A Busca Pelo Irmão - Livro Um

4 Capítulo 4 - A Profecia foi recitada.


Notas iniciais
-A pequena missão na floresta tem uma falha, Brendon não caí no Charme de Anna, filha de Afrodite, o que será que irá acontecer?

A Busca pelo Irmão

Livro um

Danilo Silva & Mayra Bellini

4° Capitulo

A Profecia foi recitada.

Todos ficaram paralisados, o Charme de Anna não havia funcionado em Brendon.

-Como assim? – Disse Anna tentando manter o Charme.

-Este truque já foi muito usado pelas filhas de Afrodite contra nos, inspetores, você não foi a primeira a usar este truque. – Disse Brendon.

-Devia ter pensando nisso. – Disse Mayra frustrada.

-Brendon, você não pode deixar nos passarmos? – Disse Mislayne.

-Não posso. – Disse ele

-Droga. – Falei

-Mas deixarei vocês irem, se prometerem retornar antes do amanhecer, e também não deixar ninguém descobrir. – Disse Brendon.

-Serio? – Exclamei. – Muito obrigado Brendon!

-Retornaremos antes do amanhecer. – Acrescentou Mayra.

-Certo! Todo mundo feliz, agora vão antes que o Sr. Zangado venha.

-Sr. Zangado? – Disse Mislayne.

-Sr. Daymon. – Disse, todos riram.

-Não se preocupe com ele. – Disse Bruno. – Ele ficará bem alegre está noite.

-Como assim? – Perguntou Brendon.

-Eu e o meu irmão colocamos um pó especial no café dele. – Disse ele gargalhando.

-Certo! Agora vão! –Disse Brendon.

Assim fomos floresta adentro que de noite era bem sinistra, caso digo sinistra, era pelo fato de parecer que sempre estávamos sendo observados, mas não pelas ninfas e sátiros, e sim por monstros.

-Sinistro. – Disse Bruno. – Agora pode me devolver o meu salgadinho? – Apontando para Mislayne.

-Toma. – Disse Mislayne revirando os olhos.

-Oba... Amo doritos! — Disse Bruno enfiando salgadinho goela abaixo.

-Temos que nos dividir a floresta e muito grande, vamos nos dividir para achar o Victor. – Disse Mayra.

-Ficando ao teu lado está ótimo. – Disse Bruno abraçando Mayra.

Rapidamente Mayra disse.

-Eu e o meu irmão iremos para o lado Leste, e vocês três vão para o lado Oeste da floresta.

-Experta você. – Disse Anna piscando para Mayra.

-O que foi? Só quero ficar do lado do meu maninho. – Disse Mayra me abraçando.

-Seiiii. – Disse Mislayne rindo

Então nos separamos, eu e Mayra, Anna, Mislayne e Bruno, mesmo Bruno não querendo ir. Algo que esquecemos foi o fato de não temos pegado alguma arma, mesmo sendo o Acampamento, algo poderia estar naquela floresta, esperei que nada saísse de trás de alguma arvore e nos atacassem como os filhos de Ares.

-Está floresta e muito sinistra, sinto que a qualquer momento um filho de Ares pulará e me atacará. – Disse.

-Acho que você tem algum trauma com os filhos de Ares. – Sorriu Mayra.

-Eeer... Você tem algum plano?

-Não. – Riu Mayra. – Mas o objetivo principal e achar teu amigo então simplesmente iremos ir a procura dele, vasculhando a floresta.

-Entendo.

Quando vemos um clarão a nossa direita que nos chamou a atenção, juntos fomos ver o que era e pra nossa surpresa não era Victor, e sim Amanda.

-Amor, o que está fazendo aqui? – Disse.

-Amor, estou indo para o Mundo Inferior viver com meu pai.

-Mas... Mas por quê?

-Ele me ofereceu abrigo, eu não vivi muito tempo com ele, e também não quero mais viver em um lugar em que todos me olham de cara feia. – Falou Amanda.

-Mas e nós?

-Passei momentos maravilhosos ao vosso lado, mas eu fiz uma escolha, e também nossos pais não aceitariam o nosso namoro.

