A Caminho

6 Quinto mês e o nome da princesa!


Notas iniciais
Oii,tudo bem? Desculpem a demora em postar um novo capitulo, mas os fins de semana são dedicados ao meu principe! Hahaha Gostaria de agradecer os comentarios que recebi, eles são muito importantes para mim! Obrigada de coração! Boa leitura :D

POV América

A repercussão da minha gravidez foi a melhor possível, todos pareciam muito felizes com a noticia, haviam manchetes em jornais e revistas, estávamos recebendo muitas felicitações de outros países, e obviamente, as felicitações italianas foram muito empolgadas.

– Majestade, a princesa Nicoletta da Itália está na linha 2 – Kate, a secretaria de Maxon anunciou entrando no escritório

– Obrigado – Maxon agradeceu. August, Maxon e eu estávamos no escritório discutindo sobre o novo plano de saúde publica de Illéa – Querida, acho melhor você atender.

– De forma alguma, aqui é o escritório do rei – eu disse rindo

– Você ouviu a rainha, meu amigo! – August riu, e Maxon atendeu o telefone.

– Alo? ... Olá Nicoletta, como vai? ... Sim, estamos bem ... Muito obrigado, fico feliz que tenha gostado da noticia ... pode deixar, eu vou cuidar – Maxon riu, aposto que Nicoletta o estava ameaçando ele de alguma forma, da mesma forma que Celeste na véspera do fim da seleção. Como eu sentia falta dela. – Muito obrigado, tchau! – meu marido estendeu o telefone, e eu peguei.

– Oi Nicoletta! – Eu disse animada, adorava conversar com minha amiga

América, parabéééns!

– Muito obrigada – eu ri – Como você está?

– Estou muito bem, e muito feliz por você! De quanto tempo você está?

– Estou entrando no quinto mês – sorri quando senti um chute na minha barriga – Nicoletta, tem alguém chutando minha barriga, acho que está te mandando um ‘oi’.

Você esta falando sério? Ela esta chutando? Ah, que bela! – ela parecia emocionada – Se precisar de alguma coisa, se tiver desejo por alguma coisa italiana, por favor me ligue. E me mande noticias.

– Pode deixar, obrigada. Tchau!

– Tchau, América.

Desligamos o telefone e Maxon se aproximou de mim, colocando as mãos na minha barriga.

– Ela chutou? – ele passava as mãos na minha barriga, adorava sentir quando nossa filha chutava

– Sim, chutou quando ouviu a voz de Nicoletta – eu sorri e minha filha chutou de novo

– Acho que ela já gosta da Nicoletta, querida – ele riu

– Sim, e Nicoletta disse que se eu tiver algum desejo do tipo italiano é para avisarmos a ela

– Desejo italiano? – August perguntou

– Sim, América teve um desejo brasileiro, ela quis coxinhas em seu primeiro desejo noturno – Maxon gargalhou voltando para a sua mesa – e reconheço que coxinhas são uma delicia.

– Quando Georgia ficar grávida, e tiver desejos já sei com quem vou me informar – August riu – Mas enfim, onde paramos?

Continuamos a reunião durante todo o dia, mas o novo plano de saúde publica estava ficando perfeito, estávamos ampliando a rede de cuidados com crianças e idosos, esse era um dos últimos projetos que a rainha Amberly estava trabalhando. Maxon se sentia muito feliz em dar continuidade aos planos da mãe.

Alguns dias depois, estava provando o vestido que usaria no primeiro publico desde o anuncio da minha gravidez. Eu iria a um orfanato que era ajudado pessoalmente pela mãe de Maxon, e eu continuei o trabalho dela lá, eu queria continuar o legado dela, e se eu conseguisse ser 1% da rainha que ela foi, eu já seria feliz.

– Você esta tão linda! – Marlee disse me olhando – Mary, você se superou!

– Obrigada! – Mary sorriu orgulhosa – Adoro vestir nossa amiga de rosa!

