A Caminho Da Batalha Final

27 O penhasco de fogo e o veneno


Notas iniciais
Bom, mais um capitulo. E obrigada por todos os comentários do capitulo anterior, vocês são demais.

Na manhã seguinte, se é que se pode chamar de manhã, os deuses acordaram e deram de cara com um Percy todo vestido e preparando suas coisas. Ele estava simples, mas bonito: trajava Jens azuis claras e uma camiseta regata verde com um par de tênis pretos e uma jaqueta presa na cintura, o cabelo estava a bagunça de sempre, mas seu rosto estava limpissímo como sem qualquer vestígio da batalha do dia anterior.

–Nossa Percy, onde você foi enquanto dormíamos, a algum SPA no tártaro?- Perguntou Afrodite.

Percy não respondeu, tão pouco a encarou.

–Percy, você não ouviu Afrodite?- Héstia perguntou.

Ele não demonstrou qualquer reação, só continuou separando suas coisas; 4 garrafas de néctar, 3 de água, o pote com veneno, no qual ele acabara de banhar a espada, um pequeno kit de primeiro socorros, uma manta e uma bússola

–Ah, entendi, está nos ignorando.- Disse Hera.- Beleza, como se fossemos precisar de sua atenção.

–Mas nós precisamos da atenção dele.- Poseidon esbravejou.- Ele é o único que conhece o tártaro.

Percy fez um barulho com a garganta e murmurou alguma coisa parecida com o seu próprio pai só se importar com a fato dele os guiar. Parece que Poseidon tinha escutado, pois disse:

–Não que você não faça mais coisas, ou não seja uma pessoa boa de se conversar.- Disse o deus dos mares.

Percy o ignorou.

–Que seja, vamos só comer alguma coisa e então partiremos.- Disse Athena.

E fizeram isso, comeram e partiram, Percy guiando e eles seguindo.

Depois de um tempo Ares falou:

–Nossa, esta quente aqui ou eu estou imaginando.

–Não, está quente mesmo.- Disse Poseidon.- O que significa que estamos nos aproximando do mar de lava, bom trabalho Percy.

Mas Percy nada disse, nem sei se ele ouviu, pois estava checando a bússula e logo saiu correndo.

Os deuses o seguiram, enquanto um triste Poseidon reclamava sobre a puberdade.

Continuaram andando até que conseguiram ver os primeiros indícios de magma. Eles levavam a um lugar realmente parecido com a praia. Havia uma grade extensão de terra, e em frente estava o mar, porém o mar era de lava, a paia era formada por magma e estalagmites.

–Chegamos.- Disse Ártemis.

–Ok, mas como atravessaremos a lava, e eu nem consigo ver o outro lado.- Disse Hefesto.

–Pensei que você fosse imune ao fogo.- Disse Afrodite.

–Sim, mas não sou imune a lava.- Disse ele.

–Ótimo, alguém tem uma ideia?- Perguntou Hermes.- Percy você sabe como se passa daqui?

Percy olhou para ele, e depois para a lava, e logo depois ele olhou para esquerda e a ficou encarando e disse:

–erupção.

–Maravilhoso, ele enlouqueceu.- Disse Ares.

–Corram.- Disse Percy.

Os deuses olharam para ele enquanto corria, mas nem saíram dos lugares.

–Percy, o que fo..

Mas Apolo não conseguiu terminar a frase, pois o chão havia começado a tremer, e de onde Percy estava olhando, ouve um brilho alaranjado, lava jorrando. Era um vulcão, e ele esava em erupção.

Os deuses então saíram correndo atrás de Percy, mas por causa do terremoto , o magma do solo começo começou a se partir em partes, de modo que os deuses se separassem.

Ártemis, Atena e Afrodite ficaram em um pedaço, enquanto Hera , Poseidon e Hefesto, ficassem em outros, o restante dos deuses ficaram em magmas diferentes.

At´aí as situação não estava tão ruim, mas ela piorou quando a lava começou a puxar as rochas onde os deuses estavam, como se fosse uma correnteza.

–Ahhhhhh, vamos morrer!- Gritou Afrodite.

–Não nós não vamos não, se acalmem.- Gritou Poseidon.

