A Casa Maldita 2
11 Capítulo 10: Perda de memória total.
Notas iniciais
No final da cachoeira vive uma tribo de Índios desconhecida, porque era difícil eles manter contacto com algum tipo de pessoa diferente do seu modo de viver, essa tribo se chama \'\'Kayapó\'\' uma tribo simples mas muito respeitada por uns aos outros, os homens têm o hábito de caçar ao dia para resgatar alimentos como por exemplo: peixes, mandioca, agricultura de milho, amendoim etc. Enquanto os homens trabalhavam pesado para conseguir alimentos para alimentar toda a tribo, as mulheres ficavam encarregadas de cuidar dos filhos e de preparar os alimentos que seus maridos caçavam. Depois de um longo dia de trabalho na mata..... os índios se juntaram na cabana para descansar, e se alimentar dos alimentos caçados por si mesmos. Apuã é o comandante da tribo, ele que decide os principais fazeres em que cada um deles devem fazer, ele já tinha terminado de se alimentar, e avistou seu olhar uma imagem de um homem caído no chão no final da cachoeira..... Apuã se aproximou daquele homem e se impressionou ao ver que aquele homem é branco, Anajé fica abismado vendo aquele homem e também resolve se aproximar para te a confirmação do que estava pensando, então ele disse preocupado para Apuã:
— Homem branco Apuã por aqui.... precisamos matar ele agora mesmo, se não ele vai acabar com o nosso povo. — Disse Anasé pegando a sua flecha para atingir o Líder no peito. — Espera — Ordenou Apuã — Não podemos fazer nada com ele por enquanto, antes eu quero saber quem ele é, e dá onde ele veio. Anasé obedeceu a ordem que levou de seu superior mas ficou bravo por dentro. porque queria eliminar aquela pessoa que apresentava ameaça para todos os Índios. Logo em seguida Apuã pegou o homem branco no colo e levou ele até a cabana e quem ele e sua mulher dormia.... colocou ele sobre uma rede, e pediu para sua mulher que preparasse uma erva para curar as feridas daquele homem e tentar salvá-lo, na mesma hora sua mulher pegou as ervas, e começou a preparar o remédio. Anasé não entendeu essa preocupação que seu superior estava tendo com aquele homem branco, se aquele homem estivesse nas suas mãos... ele já teria eliminado ele, mas está se aguentando com isso. A erva já estava pronta, ela deu aquele líquido um pouco amargo para o Líder beber..... e poucos segundos depois ele já começa a se levantar aos poucos e começar a falar confuso: — Aonde estou? e quem é vocês? — Disse ele confuso, não se lembrando de nada. O Índio percebeu que aquele homem não estava se lembrando de nada, mas insistiu tentando descobrir alguma coisa. — Eu que te pergunto, quem é você? por que você apareceu aqui no final da cachoeira caído e nós estamos sem entender nada. — Explica Apuã. O Líder tentava se lembrar de alguma coisa e consegue: — Eu me lembro que eu tinha caído na cachoeira, mas não me lembro do resto. O clima na casa maldita está cada vez pior, Lúcio volta lá da cachoeira e se encontra com Ramalho e conta o que aconteceu lá, e depois sai rapidamente para contar tudo para o comissário na sala dele. — Infelizmente aconteceu o pior Comissário. — Disse Lúcio. Comissário ficou assustado, mas se acalmou para ouvir o que tinha acontecido. — Estava eu e o Líder nos fios de eletricidade tentando concertá-lo, ai de uma hora pra outra o Líder escorregou e caiu na cachoeira. — Explicou Lúcio. — E VOCÊ ME DIZ ISSO COM TODA ESSA TRANQUILIDADE LÚCIO, EU VOU AGORA MESMO PROVIDÊNCIA VÁRIOS HELICÓPTEROS PARA TENTAR ACHAR ELE. — Ele ficou nervoso e gritou bem alto com Lúcio. O Comissário providência os helicópteros e chama os seus ajudantes que trabalham nessa área de aviação, depois ele começam a sobrevoar para tentar achar o corpo do Líder, mas nada se via em vista a água ainda estava agitada e a escuridão da noite dificultava a necessidade de se enxergar alguma coisa que pudesse encontrar ele. No helicóptero o Comissário estava muito nervoso por que não estava conseguindo enxergar nada do lado de fora. — Temos que descer mais um pouco Maycon, porque desse jeito que nós estamos não vamos chegar a lugar nenhum. — Disse o Comissário ordenando Maycon a descer um pouco mais. — Tudo bem mais é arriscado, se segura comissário. — Maycon aperta o botão e o helicóptero começa a descer. — Mas que droga!!!! eu continuo sem ver nada!!!! infelizmente acho que o Líder não conseguiu sobreviver. — Lamenta o comissário. — Mas o que eu faço agora? — Perguntou Maycon indeciso. Ele pensava com os olhos fechados e respondeu: — Vamos voltar. — Disse frustrado. Todos os helicópteros mudaram de posição, em destino de volta para a \'\'casa maldita.\'\' No lado de fora da casa continuava frio e lá estava Jaqueline admirando as estrelas do céu sozinha, ela sempre gostou de admirar as estrelas desde de pequena, por que era uma forma de ela se acalmar e esquecer um pouco os problemas. Bruno ver que Jaqueline está sozinha deitada no gramado, e não quer perde essa chance e se aproxima dela, mas ela se assusta com ele. — Você é louco.... tomei um susto. — Disse Jaqueline dando uns tapas nas costas de Bruno. — Desculpa não tive a intenção de te assustar!!!! Jaqueline. — O que você veio fazer aqui, eu estava muito bem sozinha sem você. — Disse Jaqueline se afastando de Bruno. — Mentirosa!!! você está melhor agora porque eu estou aqui com você. — Convencido. — Agora é sério Jaqueline, faz tempo que eu to querendo ter essa conversa com você. Vou direto ao ponto... você aceita namorar comigo? — Bom já que eu já vir que você está tendo uma boa intenção eu aceito namorar com você. — Sério? não to acreditando nisso, agora vem cá que dessa vez eu quero te dar um beijo. Jaqueline e Bruno se beijam. Enquanto os dois se beijavam Pedro observava de longe Jaqueline, e não gosta nada nada do que ver.
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