Notas iniciais
ESSE CAPÍTULO ESTÁ MUITO EMOCIONANTE!!!
ESPERO QUE GOSTEM!!!
Anasé sem escolha, acabou obedecendo a ordem de seu chefe. Na cabana colocou Vítor sobre as folhas de bananeira com todo cuidado para que ele não se ferisse mais. ele pegou as mesmas ervas que tinha curado o Líder dias anteriores, e preparou para curar as feridas profundas que estavam espalhadas pelo corpo daquele menino. Ele olhou bem fundo nos olhos de Anasé, e lhe disse:
— Agora iremos conversar! — Disse ele com uma expressão raivosa. — Conversar? eu não tenho nada! pra conversar com você, eu fiz a coisa certa em ter ferido! aquele menino branco! não é você que sempre diz para nós atacamos sem dó qualquer pessoa desse tipo? — Nunca disse! pra você atacar meninos inocentes, e sim pessoas que apresentam ameaça para nossa tribo! — Esse menino! apresenta ameaça pra mim. — Você é louco! doente! você passou dos limites! Anasé, te avisei várias vezes sobre suas decisões precipitadas, e vejo agora que você não aprendeu nada! tudo que te ensinei foi em vão. — Disse Apuã lamentando a falta de carácter de seu parceiro de tribo. — Eu não vou ficar aqui ouvindo as mesmas! de sempre que você fala, eu fiz a coisa certa, tudo direito como me ensinou! agora você vem mudando tudo, você que não presta! mentiroso! seu traidor! trocou a minha confiança, por uma de um homem branco inútil que só soube se alimentar em nossas costas. — Está enganado Anasé — Disse o Líder se intrometendo na conversa — No dia em que fui ajudar vocês na caça, você me disse coisas desagradáveis por causa daquele índio que acabei ferindo por acaso! — Claro! nem mira tem para acertar um peixe, você é um desastre na caça. — Disse ele dando gargalhadas irónicas. — Não me importo com suas provocações! garanto que quando recuperar a memória te mostrarei as minhas habilidades. — Disse o Líder garantindo a existência de um certo talento dentro dele. — Não me faça rir aposto que você é um pobretão que não tem onde cair morto! — Espera pra ver, quero ver sua cara de espanto quando descobrir toda a verdade sobre mim! — Ah!! que preguiça! — Disse ele se espreguiçando — Acho que já está na hora de eu dormir, até amanhã pra vocês, já estou com sono. — Arruma suas coisas e cai fora! daqui Anasé. Já tive muita paciência com você, mas agora ela acabou.... arrume outro lugar para você morar. — Que brincadeira é essa Apuã? — Disse ele espantado — você só pode está brincando, não teria coragem de me expulsar daqui! — Não é nenhuma brincadeira! Anasé; Arrume suas coisas agora e saía daqui! — Disse ele claramente - Depois que Anasé percebeu que ele não estava brincando com a sua saída, se revoltou derrubando os objectos que estavam em sua volta abruptamente, deu gritos estrondosos, dizendo que isso não podia está acontecendo com ele. Apuã o segurou pelos braços o impedindo de quebrar ainda mais os objectos. — Me solta! eu quero descarregar a raiva! que estou sentindo — Dizia ele tentando se soltar. Apuã não pensou duas vezes e colocou ele pra fora da cabana como se fosse um lixo. Anasé que se levantava aos poucos limpando a areia que deixou suja a sua pele. — Vão se arrepender! por isso, principalmente você Apuã. Anasé que estava nervoso, nem se preocupou em pegar os materiais precisos, para enfrentar a longa jornada que teria quer fazer para o lugar desconhecido. Certamente Apuã iria sujar seu nome a todas as tribos, para que nenhuma delas possam dar outra chance a ele. Ele seguiu em frente e em nenhum momento olhou para trás. Ele era muito orgulhoso e demonstrou que não se importava com sua saída. Minutos depois de uma longa caminhada, Anasé já se encontrava um pouco distante da tribo, estava cansado devido ao calor que estava insuportável naquela tarde. Enquanto deu uma pausa para descansar, uma placa de madeira indicando para esquerda: Tribos indígenas e para direita: casa maldita, Anasé preferiu ir a caminho da casa maldita. Prosseguindo a viagem.... Ele encontrou dificuldades pelo caminho que estava cheio de barro que melava seus pés por inteiros; Anasé que já estava acostumado com isso, não se importou muito e seguiu normalmente como se não existisse barro em seus pés. *****************1:00 HORA DEPOIS**************************
