A Caminho Da Batalha Final

30 A batalha final. part.1


Notas iniciais
E aííí, semideuses???? Tudo bom. Eu sei que vocês estão putos pela demora do capitulo, mas escrever o final dele foi bem complicado pois eu não sou muito boa para escrever batalhas então... Peço milhões de perdões, mas vamos direto ao capitulo. APROVEITEM.

Se vocês acham que quando acabou o vídeo eu fiquei lá chorando como uma criançinha, você está muito enganado.

Eu fiz pior, antes mesmo de acabar o vídeo eu já chorava compulsivamente, e quando acabou eu soluçava alto, e sai correndo para o chalé 3.

Pessoas tentaram me impedir, eu acho, não sei, a única coisa que estava em minha mente era o corpo de meu amado, estirado no chão sujo de poeira.

Quando chego ao chalé encosto na parede afundo e choro. Tento muitas vezes organizar os meus pensamentos, e pensar em ser racional e parar de chorar. Mas não consigo, o amor não é racional, ele mexe com você de modos terríveis, faz você cometer loucuras, e te consome de jeito que nada mais consegue.

Não consigo acreditar, mesmo depois de tanto tempo a morte de Percy me abala de um jeito que nada na vida me fez,e me surpreende já que mesmo sabendo de que a morte dos meios sangues é comum, a possibilidade de Percy ter morrido é falsa demais, ninguém consegue pensar que uma pessoa que passou por tantas coisas como ele morreu daquele jeito...

Fico lá chorando por horas, dias, anos, sinceramente nem sei, só sei que saber da noticia é muito diferente de vê-la, assisti-la é pior, você se sente lá com a pessoa amada, e sente que não conseguiu chegar a tempo para salvá-lo, mesmo sendo impossível.

Não sei como, mas quando percebi havia quebrado a fonte de água que Poseidon havia dado a seu filho. Agora ela era só isso, água esparramada pelo chão tentando a todo custo se impedir de se espalhar e secar. Não era mais nada além de cacos de vidro, cacos de meu coração, só que a única diferença é que os cacos de vidro são fáceis de se juntar e concertar, meu coração não. Ele esta quebrado e não há superbonder no mundo que o cole.

No escuro do quarto de Percy um caco de vidro reflete uma luz, a luz da lua que bate com força na cama de Percy, onde ele está.

Com o cabelo bagunçado como se estivesse dormindo,um canto de sua boca esta levemente puxado como se fosse formar um sorriso, suas mãos estão em seu peito sobre a camiseta do acampamento,seu colar de contas está colado certamente em seu pescoço. Uma aparência tão conhecida por mim, tão cheia de vida, tão próxima fisicamente, mas ao mesmo tempo tão distante, tão diferente, tão... sem vida.

Nunca pensei que viveria o bastante para vê-lo assim, o cabeça de algas parecia tão amadurecido no “filme”, tão seguro, totalmente o inverso do que eu conheci. Provavelmente se ele estivesse ...vivo ele estaria combinando táticas para a guerra de amanhã, estaria dizendo para sermos fortes e usarmos todo o treinamento que temos, estaria negando o titulo de líder, insistindo que era uma péssima ideia. Mas agora isso não é mais possível, nunca mais será possível.

Me aproximo de seu corpo sem vida, e pego sua mão fria como gelo, penso em quantas vezes eu passeei de mão dadas segurando aquela mão.

“Não” falo em um sussurro rápido, mas não consigo impedir, minha mente já vagueia em direção ás várias memórias vividas com ele. Vejo-o em uma cama na enfermaria, ele havia acabado de lutar com um minotauro, e o havia vencido, quando o vi pensei em como ele havia conseguido matar um monstro como aquele, ele um garoto totalmente sem experiência. Não pude deixar de notar sua beleza, era realmente um garoto muito bonito, mas quando acordou só fui capaz de dizer “ você baba enquanto está dormindo”, por estar com vergonha de tê-lo ficado encarando enquanto dormia.