–É, nós vamos dar um jeito, sem falar que nós somos deuses, não morremos. Disse Athena.

–É, Percy!!!- Gritou Héstia.

–Percy, meu filho, cadê você.- Berrou Poseidon.

–Poseidon, olhe.- Disse Hefesto.

–Não muito distante dali, a jaqueta de Percy afundava no fogo.

–Ah deuses, meu filho.- Disse Poseidion, com algumas lágrimas lhe escapando dos olhos.

–âhh, eu sei que não é uma boa hora, mas pessoal, é melhor olharem para frente.- Gritou Hades, que estava um pouco mais atrás.

–O que que foi seu idi... ahhhhhh, vamos morrer.- Berrou Deméter.

Á frente deles, havia uma enorme cachoeira de lava, e eles estavam indo em direção a elas.

–Ahhhhh, troquem de magma.- Berrou Athena pulando para um que estava um pouco mais atrás do seu.

Os deuses começaram a pular, porém alguns estavam afundando.

–Ahhhh, eu não quero morrer.- Disse Hermes.

–Fiquem parados.- Berrou Athena.

–O quê, ficou louca é???? Gritou Hades.- Assim, nós vamos cair no penhasco.

–Eu sei, esse é o objetivo. Disse ela.

–Meu deus, leu tantos livros que ficou caduca.- Disse Dionísio.

–Não, enquanto caímos, Hefesto tente controlar a lava até o nosso magma, talvez amorteça a queda.- Disse Athena.

–Ok, amortecer a queda, tá.- Disse ele.

–Tá, mas e se não aliviar a queda.

–Bom, na pior das hipóteses, morremos lentamente enquanto caímos. Disse ela.

–Mas não morremos.- Disse Hera.

–Então nós vamos ficar agonizando até o final de nossas vidas.- Disse ela.

–Ah, isso não é uma boa opção.- Disse Apolo.

–Tá, no três, um... dois...

–três.-Berraram os deuses juntos enquanto caiam para a queda final.

Que não aconteceu, os deuses se viram em um jato de água, que saia da lava que estava a muitos metros abaixo.

–O quê?- Perguntou Athena.- Como? Ahhhhh...

Eles começaram a ser levados pela correnteza da água, então começaram a subir, pois o jato de água havia aumentado, até ficarem de frente a uma espécie de ponte feita de madeira queimada e cordas desgastadas por tanto tempo segurando ela. No centro da ponte estava Percy, sem o casaco e com uma cara de concentração.

Quando os deuses entraram na ponte, as pedras que estavam caíram com tudo, pois Percy já não mais controlava a água que as mantinham firmes.

–Olha, eu sei que vocês são meio analfabetos, e não entendem o que digo, mas quando falo corram, quer dizer que vocês devem mover seus músculos das pernas com a maior rapidez que conseguirem para um caminho que...

–Você nos salvou?- Perguntou Deméter o cortando.

–Não, foram as fadas do fogo e da lava, sabem eu fiz um pedido e como sou muito gato elas o atenderam. Obvio que fui eu, sem mais perguntas e continuem andando.- Disse ele, se virando e caminhando pela ponte.

Os deuses não tinham outra opção a não seguir, então foram caminhando em fila indiana, já que a ponte era muito estreita, sem falar que havia algumas partes de piso que ou não estavam apropriados ao peso, ou já não existiam mais. Depois de caminhar por um tempo na ponte que parecia não ter fim, Afrodite disse:

–Que calor, eu acho que estou queimando.

–Sério Afrodite estamos em cima de uma ponte, que agora está bem próxima da lava, ja que por causa do vulcão, se elevou a uma altura enorme, e você diz que está com calor? Ah vá, sério, nem percebi.- Disse Athena.

–Poseidon e Percy não parecem se importar.- Disse ela.

E era verdade, eles caminhavam como se estivessem tomando um sol na praia, apesar de poseidon agora estar de óculos escuros que ele tirou de não sei onde e de ter tirado o casaco e ficado apenas com regata iguais a de Percy, que deixavam expostos seus músculos definidos.