Apuã percebeu que aquele garoto já estava bem melhor e pediu ao Líder que levasse ele até a sua casa. Ele concordou e foi directo perguntar para aquele garoto aonde ele morava. Ele respondeu que morava na \'\'casa maldita\'\' naquele instante se passaram lembranças pela mente dele, ele pressentiu que aquela casa tinha algo de muito importante relacionado com a sua vida. — Da primeira vez que me disse não conseguir me lembrar de nada, mas agora os fatos estão clareando em minha mente! Vítor percebeu que tinha funcionado sua tentativa de fazer ele se relembrar de tudo e insistiu. — Tente se lembrar de mais coisas. Apenas isso não é o suficiente para voltar a ter a sua vida normal! — Prometo que tentarei, mas agora não podemos perder mais tempo! daqui a pouco escurece e ainda tenho que te levar para casa. — Então vamos! — Disse Vítor indo em direcção a vassoura voadora. — Sabe o caminho? — Perguntou o Líder. — Sei sim! *********************************************************************************** Jaqueline só andava triste, depois de ter terminado seu namoro com Bruno. Ele que não tinha culpa nenhuma entrou em seu quarto a escondida para tentar convencê-la a voltar para seus braços. Jaqueline estava dormindo, ele que não queria acorda-la, se manteve afastado por vários minutos..... Ela acordou assustada pensando que seria qualquer outro homem curioso a observando, mas logo se acalmou quando viu que era seu amado que estava a ti observar. — Você está louco! não pode entrar no dormitório das meninas. — Disse Jaqueline friamente. — Me desculpe! é porque não me segurei, estava passando aqui perto de seu quarto, e resolvi entrar para nós conversamos. — Disse Bruno tentando abrir alguma esperança lá no fundo do coração de sua amada. — Não temos nada o que conversar, por favor! saía daqui! tudo já está bem claro para mim. — Você Está enganada! Jaqueline, temos muito o que conversar! — Você me magoou muito naquele dia! — Relembrou Jaqueline, do dia mais triste de sua vida. — Quantas vezes eu vou ter que repetir! que não fiz nada! você viu muito bem quem foi atrás de mim no banheiro foi ela! — É nisso você tem razão! percebi quando se levantou, ela seguiu você. — Disse Jaqueline já concordando com Bruno. — Então! não tem motivos! para continuarmos separados. Volta pra mim Jaqueline minha vida sem você não tem sentido nenhum! — Implorou Bruno. — Tenho medo do que Karina possa fazer para nos separar novamente! — Nada do que ela possa fazer vai separar nós dois novamente. Confie em mim Jaqueline, me dará uma chance novamente? — Ele fez uma pergunta maisdireta, mas ficou com medo da resposta que iria ouvir da boca de Jaqueline. — Tudo bem Bruno, já não estava mais aguentando ficar longe de você. — Os dois se aproximaram lentamente e se beijaram como nunca tiveram se beijado antes. — Agora vá! meu amor! não quero que ninguém te pegue aqui comigo. — Claro! nos vemos mais tarde? — Claro! que sim, até mais tarde. Naquele momento a vida começou a ter sentido para Jaqueline. Levantou da sua cama dando pulos de alegria, abrindo as cortinas rapidamente para clarear seu quarto, como fazia de costume. abriu seu guarda-roupa e pegou a umas das roupas mais bonita para usar naquela noite. Depois que estava pronta, bateram na porta de seu quarto. Achando que era Bruno novamente, ela foi sorrindo atender a porta. Mas quando abriu a porta o sorriso em seu rosto se apagou, era Karina que estava lá para estragar a felicidade dela. — Posso saber o motivo de tanta alegria? — Perguntou Karina num tom de ironia. — Você não precisa saber! Karina — finalizou tentando fechar a porta, mas Karina segurou entrando em seu quarto. — Vir o Bruno saindo com um sorriso no rosto de seu quarto. Tudo indica que vocês voltarão. — Perguntou Karina morrendo de curiosidade. — Pra sua tristeza sim! voltamos, e fique sabendo que é pra sempre dessa vez. — respondeu Jaqueline confiante. — Mas como você ébobinha! — Sorriu Karina — Nada é pra semprequeridinha, uma hora o amor acaba e o seu estão com os dias contados! — Não tenha tanta certeza Karina, nosso amor é mais forte que sua inveja! — Eu não tenho inveja, apenas acho que sou mais bonita e seria mais justo! que ele ficasse comigo. — Mas ele escolheu eu! e não você, desista dele! — Jaqueline estava ficando nervosa. — Está com medo da concorrência? — Olha saía daqui agora! não vou perder meu tempo! discutindo com você. — Eu vou sair.... mas antes fique sabendo! que eu vou lutar pelo Bruno. E que Sua vida daqui pra frente será um inferno!
Notas finais
E agora Jaqueline está preparada para enfrentar sua nova rival?
E O Anasé conseguirá morar na casa maldita?
E o Líder conseguirá recuperar a sua memória?
Essas são as perguntas que não querem calar, não percam os próximos capítulos de a casa maldita 2.
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