A Busca Pelo Irmão - Livro Um

5 Capítulo 5 - Victor come três hamburgueres


Notas iniciais
Começa a missão, eles saem em busca do irmão perdido, e mensagem de Sr. Brown revela informações...

A Busca pelo Irmão

Livro

Danilo Silva & Mayra Bellini

5° Capitulo

Victor come três hambúrgueres.

A mensagem do Senhor Brown intrigou a todos, a expressão do Senhor Chester era de pura aflição, dava para ver que ele queria sair agora do acampamento.

-Senhor Chester, o que faremos? – Disse Harry.

-Temos que fazer essa reunião agora, e rápido, vamos, decida Mislayne, quem irá com você? – Disse Chester

-Mas... — Disse Mislayne assustada.

-Mas Chester, a Mislayne terá que escolher três pessoas para ir com ela, por que isso já e uma tradição, ir três semideuses em todas as missões. – Disse Senhor Daymon.

-Isso e verdade, ela terá que escolher somente três para irem com ela. – Disse Sarah.

-Eu preciso ir, tenho que ira trás do meu primo. – Disse

-Eu serei de grande ajuda, já que sou bom em batalha. – Acrescentou Victor.

-Mas meu poder do Charme pode ajudar, eu preciso ir. – Levantou a mão dizendo Anna.

-Se decidiu jovem? – Disse Senhor Chester.

-Sim, irão comigo Mayra e Victor. – Falou decidida Mislayne.

-Mas o quê? – Falei. – Não Mys, preciso ir, preciso ir atrás do meu primo, eu posso ajudar.

-Mas você também irá comigo, você irá me ajudar.

-Isso nunca, dois filho do Senhor Zeus em uma única missão, isso não pode. – Disse Daymon.

-Mas a profecia diz que são oitos semideuses, e falta mais quatro. – Disse Sarah.

-Estamos aqui, todos, eu. – Falou Anna. – Mislayne, Victor, Mayra, Danilo, Fernando, Bruno e Davi, os oitos, mais iremos eu, Bruno e Fernando mais Davi em busca dos três semideuses da outra profecia.

-Mas isso não será permitido garota. – Disse Daymon.

-Mas pensando bem, ela tem razão. – Disse Sarah.

-Tenho? – Falou Anna.

-Sim, Erlan e um jovem muito habilidoso do nosso acampamento, ele ganhava varias partidas da casa a bandeira, e na profecia tem o seguinte trecho, “Das águas a salvação”, ele pode ajudar em algo.

-Certo, então será o seguinte, vocês quatro que iram com a filha de Afrodite irá para o litoral, a uma grande chance de o Erlan estar lá. -Falou Sr. Daymon.

-E vocês que irão com a filha de Athena iram para onde? – Disse Brendon que até não tinha dito nada, pelo fato de estar com medo de levar uma bronca do Sr. Daymon

- Vamos à busca do Sr. Brown. – Falou Mislayne. – Pela paisagem de fundo que vimos na mensagem, ele deve estar em alguma floresta.

- Será que ele está na floresta amazônica? – Não queria que dissessem sim.

- E bem provável, eles iam sentido aos Estados Unidos, Sr. Brown seguiria por aquele caminho por que a uma passagem lá para perto do Acampamento Meio – Sangue. – Disse Harry.

- Então já está tudo decidido, a equipe de Afrodite irá sentido litoral, em busca do filho de Poseidon, e a equipe Athena irá sentido a floresta Amazônica. – Disse Daymon.

- Jovens, arrumem as suas coisas na mochila, vocês partiram daqui 20 minutos. – Sr. Chester ainda estava com expressão aflita e continuo. – Por favor, tragam o Brown e o Thiago são e salvos.

- Eu prometo que os trarei de volta. – Sr. Chester precisava ouvir uma palavra de confiança.

Todos foram para seus chalés arrumarem as mochilas, Mayra me ajudou com o que levar, mas as mãos delas tremiam como as minhas, ir a uma missão, sem a certeza de voltar, poderíamos ser mortos por algum mostro durante a missão.

