Notas iniciais
Desculpem a demora! Estávamos com preguiça de escrever! Mas voltamos por vocês! ^-^

Estávamos em um dia ensolarado, com poucas nuvens no céu (consegui convencer Apolo a mexer uns pauzinhos para que isso acontecesse).

Chamei Annabeth para ir a praia comigo, o que ela não achou tão estranho porque faço esse pedido a dias, e anos, e enfim, a muito tempo. Eu não sei se daria tudo certo, mas esperava que sim.

Eu estava deitado na areia, olhando pro mar, quando sinto mãos quentes tapando meus olhos, e uma voz doce que eu reconheceria a quilômetros de distancia falou ao pé do meu ouvido:

— Adivinha quem é. – depois de falar isso deu uma mordida de leve na minha orelha o que fez eu me arrepiar.

— Não sei... – disse me fazendo de desentendido – Acho... – enquanto dizia isso eu a peguei e troquei de posição agora ficando por cima dela – Que a menina que eu mais amo na vida. – sorri de modo travesso.

— Não sabia que tinha essa honra, Cabeça de Alga. – disse ela bagunçando o meu cabelo de modo carinhoso, o que me fez fechar os olhos de tanto que aquilo era bom. Ela pareceu perceber que gostei, pois não parou até que eu abri os olhos e a vi sorrindo. Não aquentei e lhe dei um longo beijo, que a deixou sem ar. Como eu adorava a ver daquele jeito. Só minha.

— Bem, — ela disse sorrindo – Acho que agora você me deve explicações Sr. Jackson.

— Como assim? – disse erguendo uma sobrancelha.

— Por que me trouxe aqui?

— Bem... – eu não sabia como começar. A caixinha com as alianças esquentava no bolso da minha bermuda, como se me desafiasse a mostrá-la para Annabeth.

Eu não sabia como falar, em terra. Talvez o mar me ajudasse.

A segurei firme pela cintura. Ela pareceu assustada mas, não me importei no momento. Corri com ela em meus braços para o mar. Ela estava tão assustada que quase me enforcava.

Caímos no mar e fiz com que a bolha nos levasse mais para o fundo, onde a paisagem seria corais, recifes, e peixes de formas e tamanhos diferentes.

— Percy, o que... – não a deixei terminar.

— Annabeth, a anos eu venho criando coragem, coragem pra te tornar só minha. E depois que a Sofie nasceu, eu encontrei essa coragem. Eu precisei que tudo isso acontecesse para que eu soubesse que é você que eu quero. Você e mais ninguém.

“Eu antes disso, pensavam em esperar, em nos tornarmos mais maduros, em termos em mente que era realmente isso que queríamos. Mas eu não aguento mais, eu não aguento não te ter. Eu não aguento mais não acordar e te ter do meu lado de manhã. Eu não suporto mais a ideia de ter que te levar pra casa toda noite. Eu quero que você fique. Quero que você fique comigo. Quero que acorde do meu lado. Quero não ter que te levar pra casa de noite.”

“Annabeth, eu quero que você aceite, passar todas as noites comigo pelo resto da sua vida. Quero que aceite o meu convite de se tornar uma Jackson. Quero que aceite o meu convite... para ser só minha.” – mostrei a pequena aliança para ela. Annabeth não sabia o que dizer, quando eu ia desistir, ela finalmente disse algo:

— V-você está me pedindo em casamento? – ela disse com lágrimas nos olhos. Eu nem tive tempo de assentir, ou fazer qualquer outra coisa, pois ela pulou (literalmente) em cima de mim e começou a me beijar – Eu quero, eu quero, eu quero! – abri um grande sorriso. Mas quando ia dizer que a amava, a pequena aliança voou (literalmente) para fora da bolha. “Droga, nada de bom acontece comigo”, pensei.

Annabeth, pôs a mão na boca horrorizada.

— Percy! A aliança! Ela, — ela apontou para a aliança que acabou de ser abocanhada por um peixe – Ela, foi devorada por um peixe! – ela disse agora sorrindo.

Fiz bico, o que fez ela rir. E depois me beijar. Me beijar muito. Me beijar várias vezes, disse:

— Eu te amo Cabeça de Alga! Te amo! Te amo! Te amo! – e a cada ‘te amo’ eu muito sortudo, ganhava um beijo da minha amada.Que agora seria definitivamente MINHA!

Notas finais
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