Notas iniciais
Olá meus queridos, Betica-chan chegando na área u.u!!! Pois bem, gostaria de dizer que adoro muito vocês e amo principalmente o carinho que tenho de todos vocês, é sério, amo de mais. Mas minha co-autora Anninha-chan veio falar pra mim que está um pouco chateada, pois a maioria dos comentários acaba se direcionando diretamente para mim, não é que eu não goste de ter comentários pra mim, mas é que eu acho que podem falar com ela também, ela me ajuda muito na fic e acho que devemos dar créditos a ela também, pois sem ela eu estaria perdida já que não entendo nada de armas e como usá-las.... Falando nisso, se quiserem me add como amiga no face slá kkk pra gente conversar e nos tornarmos amigos,eu ficarei super feliz!! ^^ Quero estar o mais perto possível de todos vocês!!! Vou deixar de enrolação... Boa Leitura!!!

Natsu ainda não conseguia entender como ele fora rejeitado pela loira, ele não conseguia entender, ele tinha a característica principal de um vampiro, a beleza irradiante e capaz de seduzir e atrair as presas facilmente, mas ao contrario deles, ele podia ter uma vida normal. Ele estava frustrado com tal rejeição e ainda por cima, não conseguia parar de pensar nela, de como ficara preocupado, desesperado, de como ficara acordado os três dias inteiros esperando que ela tivesse uma reação boa.

Ele sabia muito bem que ela era uma caçadora, vira suas armas naquele dia, mas isso não importava.

~*~

Natsu andava pelas ruas de Tóquio pensando no que fazer, ele simplesmente não sabia,suspirou e parou em uma vitrine onde havia vários televisores passando o canal de noticiários, a noite estava fria, mostrava que o inverno se aproximava,ele odiava o frio.

Sentiu algo tremer em seu bolso e retirou o celular, vendo no visor um nome que ele não queria sequer pronunciar, afinal, há muito tempo atrás ele obedecia aquela pessoa como um escravo, mas ao contrário de um escravo, ele servia o homem com prazer, não se importando com a vida de ninguém mais, pois assim, achava que conquistaria o coração de seu pai, se ele ao menos tivesse um.

Desligou o celular e o colocou no bolso traseiro da calça Jens, voltou a caminhar tranquilamente até que novamente o celular toca, ele suspirou, fora assim o dia inteiro e ele já estava ficando cansado de ouvir o telefone tocar, o atendeu sem paciência alguma.

_Filho, preciso que venha até minha casa urgente. _falou a voz séria do outro lado do telefone.

_Sabe muito bem que eu...

_Apenas venha, estarei te esperando.

Assim o telefone foi desligado, deixando Natsu incrédulo com a frieza na voz do pai, tomou o caminho contrário do que ele seguia e foi em direção ao seu novo destino.

~*~

Quando chegou na mansão viu as cortinas cumpridas cobrindo todas as grandes janelas, mas mesmo assim, podia se ver que as luzes da casa estavam acesas, abriu os grandes portões de metal e adentrou terreno adentro, passou pelo grande e escuro jardim, minimamente iluminado pelos poucos postes de luz que ali haviam, entrou na casa e fora recepcionado pelo abraço caloroso de uma vampira.

_Natsu!!

_Oi Lisanna. _disse sem jeito.

_Quanto tempo! Veio me...

_Vim ver meu pai. _disse o rosado sem paciência, não gostava de estar ali, os outros sempre o observavam como se fosse um pedaço de carne, talvez, por ele ser o único no recinto que tenha sangue... e um coração batendo.

_Ah..._disse com um ar decepcionado. _venha comigo, vou te levar até ele.

Enquanto andavam pelos corredores, ele se lembrava de que crescera e brincara ali, sozinho. Se lembrava de ter quebrado o vaso preferido de Arthur, um dos braços direitos de seu pai, o vampiro ficara furioso com ele, mas Lisanna o defendera, ela era recém criada naquela época, mas ela tinha um grande poder de persuasão, fora assim que se conhecerão e se tornaram amigos.

Olhou em volta e no final do corredor havia um quadro dele e do pai, que fora pintado ano passado, ele se lembrava das horas que ficaram parados na mesma posição, para o pai aquilo fora fácil já que o mesmo já fizera isso muitas vezes no passado, mas para ele foi uma guerra interna e demorada, se sentiu incomodado só de se lembrar.

Chegaram até a porta de madeira maciça, Lisanna sussurrou um “Boa sorte” e sumiu de seu lado rapidamente como fumaça.Ele bateu na porta duas vezes antes de entrar na sala, se lembrava dali, as coisas pareciam que nunca haviam se movido, as grandesn prateleiras cheias de livros, a mesa em um canto cheia de papeis, o mesmo homem de cabelos ruivos, pele extremamente pálida como mármore, sem expressão e sem vida nos quadros agora na sua frente sentado em uma poltrona lendo um livro, ele levantou o olhar frio e calculista para o filho, os olhos vermelhos sedentos de sangue cintilavam como rubis.

_Olá, filho. _falou o ruivo com o tom sério que o filho já estava acostumado a ouvir.

_Igneel, o que deseja? _Natsu disse seco e ríspido.

_Antes você me chamava de papai. _caçoou o ruivo deixando o rosado nervoso.

_Antes eu era seu carrasco, as coisas mudam.

_Prefiro assim, você me irritava muito antigamente. _disse o homem irritando ainda mais o rosado.

_O que quer de mim, fale logo._disse Natsu com o mínimo de paciência que lhe sobrara.

_Preciso de um favor. _o homem disse como se tivesse levado uma facada em seu orgulho e aquilo ao mesmo tempo que era uma surpresa para Natsu, também era música aos seus ouvidos.

_Por que não pede a um de seus subordinados?

_Você é o único que consegue sair no sol.

_Que favor é esse que apenas eu posso fazê-lo?

_Preciso que vá até uma escola e se finja de estudante. _disse o Dragneel.

Natsu se jogou em cima de uma poltrona de frente a Igneel e suspirou.

_Só isso? O que tem de mais?

_Uma série de assassinatos está ocorrendo nesta escola, vampiro de algum clã com toda certeza, quero que o mate.

_Por que quer matar um de sua espécie?

_Se o Conselho se envolver, vai investigar os outros Clãns, mas se isso acontecer, estragará totalmente os meus planos, preciso que o Conselho ache que nada de anormal está acontecendo, preciso que ele ache que ele ainda tem algum poder em suas mãos, mas se por acaso duvidarem de mim, meus planos vão para o ralo.

_Que planos?

_Os mesmos que eu tinha na noite do conselho, sabe muito bem que não consegui concluí-los, preciso da outra mestiça, mas não a acho e nem ao maldito pai que deve ser o único que sabe onde ela está. Enquanto procuro, tenho que fazer o conselho pensar que esta tudo calmo no mundo humano e no submundo, já alertei a maioria dos Clãs.

Natsu ficou relutante por um segundo, não queria voltar a obedecer ao pai, mas por fim assentiu com a cabeça.

_Pode contar comigo.

Notas finais
Gostaram???? Espero que sim :3 Kissus