- Sempre estarei ao seu lado maninho. – Pegando a minha mão forte, Mayra disse sorrindo.

- Fico feliz. – Disse sorrindo.

Fui até a arvore dos pensamentos dar uma ultima olhada, me sentei para admirar a paisagem, mas tive uma visita inesperada.

- Esse lugar e realmente lindo, por que nunca me mostrou ele. – Falou Mislayne com a mochila pronta, a camiseta verde do acampamento, uma tiara no cabelo.

- Esse lugar e meio que meu e da Mayra.

- Então vou embora se quiser.

- Não, fique, gosto da sua companhia. – As bochechas dela coraram, igualmente a minha.

- Você está pronto para essa missão. — Ela ficava realmente linda olhando para o horizonte, e o sol acariciando o rosto dela fazia parecer que ela estava iluminada. – Você está me ouvindo?

- Ahn? Ah, sim! – Disse rindo, mas em seguida meu rosto se fechou. – Estou com medo, medo de não voltar, mas ao mesmo tempo preciso ir, preciso a em busca do meu primo, em busca do Sr. Brown.

- Eu estou com medo de ter tomada a decisão errada. – Seu olhar se voltou para o chão, seu rosto estava triste.

Peguei a sua mão em seguida fiz com que seu rosto se voltasse para mim.

- Estarei sempre ao teu lado, para ajudar e te proteger.

Nossos olhares se encontraram, seu rosto estava vermelho.

-Vamos?! – Gritou Victor. – Opa! Acho que estraguei algo.

-Não, já estávamos voltando. – Disse.

Voltei ao chalé para pegar minhas coisas, mas antes de irmos para a entrada do Acampamento Sr. Chester me chamou.

-Tome cuidado jovem, existem muitos perigos para onde vocês vão ir, preferiria que vocês fossem à busca de Erlan, mas a decisão já foi tomada, boa sorte jovem.

-Muito obrigado Senhor.

Fui ao encontro da minha “equipe”, mas percebi que não tinha arma alguma, Victor estava armado com duas laminas medias, Mislayne tinha uma adaga, e Mayra tinha uma espada, mas eu não tinha arma alguma, mas então algo me fez abrir a bolsa, e pegar a chave que o Senhor Brown tinha me dado.

-O quê e isso? – Disse Victor.

-E o que vamos descobrir. – Peguei a chave e fiz com que fosse abrir uma porta só que no ar, então a chave se transformou em uma espada de bronze, que se encaixou exatamente na minha mão, não era pesada demais nem leve demais, era exatamente como Percy descrevia a Contra Corrente. (espada do Percy Jackson que em grego se chama Anaklusmos, no livro Percy tem uma caneta magica que ao tirar a tampa, se transforma em uma caneta de bronze celestial, que se encaixava perfeitamente em sua mão.) – Wow. – Falei espantado.

-Que legal você ganhou um presente de Zeus. – Percebeu Victor.

-Como assim.

-Olha o raio estampado no guarda chuva da espada.

-Mas por que só você que ganha presente. – Falou Mayra fazendo bico.

-Eu não tenho culpa. – Sorri. E fiz com a espada o mesmo movimento que fiz com a chave, e a espada se transformou em chave novamente.

-Cara, isso foi demais. – Victor estava com um sorriso de orelha a orelha.

-Então e isso, nos vemos na volta. – Disse Mislayne para o grupo Afrodite.

-Até. – Acenou para nós Anna.

-Antes de nos irmos, voltaremos todos para este ponto, a entrada do acampamento, todos nós voltaremos juntos, e prometam sempre estarem unidos! – Falei olhando atentamente a todos.

-Pode deixar. – Falou Davi, Bruno e Fernando acenaram.

Então, cada grupo foi para o seu lado, grupo Afrodite para a direita, e grupo Athena para a esquerda. Nós não tínhamos nenhuma pista de como iriamos para a floresta Amazônica, e nem como íamos achar o Sr. Brown, era quase uma missão suicida.