Depois ele havia enfrentado Clarisse e havia vencido uma tropa de filhos de Ares sozinho, mas logo depois foi reclamado filho de Poseidon e tudo mudou, pois diziam que ele havia roubado o raio de Zeus e logo em seguida fomos em uma missão.

No segundo ano fomos para o mar de monstros e eu o salvei quando este virou um porquinho-da-índia e logo em seguida ele me salvou do canto das sereias. No terceiro ano fui raptada e ele foi me buscar e segurou o céu por mim. No quarto ano foi em uma missão suicida por minha causa e salvou minha vida me mandando fugir antes de explodir um vulcão, me fazendo pensar que ele havia morrido por duas semanas inteiras, as piores duas semanas da minha vida, foi quando eu descobri o que eu realmente sentia por ele. Amor, amor que me fez levar uma facada em seu lugar na batalha de Manhattan, amor que me fez beijá-lo no acampamento, amor que me fez cometer diversas loucuras e quase enlouquecer de preocupação com seu sumiço.

Percy, meu Percy, estirado naquela cama, agora coberto de lágrimas minhas, gotas de minhas lagrimas escorriam por seu rosto como um chafariz.

Gotas, na minha mente uma conversa com Percy começou a passar: “Eu, ãh, “encontrei” no palácio de Poseidon, eu gostei dele e o peguei “emprestado”, diz a lenda que ele é um colar muito poderoso, é como se ele superasse a morte, como se apenas algumas gotinha pudessem trazer uma pessoa de volta a vida.”

É isso, como não pensei nisso antes? Todo esse tempo, e eu tinha algo que poderia trazer Percy de volta, um simples colar com uma mini bola de vidro, pequena (N/A: Eu sei que havia várias pedras, mas achei melhor deixar só como uma.) uma salvação.

Na minha mente, em uma pequena parte de meu cérebro que ainda estava racional eu pensava para não ficar muito feliz, pois podia ser apenas um colar com água, só isso, mas eu não conseguia, eu estava radiante com a noticia de que poderia voltar a ter meu cabeça de alga.

Retiro o colar do pescoço, desenrosco o vidrinho do colar, encosto nos lábios de meu amado e o viro rezando mentalmente aos deuses para que funcione.

Por longos minutos nada acontece, e logo após isso nada continua acontecendo. Não funcionou, a parte racional de meu cérebro estava certa, e AA dor de voltar ao luto voltou com a rapidez que se foi, apesar disso eu começo a falar com o cadáver de Percy.

–Não... acorde cabeça de algas, por favor acorde, eu preciso de você...- Digo.- Por favor, volte, volte... eu amo você Percy, por favor não me deixe esperando volte... Percy por favor... eu amo você.- Digo me inclinando e dando um leve selinho em Percy.

Logo depois começo a chorar novamente, acho que estou na TPM, pois nesses dias eu só venho chorando e ficando irritada.

Então depois de horas chorando, eu finalmente pego no sono, para acordar amanhã, na batalha final.

***

É hoje a batalha.

É a primeira coisa que eu penso quando acordo. A segunda é olhar para o moreno ao meu lado para ver se tinha mudado alguma coisa.

Nada. Percy continua tão sem vida quanto estava ontem. Esse pensamento em vez de me deixar mal, na verdade me deixa melhor, pois lembrar disso me faz sentir raiva de Gaia, e me faz ter vontade de acabar com ela.

Me levanto, e vou ao banheiro, ao entrar lá o cheiro de mar me embriaga, será que tudo no chalé tem que ter o cheiro de Percy?

Entro no chuveiro e tomo uma ducha gelada, depois me visto e arrumo o cabelo em um coque mal feito, dou uma checada no espelho. Estou pronta. Me dirijo a porta do chalé, mas antes disso dou uma olhada para trás, não sei se vou conseguir vir no chalé para me despedir antes de partir, então ando calmamente até a cama e deposito um beijo em seus lábios gelados. Eles continuam a ter gosto salgado, ou eu é que estou imaginando como o beijo dele. Não sei, mas de qualquer modo era melhor eu nem saber, pois senão eu iria começar a chorar e não quero demonstrar fraqueza, não hoje.

