Notas iniciais
Esperamos que gostem!
COMENTEM!
obs: esse capítulo ocorre cinco meses depois do casamento de Percabeth.

~ cinco meses depois ~

— Lá estava um belo dia no chalé, no meio da floresta, onde alguns deuses se refugiaram para cuidar de uma bela menininha que nasceu de um amor proibido, mas esses deuses mal esperavam que um dia eles fossem ter filhos com o outro deus que ele amava mas mantinha um amor platônico e...

— APOLO, PARA COM ISSO! A ATENA QUER DORMIR! – Poseidon gritou do quarto ao lado.

‘Chato’. Pensei comigo mesmo. ‘Nem se pode contar a própria – e confusa – história, hoje em dia’.

— Não fica triste Apolo. – Ártemis disse acariciando meus cabelos – Ele só está tentando fazer com que a sua deusa fique bem. – ‘ela é tão compreensiva... E linda...E minha!’.

— Tudo bem. – disse já ficando feliz – Então, vamos pra sala? Deve tá passando a TV Hefesto.

— Tudo bem. Só me ajuda aqui. Essa barriga não me ajuda muito. – ela estava linda grávida, já falei isso?

Já estava de cinco meses! E daqui a quatro eu seria pai! Atena também está de cinco meses e pelo o que eu tenho vendo com os meus dotes de medicina, elas teria os bebês no mesmo dia, ou muito próximos! O que não seria nada bom pra minha pessoa.

A peguei no colo. Ela não descia as escadas muito bem, nem muito rápidas, nem de forma normal... Enfim, ela não descia a escada. Chegamos à sala e Afrodite e Ares – como sempre – estavam se engalfinhando de forma “carinhosa” no sofá. Pigarreei uma vez, e foi o suficiente.

— Ah, vocês estão ai. – disse Ares se arrumando.

— É, estamos aqui. – Ártemis disse.

— O.K. Vou pra cima amor. – Ares falou dando um beijo em Afrodite e subindo as escadas, batendo as botas no chão de madeira com tanta força, que subia até poeirinha.

Depois de colocar Ártemis no sofá, me sentei ao seu lado. Logo depois Poseidon chega com Atena no colo.

— Oi pessoal! – ele diz animado.

— Oi – comprimento.

— Não consegui dormir. – Atena me olhou furiosa – Alguém ficou recitando nossa história.

— Eu não pude fazer nada! – me defendi – Estava inspirado!

— Não me venha com essa...

— CHEGA! – Ártemis gritou – Podem parar, por favor? Vamos discutir algo que presta.

— Como? – perguntou Poseidon colocando Atena no sofá ao nosso lado e se sentando.

— Como...Como o nome dos bebês! – Ártemis disse pulando de alegria.

— Eu já pensei nos nomes. – eu disse categoricamente.

— COMO ASSIM VOCÊ PENSA NISSO SEM MIM? – Ártemis gritou. Pra variar.

— Você não pode escolher isso sem ela. – Atena disse com a mão no coração.

— Mas eu também pensei... – murmurou Poseidon.

— COMO ASSIM VOCÊ PENSA NISSO SEM MIM? – Atena gritou.

— Eu só pensei que seria legal. – eu disse achando rapidamente que olhar pros meus dedos era interessante.

— E que nome você escolheu? – perguntaram Atena e Ártemis juntas.

— Bem, como eu vi que seria um menino eu pensei em... – eu hesitei.

— Em que criatura? Fala logo. – Afrodite se manifestou pela primeira vez.

— Em Arlindo ou... – Ártemis, Afrodite e Atena não me deixaram terminar.

— COMO ASSIM ARLINDO? — elas disseram juntas.

— É que bem...É a junção de Ártemis – eu a olhei apaixonadamente – e meu nome.

— Mas você não chama lindo. Fico lerdo como o Poseidon? – e quando Afrodite viu o olhar indignado de Poseidon acrescentou: — Sem ofenças.

— É que meu nome é lindo. Entende? Ele é bonito. – eu disse sorrindo.

— Não. – Ártemis disse colocando as mãos no rosto.

— Meu nome não é lindo? – eu disse. O sorriso se desfazendo do meu rosto.

— Não... Quer dizer, é, mas esse nome não.

— Eu também acho. – disseram Afrodite e Atena juntas.

— Ok. Eu também pensei em Porelis.

— O QUÊ?! – Ártemis gritou já se levantando com dificuldade.

— Santo deus da mandioquinha! – Afrodite disse com a mão na testa – Você simplesmente NÃO PODE por o nome do seu filho disso ai!

— Mas...

— Mas nada Apolo! – Atena disse se virando pra Poseidon – Você escolheu nomes melhores... Né amor?

— Bem... Acho que sim.

— Desembucha. – Afrodite disse super “delicada”.

— Bem...Bem, eu pensei, como o Apolo viu que seriam gêmeas e meninas eu pensei em, — ele hesitou – em... – ele olhou para Atena – em... PetenaePoseina.

— Repete. Você falou muito rápido. – eu disse sorrindo e me fartando da situação. Poseidon me mandou um olhar cortante e eu parei.

— Petena e Poseina. – ele disse olhando pros pés.

— NANA NINA NUNCA NÃO. EU ME RECUSO! – Atena gritou tão alto que os vidros sacudiram.

— Caraca Poseidon. Você se superou dessa vez. – Afrodite disse limpando as unhas e com um estalar de dedos fazendo o esmalte escarlate ficar novinho em folha. – Adoro essa cor. – ela murmurou.

— Mas eu e Atena é que vamos escolher os nomes! – Ártemis falou decidida.

— SIM! – Atena disse batendo palmas – Os das minhas... – ela viu o olhar de Poseidon e antes que ele pudesse abrir a boca ela acrescentou – NOSSAS filhas vão ser: Aurora e Alicia.

— Que fofos! – disse Afrodite apertando as próprias bochechas.

— Apoie. – eu disse e Ártemis concordou e até Popo se animou.

— E eu vi que é um menino! – eu disse olhando pra Ártemis.

— Então... – ela pensou – vai ser... – ela mordeu os lábios QUE LINDA! – O.K. Vai ser... eu não sei. – disse finalmente – Me ajuda... – eu ia abrir a boca e ela acrescentou rapidamente – Afrodite!

— Hum, — ela pensou – acho que August!

— Gostei! – Ártemis disse.

— É bonitinho mas eu prefiro Arlindo... – Ártemis me lançou o olhar mortal que eu ODIAVA – Tá ótimo!

— Ok. Nomes escolhidos! – Afrodite disse batendo palmas. Então caminhou até a barriga de Ártemis e disse com a voz esganiçada: — Você gostou do nome que a titia escolheu? Gostou?

— Afrodite, logicamente ele não e escuta. – disse Atena e todos riram.

— Atena é Atena. – eu disse.

— Poseidon, eu estou com sono. Você me ajuda? E fica lá comigo? – ela disse fazendo charme.

— Claro. – ele disse já se levantando.

— Ela já está grávida Poseidon. Não tem como dar mais um agora. – Afrodite disse lhe lançando um olhar safado.

— É. – Poseidon disse triste.

— Eu também quero ir pro quarto Apolo. – Ártemis disse.

Eu a peguei no colo, subimos as escadas e fomos para o quarto. Dormir. Ela não faz nada além disso. Agora.

Notas finais
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