A Bet

15 Caribe, baby!


Notas iniciais
Primeiro de tudo me perdoem pela demora, tive uma semana inteira de provas e sabem nee tem que estudar... O cap não ficou muito bom, mais foi o que eu consegui tirar da minha cabeça rsrsrs Espero que gostem.. Boa leitura..

Sentada na poltrona de olhos fechados Isabella se recorda da cara de decepção dos Cullens ao saber que o tão esperado Bebê Cullen não está a caminho.

Claro que antes de Edward lhes contar que a moça não esta grávida, ouvir por vários minutos os planos empolgados de todos.

No fundo, bem no fundinho uma pequena parte dela queria que fosse real. Queria mesmo estar grávida, queria fazer parte dessa grande e unida família, não pelo dinheiro, mas pelo amor que os cerca. Queria até estar noiva de Edward, na verdade era o que mais queria.

Sabe que é tolice se apaixonar por alguém em circunstancias tão... Complicadas. Mais o coração tem vontade própria, ele escolhe e você simplesmente se pega de mãos atadas.

Se pudesse escolher, estaria odiando aquele grego malditamente sexy com todo seu ser. Mais é ao contrário, tem consciência de que a cada minuto ao lado dele, mais se apaixona, mesmo fazendo de tudo para não demonstrar.

O pior é que também está se apegando a família, uma família que não pertence a ela, uma família que provavelmente a odiaria se soubessem a verdade.

Um pai tão correto e bom, uma mãe tão fina e carinhosa como Esme teriam repulsa da britânica, talvez até pena ao saber o que Charlie fizera.

Solta o ar com força abrindo os olhos, todos devidamente acomodados em suas poltronas, prontos para o grande pouso.

Edward sentando ao seu lado permanece em silêncio, fitando a TV ligada como sempre em canais de pronuncia grega.

Abre a persiana da janelinha vendo o céu claro e azul, algumas nuvens brancas embaçam sua vista mais já pode ver o mar profundamente azul a baixo.

Tão azuis quanto às orbes de certo loiro.

– Axiótimo . Kyríes kai kýrioi , sas zi̱táme na afivelem zó̱nes asfaleías . Apó af̱tí̱ ti̱ stigmí̱ i̱ chrí̱si̱ opoiasdí̱pote i̱lektronikí̱s syskev̱í̱s apagorév̱etai.. (Sras. e Srs., solicitamos que afivelem cintos de segurança. À partir deste momento é proibida a utilização de qualquer equipamento eletrônico.)- a voz da aeromoça a desperta de seus pensamentos.

–Bella aperte seus cintos, já vamos pousar.- ele a avisa a vos aveludada.

Sem dar respostar a morena aperta a trava do cinto, e volta a relaxar na poltrona.

–Já vamos pousar no hotel?- pergunta encarando as unhas ainda feitas pra festa da empresa.

–Vamos, aeroporto pode ter algum fotógrafo... Eles enchem o saco.- reponde retirando o casaco blazer.

–Hum..- solta pensativa, leva o dedo aos lábios mordendo de leve a unha.

Um leve solavanco no avião indica que o pouco fora concluído.

– Paraménoun sti̱ thési̱ tou méchri óla ta si̱mádia tou lygismoú zó̱nes diagráfontai. (Permaneçam sentados até que os sinais de afivelar cintos sejam apagados.) a mulher volta a falar. — Sas ef̱chómaste mia kalí̱ i̱méra , kai kalés diakopés. (Desejamos a vocês um bom dia, e boas festas.)- o sinal do cinto fica verde, e a trava se solta sozinha.

–Finalmente..- a voz de Alice preenche o espaço. Sol, calor... Amor vocês!- exclama exagerada.

–Alice Théo está dormindo.- a mãe a repreende.

–Tudo bem Tia, é bom mantê-lo acordado de dia, como disse.- Irina murmura a ela pegando o pequeno bebe, que se encolhe nos braços da mãe.

–Olha se não é coisa mais linda desse mundo.- Tanya se aproxima, babando no menino. Deixe-me segurá-lo, maninha.- com cuidado Irina passa o filho para o colo da irmã.

–Ele é a minha cara Tanya.- Laurent brinca, pegando a cadeirinha azul marinho da poltrona.

–Não ofenda meu sobrinho, compadre.- Kate que passa pelo corredor brinca com ele que lhe dá a língua.

–Vamos amor.- Edward a estende a mão a qual ela segura de imediato. O casal passa pelo corredor largo, indo até a sala de estar dobram a esquerda em seguida encontrando a porta de desembarque já aberta.