Fora do chalé, como era esperado, está uma agitação intensa. Pessoas correm para buscar suprimentos, armaduras ou armas, mas ao mesmo tempo todos se dirigem ao refeitório silenciosamente.

A caminho, vejo Nico e Hazel. Eles estão com caras horríveis, um pouco vermelhas e com enormes e vermelhos olhos. Continuo caminhando em silêncio

No refeitório o silêncio é maior, não há um campista romano ou grego,caçadoras ou amazonas, ciclopes, sátiros ou espíritos da natureza coversando. Todos estão quietos comendo em um profundo e mortal silêncio cortante. É possível perceber a tensão, medo, desespero no ar. Afinal é uma das primeiras batalhas sem nosso líder, além disso é uma batalha gigante e perigosa.

Quando todos terminamos de comer, e o silêncio fica insuportável, Quiron sobe no palco e diz:

–Campistas, caçadoras, amazonas, ciclopes, sátiros, espíritos da natureza, oráculo hoje é o dia. O dia para qual treinamos intensamente, o dia da batalha final. Sei que em uma batalha as mortes são sempre vistas, senão não seria uma guerra, então eu queria me despedir de todos, pois pode ser que eu morra, assim como alguns de vocês infelizmente irão morrer. A morte não é uma coisa boa, eu sei que não, mas também não é uma coisa ruim, a morte é uma faze, é a ultima etapa da nossa vida, é uma amiga com quem você terá de encontrar, isso é inevitável.

“alguns de nós encontraram a morte cedo demais, outros muito tarde, mas é por eles, esses que morreram cedo demais que lutaremos, eles morreram lutando, morreram como heróis, morreram por nós, e é por isso que nós vamos dar o melhor de nós. Por eles, por nós, PELO OLIMPO”.-Terminou Quiron. O refeitório explodiu em gritos e aplausos, gritos vazios com uma leve tristeza, não gritos de guerra e de raiva.

–Agora, todos por favor terminem de se armar corretamente e se dirijam á praia.- Disse Quiron por fim.

–ESPEREM.- Grito ates que todos possam se levantar.- Eu quero falar.

Não sei o que deu em mim, quando escutei os gritos de tristeza eu simplesmente achei errado, ninguém pode ir para uma batalha estando triste, temos que ir para a batlha com raiva, com sede de vingança, com desejos de sangue. Caminho até o microfone e digo:

–meu nome é Annabeth Chase, e muitos de vocês sabem disso, e eu nem sei por que estou me apresentando, como vocês sabem o especialista em discurso era o Percy não eu, e ele não esta aqui hoje para discursar então eu estou ocupando o lugar dele. Eu não quero ir lutar estando triste, eu consigo sentir a tristeza emanando de vocês, nós não precisamos de tristeza precisamos de raiva, Gaia tirou coisas de nós, pessoas que amávamos. Escutem, não vamos lá para acabarmos com Gaia, vamos lá para fazê-la pagar, vamos lá para honrrar pessoas que morreram por nós: Luke, Silena, Eathan, Charles, Michel Yew... Percy. Vamos lutar por eles, eu não quero ver vocês fazendo o possível, eu quero vê-los fazendo o melhor, quero vê-lo fazer o impossível, POR ELES!- Berro, e dessa vez os gritos são de pura raiva.

Os campistas saem do refeitório ainda gritando, e eu os acompanho.

Na praia um navio de guerra esta parado na margem do mar, Argo 2, na ária é possível perceber uma centena de pégasos sendo que metade deles estão atrelados a carruagens, Arion como pepitas de ouro.

Estamos prontos para partir.

