A Casa da Morte

6 Chloe- 10:15 pm


Notas iniciais
YAAAAAAAAAAAAAAY! Então... sobre o negócio q eu disse que iria postar essa história regularmente... É né... MAAAAAAAAAS, acabo o colégio, então essa semana vai ser cheia!

– COMO É QUE É?- Anne disse, meio que sussurrando com um grito

– É... Nós meio que vimos ele morrer...- Zoey disse baixinho. Ela estava bem quieta e nervosa desde que saímos da cozinha. Um pouco depois, Drake perguntou:

– Como assim vocês viram ele morrer, mas não foram mortas?- ele estava meio tenso, eu tinha que intervir

– Bem, nós três saímos correndo pra cozinha, daí, ele nos falou pra esperar num armário enquanto ele se escondia. Aí, tipo, ele bateu em alguma coisa, tipo umas panelas. Aí... aí...- as lembranças vieram como um choque em minha mente. A mão caindo, o sangue se espalhando, o cutelo ensanguentado brilhando a luz de um raio. Antes que eu me desse conta, estava tremendo insanamente. Silena me abraçou, como se eu precisasse de apoio. Então eu comecei a viajar. O que tinha acontecido de uma hora pra outra? Simplesmente passamos de 7 adolescentes irresponsáveis sobrevivendo de aguá e biscoito creme craker pra 6 adolescentes tentando sobreviver de coragem e alguns biscoitos e salgadinhos em um porão mal iluminado. Notei que Drake estava vermelho e nervoso, até que ele soltou, olhando nos meus olhos:

– Isso não teria acontecido se não fosse por sua causa, Chloe! Jack não teria morrido!- eu me senti pior ainda. Era verdade? Se não fosse por mim, Jack não teria morrido? Talvez ele tivesse razão... De repente, uma coisa me veio a mente: Se a casa da minha tia era realmente uma das mais protegidas do mundo, como um psicopata entrou, assim, do nada? Quando voltei ao mundo, Violet disse:

– Ei! Só eu que to pensando que isso tá muito estranho?

– Como assim?- Zoey perguntou, franzindo a testa

– Tipo, por que alguém sairia matando pessoas sem nenhum motivo?- ela respondeu

– Ahn... pessoas psicopatas?- Drake interveio, com uma cara como se a resposta estivesse sendo esfregada na cara de qualquer um. Violet apertou os olhos eu falou

– Eu acho que tem mais coisa nessa história...- nessa hora, eu pulei e complementei, animada:

– Eu também acho!- aaaah... finalmente algum tipo de raciocínio! Drake também se levantou. Eu estava esperando mais algum tipo de insulto, mas ele só disse uma coisa de Drake, mesmo:

– Tão esperando o quê? Vamos sair dessa casa! Talvez nós também podemos encontrar uma saída!- Violet se levantou (não sei por que, mas pessoas gostam de levantar assim, do nada) e disse, determinada:

– Ok, vamos nos separar...- Zoey interveio, sentada (pela primeira vez, alguém sentado!)

– Tipo Scooby Doo?- o rosto de Anne se iluminou e ela se levantou com um pulo (Zoey primeira e única sentada...)

– EU SOU A DAPHINE!- Silena se levantou e foi até o Drake, dizendo:

– Ok... Eu vou com o Drake, procurar pela saída.- eu escolhi minha dupla logo depois

– Eu vou com a Anne, vamos procurar evidências e as razões desse cara estar tentando matar a gente... Talvez ele tenha algo a ver com a morte da minha tia também...- Zoey pensou um pouco e disse em seguida:

– Faz sentido... Eu vou com a Violet, vamos procurar a saída também.

– Ok... se encontrarmos alguma coisa, voltamos pra cá, ok?- eu falo, otimista.

– Certo... Vamos levar em conta que estamos sendo perseguidos por um assassino profissional. E nós estamos sem porra nenhuma pra nos defender- Anne itervem, andando até o meio da nossa "rodinha". Zoey começa a fuçar em baixo de uma das camas e puxa um taco de basebol bem detonadinho. Ela abre um sorriso e fala:

– Ei, olha aqui pessoal, achei um taco de basebol! ela levanta o objeto. Drake se dirige até uma pequena mesinha de cabeceira (toda roída, fraca e feia) e diz:

– Show... olha só então ele arranca boa parte do móvel, obtendo assim um enorme pedaço de madeira sólida. Anne sai andando até um cantinho escuro, onde tinham algumas partes da tubulação da casa. Lá, ela tirou um pedaço enferrujado de cano para usar como arma. Depois saímos em rumo a pistas.

