Notas iniciais
Oiii queridos! Aqui estou novamente e quero agradecer aos novos leitores que deram um oizinho pra tia Nihal, muito obrigada pela atenção! E cadê o resto em?? Eu amo fantasmas e tudo do mundo espiritual mas aqui no Nyah! prefiro que não existam então que tal comentarem em? vai não doi! Sem mais delongas, boa leitura ^^

Peso morto

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Ela sentiu um ar gelado entrar no quarto, porém estava tudo fechado e ela nunca sentia frio. Estranho, será que estava sonhando? Um manto negro pairou na beirada da cama, ah isso ela sentiu, fingiu que dormia, mas afinal, dormia ou não? Sua coberta foi levemente erguida e algo gelado e leve tocou-lhe a pele, tentou puxar a perna mais não conseguiu.

Sentiu o colchão afundando alguns centímetros e sua respiração ficou pesada, tentou empurrar, chutar o peso morto que subia em corpo mais não conseguiu, o pânico estava chegando.

Concentrou-se e percebeu algo diferente, algo bem no fundo de sua mente Havia mais alguém ali, bem dentro de sua cabeça. Então ela ficou com raiva, muita raiva e procurou aquele intruso, o encontrou tentando entrar mais, tentando abrir um buraco maior, como alguém ousava tentar entrar em seus pensamentos?

– Saia da minha cabeça!!! – gritou em alto e bom som.

Ouviu um estralo forte e sua janela fechou com força. Sakura então passou as mãos pelo rosto para tirar o suor e levantou com as pernas bambas, aquilo não fora um sonho.

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– Ino você não deveria ter se oferecido pra almoçar lá na Hinata hoje. – disse Sasuke enquanto vestia uma calça de moletom preta e uma camiseta branca.

– Por quê? Você me disse que a casa delas fica em um lugar lindo, quero conhecer antes de ir embora. – respondeu ela penteando os longos cabelos dourados.

– Mas a Hinata não mora sozinha e talvez a Sakura não esteja bem.

A loira ergueu uma sobrancelha.

– Aconteceu algo com ela ontem?

– Não..

– Então! E eu quero conhece-la melhor já que de cada dez palavras que você fala onze são Sakura.

– Ino não começa.

– Não estou começando Sasuke – disse ela virando-se para ele – só que você é noivo e não pega bem ficar tanto tempo com outra mulher. Não pense que não percebi como o Naruto ficou todo incomodado dela não estar junto com a gente na sexta feira.

– Ele achou que ela se sentiria excluída.

– Era um programa de casais, casais Sasuke. A não ser que ela tenha outro alguém, quando você sumiu com ela ontem um ruivo muito bonito se você quer saber apareceu a procurando.

O moreno trincou os dentes.

– O Gaara.

– Não sei o nome dele, não perguntei.

– Eles são amigos.

A discussão foi interrompida por uma batida na porta, Sasuke abriu e cumprimentou Hinata e Naruto que os esperavam para um belo almoço de domingo na mansão Niksa, pelo menos era isso que ele esperava.

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Sakura levantou um pouco abalada pelo estranho fato ocorrido, agradeceu aos céus por já ser de manha, não aguentaria acordar nas sombras da noite. Foi até o banheiro e fez sua higiene matinal, estava muito pálida e os cabelos perdiam um pouco do brilho.

Abriu o guarda roupa e pegou uma saia longa cinza e uma regata preta, vestiu e saiu do quarto.

Desceu as escadas e foi logo recepcionada por Kurama, deu um tapinha carinhoso no cão e logo viu o pano rasgado no chão. Estranhou pois não conhecia aquela peça, quando pegou na mão um mal pressentimento, era uma blusa de criança, estava rasgada mas possuía manchas escuras, manchas de sangue.

– Oh meus deuses, o que é isso. Kurama, de onde você trouxe essa blusa?