Eu estava usando um vestido rosa claro plissado na altura dos joelhos, com mangas nos cotovelos, decote em v discreto (agora que meus seios estavam maiores eu gostava de usar mais esse tipo de decote) e uma fita de cetim branca embaixo do busto.

– Gosta porque sabe que não é uma das minha cores favoritas, mas confesso que este vestido esta lindo. – eu sorri quando ouvimos batidas na porta.

– Posso entrar? – Maxon estava entrando no quarto – Olá meninas!

– Oi Maxon – elas responderam

– Querida, você esta linda! – ele me beijou – Esse é o vestido que você vai usar amanhã?

– Sim, lindo não? – podia ver o seu sorrido pelo espelho

– Lindo. – Maxon se virou para Mary – Obrigado por fazer ela usar rosa, mesmo contra a vontade dela.

– De nada – ela sorriu – Eu já disse que ela fica linda quando usa rosa, mas ela não me escuta!

– Eu sei como é, te entendo perfeitamente.

– Vocês podem parar de falar mal de mim na minha frente, por favor? – nós rimos e Marlee foi comigo em direção ao closet para tirar meu vestido. Depois que elas saíram, voltei para o quarto vestindo um robe de seda azul celeste.

– Adoro quando você usa esse robe – Maxon me beijou

– Eu sei disso – respondi enquanto ele beijava meu pescoço – por isso escolhi ele.

– Muito obrigada, sra. Schereave. – Maxon continuava beijando meu pescoço, e foi subindo os beijos até chegar na minha orelha, me arrepiei – Acho que eu te arrepiei – ele me olhou com um sorriso maroto nos lábios

– Verdade. – eu o beijei vagarosamente – Mas agora é minha vez – eu sorri e beijei seu pescoço, subindo até a orelha, e ele se arrepiou, como eu. Depois voltei a beijar sua boca sem pressa alguma, enquanto ele me conduzia para nossa cama. Quando nos deitamos comecei a tirar sua camisa, enquanto mordia seus lábios e queixo. Ele jogou sua camisa longe e comecei a beijar-lhe o peito e quando cheguei ao fim da sua barriga tirei seu cinto ele me ajudou a tirar sua calça. Depois que nos livramos da calça, Maxon desfez o nó do meu robe, o tirou e voltou a beijar meu pescoço e meu colo, por onde sua boca passava, deixava um rastro de desejo no meu corpo. Pouco tempo depois estávamos nus, nos amando intensamente. Nem jantamos nessa noite, não tínhamos fome de nada.

Depois de uma longa noite de amor, me levantei radiante de felicidade, era impressionante como apenas Maxon me bastava para ser feliz. Tomamos café no quarto e depois que meu marido foi para sua sala trabalhar, minhas amigas me ajudaram a me vestir e a me arrumar. Em menos de uma hora eu estava saindo do castelo do orfanato, por mais triste que fosse aquele lugar, eu adorava ir lá, sempre era cercada de amor por aquelas crianças. Quando desci do carro, os flashes quase me cegaram, era uma das partes que eu não gostava em ser rainha, os fotógrafos me seguindo aonde eu ia. Pedi desculpas para minha filha em pensamento por isso.

Quando entrei no pátio do orfato, as crianças estavam prontas e sorridentes a minha espera.

– Bom dia, rainha América! – ela disseram fazendo uma reverencia. Não gostava quando elas faziam isso, mas era parte do protocolo.

– Bom dia, crianças! – sorri para eles – Estou muito feliz de estar aqui e de passar a manhã com vocês.

Depois disso abracei cada uma daquelas crianças, que apesar das dificuldades que enfrentavam, eram felizes e muito bem cuidadas. Em seguida, me levaram para uma sala de artes, que os diretores haviam feito em minha homenagem alguns meses antes que eu engravidasse, fiquei feliz quando entrei lá e vendo as pinturas e esculturas que estavam prontas e as que estavam sendo feitas ainda. Meu pai ficaria tão feliz se pudesse ensinar essas crianças. Meu Deus, como eu sentia saudades dele. Enquanto olhava as pinturas, vi que tinha um desenho do meu rosto, muito fiel a mim.