...

Nós resolvemos ir até a biblioteca, que era literalmente GIGANTE! Tinham livros a cada passo que você dava e o cheiro de poeira e papel era a coisa que mais dominava o lugar. Na entrada, existia uma mesinha com um livro grosso, aqueles que são usados em museus pra saber quem já foi ali ou não com o nome das pessoas. Anne analisou o livro por alguns instantes e disse:

– Vamos precisar de luz se quisermos ler aqui... você sabe cadê o interruptor?

– Serve esse aqui?- eu disse, avistando o pequeno botão. Ok...pra cima. Nada de luz. Pra baixo. Nada de luz. Pra cima, pra baixo, pra cima, pra baixo, pra cima, pra baixo, pra cima, pra baixo, pra cima, pra baixo... CADÊ A LUZ?- Aff, usa a luz do celular, logo...- eu entrego o celular na mão de Anne. Ela respira fundo e diz, tentando manter a calma:

– Perae... Nós tínhamos os celulares o tempo todo... POR QUE NÃO USAMOS PRA LIGAR PRA ALGUÉM E SAIR DAQUI?- ela começou a discar um número, mas logo depois ela percebeu que estava sem sinal. Ela revirou os olhos e grunhiu, depois ligou a lanterna para ler o livro de visitas. Eu comecei a ler também e percebi que não era só a minha tia que assinava o livro:

– Ei! Quem é esse Carl Richards?

– Talvez fosse o verdadeiro nome do Altamir...- Anne respondeu

– Mas por que o cara que limpava a biblioteca e trazia a comida pra minha tia iria assinar o livro?- ela deu de ombros. Depois pensou mais um pouco e disse:

– É... ele pode ser importante... anota ai. Enfim, vamos. Tem que ter registros sobre essa mansão em algum lugar... Vem.- ela colocou-se na frente e adentrou uma floresta de livros. No meio das estantes, ela disse:

– Olha, tem muita coisa aqui. Eu entro nessa fileira e você naquela, ok?- eu, com desespero na voz, respondi imediatamente:

– O QUE? Se separar? Não! Ele poderá nos pegar mais fácil assim! Foi assim que o Jack morreu e... Anne?- quando levantei os olhos, ela tinha sumido. Sai correndo a sua procura, quando um grito inusitado soa pela biblioteca:

–EU ACHEI! AI MEU DEUS, EU ACHEI!- sai correndo a procura dela, quando outro berro corre pelos meus ouvidos- AAAAAAAAAAAAAAAAAAAH!- é quando eu me deparo com um brutamontes gigantesco com um cutelo na mão. O mesmo cara que matou Jack. O mesmo cara que matou o Altamir. O assassino. Anne meteu o cano na cabeça dele, o que o fez ficar desorientado por alguns minutos. Ela saiu correndo na minha direção, me entregou umas folhas de jornal (que pareciam antes terem sido presas em um fichário) e disse, arfando:

– Chloe, presta bastante atenção. Pega essas folhas, volta pro esconderijo e não olha pra trás, tá? Eu vou ficar aqui, impedindo que ele vá atrás de você. Mas por favor, corre o mais rápido que puder e leve essas folhas pra lá a salvo, ok? Não deixe que te pegu...- nesse momento, um livro pesadíssimo acertou bem em cheio a nuca de Anne. Eu me afastei e o assassino pulou em suas costas e abriu elas com o cutelo, e depois puxou suas tripas para fora. Depois, ele levantou a a cabeça e disse:

– O que acha de fazer parte do meu jantar também?- nesse momento, já estava a três prateleiras de distância. O que eu pensava era "tenho que achar a saída". Foi quando me ocorreu uma ideia. Eu esperei ele passar entre uma das fileiras e comecei a empurrar com toda a minha força uma delas. Me afastei, peguei impulso e me taquei na prateleira. A parede de livros cedeu e cai em cima do assassino. Sai correndo para fora da biblioteca, agarrando com força as folhas do jornal, e comecei a chorar enquanto ia em direção ao esconderijo. Quando eu finalmente cheguei na portinha, limpei as lágrimas, dei três batidas e entrei. Silena e Drake já estavam lá. Silena tentou começar uma conversa:

– Oi...- eu, fofa e gentil repondi:

– Oi.

– Cadê a...- Drake estava prestes a perguntar. Eu definitivamente não queria entrar no assunto, então dei um ponto final. Engoli o choro, e falei:

– Anne se sacrificou por isso. Ela disse que era importante.

Notas finais
Vc leu até aqui msm? Qual a sua demência?
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.