Olhou para os lados atordoada e sentiu novamente um cheiro característico vindo do corredor, andou até lá e revirou os olhos zangada. Um cheiro podre vinha do quarto de Tsunade.

Colocou a mão no trinco e foi surpreendida por Hinata.

– O que está fazendo? – disse ela em tom acusador.

Sakura a olhou não entendendo, o rosto da menina estava vermelho e sua expressão fechada. Bastou para acabar com sua paciência.

– Estou indo limpar a sujeira daí de dentro, ou não está sentindo o cheiro?

– É cheiro de quarto fechado Sakura, não mecha nas coisas de Tsunade.

– Por quê? Tenho tanto direito quanto você de entrar aqui.

– Eu não quero! – disse a outra levantando a voz.

– E porque não? Kurama fica fazendo as necessidades ai e espalha esse cheiro horrível pela casa! – bradou a outra irritada.

A carranca da morena se desfez.

– Ah Sakura, desculpe. Achei que você não tinha percebido ... não queria que se incomodasse. – disse numa voz mais suave.

Sakura suspirou e escorou a mão livre na parede.

– Desculpe Hinata, eu não devia ter sido tão grossa, é que as coisas estão ruins pra mim.

– O que aconteceu?

– Ah tive um pesadelo horrível e ...

– Pesadelo? – disse outra voz conhecida.

Sakura revirou os olhos, era tudo que não queria no momento.

– O que está fazendo aqui Sasuke? – disse desanimada.

Ele notou o tom na voz dela e ficou ligeiramente incomodado, desde quando o tratava assim?

– Ah Sakura desculpe, eu queria muito conhecer sua casa e acabei nos convidando para o almoço, mas podemos ir embora.

Tinha como ficar pior? Pensou consigo quando a loira tomou lugar ao lado dele.

– Ah Ino, desculpe a grosseria é que eu não tive uma noite muito boa.

– Ressaca querida, é assim que chamamos! – disse ela simpaticamente.

Sakura não gostou do tom da garota e crispou os lábios, sentiu a blusa ser tirada de suas mãos e virou para encarar Hinata.

– Vá fazer sala para eles, vou limpar isso aqui e dar um jeito nesse pano sujo.

– Hinata você sabe de onde veio isso?

– Provavelmente Kurama pegou em um algum canto, sabe que o mar trás muito lixo pra cá.

– Hm, ok.

Ela então deixou a colega e seguiu com os convidados para a sala, Ino olhava tudo com um misto de curiosidade e deboche, Naruto já era de casa então ligou a tv e se deitou no sofá, Sasuke como ela percebera não estava assim tão à vontade, lançava alguns olhares furtivos em sua direção e logo ela apontou discretamente para a cozinha.

Enquanto Ino observava a estante de livros antigos Sasuke se esquivou para a cozinha e encontrou a porta que dava para o jardim aberta. Entendeu o recado e saiu por ela fechando- a logo atrás.

Andou pelo gramado bem aparado e observou os cabelos cor de rosa esvoaçantes na beira do penhasco.

– O que aconteceu? – perguntou se postando ao lado dela.

– Tive um sonho horrível ontem, na verdade não foi um sonho.

Ele virou o rosto para encará-la e notou que seu olhar estava compenetrado no mar a sua frente, as ondas batiam nas rochas e as desenhavam.

– E como foi isso? – perguntou ele indeciso sobre quais palavras usar.

Ela suspirou com tristeza.

– Alguém entrou na minha cabeça, queria alguma coisa, senti sua sombra em cima do meu corpo.

– Sakura, com alguém entra na sua cabeça?

– Eu não sei explicar, talvez uma pessoa com os mesmos dons que eu. Na noite em que vi Lana Owen ser morta eu estava na mente de alguém e essa pessoa pode ter notado a minha presença também, talvez esteja querendo me intimidar, eu não sei.

