A Busca Pelo Irmão - Livro Um

12 Capítulo 12 - Anna e Barbara ficam presas


Notas iniciais
Mais um capitulo para vocês meus leitores, espero que os comentarios voltem, sei lá, sentindo falta deles...
Demorei um pouco, mas e que aconteceram umas coisas nada legais... =/
Mas voltei... ;)
Espero que gostem, boa leitura. (;

12° Capitulo

Anna e Barbara ficam presas

Davi Ismael N.

Os dois fizeram uma boa bagunça na sala, guerreiros voaram, pedras foram jogadas na sala toda, no impacto contra a parede, as minhas correntes se soltaram.

-Vocês, o que estão fazendo aqui seus garotos insolentes? – Disse Harry.

-Tivemos uma premonição. – Falou Bruno.

-Como assim? – Perguntei.

-Sentimos que nossos amigos estavam em perigo, e seriam mortos, e estavam em uma caverna no alto de uma montanha, seguimos para a caverna mais próxima, e por coincidência, a caverna era a certa, então atacamos os guardas da porta e decidimos chegar com uma entrada triunfal. – Falou Fernando sorrindo.

-Semideuses insolentes, vocês vão pagar por o que fazem, eu me certificarei de entregar a cabeça de vocês para nosso senhor Cratros. – Gritou Harry.

Precisava pegar minha espada, mas ela estava no canto da sala, então olhei para Barbara, a espada estava mais próxima dela, ela entendeu que precisava dela, então começou a se mover silenciosamente para pegar a espada, tinha que distrair Harry.

-Anna, use o seu Charme com o Harry. – Sussurrei.

-Certo. — Falou Anna. – Harr-

-Nem ouse fazer isso, usar seu poder contra mim. – Harry apontava sua espada contra Anna.

Neste instante Barbara já estava com a minha espada em punhos, mas chamou a atenção de Harry, ela foi perspicaz e escondeu a espada nas suas costas.

-Vocês me forçam a fazer isso, poderia ser tão fácil, eu mataria vocês facilmente e simplesmente acabaria essa luta insignificante, mas vou ser gentil com vocês, e fazer novamente a proposta, isso e algo que meu senhor não irá gostar muito. – Ele andava pela sala enquanto falava. — Mas falarei com ele, vocês, jovens semideuses, venham para o nosso grupo, fortaleçam o nosso exercito, venha para o lado certo, venha para o lado vencedor.

-Só irei quando estiver morto. – Então soquei seu rosto, Barbara jogou a espada para mim, cortei a barriga de Harry, guerreiros vieram para me atacar, mas Bruno e Fernando impediram, fui tentar soltar as correntes de Anna com a espada, mas elas eram mais resistentes que as minhas, então mais guerreiros entraram na caverna, estávamos cercados, Bruno e Fernando eram rápidos, atacavam, desviavam e fugia, eu lutava contra dois guerreiros, foi uma luta difícil, eles eram habilidosos, tinha que prestar atenção nós dois, desviei de um dos ataques, que fez um guerreiro perfurar o peito do companheiro, ele caiu ao chão, tentei novamente libertar as correntes de Anna, sem sucesso, o guerreiro segurou meu pescoço, tentando me enforcar, Anna mordeu seu braço, ele me soltou e virou para bater em Anna, mas cortei suas costas, e bati com a pomo da espada no seu rosto. Fui até Anna para soltar as suas correntes, quando ouvi um grito, então ao me virar Harry já estava com sua espada na minha barriga, perfurando minha costela, a dor foi insuportável, ao cair no chão à espada quebrou, deixando a ponta em mim.

-Vocês iram perder. – Disse rindo.

Barbara pegou uma pedra e bateu na cabeça de Harry, o fazendo desmaiar.

-Esse cara já estava me irritando. – Disse Barbara.

-Pessoal! Corram! – Gritou Bruno lutando contra um guerreiro. Foi quando vimos, eles tinham implantado explosivos na entrada da floresta, e eles foram acionados.

Começamos a correr, mas Anna estava presa, não soube o que fazer então Barbara me empurrou para fora da caverna, começaram as explosões, as fazendo ficarem presas dentro da caverna.

-NÃO! – Gritei.

-Vamos Davi. – Bruno me segurou, então pulamos e vimos caverna explodir fazendo sair fumaça e pedregulhos, batemos contra o chão da montanha. Bruno ficou pendurado, mas Fernando o segurou e levantou.

-Ufa. – Disse Bruno.

-Droga, elas ainda estão lá, mas que merda. – Gritei.

Voltamos para tentar resgata – lã, mas um guerreiro veio correndo para atacar Bruno, Fernando entrou na frente, e os dois caíram montanha a baixo.

-Fernando! – Gritou Bruno correndo para o penhasco.

-Não Bruno, não faça isso. – O segurei, então outra explosão e desmaie.

As irmãs Sapas

Danilo L.

A sala estava vazia, não tinha nada nem ninguém caminhei um pouco, então comecei a ouvir alguns barulhos estranhos, saquei minha espada, que iluminou todo local, as paredes estavam úmidas, no centro da sala tinha uma pequena poça d’água, então, no meio da sala, tinha algo mais estranho ainda, um sapo gigante de duas cabeças, ao verem o brilho da minha espada se virou para mim.