-Mas... Mas. – Não conseguia falar, estava terminando meu namoro naquele exato momento.

-Adeus... – Ela em da um beijo no rosto, e se vai numa mini caverna que ele mesmo fez, e sumiu em uma escuridão.

-Você está bem? – Disse Mayra.

-Vamos, temos que ir atrás do Victor. – Enxugando algumas lagrimas.

-Certo. – Falou Mayra com uma expressão triste, sabendo que eu estava mal.

Ficamos mais ou menos umas 2 horas andando de um lado pra outra, desviando de galhos, escapando de buracos e outras coisas que deixava aquela floresta perigosa, até que nos deparamos com três sombras.

-Espere. – Me impediu Mayra de avançar.

-Wow... Tem alguém ali.

-Eu sei, o quê faremos? Estamos sem armas.

-Vamos ter que usar os punhos. – Falei serrando os punhos.

-E claro, o quê a floresta nos oferecer. – Disse Mayra pegando algumas pedras e um galho.

Avançamos cada um de um lado, de modo em que secarmos as sombras suspeitas.

-Acabou meu salgadinho. – Disse uma das sombras.

-Agora! – Gritou Mayra.

-Aaaaaah! – Gritou Anna.

-Espera, são vocês? – Disse.

-Wow... Pera ai gata. – Disse Bruno segurando o galho que Mayra quase enfiou nas costas dele.

-Acho que vocês vieram prontos para uma batalha. – Riu Mislayne.

-Enfim, algum sinal do teu amigo? – Disse Mayra.

-Nenhum. Já estou exausta. – Disse Anna.

-Vamos... Temos que continuar a procura. – Falei, e quando me virei para seguir, fui pego por uma armadilha, fiquei pendurado de ponta cabeça por uma corda. – Woooooow! O que e isso?

-Haha! Você foi pego por uma armadilha tão infantil. – Falou Mayra.

-Espera. – Interrompeu Mislayne. – Isso pode ser um sinal, que diz que o Victor está próximo, e está usando essas armadilhas para se proteger.

-Então vamos. – Disse Bruno.

-Mas me tirem daqui primeiro! – Gritei, todos riram.

Mas algumas horas andando, quando nos deparamos com a casa do Oráculo.

-Que casa e essa? – Perguntou Bruno

-Eu acho que o Oráculo vive ai... Quando estava dando uma volta com a Ama-... – Naquela hora o nome dela ficou preso em minha garganta. – Enfim, eu acho que aqui e onde o Oráculo vive.

-Mas será que podemos entrar sem a permissão de ninguém? – Disse Anna.

-Acho melhor não, o Oráculo e só deve ser “visitado” no caso de uma profecia. – Afirmou Mayra

Saímos daquele lugar, e a ideia de estar na profecia ainda me intrigava, será que estaria na profecia? Será que era algo ruim? Ficaria com essa duvida por algum tempo, o nosso foco era a busca pelo Victor, que já estava sendo cansativa, andar por umas 4 horas pela floresta não era algo agradável, e principalmente foi difícil quando os bolinhos acabaram já estávamos quase desistindo, quando Bruno viu algo, uma fogueira acesa.

-Eu acho que ele está lá. – Apontou Mislayne.

-Ele quem? – Perguntou Bruno.

-Victor seu besta. – Disse Anna batendo na cabeça de Bruno.

-Ai... Só fiz uma pergunta. – Falou Bruno coçando a cabeça.

Chegando mais perto, vimos que realmente era Victor, comendo algumas frutas. Corri ao encontro dele, mas antes que chegasse perto, fui pego novamente pela mesma armadilha infantil, e fez com que Victor nos reparasse e viesse ao nosso encontro, mas não para uma conversa, e sim para atacar com a espada do dia da caça a bandeira.

-Wow cara, espera, sou eu.

Quando pensei que ele ia me fatiar em dois, ele cortou as cordas que segurava a armadilha, fazendo eu despencar no chão.

-O quê vocês estão fazendo aqui? – Exclamou Victor.

-Viemos atrás de você... Ai... – Falei coçando a cabeça. – Estávamos preocupados com você.

-Eu sei me cuidar bem. – Falou Victor.

