vai se foder, Dylan -a Tammy jogou uma doce nele, que desviou e acertou a Erika.

— Quem? -ela pontuou bem puta, tentando salvar a blusa nova dela.

Todos apontaram para a Tammy e ela apontou pra Tracy.

— Você é uma mulher morta. -ela frisou, deixando a taça na mesa. Tive medo dela por um momento.

— Caralho, Sam, onde tá a porra dessa latinha?

— Tá bem aí em baixo, isso aí.

Escutamos da cozinha e o pessoal parou com as ameaças.

— Minha bunda tá doendo.

— Tem que agarrar não com muita força, pode machucar.

Ficou um silêncio, mas não foi algo normal. Todo mundo literalmente calou a boca pra escutar o diálogo na cozinha.

— Porra, você não ajuda também.

— Tá nas suas mãos, é só você movimentar que depois eu cuido do resto.

— Pronto!

Um gemido soou. Curiosos como somos, levantamos a cortina do balcão da cozinha. A morena fazia carinho na cabeça com uma careta de dor e enquanto o coelhinho dela estava no seu colo, o Sam estava bem vestido e segurava umas cenouras na mão.

— A gente pensou que vocês tavam transando. -a Lily comentou.

— Na verdade eu achei que você tava matando ela. -o Ter soou levemente preocupado.

Os dois começaram a rir.

— Se estivéssemos transando, estaríamos no meu quarto trancados, vocês são todos mente poluída. -a morena disse meio séria.

— Até que não seria te todo mal... -o Sam sorriu maroto pra ela.

— Sammuel! -ela corou e bateu na perna dele. Ele riu e a ajudou a levantar depois de colocarem o Bonnie na pia para ele não fugir.

A festa continuou sem cerimônias, com outro filme agora, um que a gente gostasse dessa vez. De terror, porque, as meninas grudavam na gente. O filme corria bem, eu não prestava atenção em quaisquer outro casal, apenas na linda mulher ao meu lado, com medo. Passei um braço pela cintura dela e ela apertou meu braço. Começamos a sussurrar:

— Eu tô com medo.

— Eu vou te proteger.

— Rob, eu não quero ver...

— Eu estou aqui. Não vão tocar em você, ok? Nenhum desses demônios vai vir de noite e te puxar, eu vou te proteger.

Ela se aninhou mais em mim e nossos olhares cruzaram. Fechamos os olhos e senti nossos lábios no chocando.

Notas finais
Simmmmmmmmmmmmmmm, eu parei aqui porque eu disse que não viajaria muito hahhahhahahhahha desculpem pela falta de exploração de sentimentos ou descrição, não pretendo explorar pessoas reais para uma fic. É um tanto errado. Parabéns, André S2
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!