-Quem é. – Disse uma das cabeças.

-Você? – Disse a outra.

-Espera o que são vocês? – Estava grotescamente abismado com essa figura.

-Me chamo.

-Marian. – O engraçado e que uma cabeça completava a fala da outra, e ainda sim mais estranho.

-Certo, e o que eu devo fazer.

Então ela veio pulando ao meu encontro, rolei para o lado e saltei para trás.

-Oh, espera, não terminamos nossa conversa.

-Nossa missão e derrotar qualquer um.

-Que venha aqui.

-Mas não podemos conversar mais um pouco? — Falei

-Não, você será.

-Nosso almoço semideuses. – Ela tentava me intimidar, mais sua voz se parecia com a do Patrick do Bob Esponja, então não evitava os risos.

Ela lançou um tipo de gosma que fedia muito, quando tocou o chão, vi que era um acido.

-Devo lembrar-me disso. – Falei para mim mesmo.

Ela vinha pulando pela caverna toda, desviei de um dos pulos, e cortei a barriga.

-Ah, sua burra, você pulou para o lado errado. – Disse uma das cabeças para a outra.

-Foi culpa sua, o corte foi no teu lado.

Foi então que tive uma ideia vendo essa discussão.

-Você tem razão, foi ela que errou o salto.

-Quem, eu? – Disse as duas.

-Se você a obedecesse, não teria se ferido. – Avistei a porta atrás das duas.

-Viu sua tonta, eu te avisei que tinha que obedecer a mim. – Gritou uma das cabeças.

-Ele está falando comigo. – Gritou a outra.

Elas começaram a discutir, eu caminhei silenciosamente, quando cheguei ao lado delas, elas voltaram à atenção a mim.

-Onde pensa.

-Que você vai semideus.

Perfurei o lado da cabeça da direita, fez jorrar acido, desvie e corri até a porta, as cabeças gritaram e começaram a pular até mim.

-Vamos te pegar semideus.

-E vamos comer você.

-Mas eu não quero virar comida de ninguém, tchau.

Corri até a porta, e consegui abrir a tempo, elas bateram contra a porta, fazendo um barulho estrondoso.

Mayra veio ao meu encontro e me abraçou.

-Dan, nosso pai falou comigo.

Ficamos ilhados

Davi Ismael N.

Estava desacordado, a única coisa que eu lembrava era da explosão, quando acordei estava no mar, Bruno estava ao meu lado desacordado, não tinha mais o corte que Harry tinha me feito na costela, acho que a água em curou. Usei meu poder para levar nós para a margem de uma ilha.

-Onde estamos. – Falei para mim mesmo, avistei a montanha onde estávamos à montanha dos Renegados. – Droga, estamos muito longe. – Olhei para o Bruno, me perguntei se ele lembrava que Fernando tinha caído de cima da montanha.

Coloquei Bruno nas minhas costas com um pouco de dificuldade, e segui para perto das árvores, coloquei ele deitado ao lado de um coqueiro, e subi em uma árvore para me localizar, vi que estávamos no meio do mar mesmo, para mim seria um bom lugar para estar, mas para Bruno era ruim, ele não era filho de Poseidon como eu, seria uma dura tarefa leva – ló até o Guarujá usando apenas meu poder.

Peguei algumas madeiras, e uns cipós, e constrói um pequeno abrigo mal feito, tentei pegar alguns cocos, mas foi em vão, a única coisa que conseguiu foi quase um galo na cabeça ao tentar acertar.

-Droga. – Disse.

-Davi, onde estamos? – Falou Bruno.

-Finalmente você acordou, fomos pego por uma explosão, ela jogou nós dois no mar, eu trouxe a gente para essa ilha.

-Cadê o Fernando? Ah, lembrei. – Sua expressão entristeceu.

-Sinto muito, mas não sei o que pode ter acontecido, mas eu digo que vamos até ele.

-De que forma?

-Não sei, mas encontrarei alguma.

-Não vamos atrás dele... Infelizmente.

-Como assim?

-Tive uma premonição, Danilo está em apuros.

-Como foi a tua premonição?

Algo começou a se aproximar de nós, bem lentamente, sacamos nossas espadas, mas pedi a Bruno para abaixar a dele, era uma Nereida, uma ninfa do mar, ela trazia na mão uma coroa, e era metade mulher e metade peixe, tinha cabelos longos e bonitos, e no pescoço um colar de perolas.

-Olá jovem semideus. – Ela falava mentalmente comigo, sua voz era doce e me acalmava.

-Quem e você?

-Não tenho um nome certo, mas vim para te ajudar.

-Davi, o que está acontecendo? – Falou Bruno.

-Como assim me ajudar? – Me aproximava cada vez mais dela.

-Você e filho do Deus dos Mares, devemos ajuda – ló sempre que puder.

-Mas de que forma irá me ajudar.

Ela mergulhou no mar.

-Não Davi, não! – Gritou Bruno.