Nunca havia reparado muito, sempre vi Percy com uma aparência semelhante do pai, mas nunca havia que era tanta, ambos tinham pele bronzeada e um olhar meio perdido, como se estivessem olhando para outro lugar, tinham maxilares finos, mas firmes, delicados mas duros; tinham sorrisos iguais também, apesar de não estarem sorrindo, mas ao lembrar de Percy com um sorriso no rosto, uma nova imagem me veio, Apolo, o cabeça de algas tinha um sorriso radiate como o dele, e quando estava alegre seus olhos tinham um brilho igual, não que eu tivesse visto aquele olhar muitas vezes recentemente, Percy geralmente estava com um olhar frio como o de Ares e Hades, e calculistas como os de Athena, como se para tomar qualquer decisão ou qualquer passo ele tivesse que pensar muito a respeito. Percy também tinha o corpo do pai, nem muito alto, mas também não baixo, tinham músculos definidos, mas no tamanho ideal, mas as mãos, elas eram as únicas diferenças da aparência de Poseidon, elas eram esguias e graciosas, mãos de artistas, não de guerreiros, mãos macias, e não calejadas como era esperado por todos os tempo de esgrima, ele tinhas as mãos de Sally.

Mas voltando, como Percy nem se limitou a olhar para a deusa do amor, Poseidon disse:

–É coisa do mar, o fogo não nos queima facilmente, e o calor não nos esquenta tanto, estamos acostumados com a água fria do mar então esse calor é como se estivéssemos cobertos por um cobertor.

–Ah, tá, obrigada por essa sua explicação professor.- Zombou Athna- ãh, Afrodite o que você está fazendo.- Disse a deusa olhando para Afrodite que estava tirando a blusa de seda que estava usando. Ela trajava essa blusa e uma calça comprida que ela havia transformado em um shorts.

–Desculpa mas eu não quero derreter de calor.- Disse a deusa.

–Ah, então você vai ficar seminua na nossa frente?- Perguntou Hades.l

–Eu não estou seminua. Estou de top, além disso, vocês são minha família, é como se eu estivesse de biquine.- Disse ela. E então Athena, Hera, Deméter e Héstia, como se concordassem com seu argumento, também tiraram as blusas, para o total olhar d descrença de Ártemis.

–É, mas nem todos somos de sua família.- Disse ela, meio escandalizada apontando para Percy, que por sua vez virou, e encarou os deuses, ele nem sequer olhou para as deusas, ele não demonstrou nenhum sinal de vergonha, olhava para os deuses com o seu tão comum olhar frio:

–Olha, se vocês querem fazer um strip-tease, tudo bem eu não me importo, mas será que você poderiam andar mais rápido, não estou afim de dar de cara com cara com um monstro de fogo, eles são um pouco complicados de matar.

E como para afirmar o que Percy disse, um monstro de fogo apareceu, era uma espécie de águia de duas cabeças, que cuspia fogo.

–Ótimo, o que fazemos agora.- Sussurrou Hermes recuando.

–Eu acho que nós corremos, será um pouco difícil matar um monstro que voa.- Disse Percy.- No três., Um, dois..

–-Ahhhhhhh,- Saiu gritando Ares, um monstro de fogo parecido com um duende malvado havia mordido sua perna.

Essa foi a deixa para os deuses correrem.

Se a situação não estivesse tão critica seria engraçado. Imagine que dois outros duendes se agarraram a Ares, e este por sua vez saiu correndo pela ponte, meio que pegando fogo por causa dos duendes, e os outros deuses também começaram a correr, pois aquele pássaro começou a cuspir fogo na cabeça deles, enquanto umas fadinha do fogo começaram a atacar os deuses. Era uma cena meio cômica, já que as fadinhas começaram a morder os deuses, e eles não paravam de gritar, eles não conseguiam enxergar muito bem no momento, já que alguns monstros na lava começaram a jogar lava neles.Eles correram tanto que conseguiram chegar em terra firme, mas quando chegaram, não pararam de correr até adentrarem em um dos tuneis, que os levou para uma floresta escura, onde eles pararam para descansar.

–Aqueles diabinhos, os duendes quase me cegaram.- Disse Ares.