-Mas por que você está se isolando. – disse Mislayne.

-Depois daquele acontecimento na caça a bandeira, vi que poderia machucar meus amigos, naquele momento eu agi mais pelo impulso do que pela razão, então decidi me isolar e esfriar um pouco as minhas ideias. – Disse Victor com a cabeça baixa.

-Mas vamos voltar para o Acampamento, lá e um bom lugar para você ficar, e não essa floresta tenebrosa. – Falei.

-Não sei, estou meio atordoad-...

-Fale com o Sr. Chester, ele saberá o que te falar. – Interrompeu Mayra.

Os olhos de Victor brilharam ao ver Mayra, então finalmente ele soltou um sorriso e voltou para pegar o elmo.

-Vamos. – Sorriu Victor. – Obrigado.

Voltando para o Acampamento, passamos pela a casa do Oráculo, e Mislayne com muita curiosidade entrou, tentei impedi — la, mas não tive sucesso. Entrou eu, Mayra, Victor e Mislayne na frente.

-Que casinha maneira essa. – Disse Mislayne.

-Deveríamos estar aqui? – Falou Victor.

-Eu acho que não. – Disse.

Uma fumaça verde começou o subir novamente, mas envolvendo Mislayne, e do fundo da casa, em um canto escuro, o Oráculo veio ao nosso encontro, era uma garota que na verdade, devia ter uns 15 anos, e dos teus olhos e boca saiam uma luz verde, e com uma voz tenebrosa e grave, uma mistura de voz da garota com uma voz de uma velha, ela recitou uma profecia.

“Oito semideuses, uma missão,

Nem todos unidos, em busca do irmão.

Na selva densa, um perecerá,

Em troca da vida, outro morrerá.

Das aguas, a salvação,

Nem todos voltarão.

A escolha da sabedoria decidirá

Qual rumo à missão seguirá.”

Então a garota caiu e desmaiou nos pés de Mislayne, que ficou paralisada, na verdade todos ficaram a profecia não foi recitada para mim, e sim para Mislayne, mas eu poderia estar relacionado nessa profecia, Oito semideuses iam a uma missão, eu poderia estar entre esses oitos, peguei a garota no colo e corremos todos para a Casa Principal. Novamente quando entramos lá estava Daymon e Chester.

-Novamente direi isso são modos? E que garota e ess- Daymon paralisou na hora.

-Essa e o Oráculo. – Disse Sr. Chester levantando da poltrona

-Onde vocês a acharam? – Disse Sr. Daymon se aproximando

-A achamos naquela cabana velha na floresta. – Falou Mislayne.

-Eu não via esse Oráculo há anos, ela recitou alguma profecia? – Disse Sr. Chester espantado.

-Ela disse o seguinte... “Oito semideuses, uma missão, nem todos unidos, em busca do irmão, na selva densa, um perecerá, em troca da vida, outro morrerá, das águas a salvação, nem todos voltarão, a escolha da sabedoria decidirá, qual rumo à missão seguirá” – Falou Mayra.

-Ela recitou para você jovem filha de Zeus. – Sr. Chester ainda estava olhando friamente para o Oráculo.

-Não... Ela recitou a mim senhor. – Falou Mislayne saindo de trás de todos.

-Esse Oráculo não recitava uma profecia há anos, essa profecia não pode ser simplesmente esquecida e abafada como a anterior. – Exclamou Daymon.

-Como assim abafada como a anterior... – Disse

-Há cinco anos, esse Oráculo recitou uma profecia a três jovens, um filho de Poseidon, Erlan Strider, uma filha de Afrodite, Britney Hardt e um filho de Hefesto, Carlos Hernandez, eles receberam uma profecia do Oráculo, uma profecia um quanto tanto confuso, então eles seguiram em missão, em busca de uma chave, uma chave que traria algo bom para o Acampamento, e também disse algo sobre um filho de Zeus, mas, infelizmente, não temos mais noticias sobre esses três jovens, e consideramos como mortos, e após isso, o Oráculo não recitou nenhuma profecia, e agora vive naquela casa velha. – Contou Sr. Chester a goles de café e com a mesma expressão fria ao contar aquela história, como Percy Jackson nos disse a vida de um semideus não e algo fácil, parece ser legal, mas a sofrimento muitas vezes, e agora entendi o que ele se referia.

