Notas iniciais
Oii!! Desculpe o atraso!! Mas vamos lá!!!

Os três se encontravam na diretoria, Lucy em uma ponta e Janne em outra, deixando Natsu no meio, na linha de fogo. Minerva estava sentada na mesa onde olhava para Lucy com raiva.

–-Primeiro dia de aula e já me deu mais um problema. –a morena falou ríspida.

–-Não tenho culpa se todos nessa escola me amam profundamente. –Lucy respondeu sarcasticamente.

–-Eu tenho certeza que eu não te amo, eu te odeio sua...

–-Você é idiota ou o que? Primeiro: estava sendo sarcástica. Segundo: a conversa estava ocorrendo entre mim e a diretora, se não se importa quando a conversa chegar no chiqueiro eu te aviso.

–-Ora sua...

–-Sua o que? Fala logo, to louca pra ouvir seu mugido.

–-Eu te odeio! –a loira gritou.

–-Olha minha cara de preocupação.

–-Parem as duas! –Minerva gritou e as duas garotas pararam na hora, Lucy olhava para a morena com o mesmo olhar superior enquanto Janne abaixava a cabeça, Minerva se virou para a pessoa que estava no meio das duas, que apenas acompanhava a briga sem dizer nada, Natsu estava com o a cabeça apoiada na mão que estava com o cotovelo no braço da cadeira o olhar era de desinteresse.

–-Você não vai falar nada? –Minerva perguntou.

–-Quando eu faço algo tipo separar a briga das duas no pátio a minha recompensa foi estar aqui. Então não, obrigado, estou muito bem no meu canto.

Minerva suspirou e massageou as têmporas.

–-Muito bem, vou ligar para os pais e responsáveis de vocês duas, para que eles possam vir aqui e conversar com vocês. –Minerva olhou para Natsu. –E você, vai ficar aqui para ouvirmos a versão de alguém de fora da briga.

“Que ótimo, Laxus vai me matar.” A loira abaixou a cabeça pensando no que ele falaria para ela, o que ela mais odiava no mundo era pensar em decepcioná-lo.

Minerva se levantou e saiu da sala, deixando os três sozinhos Lucy sentada na cadeira com as pernas e braços cruzados, bufando de impaciência. Natsu olhando de soslaio para a Lucy de cinco em cinco minutos e Janne olhando para Natsu.

–-Eu não havia reparado, mas você é bem bonito...—a loira se pronunciou.

–-Obrigada. –respondeu seco.

–-Nossa, poderia ser mais gentil. –falou com voz manhosa e sentou no colo do rosado. –mas tudo bem, gosto de brutos.

Lucy revirou os olhos irritada e bufou alto o bastante para que a boa audição de Natsu escutasse e sorrisse maliciosamente.

–-Serei o que você quiser, que tal?

“Mas que filho da puta.” Lucy não conseguiu conter os pensamentos que xingavam o rosado ferozmente.

Sem perceber já estava de pé ao lado dos dois e empurrando Janne que caiu no chão, a loira sorriu perversamente.

–-Estava com ciúmes?

–-Não, mas não estava a fim de ver um filme pornô de quinta na minha frente. Se bem que essa atriz ta meio caída.

Natsu sorriu pra ela, um sorriso sarcástico, ela sabia muito bem disso.

–-Se estava incomodada, era só pedir para parar, sei muito bem que você queria estar no lugar dela.

–-No chão, longe de você? É o meu sonho de consumo.

–-É assim que agradece o cara que já salvou sua vida?!

–-Isso não é um assunto para se tratar aqui, na frente de uma mortal!

–-Falou a integrante do submundo.

–-Você fala como se fosse um!

Lucy viu os olhos de Natsu se arregalarem mas depois voltarem ao normal, ele limpou a garganta e se ajeitou na cadeira.

–-Não sou, como você disse, não é lugar para falarmos disso no momento.

–-Mas que merda é essa de morta e submundo?!—jane se pronunciou.

Lucy bufou e se levantou, abaixou do lado da garota e pegou um dispositivo estranho de dentro de sua bota, Janne tentou andar para trás, mas Lucy foi mais rápida, colocou o dispositivo na testa da garota e o acionou, um fleche de luz iluminou toda a sala e assim, Janne desmaiou.

–-O que você fez?! –Natsu correu desesperado até a garota que agora estava caída no chão.

–-Apaguei a memória dela, seria um problema se ela soubesse a verdade, você sabe o que eu sou, eu deveria fazer o mesmo com você.

–-E não vai?

–-Não vai adiantar muita coisa, sinto que sabe mais do que mostra. –Lucy suspirou. –Daqui a cinco minutos ela acorda, Minerva provavelmente chegará poucos minutos depois dela acordar.

–-Como você pode ter tanta certeza disso?

–-Você não conhece meu tutor.

–-É bom a senhorita ter uma boa razão para ter batido nessa garota. –Laxus falou em pé ao lado da loira que estava com o olhar baixo. –Anda, me diga por que bateu nela?

–-Ela me deu um tapa. –a loira respondeu ríspida, fazendo Janne se levantar e gritar histericamente.

–-Ela mandou eu me fuder! –a loira apontou para Lucy enquanto gritava.

–-Aponte esse dedo para mim de novo e eu vou quebrá-lo de um jeito que fique apontado para você.

–-Você não deu bons modos a sua filha?! –a mãe de Janne gritou para Laxus que já estava ficando nervoso.

–-Primeiro: Ela é minha prima, não minha filha. Segundo: ela não faria nada para a sua filha se ela não tivesse provocado. –Laxus olhou para Natsu que estava jogado em uma das cadeiras fitando o teto. –Lucy, não me diga que estavam brigando por causa desse garoto.

–-O que?! Eu não me interessaria por ele nem se fosse o ultimo homem do planeta! –a loira exclamou exasperada.

–-Hey! Nem vem falar de mim que eu só fui te ajudar.

–-É isso que dá se meter na vida dos outros, idiota.

–-Se você não fosse tão violenta, eu não precisaria ter impedido você.

–-Eu sou violenta, você um idiota e ela —lucy olhou para Janne que estava esperando que a loira falasse algo, Mas Lucy apenas suspirou e fez um movimento de negação com a cabeça, deixando Janne louca.

–-Muito bem, Lucy e Laxus vocês ficam para resolvermos sobre o castigo que ela irá levar. –Minerva se pronunciou. –os outros podem se retirar.

Janne saiu da sala com a cabeça erguida e olhar vitorioso,já Natsu saiu da sala e andou pelos corredores vazios da escola(já que já havia dado o horário da saída).

–-Bem, não lhe darei castigo nenhum Lucy, pois está aqui á trabalho, mas não pense que não contarei o incidente de hoje a Makarov, por mim, você já estaria bem longe dessa escola.

–-Por mim também, acredite. –Lucy falou com um tom falso de compreensão.

–-Lucy, dá pra parar? –ouviu Laxus gritar nervoso com ela. –Você está aqui a trabalho, pare de agir como uma garotinha mimada, pois sei muito bem que seus pais não te criaram assim e muito menos eu.

A loira abaixou a cabeça, ela odiava quando ele falava com ela daquele jeito.

–-Sinto muito, se me dão licença, vou sair para investigar.

Assim, a loira saiu da sala e passou andando calmamente pelos corredores desertos da escola.

Notas finais
Bem, está ai.... Gostaram??? Ah, meus amados leitores! Comecei a escrever um livro!! o/ o/ Se quiserem ler eu estou postando em um grupinho de amigos e conhecidos e como amo vcs