-Por onde começamos? – Exclamei.

-Temos que ir até a floresta amazônica, isso e um fato, mas como iremos, pegaremos um avião? – Disse Mislayne.

-Isso seria interessante, dois filhos de Zeus, o ar e um lugar bom para nós. – Falou Mayra.

-Mas a onde fica o aeroporto de Campinas? – Acrescentou Victor.

-Aeroporto Internacional de Viracopos. – Falou Mayra.

-E longe? – Exclamei.

-De onde estamos... Sim. – Mayra riu.

-Então vamos andando até pegarmos um ônibus ou algo do tipo, Mayra será nossa guia. – Falou a líder do grupo, Mislayne.

-Mas no caminho vamos passar em uma lanchonete! – Victor passava a mão na barriga, era bom ver que meu amigo estava com o seu senso de humor de volta.

Quando estávamos na van, não vi o quanto aquela estrada para a entrada do acampamento e longa, uma hora andando até chegar à avenida onde passava vários carros, o estranho e que ninguém olhava para a entrada da estrada que dava acesso ao acampamento, e nem as pessoas que passavam perto, quando “entramos” na avenida, um jovem se assustou com a gente, ele não desviou nem nada, simplesmente levou um susto e foi olhando rapidamente para trás com cara de assustado.

-Que estranho, ele não viu a gente? – Disse Mislayne.

-Acho que a estrada está encantada, os mortais não conseguem vê – lá, aposto que se tivéssemos um celular com GPS, a estrada não estaria no radar. – Mayra entendia muito de mitologia.

-Vejamos no meu celular. – Falou Victor.

-Me dê isso. – Mayra pegou o celular de Victor e arremessou na avenida, fazendo com que os carros passassem por cima dele.

-Ei! Você e maluca ou algo assim? – Gritou Victor.

-Seu “Poser” * de Percy Jackson, não se lembra que nos livros Annabeth deixava bem claro que não pode usar os celulares? Ele e um rastreador para os monstros. – Falou Mayra.

-Não sou “poser”, só não li todos os livros ainda. – Victor disse fazendo cara de bravo.

-Enfim, precisamos pegar um ônibus. – Falou Mislayne.

-O ponto e um pouco longe daqui, vamos andar mais alguns minutos até chegar. – Falou Mayra.

-Ah não. – Disse Victor. – Vamos comer algo, estou com fome. – E como um cão farejador, ele avistou uma lanchonete a poucos quilômetros de nós. – Ali, vamos lá comer alguns hambúrgueres.

Saiu saltitando até a lanchonete.

Victor fez o pedido de todos, aguardamos na mesa.

-Você tem um bom olfato. – Disse Mislayne.

-Só se for para comida. – Disse, fazendo todos rirem.

-Claro sem comida não conseguiria lutar. – Falou estufando o peito.

Nesta hora um homem com um capuz entrou na loja, seguido por uma mulher desviando da garçonete trazendo hambúrgueres, batatas fritas e refrigerantes.

-Isso é muito bom! – Victor já atacava as batatinhas, parecia que ele não tinha comido há dias, pensei se ele sobreviveria à missão.

-Vamos comer um pouco rápido, não podemos perder tempo. – Falou Mislayne.

-Certo. – Disse.

Eu não conseguia parar de olhar para o homem de capuz, ele usava um chapéu, e olhava rapidamente para a nossa mesa. Terminamos de comer e deixamos o dinheiro em cima da mesa, saímos em direção do ponto de ônibus.

-Será que o ônibus irá demorar muito? – Victor estava de barriga estufada, isso e resultado de batatas e três hambúrgueres.

-Não sei essa região e um pouco nova para mim, vamos tomar o ônibus que vá até Ponte Preta, depois disso será fácil ir até o aeroporto. – Falou Mayra, nesta hora o homem de capuz e a mulher saíram da loja vinda em nossa direção, já estava com a mão em minha chave.

-Mas não temos dinheiro para o ônibus! – Lembro Mislayne.