-Mas vocês não mandaram alguma busca ou algo do tipo até eles? – Comentou Anna.

-Não sabíamos onde eles estavam, e muito arriscado mandar buscas. – Disse Sr. Daymon.

-Mas e esse Oráculo, ela parece ter apenas 15 anos. – Disse olhando para o Oráculo, ela parecia com uma prima que tinha, isso me fez ter um aperto no coração, me lembrei do Oráculo que tinha no Acampamento Meio Sangue.

-Ela era parecida com a Rachel do Acampamento Meio Sangue, um Oráculo que vivia normalmente, só que após aquela profecia, ela nunca mais foi à mesma, não sei por qual razão. – Disse Chester. – Mas o que vocês estavam fazendo essa hora na floresta?

Então do meio de todos, sai Victor um pouco envergonhado.

-Foi por minha causa Sr. Diretor. – Disse levantando a mão Victor.

-Então que saber que o senhor esquentadinho resolveu voltar. – Falou Daymon. – Você tomará as devidas punições.

-Calma Daymon, eu tenho certeza que ele tem motivos para fazer isso, amanhã cedo teremos uma conversa jovem. – Disse Sr. Chester

-Certo Sr. Diretor, muito obrigado.

-Agora, todos vão para os teus respectivos chalés, agora! – Exclamou Sr. Chester.

-Vamos agora jovens, agora. – Apontou Daymon para a porta.

Todos nós saímos, mesmo com Bruno protestando, por não querer receber ordens do Daymon, nos retiramos, e voltamos comemorando a volta de Victor, mas mesmo assim, a expressão na face de todos era a mesma, de angustia e medo.

Tentei dormir com todas as coisas que tinham me acontecido, tudo me intrigava a profecia, a antiga profecia, ela se referia a um filho de Zeus, e também a uma chave, a chave que o Sr. Brown tinha me entregado, mas por que ele não falou sobre ela? Decidi tentar não pensar mais nas profecias, mas outros assuntos me intrigavam o caso da Amanda ter ido viver com Hades, eu ainda gostava dela, mas também tentava esquece – lá, finalmente peguei no sono.

No sonho, meu pai conversou comigo, mesmo que breve.

-Filho, tome cuidado com o caminho que você tomará. – A Voz dele era como um trovão rasgando o céu, e a intensidade com que ele falava comigo, me arrepiava, e ele emanava um brilho próprio, como se um raio estivesse cortando o céu.

-Me ajude pai, estou com medo, medo de perder meus amigos.

-Filho, você irá nessa missão, e protegerá seus amigos, lembre – se, sempre escute os seus amigos, não tome decisões precipitadas, seus amigos sempre estarão ao teu lado.

-Mas pai... – O sonho começou a se desmanchar. – Pai... PAI!

Acordei novamente no meio da noite, com a Mayra pulando da cama para ver.

-Dan... Dan... O que houve você sonhou com o nosso pai?

-Sim... E eu preciso ir naquela missão.

-Eu também irei não me separarei de você. – Disse Mayra me abraçando.

-Mas... Dois filhos de Zeus indo a uma única missão?

-Não me importo com essas regras.

-Certo... Agora tentarei dormir novamente.

-Certo... Boa noite maninho. – Disse Mayra sorrindo.

-Boa noite maninha. – Voltei a dormir.

Tivemos uma reunião logo cedo no dia seguinte, Sr. Daymon veio chamar todos em cada chalé, e também chamou Brendon, Sarah Edwards, ela era uma das conselheiras do Acampamento, era filha de Athena, tinha uns 19 anos, era muito bonita por sinal, tinha cabelos lisos e longos, enrolados nas pontas, tinha a pele branca, e olhos cinza como de Mislayne, e também havia Harry Johnson, ele veio dos Estados Unidos, do Acampamento Meio-Sangue, ele também era um conselheiro, quase do mesmo nível que o do Daymon, a diferença e que ele tinha 17 anos, um garoto ruivo de pele pálida, que usava um boné azul e jaqueta preta, tinha cara de bravo, era filho de Ares, mas disseram que ele era um cara legal, assim esperava. Estávamos todos reunidos em uma mesa na casa principal.