– Pode estar com medo, alguma criança está prestes a sumir e essa pessoa pode temer outra aproximação sua. Você pode reconhecê-la, ou ele.

– Tem algo muito estranho ai Sasuke, muito e eu vou descobrir o que é.

– Isso pode ser perigoso Sakura.

Ela desviou o olhar do mar e o fitou com um sorriso.

– Por isso tenho você, pra me proteger.

Ele sentiu o coração falhar com aquelas palavras.

– Será que vou conseguir te proteger disso?

Ela olhou para baixo e depois voltou a fitar os olhos negros.

– Sabe por que não me relaciono com homens?

– Por quê?

– Porque nenhum homem me entenderia, me aceitaria. Exceto você.

– Eu vou cuidar de você, vamos achar essa pessoa Sakura e acabar com isso logo. – disse ele com a voz mais firme depois de ouvir as palavras dela.

– Quero que isso acabe logo, eu as ouço gritar todas as noites, elas gritam pedindo socorro. Este lugar é maligno Sasuke, espero que esteja preparado.

– Eu estou. – disse ele pegando na mão dela e apertando.

Da janela da cozinha Ino via a cena compenetrada enquanto Hinata mexia nas panelas e Naruto tagarelava. Ela não era idiota e sabia que ali havia algo a mais do que Sasuke contara, ela se sentiu como uma intrusa desde que chegara porque tudo era arrematado a Sakura, todos os exemplos, todas as risadas, o único assunto de Sasuke era sobre as coisas que os quatro haviam feito desde que chegara. Ela não perderia seu homem, não tão fácil assim.

Saiu da janela quando viu os dois voltando, um olhando para o outro e rindo de alguma besteira dita no meio do caminho. Sentiu o sangue ferver de raiva.

– Hinata o cheiro está ótimo. – disse a rosada entrando e abraçando os próprios braços.

– É cozido de pato com batatas, o seu favorito.

– Hm! Isso vai me animar.

– Sabe Sakura, a propriedade de vocês é incrível! – disse Ino caminhando com um ar sonhador pela cozinha.

– Que bom que gostou Ino.

– E nós nunca andamos pela floresta né Teme? A Hinata disse que tem uma trilha que dá numa pequena praia.

– Verdade Naruto, aquela prainha é minúscula, mas é toda nossa. – respondeu Sakura.

– Não vamos lá há muito tempo Sakura, nem sabemos como está.

– Eu mal posso esperar por ver tudo isso! Sem falar de conhecer melhor a cidade, esse Condado é adorável.

– Vai precisar de mais que um final de semana pra conhecer Ino – disse Naruto que brincava com Kurama.

– Ah mais eu mudei de ideia, não vou mais embora nessa madrugada! Estou merecendo umas férias sabe.

Sakura automaticamente olhou para Sasuke que a fitou alarmado e depois pousou os olhos em sua noiva.

– Como assim Ino?

– Gostou da noticia amor? Eu sei que sim!

Ele não gostara, e chegar a essa conclusão deixou claro o que mais temia: não queria mais estar perto de Ino, queria estar perto de Sakura.

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Ela estava simplesmente furiosa, como ele foi tão idiota?

– Desculpe, ela chegou e eu ainda estava na casa.

– Burro! Não podia ter ido até lá sem mim, poderia ser perigoso. E se ela te visse? E se te ela te reconhecesse? Pensou nisso idiota!

– Eu me escondi bem, ela não me viu tenho certeza.

– E se ela percebeu alguma coisa? ela pode ter sentindo sua presença!

– Ela pode sentir o que quiser, ela não sabe o que estamos fazendo, só acha que estão matando crianças para algum ritual satânico.

– E não é isso que estamos fazendo?

– É mas ela não sabe quem somos, não sabe o que somos.

– Ela é forte, não seja tolo. Não vai demorar muito pra perceber que tem alguém com o mesmo dom dela por perto.

– Pode ficar calminha ai, as coisas não são só do seu jeito.

