A Bússola Da Morte
17 17 - Volto sozinho para o Acampamento Meio-Sangue
Lá na verdade não parecia uma prisão. Claro que havia muros com arames farpados e mortais. Mas milhares de turista andava por ali tirando fotos e observando fatos hitóricos colados nas paredes. Aquela era uma prisão desativada . Annabeth tinha me explicado no caminho. A bússola andou até o local das prisões, indicando para uma cela com uma grande rachadura na parede. Não seria nada fácil achar uma entrada para o Mundo Inerior se não tivessemos a bússola. A parte boa é que foi fácil de mais. A má era que uma mulher dragão , com cabelos de cobras estava lá. Ela era pequena comparada com o dragão que vimos antes, mas era mortal como ele. Carregava duas espadas com laminas verdes nas mãos. Quando falava sua lingua sibilava como a de uma cobra. Ela era rápida e assustadora. Suas asas eram grandes e faziam um grande estrondo quando ela levantava voa pelas celas. Quando ela nós viu , voou até nós apontando sua espada.
_Percy Jackson! — ela gritou. Eu não sei o que Percy fez a ela ,mas isso a deixou muito zangada. — Vingança! Dessa vez você não vai estragar os planos. — Ela se aproximou e pousou a nossa frente.
_Campe — disse Percy. Ele , Annabeth e Grover estavão monstrando suas armas. — Pensei que você estivesse no Tártaro.
_Fui tirada de lá por minha patrona. A futura rainha do mindo. Acredite, eu não sei como o filho de Hades passou por mim e entrou no Mundo Inferior. Mas dessa vez eu não vou falhar.
Ela veio pra cima de Percy. Suas laminas transmitiam um calor que era percebido metros dela. Suas espadas carregavam veneno. Ela parecia desajeitada mas era forte. Annabeth precisou ajudar Percy com ela. Grover também, ele tentava distraí-la tocando sua flauta. Meu arco não seria de grande ajuda. Eles eram muito rápidos lutando. Eu poderia acertar Percy ou Annabeth. Eu pensei em uma lança com a ponta bem afiada. Meu anel correspondeu em um brilho dourado e forte, e derrepente eu estava segurando uma lança em minhas mãos. Investi contra ela. Eu não sei por que mas Riley estava nervosa. Ela parecia estar em duvida demais para lutar. Tentei não olhar para ela muitas vezes. Me preocupava o jeito que ela estava, Alguma coisa aconteceu e ela não queria contar. Campe estava perdida. Ela voou até o pátio , onde os turistas ficavam. Todos sairam correndo de lá. Eu não sabia o que eles viam mais deveria ser bem assustador. Eu não reparei que ela tinha dentes de dragão. Não até ela rancar um com tamanha facilidade e o plantar em uma enorme vaso de planta que estava ali mesmo. De inicio nada aconteceu,até uma mão branca sair da terra. Um corpo transparente. Era como se fosse um esqueleto , porém ele tinha carne e uma pele cinzenta transparente. Usava uma roupa de camuflagem. Parecia um soldado morto e transparente. Campe fez o mesmo invocando mais dois mortos.
_Isso não é bom. — afirmou Percy — isso não é nada bom.
_Por que? — perguntei — são apenas mortos.
_Eles não são apenas mortos . Não tem como feri-los pois eles vão se curar. Eles também não sentem dor.
_Ah, isso é um problema.
Atirei uma das minhas ultimas flechas de som. Agora eu só tinha apenas seis flechas de som e dez de luz. Eu não precisava me preocupar com as de bronze celestial. Minha aljava se carregava com elas.
O soldado zumbi agarrou minha flecha no ar. Eu não sabia que mortos sabiam fazer aquilo. Minha flecha esplodiu em sua mão a despedaçando em mil pedaços. Com o tempo uma nova mão começava a nascer. Eles estavam infestindo contra nós. Agora nós é que estavamos perdidos. Precisavamos fazer alguma coisa. Eles estavam perto demais. Nossas armas não os feriam o suficiente. Eu lembrei de um fato. Eramos amigos do filho do deus dos mortos.
