A Centelha
6 Quem não sabe, não questiona.
Notas iniciais
Meus queridos leitores, esse capítulo vem recheado de violência, então para aqueles de estômago fraco, aconselho que engulam o vômito ( brincadeira) e sigam em frente. E para os sanguinários... Aproveitem. kkkkk
No auditório havia uma multidão esperando que algo acontecesse, um homem de meia- idade entra no palco e começa a falar:
– Vocês devem estar se perguntando por que estão aqui. Apesar de não parecer vocês são importantes, nesse momento estão na unidade de preparação Centelha.Fran tentava prestar atenção no homem do palco, mas não conseguia parar de pensar onde vira aquele rosto.– Você tem certeza que a gente não se conhece?- Indaga a menina.– Acho que não, mas já que você insiste... -Respondeu ele.– Quer ser meu amigo?- Ela disse sorrindo.– Claro que sim.- Enquanto isso o homem continuava o discurso:–Vocês fazem parte de menos de um por cento da população mundial, que carrega a Centelha, estão aqui para servir a um propósito, que no caso é fazer parte das tropas de meu mestre. — Concluiu, um garoto mais a frente questionou:– E quem é o seu mestre?– Você com toda certeza, não queria fazer essa pergunta.- Falou sorrindo cheio de escarnio.Fez se silêncio absoluto, todos estavam a espera da resposta, afinal quem seria esse grande mestre?– E por que acha que vamos respeita-lo?- Indagou uma voz ao fundo, a multidão se agitou, e acompanhando o agito vieram os resmungos, murmúrios, e questionamentos...– Ela não devia ter feito isso. — Disse Nicolas tirando toda a atenção que Fran depositava no palco.– Quem foi que perguntou?- O silêncio se recostruiu.- Não vão dizer quem foi? -Não houve reação.–Então vou ter que escolher alguém. — Falou revirando os olhos de tédio. – Você! — Gritou apontando para um menino de mais ou menos quatorze anos. — Vem aqui. O menino mesmo nervoso subiu a escadinha e se colocou ao lado do homem. – Agora fique parado. — O homem agarrou o braço do menino e simplesmente o segurou como se fosse feito de borracha, e quebrou, o osso partiu, dava pra ver a ponta do rádio que subiu rasgando lhe a carne. O grito do menino preencheu o ambiente, agora ele gemia, soluçava em desespero, o sangue quente pingava no assoalho, o garoto magricelo desesperado tentou fugir, porém foi pego pelo pescoço.– Veja!- Esbravejou, o menino olhava para o chão chorando, entretanto sua cabeça foi puxada,pra que ele pudesse ver o reflexo da morte nos olhos de cada um. — Você pagou pela estupidez de alguém. -Como se não bastasse ter deixado o menino machucado, ele pega o garoto numa chave de braço.– Ele não vai fazer... Fran tampou os olhos, mas escutou o corpo bater no assoalho de madeira Houveram focos de pânico, em torno do palco e no restante do auditório, a multidão estarrecida. Com Fran não seria diferente, a menina soltou um gritou e se abaixou segurando os joelhos, tentando respirar com o que acabara de ver. Ela sentiu as mãos de Nicolas afagando suas costas.– Esqueci de me apresentar... Meu nome é Timor, mais alguma pergunta? -Respondeu sorrindo. -A gente pode continuar?– Como você aguenta olhar pra isso? — Indagou indignada.– Acredite, eu realmente não queria estar aqui.- Nicolas respondeu.
Notas finais
Quem gostou comenta, quem não gostou também. É isso pessoal. E já agradeço aqueles que vão perder um pouco de seu tempo precioso para ler a minha história. Bjos
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