***

Depois de viajarmos por pelo menos 2 horas, Leo sai no convés segurando uma bola de cristal. Um portal.

–Consegui aperfeiçoar ele, agora nós iremos parar muito mais próximos da Grécia, chegaremos lá em menos de 3 horas.- Diz ele, gesticulando freneticamente.

No convés campistas treinam, conversam, se despedem, aproveitam seus minutos, pois a cada minuto que nos aproximamos da batalha é um minuto amenos que nós temos de vida.

Eu não aguento ficar lá, é muito lotado, muitas vozes, um lugar onde não consigo me concentrar em meus pensamentos.

Desço até os estábulos, onde está Athena Paternouns, eu ainda não consegui fazê-la funcionar.

Fico lá pensando nela por várias horas, tentando não pensar nos momentos que tive lá com Percy, naquela época tudo estava calmo e tranquilo apesar de tudo, eu estava feliz. Afasto esses pensamentos e tento me concentrar na estatua quando sou interrompida por uma voz.

–Annabeth, chegamos.- Diz Piper.

***

Sai no convés do navio, e vejo Leo balançar freneticamente os controles de Wii, enquanto olha fixamente para um mapa que Reyna esta lhe mostrando, ao redor deles estão meus amigos. No meio do mapa há uma luminosidade roxa que se move.

–O que você está fazendo?- Pergunto me aproximando.

–Ele está indo para a arena em que Gaia se encontra, seria muito arriscado desembarcarmos na Grécia e tentar encontrar a arena.- Diz Calipso que estava do lado do Leo.

–É, imagina uns 300 meio-sangue armados, caminhando pela Grécia e se separando? Não daria um bom resultado.- Diz Jason.

–como sabem que tem uma arena?- Pergunto.

–Piper teve um sonho enquanto você e... bom ele, estavam no tártaro.- Diz Frank.

–É, e esse mapa é uma invenção minha, é um rastreador recolhemos um pouco de sangue que estava na camisa de Percy, e depois de o analisarmos, como não tinha DNA achamos que é de Gaia ou dos gigantes, então eu produzi um mapa com um pouco do sangue analisado para nos guiar.- Diz Leo.

–Ótimo boa ideia.- Digo.

–É Leo tem ótimas ideias.- Diz Calipso.

–Que nada.- Diz Leo corando.- Mas, e você conseguiu decifrar a Athena Paternouns?

–Não, aquela lata velha simplesmente não faz nada.- Digo irritada.- E obviamente Athena não quer cooperar.

–É, a batalha vai ser complicada sem os deuses.- Diz Hazel que acabava de chegar.

–Ah é, com tudo o que está acontecendo acabei esquecendo de tentar convencer os deuses a ajudar.- Digo dando um tapa em minha testa.

–Bom, de qualquer modo os deuses não querem nos ajudar.- Diz ela.- Acabei de enviar uma M.I pro Olimpo e Zeus acabou com a mensagem grosseiramente, nem tive tempo de falar.

–Ótimo, então agora fica mais comprovado que a Zeuza é uma babaca.- Digo irritada, ouvindo o barulho de raios caindo do céu, está certo que eu não devo xingar os deuses, mas eu já tenho estado irritada esses dias, e a falta de colaboração do senhor dos céus me deixou fula da vida.

–É, eu não entendo como Zeus pode ser tão cego.- Diz Nico aparecendo do nada. Ele parece mais magro e mais pálido e tem bolsas escuras de baixo dos olhos como se não tivesse dormido nadinha.

–Nico você precisa parar de aparecer assim do nada.- Digo, ele simplesmente me ignora.

Então uma névoa densa toma conta do navio, é tão densa que momentaneamente eu não consigo enxergar nada, porém depois de um tempo consigo ver uma luz, que vai ficando maior a todo momento, e quando percebo já consigo enxergar tudo, e embaixo de nós a uma arena.