O grego desce e logo a ajuda descer os degraus.

O sol é forte brilha intensamente no céu azul. Alice rodopia animadamente a frente dos dois. Alguns membros da equipe de voo a fitam sem deixar de rir.

–Alice, vão pensar que você nunca viu sol na vida, está pagando mico.- Edward a informa, a mão firme na cintura da morena.

–Estou curtindo, Ed... Sinta a vitamina D entrando em seus poros, sinta!- sem se conter a Swan gargalha da baixinha, que continua curtindo o sol.

–Mamá, acho que Alice pirou de vez.- Edward diz a mãe quando a mesma sai do avião.
–Kóri̱, está se portando como uma doente mental.- Esme diz a ela, que para encarando a mãe seriamente.

–Mamá... Eu sou muito normal, só estou...-

–Curtindo.- Edward completa rindo.

–Isso, estou curtindo o sol...- abre os braços, elevando a cabeça pro alto.

– Agapi̱tós (querido) estou começando a achar que Alice precisa de tratamentos psíquicos.- Carlisle ri alto, indo até a filha.

–Não fale isso da minha prinkípissa (princesa).- abraça a moça pelos ombros. Tem que se divertir mesmo.-

Alice sorri retribuindo ao abraço do pai, fica nas pontas dos pé até alcançar sua bochecha com um beijo.

–Depois a culpa é da mãe...- Esme diz colocando os óculos escuros. Parada a morena observa o belo vestido verde claro da sogra, frente única com um decote discreto e ao mesmo tempo bem sensual. De tecido ele segue até os pés, emoldurados por um belo par de sandálias brancas.

Seis carros param na grande área de pouso.

Todos pretos da lataria impecavelmente brilhante. As inicias G. P. D enfeitavam as portas traseiras em tom azul claro e branco.

–Venha melachriní̱ mou(minha morena), o carro chegou.- o avisa, e a passos rápido os dois caminham até o conversível.

–E as malas?- pergunta a ele se sentando no banco de couro negro.
–Os comissários de bordo pegam, pode ficar tranquila.- responde sorrindo, enquanto coloca o cinto.

–Hum, e como não irão misturar as malas?- volta a questioná-lo enquanto o automóvel percorre a pista lisa.

–Bella, a equipe que Carlisle contratou é muito eficiente. Pode confiar agápi̱ mou (meu amor).- as palavras em grego repercutem na mente de Isabella, que após refletir consegue compreendê-las.

–Não sou seu amor.- diz, bicuda cruzando os braços. A rizada do Cullen é alta.

–Como sabe que te chamei de meu amor?- dá de ombros se fazendo de difícil, escondendo o orgulho próprio por saber a tradução.

–Já me acostumei com essas palavras, e Jéssica me disse.- responde empinando o nariz.

O grego ri com vontade e concorda com a cabeça.

–Se quiser posso te ensinar algumas palavras... Ou frases.- diz a ela que se tenta a aceitar.
Porém o orgulho grita em seu ouvido, a acusando mentalmente.

–Não, obrigada.- responde seca. Logo voltarei a Londres e não pretendo regressar a Grécia então seria tempo perdido.-

As mãos grandes se embrenham nos cabelos loiros.

–Você quem sabe.- murmura, o maxilar cerrado enquanto o olhar se desvia para o caminho de pedras do hotel.

Por dentro um aperto segura o coração da moça, morde o lábio com as pontas dos dentes.

Já não se sente bem ao desafiar ou ser grossa com Edward, mais é orgulhosa de mais pra ser educada ou carinhosa com ele. Não que ele não mereça, mais é algo dela, pessoal.

Com um longo suspiro vira o rosto para a paisagem, o carro luxuoso subindo por um longo caminho de pedras cinza.

Ainda distante consegue observar o gigantesco hotel, ou pelo menos metade dele.

A coloração quente em tom mostarda preenche os três prédios, o centram em formato de W com janelas claras o adornando por completo.

Os coqueiros mais altos deixam a mostra algumas de folhas pinadas, um verde incrível as embelezando ainda mais.

Quanto mais o carro se aproxima, mais a imensidão dos prédios se aumenta. Quando o automóvel faz a ultima curva, os olhos da moça se deleitam com a mais perfeita visão.

O mar caribenho.

A coloração clara praticamente lhe arranca o fôlego, evita ate de piscar observando as ondas bravas se chocarem em alguns banhistas.

–É incrível não é?- a voz do Cullen arrepia os cabelos de sua nuca, estremecendo todo seu corpo. Solta um pigarro, puxando o ar com firmeza.