-Eu peguei dinheiro com Sr. Daymon, na verdade ele veio pessoalmente para me dar, o que foi realmente estranho. – Falou Victor.

-Mas e quando formos pegar o avião? – Disse.

-Eu conheço um cara. – Mayra falou sorrindo, naquele momento nem tinha percebi, mas o homem de capuz e a mulher estavam atrás da gente.

-O quê alguns jovens estão fazendo sozinho neste lugar deserto? – Homem de capuz ficou bem perto de Mayra, Victor o encarava com fogo nos olhos, a mulher ficava nos rondando.

-Não devemos explicações a vocês, e quem são vocês para fazer perguntas a nós? – Falou Mislayne, Victor já estava abrindo a bolsa, parece que ele também percebeu que eles dois eram suspeitos.

-Chefe ficará orgulhoso irmão, quatro semideuses. – Disse a mulher que soltava fogo pelas narinas.

Naquele momento eu já tinha transformado minha chave em espada, Victor tinha tirado as duas espadas da bolsa, e ficou em posição de ataque, Mayra tinha feito o mesmo. Então os irmãos se transformaram em uma Quimera, um hibrida de leão, com cabra e serpente, a cabeça era de leão, mais também tinha uma cabeça de cabra, e a cauda era de uma serpente peçonhenta.

-Cuidado! A cabeça de leão solta fogo. – Gritou Mislayne para o espanto de todos.

-E a outra de cabra solta acido!- Acrescentou Mayra.

Foi o que aconteceu, uma cabeça jogou acido sobre mim, e a outra fogo em Victor.

-Meu braço está pegando fogo, meu braço! – Tentando apagar o fogo que pegou na sua camiseta, que agora estava chamuscada.

Mayra investiu contra a Quimera da direita, que no caso era a mulher, mas a Quimera tinha o dobro da altura dela, mas mesmo assim Mayra investiu com rapidez, ela desviava de ataques da Quimera, dando a volta, mas quando ela chegou à parte de trás da Quimera, tinha se esquecido da cauda de serpente, tentando desviar, recebeu uma patada da Quimera, fazendo a voar para trás do ponto, para dentro de uma floresta.

-MAYRA! – Gritei.

Mislayne estava desviando das chamas da Quimera, enquanto Victor desviava do acido que a cabeça de cabra, eu estava distraído tentando ajudar meus amigos, que me distrai da outra Quimera, quando ela estava quase me fritando, deu um pulo para o lado, batendo as costas no ponto de ônibus, a Quimera se virou e investiu, destruindo o ponto de ônibus, fui em direção da Mayra, que estava encostada em uma arvore.

-May... Você está bem? – Ela estava com uma ferida no braço.

Nem percebi que a Quimera estava perto de nós, presa entre duas arvores após ter destruído o ponto de ônibus, ela estava literalmente presa, ela não conseguia sair, as duas arvores eram grossas, o que fazia com que a Quimera não conseguisse sair, era minha chance, avancei para cima da Quimera, mas a cabeça de leão lançou fogo em cima de mim, quando me abaixei, a cabeça de cabra já tinha lançado acido para cima de mim, Mayra me empurrou para o lado, e caímos no chão, a Quimera estava quase conseguindo sair , quando Mayra lançou sua espada no torço da Quimera, ela agonizou de dor, mas não era o suficiente, então lancei minha espada em um ponto cego da Quimera, se bem que ela não tinha nenhum, tendo praticamente três cabeças, mas lancei no pescoço da Quimera, atingindo em cheio, e ultrapassando a cabeça dela, a Quimera deu um rugido estrondoso, e se desfez em pó dourado, pensei comigo mesmo, “enfim destruímo-la”, mas me lembrei de que a outra Quimera ainda estava atacando Victor e Mislayne, e tinha outra questão, a floresta estava começando a pegar fogo com as chamas que a cabeça de leão da Quimera tinha lançado, pegamos nossas espadas e voltamos para ajudar nossos amigos.