– É bom que você não cometa mais erros.

Ela desligou o telefone e pensou por meio segundo, já estava mais do que na hora de se livrar dele, esse seria seu próximo passo.

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O começo da semana passou voando, Sakura mal vira os amigos já que a delegacia estava em polvorosa com o inicio do mês. Ele ou ela iria atacar novamente, precisavam ser cautelosos.

O toque de recolher para crianças se tornara mais rígido e depois das cinco horas da tarde nenhuma poderia ser vista sozinha ou mesmo na presença dos pais. A policia lançou um comunicado na radio local pedindo para que todos redobrassem os cuidados e manterem suas portas e janelas bem fechadas após o anoitecer. Sakura sabia que aquilo estava assustando a todos, Hinata comentara que algumas crianças confessaram que dormiam com os pais de tanto medo de ficar sozinhas, aquilo iria prejudica-las por um bom período da vida o que a enxia de raiva.

Era noite de quarta feira e Sasuke estava se arrumando para sair.

– Onde você vai amor? – perguntou Ino saindo do banheiro enrolada em uma toalha.

– Ver a Sakura.

– Ah então espere que me arrumo rapidinho.

– Ino eu vou sozinho.

Ela parou com as mãos na cintura o encarando.

– Porque?

– Porque tenho assuntos sérios com ela, ela esta me ajudando no caso lembra?

– E porque eu não posso ouvir? Sou sua noiva.

– Porque é oficial – disse ele dando um beijo na testa dela.

Ele saiu e respirou o ar aliviado, finalmente poderia ver como estava.

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– Hinata! Hinata! – chamava Sakura pela casa e nada da amiga responder, somente Kurama veio latindo feliz da vida. – Essa sua dona some às vezes! Que coisa séria.

Ela então desistiu de procurar e foi tomar um banho quente, colocou uma música para tocar e deixou que a agua escorresse pelo corpo sem pressa, lavou os longos cabelos e pensou em quem sabe fazer um corte.

Enrolou-se em um roupão e saiu levando um belo susto ao ver o moreno confortavelmente deitado em sua cama.

– Sasuke! Mas que inferno! Não entre assim aqui droga!

– Calma, não queria te assustar.

– Mas assustou.

– Vim saber como você está. – disse se levantando e indo onde ela estava, ainda parada na porta do banheiro.

– Melhor, mas confesso que o clima da cidade está me deixando louca.

– Esta deixando todos assim.

O olhar fixo dele sobre ela a incomodou, sentiu o coração palpitar mais forte.

– Tem visto o Gaara? – perguntou ele como quem não queria nada.

– Não muito, por quê?

– Ino disse que ele te procurou na festa, esqueci de comentar isso com você.

– E como está a Ino? – perguntou ela irônica.

– Bem, quer mudar de quarto.

– Por quê?

– Acho que é pequeno demais pra ela.

– Faz tanto tempo que não vou lá...

– Você tem se afastado de mim Sakura.

– Eu? Você vive pra cima e pra baixo com ela querido, não foi eu quem me afastou. – disse ela com raiva.

Ele arqueou uma sobrancelha.

– Ela é minha noiva, obvio que tenho que dar atenção a ela.

Sakura sentiu uma pontada ao ouvir aquelas palavras.

– Então vá atrás dela! Está fazendo o que aqui? Não preciso de você Sasuke, achei que precisava mais me enganei, felizmente.

Ele a olhou incrédulo com aquelas palavras duras, fez um aceno cordial com a cabeça e saiu do quarto. Sakura pôs a mão no peito e suspirou arrependida.

– Sasuke espera! – disse correndo em seu encalço no corredor, o puxou pelo braço e foi surpreendida por duas mãos fortes a prendendo contra a parede.

– Não precisa de mim Sakura? – disse com a voz rouca.

Estavam tão perto que ela sentia o hálito dele, menta.