Aparentemente, os deuses nãoh aviam tido machucados graves, a maioria deles estava sangrando por causa dos dentes das fadas, que eram seres do tamanho de uma mão de um bebe, com cabelos vermelhos, amarelos ou loiros, olhos azuis glaciais e dentes que pareciam pequenas laminas, outros estavam com as roupas perfuradas por fogo que eles conseguiram apagar, e Percy e poseidon conseguiram sair praticamente ilesos, já que criaram 2 bolas de água e ficaram dentro delas.

–Vou procurar água.- Disse Percy para ninguém em particular, e se adentrou a mata.

–Que fadinhas mal educadas.-Disse Deméter.

–E aqueles pássaros de fogo?- Perguntou Hefesto.- Eles eram o demônio, Percy atacou uma bola de água neles e mesmo assim eles conseguiram cuspir fogo em mim.

–Bom, pelo menos finalmente acabou.- Disse Hera.

–ah, desculpe, mas não acabou não.-disse uma voz vinda de algum lugar da floresta..

Rapidamente uma sombra tomou forma, Gini, a anti-Ártemis, apareceu com uma armadura dourada.

–É, agora a festa vai ficar boa.- Disse Aplo, o anti- Apolo aparecendo, e o pior atas dele, uma coisa se movimentava, uma coisa grande.

–Uma hidra, sério?- Perguntou Dionísio.- Acabamos de sair da paisagem de fogo, e temos que lutar com uma Hidra?

–Uma hidra, nós e uns monstrinhos.- Disse Gini, fazendo aparecer um exército de dracanaes, e empousas.

–Ótimo, eu e Apolo cuidamos dos gigantes, o resto se virem.- Disse Ártemis, se jogando, literalmente, em Gini.

E a luta começou, Dionísio, Deméter e Hermes cuidavam dos monstros enquanto, o resto dos deuses cuidava da Hidra, que tinha muitas cabeças.

Enquanto isso, Apolo lutava firmemente com seu gigante, era uma sequência de golpes, chutes, e socos, o deus utilizava todo o seu corpo para acabar com o gigante, diferente de sua irmã Artemis, que tentava vencer a gigante usando apenas uma adaga e tentava se desviar das plantas que a espada de Gini acertava nas árvores, a espada dela já estava preta de tanto suco de planta.

Enquanto isso, os da Hidra, estavam tendo problemas, o monstro os encurralou em uma rocha, do terreno amplo em que a batalha acontecia.

Quando eles não tinham mais para onde ir, e o monstro abriu as bocas para jogar fogo e veneno delas, uma barreira de água apareceu em frente a eles, Percy havia aparecido, e tinha criado um escudo aquático, que se tornou uma onda, que foi para cima da Hidra.

–Cuidem dela, vou ajudar Ártemis.- Disse ele.

Então, os deuses cuidaram do monstro, eles deixaram de trabalhar sozinhos e começaram a trabalhar como uma equipe, enquanto os deuses cortavam a cabeça do monstro, Hefesto e Héstia queimavam as partes decepadas da cabeça para impedir de que mais crescessem no lugar.

Quando a mataram, foram ajudar Apolo, e os outros deuses com a empousas e com as dracanaes.

Enquanto isso, Percy e Ártemis, lutavam como parceiros, Gini estava apanhando bem, enquanto Ártemis a distraia, Percy tentava decepar suas partes, mas o Maximo que ele conseguia era fazer cortes em sua pele.

–Percy, chega para lá, eu cuido dela em seu lugar, vai ajudar os outros.- Disse Poseidon chegando com Hades.

–Ok.- E Percy saiu correndo em busca de empousas para destruir, mas ele foi impedido, por causa de um grito que cortou a noite.

Percy se virou e viu Ártemis no chão a alguns metros longe da batalha, a blusa que trajava coberta de sangue na parte do ombro. O cabeça de algas saiu correndo e se ajoelhou em seu lado.

–Artemis o que foi, o que aconteceu?- Perguntou.

–A vadia da Gini me esfaqueou.- Disse ela- Esta doen-endo muitoooo ahhhhhh...

–Deixa eu ver.- Disse ele empurrando a blusa do ombro da deusa, o ferimento estava cercado de sangue, mas era possível definir um corte preto que ia do ombro esquerdo até o colo dos seios, dele saia pequenas ramificações de mesma cor, como o corte de Percy.