Mislayne ainda desviava das chamas da Quimera, tentando não queimar seus cabelos, e Victor desviava do acido e tentava ataca – lá, pensei em usar a mesma tática nessa Quimera, de arremessar nossas espadas, parecia ser a única alternativa. Agora era quatro contra um hibrido de dois metros de alturas com músculos enormes e que soltava fogo e acido para todo lado.

-Qual e o plano? – Victor estava tendo uma luta contra a serpente.

-Victor tive uma ideia. – Falou Mayra. – Gente, tente distrair a Quimera o máximo possível.

Avancei para cima da Quimera, me abaixei para desviar do fogo, e consegui fazer um corte no rosto da cabeça de leão, ela rugiu, corri para trás, a fazendo vir atrás de mim.

-Gente, vai logo! – Grite.

Parecia que a Quimera só tinha olhos para mim, ela vinha em minha direção, não olhava para os lados. Mislayne a atacou no lado, na barriga, a Quimera se contorcei para o lado de dor, agora a atenção da Quimera estava voltada para a filha de Athena.

-AAH! – Gritou Mayra, ela estava no ar, descendo na direção da cabeça da Quimera, no meio das duas melhor dizendo, a serpente tentou impedi – lá, mas Victor a cortou.

Mayra fincou sua espada na cabeça da Quimera, mais um rugido, e a Quimera se desfez em pó dourado. Mayra caiu ao chão, estava cansada, o corte não era grave, mas a expressão dela dizia que estava doendo.

-Vamos temos que acampar na floresta. – Falou Victor segurando a Mayra nos braços.

-Não podemos, a floresta está pegando fogo, temos que sair daqui, os bombeiros logo chegaram. – Disse.

-Sinto dizer, mas teremos que pegar aquele carro que está na lanchonete, alguém sabe dirigir? – Mislayne apontava para um Palio prata.

Victor correu em direção ao carro, os seguimos, não era certo roubar aquele carro, mas precisávamos sair da li.

O carro estava trancando, mas aquilo não era algo que impedisse Victor, ele quebrou o vidro, para a nossa sorte não tinha alarme, colocamos Mayra no banco de trás, Mislayne foi ao lado dela, quando Victor ia começar a fazer a ligação direta, algo ruim aconteceu.

-EIII! – Gritou um rapaz. – SAIAM DO MEU CARRO AGORA!

Olá amigos que estão acompanhando a história, obrigado por me incentivar a continuar a escrever, espero que estejam realmente gostando do livro, espero que não seja um a leitura cansativa, entediante ou difícil de intender, espero que esteja sendo divertido, alegre e principalmente, que estejam realmente se aventurando na história, se às vezes eu não esteja atingindo as expectativas, eu peço desculpa, mas mesmo assim peço muito obrigado.

Danilo Silva

Aviso!

Como muita gente aceitou a minha proposta de escrever o ponto de vista de vários personagens, para a história ficar mais dinâmica, no próximo capitulo já começarei a escrever desta maneira, mas peço que escolham entre os seguintes personagens.

Claro, além do Danilo Lerman que e o protagonista, qual outro semideus você quer contando a história?

Mislayne Winchester.

João Victor Bennington.

Davi Ismael Nagasawa.

Anna Golden.

Bruno Beggin.

Fernando Beggin.

Mayra Bellini.

Escolha três semideuses para contar o ponto de vista da história, de preferencia duas garotas e um garoto, e também de preferencia um do time Athena, assim ficaria Danilo e outro (a), e os outros dois do time Afrodite, mas a escolha e sua, me mande os seus escolhidos pelo Facebook... Valeu.

Danilo Silva

Autor da História: Danilo Silva.

Editora da Ortografia: Mayra Bellini.

Baseado na história de Rick Rordan: Percy Jackson e os Olimpianos.

Notas finais
E agora, como ficaram nosso heróis? Eles estão em uma situação critica, tentaram roubar um carro, mas pelo visto não deu muito certo, como eles sairam dessa? Logo vou postar o capitulo 6, aguardem!!
Obrigado pelos os incentivos e opiniões... Obrigado, Danilo