Quando todos já estão na arena, inclusive os que vieram de carruagens e pégasos, e a estatua já está no chão, nós caminhamos em uma espécie de fila, adentrando na arena.

Ela é meio bege, meio branca. É enorme e posso perceber que fica em cima de uma espécie de penhasco, o céu azul um pouco enegrecido é visível, colunas de mármore são visíveis por todo o local de guerra, do outro lado da arena esta o maior exército que eu já vi.

São mais de mil monstros, desde dracanaes à arais, há o minotauro e hidras, manticoras e empousas. Há todo tipo de monstros mitológico que conheço, e alguns que também não conheço, vejo que a frente do exército esta Gaia e os gigantes.

De repente sinto um medo me invadir. Sempre sobe que nós não tínhamos muitos campistas, apesar de termos juntado os acampamentos somos insignificantes perante a o exército de Gaia. Sempre confiei no ditado “Tamanho não é poder”, ou alguma coisa assim, mas não consigo evitar pensar se realmente venceremos.

–Semideuses.- A voz de Gaia, agora mais acordada do que nunca, retomba sobre o território.- Sejam bem-vindos, a sua derrota. Vocês ainda podem evitar milhares de mortes, como a do seu líder, é só desistirem e se juntarem a mim.

Solto um urro de raiva que não sei de onde veio, e então o massacre começa.

***

Novamente não sei como tudo aconteceu, mas quando dei por mim já estava no meio da batalha decapitando a perna de um monstro. Mas eu não me sentia na batalha, eu sinto como se a ouvisse de longe, minha visão fica meio embaçada momentaneamente, mas logo volta ao normal, sangue escorre pelo chão, monstros viram pó, pessoas gritam, sinto uma quentura no braço, me jogam ao chão e bato a cabeça, meu grito de dor morre em meus lábios ao ver o mionotauro avançando em minha direção.

Rolo no chão e levanto, sou eu e ele, não fico temerosa diante do monstro, Percy o enfrentou sem ter nenhum treinamento, e eu tenho todo o treinamento do mundo. Ele avança novamente, os dentes expostos, mas dessa vez estou mais preparada, desvio e faço um corte em sua lateral, ele urra, mas não de dor de raiva. Avança em minha direção e dessa vez não sou rápida o bastante e vou ao chão novamente, minha adaga voa de minha mão. Levanto novamente, mas ao fazer isso quase caio no chão, minha cabeça ardia em brasa,a dor cegava, mas não podia me abalar, faço um esforço e tento enxergar, o monstro esta parado a poucos metros de mim, vejo minha adaga a uns centímetros de distancia, mas sei que não terei tempo de pegá-la e atacá-lo, então tento raciocinar.

“pense Annabeth”, minha mente fala “como Percy o matou?” Usando sua inteligência, ele fez o minotauro virar sua própria arma. Então encaro os olhos do monstro e me movo rapidamente em direção a uma coluna que esta intacta, o minotauro me segue e avança em minha direção, com os chifres apontados, no último minuto me jogo ao chão, a coluna se parte e cai em cima do touro que por sua vez vira pó.

A adrenalina me percorre, procuro minha adaga e me embrenho no meio da batalha. A batalha é um borrão, vejo vislumbres de Nico e Jason lutando com um autônomo, e Piper desviando de um ataque de um telequine, também vejo a chegada dos deuses, ao que parece eles finalmente vieram ajudar.

A batalha continua, ela vai se arrastando lentamente, por vezes ajudo alguém, ou sou ajudada, luto a lado de Luke e Thalia como nos velhos tempos e logo depois estou sozinha novamente. A batalha se desenrola como um filme e logo vejo a derrota eminente, estamos perdendo, estamos perdendo feio, corpos estão no chão banhado de sangue. Reyna montada em um pégaso é atingida por Euricles.

Logo todos estamos encurralados pelos gigantes até os deuses que estão já cheios de cortes sendo cicatrizados, nós simplesmente estamos encurralados, nosso numero diminuiu bastante, vamos morrer, todos nós se não pararmos de lutar agora, Jason deve perceber isso pois grita:

–Já chega, desistam.