_Ei , soldado zumbi ou sei lá o que você é — os três mortos olharam para mim indignados. Eles estavam vindo agora em minha direção. — por favor parem. — aquilo não ajudou muito. O soldado mais perto me agarrou pelas costas me mantendo no mesmo lugar para que seus irmãos me matassem. Juntei coragem e falei com toda confiança que tinha. — Ao menos que vocês não queiram ter problemas com Hades vocês vão nos deixar em paz agora. Somos amigos de Nico di Angelo, filho de Hades.
O zumbi que estava me agarrando me largou rapidamente , mas estava em duvida se fez o certo. Os outros dois se olhavam pensando em quem era o inimigo. Eles pareciam que já viram Nico mas estavam em dúvidas se era verdade ou não. Por fim eles deram meia volta e foram a caminho de Campe. Ela mandava eles pararem mas eles simplesmente não a escutavam. Estava acabado pra ela. Mas derrepente uma voz feminina soou dentro da minha cabeça.
_Chega! — disse a voz. Todos estavam com as mãos nas orelhas tentando evitar aquela sensação desagradável. — Vocês mandaram muitos de meus servos para o Tártaro. Agora eu declaro que está acabado. — Os homens zumbis afundaram na terra saindo da batalha. Campe sorria com um soriso maligno em seu rosto. Eu não conseguia me mecher. Nenhum de nós. Uma nevoa branca começou a se formar no ar revelando uma linda mulher. Seus cabelos trançados em uma única trança caiam de lado em seu peito. Ela usava um vestido verde longo que tampava seus pés. Em sua cabeça ela usava uma tiara dourada. A espreção de seu rosto era de raiva.
_Seus semideuses inúteis. Como ousam intervirir em meus planos. — disse a mulher — Vocês não fazem ideia de quem eu seja. Acabar com meu marido foi bem difícil para vocês. Mas isso não acontecera comigo.
_Seu marido? — disse Annabeth — Você está se refirindo a Cronos. Você é a titã Reia.
_Não demorou muito pra você me reconhecer filha de Atena. — disse Reia fitando Annabeth com os olhos. — Talvez eu poupe sua vida para o que vai vir a seguir.
Ela me fitou com os olhos.
_E você seu filho de Apolo indesejado. Como ousa dar iniciação a essa estúpida missão.
_O que você está fazendo? — perguntou Annabeth — Pensei que você fosse do bem. Você deu iniciativa a Zeus para matar Cronos.
_E o que eu consegui? — perguntou a titã — Eu não sou reconhecida a anos. Zeus não me poupou quando aprisionou os titãs. Apenas poucos sabem da minha existencia. Eu cancei disso. Vou ajudar Cronos a se reerguer e roubar sua foisse deixandoo vulneravel. Eu serei a rainha desse mundo. Eu reinarei sobre seus preciosos Deuses. Mas vocês , vocês estão me atrasando. Mas agora essa missão acaba aqui. — Ela fez um gesto com a mão. Algemas de bronze celestial apareceram não mão de meus amigos. Correntes saiam das algemas e seguiam até as mãos de Reia. Ela os aprisionou. — Se você , Hector Campanha, filho de Apolo, se diz digno dessa missão ,venha resgatar seus amigos. — Ela vez outro gesto e eles desapareceram.
_O que você fez — perguntei armando uma flecha — Fassa-os aparecer.
_Primeiro você terá que nos achar. — Ela estralou os dedos. O mundo deu uma reviravolta. As imagens a minha frente passavam rapidamente como se eu estivesse em um mundo paralelo. Quando tudo voltou ao normal , Reia não estava mais lá. Na verdade eu nem estava mais em São Francisco. Eu podia sentir o cheiro dos campos de morangos de lá. O pinheiro de Thalia estava a vista com o Velocinio de ouro pendurado nele. Eu realmente não estava mais em São Fransico. Eu estava no Acampamento Meio-Sangue. Eu não podia acreditar que estava de volta. Pra começar minha mochila nem estava mais comigo. A única coisa que estava comigo era Ílios.
Subi a Colina Meio-Sangue rapidamente. Já era filnal da tarde em Nova York. De cima da colina dava para avistar a Casa Grande. Desci a colina indo em direção a Casa Grande. Não parei para falar com ninguem, estava focado na Casa Grande. Quando abri a porta disse de imediato:
_Quíron!Quíron!