-Então podemos começar a reunião? – Perguntou Chester.

-Espere Senhor, Bruno e Fernando ainda estão vindo. – Disse Mislayne.

Esperamos mais ou menos 15 minutos até eles chegarem, Bruno estava comendo salgadinhos, enquanto Fernando estava como cabelo bagunçado, ainda de pijamas e comendo pão com presunto.

-Isso e jeito de virem para a reunião? De pijamas? – Disse Harry com um português meio enrolado, como de alguns turistas que vão passar as férias no Guarujá.

-Nós desculp-... Ei! Mas quem e você afinal? – Falou Fernando encarando Harry.

-Me chamo Harry Johnson, vim do Acampamento Meio-Sangue para ser conselheiro desse acampamento, sou filho de Ares. – Disse Harry se levantando e indo em direção a Fernando. – Entendeu filho de Hermes?

-Sim, compreendi. – Disse Fernando rindo.

-Agora vamos começar a reunião, todos se sentem, nosso primeiro assunto a tratar e sobre a profecia, ela diz que oito semideuses irão nessa missão. – Disse Sr. Chester.

-No caso, Mislayne deveria escolher esses oitos para irem com ela nessa missão. – Disse Sarah.

-Mas oitos semideuses indo todos juntos, isso não e muito? – Falou Daymon

-Mas essa tal profecia diz isso, não podemos ir contra. – Disse Harry.

-Cert-... – Neste momento Sr. Chester foi interrompido por uma mensagem de Íris.

Mensagem de Íris e a forma de comunicação entre os deuses, semideuses e humanos, basta você jogar um Dracma (dinheiro dos Deuses) em um arco-íris, e dizer a seguinte frase: “Ó deusa, aceite minha oferenda, me mostre” em seguida diz o nome da pessoa e o local.

Nossa reunião foi interrompida por uma mensagem de Íris, e nela estava Sr. Brown, seriamente ferido e em um tipo de caverna, mas cercado por folhas e plantas.

-Chester! Chester . – Disse Sr. Brown com dificuldade para respirar e ofegante, sua cabeça estava sangrando. – Está em ouvindo e vendo?

-Sim, o que aconteceu contigo amigo? – Falou Sr. Chester todo desesperado.

-Fomos enganados, não fomos chamados pelo acampamento, Thiago foi sequestrado.

-Meu primo, como ele está? – Falei.

-Precisamos de ajuda, estamos em perigo, eu... eu... – A mensagem começou a se dissipar.

-Brown! Brown! – Gritou Sr. Chester.

A mensagem sumiu no ar, e assim restamos novamente só nós na sala.

No final deste capitulo farei algumas perguntas, uma delas e se vocês estão gostando realmente da historia, se realmente querem que eu continue, e outra pergunta e se eu estou com uma ideia para os próximos capítulos. Esse livro está sendo feito em primeira pessoa, com o Danilo como protagonista da história. Mas eu estava pensando em fazer daqui em diante varias visões da história, exemplo. Um capitulo e o Danilo como protagonista contando a história, mas o próximo capitulo seria no caso, a Mislayne como protagonista e a história na visão dela. Os personagens que seriam os tais “protagonistas” seriam Danilo, Mislayne, Anna, e ou Davi, ou Bruno ou Victor. Mas primeiro preciso saber o que vocês preferem continuar do jeito que está, ou mudar desse jeito que eu estou sugerindo, responda se puder. Obrigado, fui.

Danilo Silva

Autor da História: Danilo Silva.

Editora da Ortografia: Mayra Bellini.

Baseado na história de Rick Rordan: Percy Jackson e os Olimpianos.

Notas finais
Espero que tenham gostado do capitulo, e espero que responda a pergunta que eu fiz no final. Ja terminei o capitulo 5, mas colocarei ele aqui na Nyah, quando eu tiver um pouco do capitulo 6 escrito, para não ficar acumulado de coisas... Mas espero que estejam gostando da história. Fui... Danilo.