–Uhhh, muito bom Jason, sabia que desistiriam não tem como me vencer, não sei como vocês pensaram que tinham chance.- Diz Gaia se aproximando de Jason que estava na frente de todos nós, é como se tivéssemos voltado ao início da batalha, só que com menos pessoas e com os monstros mais próximos.- Agora eu terei meus servos. É uma pena que eu tenha que matar alguns de vocês.- Diz com a adaga na garganta de Jason.

–Não, me mate.- Berrou indo a encontro dos dois, empurro o filho de Júpiter e tomo o seu lugar.- Você já tirou o que me era mais precioso, não quero ver você tirando meu amigos.

–Bom, se assim deseja.- Diz ela avançando a adaga em minha garganta.

Dizem que quando esta prestes a morrer você vê a vida toda passando pelos seus olhos , e assim foi, vi toda a minha vida, vi meu pai, Luke e Thalia cuidando de mim, minhas missões, Percy... tudo,vi tudo esperando a facada final.

Que não veio.

Antes de Gaia me acertar uma voz fez ela parar.

–Parada aí.- Grita uma pessoa.

Então do nada uns 5 pégasos aparecem voando perto de Gaia, todos dizendo coisas.

–E aí, como tem passado.

–Não é um prazer revê-la.

–Nossa ainda continua horrorosa.

–Sentiu nossa falta?

–Você via perder, de novo.

No final eles formam uma linha no céu, e eu consigo vê-los melhor, são 5 pessoas, aparentemente semideusas, montadas em pégasos, 2 mulheres e 3 homens. Uma garota têm olhos arco-iris, um momento eu vi eles rosa, mas logo depois estavam verdes, ela têm cabelos cacheados pretos com um mecha vermelha, que caem até a cintura, e usa uma armadura completa, mas não parece muito a vontade com ela.

Tem um garoto loiro de olhos azuis e pele bronzeada, ele é meio alto, têm um sorriso maroto no rosto e carrega um arco e flechas nas costas. Um outro têm a aparência semelhante de Nico, mas os cabelos são cortados e castanhos claros,ele parece ter olhos negros como a noite também aparenta ser mais forte e é mais bronzeado. O outro garoto têm um corpo grande e musculoso, cabelos cortados em estilo romano, e está segurando um machado.

E por último a garota, é uma garota de uma beleza incrível, ela é familiar, têm cabelos negros presos em um coque malfeito, e olhos muito azuis, ela carrega um sorriso arrogante, têm um corpo alto, esguio e sexy.

–Gaia, Gaia, vejo que não aprendeu nada na última guerra.- Diz a garota de olhos azuis.

–Mas isso é impossível, você está morta.- Diz Gaia, com uma aparência levemente assustada.

–Bom, eu estou viva, e pronta para acabar com você de novo.- Diz a garota.

–Ahhh, sério que vamos lutar, mas eu acabei de fazer a unha.- diz a garota de olhos arco-íris.

–Quieta Candece, será muito divertido destruí-la.- Diz o loiro.

–É.- Concorda o do machado.

–Bom, tenho certeza de que não estão aqui por conta própria.- Diz Gaia recuperando a pose.- Quem é o líder de vocês?

–Isso pode agradecer a mim. – Diz um garoto saindo de uma das nuvens. Ele esta totalmente armado dos pés à cabeça, e usa um capacete. Ele se aproxima dos outros semideuses, montado em seu pégasus preto.

Ouço os deuses soltarem gritinhos de terror atrás de mim, mas não viro para ver o por quê.

–Você.- Grita Gaia apavorada.

–É, exatamente, o James aqui está de volta. E vai acabar com você.

Notas finais
Gostaram??? Eu sei a batalha ficou frouxa e sem sentido, mas mesmo assim comentem. Quero bastante comentários please. Beijos e até o próximo.