Quíron veio trotando de seu estabelecimento. Eles estava surpreso por escutar a minha voz. O Sr. D veio logo em seguida tomando diet coca. Ele não estava nem aí.
_Hector? — perguntou Quíron — O que você esta fazendo aqui. Onde está os outros.
_Eles foram sequestrados. Eu não sei por que mas ela me mandou de volta pra cá. Eu estava em São Fransisco e agora estou aqui. -Eu parei para respirar um pouco.
_Quem os sequestrou?
_Foi — eu hesitei em falar mas era preciso. — foi Reia. A titã Reia.
_Reia? Mas isso é impossível.
_Foi bom conhecer aqueles lá — disse o Sr. D — se precisarem de mim vou estar na minha sala. — ele se foi me deixando sozinho com Quíron.
_Ela quer vingar Cronos. Ela quer ser a rainha do mundo.
_Eu não estou entendendo — disse o centauro com a mão no queixo. — Ela o odiava.
_Ela quer o poder dele — disse — Ela não o quer ajudar. Só quer sua foisse para roubar o poder de Cronos e governar o mundo.
_Temos que mandar uma mensagem para o Olimpo.
_Quíron eu vou voltar pra São Fransisco e salva-los.
_Como vai fazer isso? Esta sem transporte e não nem ideia de onde eles estão. Você vai morrer se for agora. Eu peço para esperar um pouco para eu pensar. Agora vá para seu chalé.
_Mas Quíron...
_Apenas vá — disse ele em um tom autoritario.
Eu tentei protestar mas não adiantaria nada. Apenas acenti e segui para o chalé sete.
O chalé estava vazio. Eu estava exausto e não queria falar com ninguem por frustração. Deitei na minha cama pensando no que ia fazer em seguida. Não queria adimitir mas Quíron estava certo.
Depois de um tempo, ficar ali no chalé estava me deixando sufocado. Fui dar uma volta passando pela arena. A Srt. O' Leary estava lá. Ela me fitou com seus grandes olhos e depois se retirou com um alto latido. Ela não gostava muito de mim. Cheguei até os campos de morangos e desabei ali mesmo. O cheiro dos morangos me acalmavam. Eu estava muito preocupado com o que aconteceu com meus amigos e estava descidido. Aquela noite eu iria a procura deles.
Quando meus irmãos chegaram no chalé não acreditavam ue eu estava de volta. Contei-lhes a minha história e o meu plano para procura-los.
_Você está louco — disse um dos meus irmãos.
Não dei ouvidos. Eu estava descidido. Eles juraram pelo Estige não me dedurar mas uma hora Quíron e os outros iriam perceber.
Esperei todos dormirem para partir. Minhas coisas estavam preparadas. Decide não levar muita coisa. Apenas Ílios e um pouco de comida. As harpias rondavam pelo acampamento a procura de semideuses fujões e lanches (os semideuses eram seus lanches).Foi muito difícil escapar delas. Tive que me esconder muitas vezes para evitar harpias vamintas. Passando em frente a arena, Sr. O'Leary estava deitada. Ela não estava muito feliz desde que eu voltei e seu dono não veio junto. Eu a olhei com pena. Eu sabia como era esperar por alguem assim. Mesmo não nos dando bem fui até ela.
_Calma garota — disse tentando acaricia-la — eu sei como você se sente. Eu vou trazer nossos amigos de volta.
De início ela quis rosnar mas aqueles grandes olhos vermelhos estavam me olhando de um jeito como se dissesse por favor.
_Bem — levantei — é hora de ir. Eu comecei a ir embora quando ela veio correndo e apareceu em minha frente. — O que foi garota? Você quer ir junto?
_Au — respondeu ela empougada.
_Sei que não nos damos muito bem ,mas temos que tentar. Vamos.
Ela começou a ir em direção a uma sombra de árvore. Percy me disse como essas viagens nas sombras funcionavam.
_Para São Francisco — disse
Nós mergulhamos nas sombras e deixamos o Acampamento.
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