– Pre.. preciso..- gaguejou ela olhando para a boca dele se aproximando, fechou os olhos e esperou.

O beijo não foi cálido e doce, ao contrario, foi cheio de desejo guardado, cheio de amor reprimido e de medo.

Ela sentiu os lábios ásperos dele junto aos seus e procurou a língua dele com a sua, queria sentir todo o gosto que podia. Sasuke passou a mão por sua cintura trazendo para mais perto e Sakura estremeceu ao sentir o corpo dele em contato com o seu.

O ar faltou quando ela se viu sendo empurrada para o quarto novamente, Sasuke beijava a curva de seu pescoço e aquela sensação era inebriante.

Ele a sentou na cômoda e se posicionou no meio de suas pernas, que por sua vez foram fechadas abraçando sua cintura.

Quando deu por si puxava aqueles cabelos negros o fazendo grunhir de dor e voltava a beijar os lábios tão experientes. Quando ele tentou por a mão por dentro do seu roupão ela acordou.

– Sasuke..para, che..chega. – disse o afastando e tentando recuperar a respiração.

Ele passou as mãos pelos cabelos e respirou fundo.

– Por quê? Não me diz que é virgem.

– Claro que não idiota! – disse ela conseguindo rir e dando um tapa no peito dele – o problema é você.

– Eu? Por quê?

– Porque você tem uma noiva lembra?

Ele revirou os olhos e se afastou dela, foi até a janela para recuperar o ar, o beijo de Sakura o tirara completamente da razão. Abriu o vidro e respirou o ar gelado, porém algo chamou sua atenção.

– Sakura...

– O que?

– Tem alguém lá fora.

Ela pulou da cômoda no mesmo instante e foi até ele, sentiu um fio gélido descer pela espinha, uma figura encapuzada os olhava fixamente.

– Vamos Sasuke! – disse ela o puxando pela mão. Iria descobrir quem era a todo custo.

Os dois saíram correndo de casa seguindo para a orla da floresta, estava completamente escuro mais não se importaram. Sakura tomou a dianteira e não ligou para os pés descalços sendo cortados a medida que corria desesperada para o interior da mata.

Ela empurrava os galhos com as mãos e logo a manga de seu roupão estava reduzida a trapos.

Desembocaram no inicio de uma trilha, trilha a qual Sakura sabia onde ia dar. Ela fez Sasuke parar e respirou fundo, seus olhos giraram nas orbitas e ela procurou sentir outra presença. Deu certo.

– Vamos! – disse para ele e continuaram correndo até começarem a descer uma estrada pedregosa e íngreme. Ela sentia as mãos rasgarem nas pedras e olhou para Sasuke, ele estava bem.

Chegaram ao pequeno banco de areia que chamavam de prainha particular e ela sentiu o coração falhar. Havia um corpo preso junto às pedras.

– Sasuke...

Ele tomou a frente e caminhou até lá, o corpo boiava de barriga para baixo, longos cabelos cor de chocolate emolduravam a cabeça oculta.

– Sakura é melhor não olhar isso.

– Quero ver sim. – disse ela se postando ao lado dele.

Sasuke virou o corpo e ela deu um grito, caindo de joelhos na areia fria.

– Você conhece esse homem? Sakura? – perguntou ele mudando completamente, o Sasuke policial estava ali agora.

– Sim, é Neji Hyuuga.

Notas finais
Então? ainda me amam ou não mais?hahahahahha Alguém ai já leu O iluminado ou Doutor Sono do meu amado e idolatrado Stephen King? Ele explica um pouco isso de uma pessoa entrar na mente de outra, no caso são os chamados iluminados. Se alguém leu vai entender melhor, caso fiquem com dúvidas podem me perguntar certo? E o que será que o Neji tem com isso povo? Alguém sacou algo direfente? tem muita coisa nas entrelinhas.... lá lá lá hahahahahah Espero os comentários, beijocas!