–ahhhh, visco do diabo.- Disse ele, tocando o ferimento. Artemis urrou de dor.

Ela gritava tanto, a dor era com certeza devastadora, ela estava tremendo muito, e suor escorria de sua testa aos montes.

–Calma, eu vou cuidar de você.- Disse ele.- Mas eu preciso de força, sua força, me dê sua mão.

Quando ela lhe estende a mão Percy a segurou, e se concentrou, concentrou-se tanto que suor escorria de sua testa, e sua respiração estava acelerada, quase era possível escutar seus batimentos cardíacos.

–Percy...- Disse os deuses, eles estavam começando a se aproximar, aparentemente a batalha havia acabado.

Mas Percy não olhou para eles, continuou focado em algo. Ártemis ainda gritava, mas teve um momento em que ela gritou alto, alto o suficiente para acordar todos do acampamento, ela gritava esperneava, chutava o ar, mas Percy não a deixava se levantar, e ficou assim, até que um liquido preto começou a sair da ferida, logo o liquido saia aos montes, mas talvez fosse o veneno misturado ao sangue.

Só sei que a cena era terrível, tanto que eu me forcei a fechar os olhos. Não sei direito quando Artemis havia parado de gritar, mas quando dei por mim, ela estava adormecida respirando calmamente, sem nenhum vestígio de veneno aparente, já que as ramificações já não eram mais visíveis.

–Percy, o que você fez?- Perguntou Athena, ela o olhava incrédula, também não tinha reparado que ele estava parado com a cabeça nos joelhos.

–Veneno é liquido, eu controlo liquido, eu só tive que me concentrar em tirar o veneno, e o fiz.- Disse ele ainda com a cabeça entre as pernas.

–Deuses.- Disse Poseidon.

–Bom, é melhor nos abrigarmos em uma caverna.- Disse Percy se levantando, e pegando Artemis no colo.- Toma, ela é sua irmã, e você é o deus da medicine, leve-a.

–Ok, -Disse Apolo pegando a irmã.- Bom, você voltou a falar com a gente, isso significa que não esta mais bravo?

–Não, isso não significa nada. Você perceberam quantas vezes eu salvei a vida de vocês hoje?- Perguntou Percy.- três, viu vocês precisam de mim, eu não sou um boneco dispensável como você pensam, se não fosse por mim, Artemis teria uma vida cheia de dor e deuses, isso seria terrível.

–Eu sei, foi mal Percy, mas é que...- Começou Hermes.

–É que o que? Não tem motivo para me tratar como um nada.

–Percy, o que ele quis dizer é que você nos ameaça, pois temos ciúmes de você, você é forte poderoso, bom, e todos gostam de você independente do que faça, para fazer os semideuses gostarem de nós é quase uma missão.- Disse Héstia.

–Então vocês me tratam mal, pois gostam do que eu sou?

–É.- Disse Hefesto- E queremos pedir desculpa, mesmo que você tenha me chama do corno.

–é, desculpa.- Disse Deméter.

–Foi mal muleque.- Cuspiu Ares.

Então todos os deuses começaram a pedir desculpas, alguns meio de mal jeito, mas mesmo assim desculpas.

–Desculpas aceitas mesmo que nem todas sejam sinceras. — Disse Percy.- Estamos juntos nessa de qualquer maneira, quer gostamos ou não, então vocês estão desculpados, mas eu não vou tolerar mais joguinhos de vocês, então todos estão perdoados, exceto você Poseidon.

–O que por que?-Perguntou o deus dos mares incrédulo olhando pros lhos frios do filho

–Por que, você esta me pedindo desculpas?- Perguntou o garoto, aparentemente de todas as perguntas que o deus esperava essa não era a que ele estava esperando.

–Como assim por que?- Perguntou ele.- Por que sim, por que você é meu filho, e você realmente é tratado como se não tivesse importância.

–Então se é por isso que está pedindo desculpas, eu não te desculpo, por que não é por isso que você tem que se desculpar.- Disse o garoto, passando pelo pai.- E quando você descobrir pelo que tem que se desculpar, venha falar comigo.

Então em direção a floresta, Percy andou.

Notas finais
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