Tarde de mais, já estava lhe seguindo, o mar era lindo, com vários corais e água transparente, os peixes se aproximavam de mim e diziam vários elogios a mim, então a Nereida seguiu até o fundo do mar, recuei um pouco, então ela voltou com um Hipocampo, uma criatura que tinha a parte de cima em forma de cavalo, e a parte de baixo um peixe.

-Ele te levara até onde precisa ir, suba nele.

Fiz como ela mandou, subi com cautela no Hipocampo, que era até que confortável.

-Muito obrigado. – Ela tinha sumido.

Voltei para a margem do rio, mas Bruno não estava lá.

-Fique aqui. – Disse para o Hipocampo.

Corri a procura de Bruno, até ouvir gritos, Bruno estava correndo de alguns monstros marinhos, pedi para que eles não perseguissem mais Bruno.

-Cara, onde você estava? – Bruno estava ofegante.

-Nenhum lugar, agora venha.

-Calma cara, esses monstrinhos correm rápido.

Voltei para o Hipocampo, que estava no mar a nossa espera.

-Ei, esse será nosso modo de locomoção? – Disse Bruno.

-Sim, por quê?

-Não tem algo mais confortável? – Para alguém que acabava de perder o irmão, Bruno estava engraçado até.

-Vamos cara. – Disse rindo. – A propósito, para onde vamos?

-Para a floresta amazônica, mais precisamente pelo rio amazonas.

-E, será uma longa viagem.

Montamos no Hipocampo e seguimos para a Amazônia.

Teste Final

Mislayne W.

Enfim todos tinham passado nos seus respectivos testes, Victor ficou com o teste da sorte, ele simplesmente seguiu pela porta e nada tinha lhe acontecido, ele disse que esperou vinte minutos até Mayra passar pela porta, e me disse que quinze minutos depois eu tinha passado, Mayra tinha pegado o teste de Coragem, então tinha sobrado o teste da Força para Danilo, enfim ele tinha terminado seu teste.

-Como assim? – Disse Danilo para Mayra.

-Eu estava no teste de coragem, tinha uma ponte de nevoa até a porta, mais não tive coragem de passar, então Zeus falou comigo, falou que eu era muito corajosa, e poderia passar facilmente pela aquela ponte, que ele estaria comigo para tudo que acontecesse, então ao passar, ele me deu isso. – Mayra disse tudo àquilo com um enorme sorriso no rosto, e entregou um pergaminho para Danilo.

-Posso abri – ló – Perguntou Danilo a Mayra.

-Claro.

-Aqui diz uma única palavra, “Mortal”, mas o que isso pode significar?

Após Danilo dizer aquilo, ao fundo da sala, uma imagem apareceu, de uma Esfinge, um leão alado com cabeça de mulher, era enorme, parecia uma estatua, até que começou a se mexer.

-Bravo guerreiros, vocês passaram pelos testes, agora o ultimo teste, irá decidir se continuarão, ou morrerão. – Sua voz era de uma mulher adulta, mas parecia uma mensagem gravada.

-Qual e o nosso teste? – Perguntei.

A Esfinge abaixou sua cabeça até mim.

-Vocês responderam a o seguinte enigma, Qual criatura pela manhã tem quatro pés, ao meio – dia dois, e à tarde tem três? Vocês tem o tempo que a areia dessa ampulheta dessa toda, caso não respondam, a morte será sua única escolha.

-Como assim, não tem dica nem nada? – Falou Victor.

A esfinge voltou para sua forma de estatua, e não se mexeu dali em diante.

-Tipo, ela volta a ser estatua e pronto, e esse o ultimo teste, ver quem aguentar não socar a estatua? – Gritou Victor.

-Não, esse teste e um enigma, as esfinges são conhecidas por dar enigmas aos heróis, e caso eles não respondam, eles são estrangulados. – Falou Mayra.

-Eu não quero ser estrangulado. – Falou Victor.

-Ninguém vai ser estrangulado, temos que pensar, temos que pensar que criatura tem quatro pés? – Disse.

-Não faço a mínima ideia. – Falou Danilo. – O que o nosso pai disse quando lhe entregou o pergaminho.

-Falou que iria nos ajudar no teste.

-Me entregue o pergaminho Mayra. – Falei.

-Tudo bem, está aqui.

Tentei raciocinar, por que Zeus tinha escrito mortal ao invés de mortais, tinha que haver algo nisso, mortal tem haver com humano que não tem poderes e nem são semideuses, humanos somos nós, homens e mulheres, mais na todos usam o homem como exemplo, heróis ao invés de heroínas.

-Eu já sei.

Fim do Capitulo

Autor da História: Danilo Silva.

Editora da Ortografia: Mayra Bellini.

Redator: Erlan Carvalho.

Capa: Davi Ismael Amorim.

Baseado na história de Rick Rordan: Percy Jackson e os Olimpianos.

Notas finais
Será que o garotos chegaram até a floresta? e Anna e Barbara, o que o futuro reserva a elas?
Será que Mislayne responderá corretamente a resposta, e eles não serão estrangulados?
Aguardem o proximo episodio (;
Beijos e abraços (;