Notas iniciais
Dedico esse texto totalmente à uma fangirl maluca e tarada que conheço XD

Era um dia comum, e eu estava apenas apreciando o por-do-sol sol. Então, minha amiga besta eio por trás de mim e me molhou.

–Não ouse perturbar minha paz. E você brilha tanto quanto uma alga.

–Okay. Vou me retirar e fazer uma coisa menos chata que olhar o por-do-s...

–OLÁ!

–AAAAAAAAAAAAHHHHH! LEO, VOCÊ QUER ME MATAR DO CORAÇÃO? — Gritei, assustada, embora ele nunca fosse parar meu coração. Na verdade, ele apenas sobrecarregava o coitado, pois sempre que ele estava perto o meu coração acelerava. Nesse caso, talvez ser amiga da melhor amiga do Leo não era a melhor coisa a se fazer.

–Bom, tentando dizer algo sem ser cortada, eu ia perguntar se você...

–Ei, eu vim perguntar se vocês queriam...

–LEO VALDEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEZ!

–TCHAU MILENA TENHO QUE FUGIR DELA, ATÉ...

–VOLTA AQUIIIIIIIIIIIIIII!!!

Agora que eu estava sozinha novamente, tinha paz. Agora, eu podia ver o por-do-sol e pensar.

–ARANHAAAAAAAAA!

–ONDE?- Gritei, desesperada. Subi numa árvore e, sem pensar muito, preparei uma flecha.

Então, apareceram dois garotos idênticos, rindo.

–Você queria ter visto a sua cara. Como dizem, "Aranha desespera e não arranha"

–Em primeiro lugar, meu querido Connor, ninguém nunca disse isso na história dos seres falantes. E em segundo, quantas horas você levou para fazer essa rima de merda?

–Haha, ela te pegou, Connor. Ele realmente ficou a noite...

–Para um por-do-sol tranquilo, já tive muita agitação. Fora daqui.

Atirei uma flecha de raspão entre os dois, e eles correram.

O Leo apareceu novamente, e eu sorri.

–Gostaria de assistir o por-do-sol comigo?

–Bom, antes, eu ia propor que você viesse comigo e com a Isa nadar. Mas duvido que eu saia ileso de perto dela, portanto...

–Sente-se.

–Milena, eu queria te dizer uma coisa.

–O que?

–Promete que não levarei uma flechada no pé?

Comecei a rir, e ele também. Já estava quase anoitecendo, e me lembrei do dia.

Era uma tarde do verão, e estávamos na caça à bandeira. Nossa vitória era quase garantida, já que tínhamos os chalés de Atena, Poseidon e Ares no nosso time. Eu estava de guarda. Então, vi um ser moreno, com orelhas de elfo e uma mega mão mecânica tentando pegar a nossa bandeira. Calculei em estimativa onde ele estava, e atirei onde, eu achava, seria a ponta de seu sapato. Ele erraria a bandeira por tempo suficiente para eu quebrar o braço mecânico, mas ouvi um uivo de dor. Pisei no braço mecânico com toda minha força, mas apenas machuquei meu pé. Usei uma flecha para cortar a maior parte de fios externos que acheim e encontrei um Leo rastejante tentando fugir, com pé sangrando. Assim que curei seu pé, Percy já tinha pego a bandeira, e Leo fez trocadilhos sobre flechadas durante toda a semana.

–Prometo.

–Eu... Eu a-a-a...

–Você vai espirrar ou coisa parecida?

–Não, estou bem, ia dizer que estou com fome.

Uma pedra bateu na cabeça dele, e ele gritou.

–Desnecessário!

Uma cesta de piquenique e um livro aterrissaram ali perto. Ele se levantou.

–Milena, queria dar isso para você. Mas prometa que só abrirá depois da fogueira, quando estiver no chalé de Apolo.

–Juro. Juro pelo Estige.

–Certo. — Ele sorriu- Quer bolo de chocolate com cobertura de chocolate?

–Eu amo chocolate.

–Eu amo muitas coisas que tem aqui.- Ele sorriu- Vamos comer o bolo todo!

–Com esses pensamentos, você vai engordar.

–Mas se eu engordar, não serei mais magricela. E magricela é o novo gostoso pra dedéu.

–Não, você está longe de deixar de ser magricela. — Eu disse.- E de deixar de ser gostoso- Murmurei. Ele aparentou não ouvir.

Comemos o bolo todo, e ainda tinham croissants de chocolate.

–Caramba, comi tante que nem aguento mais nada.

–Tem certeza?- Disse ele, me mostrando uma barra de chocolate.

–Bem, talvez um pouco.

Nos deitamos, e, cientes que estava anoitecendo e logo teríamos que ir para a fogueira, comemos verozmente. Em certo momento, a barra acabou, e depois de um tempo me dei conta que estávamos de mãos dadas.

–Temos que ir. Como bons campistas, temos que chegar no horário.

–Ou virar golfinhos.

Ele riu, e reparei que ele estava levemente avermelhado.

–Sim, ou isso.

Quando cheguei no meu chalé, apenas pensava no livro. Não tinha visto o rempo passar na fogueira, embora ele tivesse se arrastado. Droga, pensei, não consigo mais nem pensar em coisas com sentido.

Comecei a ler. Era de poesias românticas, bem antigo, com palavras antiquadas.No final, tinha uma dedicatória, em letras corridas e tortas:

"Eu queria lhe escrever isso e muito mais; Mas sou das forjas, não do seu chalé.

Deuses, que sorte eu não ser do seu chalé. Incesto é feio, muito feio."

Sorri, e tentei assimilar. O que? Será que eu tinha lido direito?

Fiquei absorta em pensamentos, pois me acordaram e já era cedo. Andei o dia todo com o livro. Quando eu ia recomeçar a ler a dedicatória, veio um ser com uma maleta.

–Quer participar do show?

–Que show?

Ele abriu a maleta com uma senha, e saiu correndo. Parou, e observamos juntos a maleta se expandir num palco que reconheci como o do Faustão, o programa chato que minha mãe assistia aos domingos.

–Mas...

–Olá. Milena, não é? Me chamo Alan, e estou criando um show de talentos para arrecadar fundos.

–Como assim? E de onde veio isso?

–Isso- Ele sorriu- É um palco. E com um determinado número de dracmas, se recebe de tudo da Hermex. E o show é para que eu arrecade fundos para podermos montar outros chalés.

–Certo, mas não sei fazer nada.

–Claro que sabe.

Ele me deu um violão, me empurrou para o palco e abriu o livro na dedicatória.

–Cante isso.

"Eu queria lhe escrever isso e muito mais; Mas sou das forjas, não do seu chalé.

Deuses, que sorte eu não ser do seu chalé. Incesto é feio, muito feio.

Sei que você merece alguém que possa te fazer sorrir, e sei Plque você não gosta de mim.

Mas queria que você soubesse que eu gosto de você (E por favor ignore a mancha de plástico derretido. Bem, eu pego fogo fácilmente.)"

No final, havia uma assinatura:

"Da pessoa que você flechou no pé, mais conhecido como Bad Boy Supremo", mas não li em voz alta.

–Ótimo. Você está contra... Ei, onde você vai?

–Vou fazer o que eu já devia ter feito antes.

E então, corri com todo o empenho que tenho em direção ao chalé de Hefesto. E mesmo com o Alan gritando por mim, não olhei para trás.

Notas finais
Eu tentei postar 3 vezes e em todas deu merda ;-;
Deem sinais de vida ao lerem, de qualquer forma possível u-u
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!