– Quem fez esse desenho? – eu perguntei a uma das diretoras que acompanhavam a visita.

– Foi a Anne que fez, majestade. – ela me respondeu sorrindo. – Quer que eu a chame?

– Sim, por favor. – algum tempo depois, uma linda menininha loira de profundos olhos verdes vinha ao meu encontro – Bom dia, querida.

– Bom dia, majestade – ela fez uma reverencia

– Qual é seu nome? – perguntei me abaixei, ficando da sua altura

– Me chamo Anne, majestade – ela sorriu, seus olhos brilhavam.

– É um lindo nome. Eu tinha uma amiga chamada Anne, sabia? – pude sentir meus olhos ficarem cheios de lagrimas.

– Porque a senhora esta chorando? – ela enxugou uma lagrima que havia caído no meu rosto.

– Porque eu gostava muito dessa minha amiga, e ela morreu, infelizmente.

– Não chore, senhora – a pequena Anne, quebrou todos os protocolos e me abraçou. Não sei por quanto tempo fiquei abraçada a ela quando ela me soltou e me olhou – Por favor senhora, não chore, não quero que seu bebê fique triste.

– Ah, não estou triste querida. – sequei minhas lagrimas – Estou com saudades, posso te garantir que meu bebê esta feliz e eu também estou. – eu sorri

– Está? – ela parecia confusa

– Sim, eu estou feliz porque eu descobri quem fez esse lindo desenho meu.

– A senhora gostou? – ela sorriu orgulhosa

– Sim, eu amei seu desenho.

– Muito obrigada! – ela me abraçou novamente, e eu ri

– De nada! Você é uma grande artista.

– A senhora acha isso? – eu acenei com a cabeça e ela pegou o desenho e me entregou – Tome, fique com ele. Sei que não é um presente importante para uma rainha como a senhora, mas é do fundo do meu coração.

– Claro que é um presente importante, Anne! – agora foi minha vez de abraçá-la – É um lindo presente, e eu guardarei em um lugar muito especial, prometo. Muito obrigada.

– De nada. – ela ficou me olhando por um tempo em silencio, percebi que ela ainda queria me dizer algo.

– Sei que você tem algo que quer me falar, por favor fale.

– O seu bebê já tem nome? – ela falou baixinho, envergonhada

– Não querida, por que?

– Porque eu acho que Amberly é um nome muito bonito, e também acho que a rainha Amberly ficaria muito feliz lá no céu.

Eu sorri para Anne, eu pensava nisso desde que soube que seria mãe de uma menina.

– Eu concordo com você, Anne. Muito obrigada pela sugestão.

POV Maxon

– Como foi a visita? – perguntei enquanto acariciava os cabelos de América. Estávamos na banheira, e ela estava sentada entre minhas pernas, de costas para mim.

– Foi bom, deu tudo certo. Eu ganhei um presente lá – ela disse enquanto passava a mão na barriga.

– O que você ganhou?

– Ganhei um desenho meu, de uma garotinha muito talentosa chamada Anne... que me fez lembrar da minha Anne. Sinto saudades dela.

– Eu sei querida. – beijei sua cabeça e ficamos em silencio por um tempo.

– Você já pensou em que nome vamos dar para a nossa filha? – ela se virou me olhando.

– Já... pensei algumas vezes, mas não havia cheguei em nenhum nome concreto. – a beijei – Eu gosto de Rose, e você?

América pensou um pouco e me respondeu sorrindo.

– Acho que Amberly Rose é um lindo nome.

Não pude evitar um sorriso, ela tinha razão, era um lindo nome.

Notas finais
Comentem ok? Espero que tenham gostado!! Beijos :D