–Sim, é muito...- vira seu rosto para ele, encarando o belo formato com as lindas feições. Muito lindo.- sussurra a ele que sorri.

–Sim aqui é um lugar muito bonito mesmo.- sem dizer nada ela apenas concorda com a cabeça.

O veículo adentra portaria, e logo é estacionado. Um homem todo uniformizado de kep e luvas abre a porta para o casal.

Edward é o primeiro a sair estendo a mão a Bella auxiliando-a a descer também.

Assim que se põe de pé a morena olha em volta o grande salão.

O auto negro sai com facilidade passando as rodas no Travertino Romano, os tons das paredes se distinguem perfeitamente uma das outras sem deixar de combinar.

–Hola! Buen día, son muy bienvenidos a la Gran Palace Denali! (Olá! Bom dia, sejam muito bem vindos ao hotel Gran Palace Denali!)- um homem se apresenta ao lado do casal os cumprimentando com simpatia.

–Buen día. (Bom dia).- o loiro responde segurando na mão da Swan que tenta imaginar quantos mais idiomas o Cullen fala.

O atendente lhes estica uma bandeja de prata brilhante com lenços divinamente enrolados.

Curiosa Bella encara Edward que sorri e lhe entrega um.

–São lenços gelados, ajudam no calor.- explica a ela que dá uma leve chacoalhada abrindo o paninho branco.

A temperatura fria se choca contra sua mão, lhe causando uma boa sensação.

–Gracias! (obrigado).- educadamente o grego agradece ao homem, os demais carros param no salão.

O restante da família desce dos veículos.

Com as sobrancelhas arqueadas Isabella encara Alice e Emmet, ambos com os lábios mais vermelhos que o normal, os cabelos longos e negros da baixinha desalinhados assim como a blusa de botões branca.

Solta uma risadinha e se pergunta mentalmente em como nunca notaram o que acontece entre os irmãos.

–Do que está rindo, mikró (pequena)?- a voz de Edward a faz desviar a atenção do casal que tenta manter a descrição.

–Você não...- se vira para o noivo. Há nada não.- as palavras de Alice voltam a sua mente e se lembra que jurara segredo. Sorri a ele, distraindo-o.

Um sorriso largo estampa os belos lábios do Cullen, os dentes de um branco perfeito.

–Você fica tão linda sorrindo.- as mãos grandes de Edward seguram com delicadeza seu rosto. A morena aperta o lábio inferior entre os dentes se controlando para não responder Você também.

–Deveria sorrir mais, melachriní̱ mou (minha morena).- diz antes de se abaixar e deixar um carto selinho sob a boca da Swan.

Seus lábios carnudos pinicam eletrizados pelo contato.

–Theós (Deus), que calor é esse.- Tanya se coloca a frente dos dois abanando a mão frente ao rosto.

–Sim está muito calor mesmo.- primo a responde com um sorriso torto nos lábios. Não acha Bella?- a morena o encara e sorri cinicamente.

–Claro.-

–Bella espero que tenha trago vários biquínis pois irá aproveitar e muito as águas caribenhas.- ao perceber o entusiasmo na voz da Denali Isabella solta um suspiro, baixando a guarda.

–Trouxe sim.- murmura baixo.

Então ainda animada a loira começa a narrar com fatos e adjetivos como Cancun é lindo.

Na verdade seu toque é até engraçado e pelo o que apresenta parece ser realmente uma boa mulher.

Ha pedido de Eliezer ninguém da grande família passa pela recepção, fatos de que alguns jornalistas estão hospedados ali lhes fazem subir direto ao tríplex, gigantesco do prédio.

–Seu cabelo está desarrumado.- sussurra no ouvido da cunhada, enquanto o grande elevador sobe os 37 andares.
Aflita a baixinha passa as pequenas mãos pelas madeixas escuras, pondo em ordem o desalinho.

–Assim está bom?- a Swan concorda com um aceno de cabeça a ela e sorri.

–Devem ser mais cuidadosos.- fala percebendo que nenhum dos pressentes reparam nas duas. Sério vocês dois dão na cara...- completa soltando uma risadinha.

As bochechas de Alice ficam ainda mais vermelhar, um corante natural.

Solta um pigarro e arruma a postura.

–Obrigada.- agradece formalmente a morena que não prende o riso.
As portas de metal cromados se abrem e liberam a vista para o esplendoroso espaço.

A primeira coisa que lhe chama atenção é a grande parede vinho, onde um espelho veneziano se concentra no centro. É realmente magnífico.

A escada ao lado é majestosamente grande, os corrimões bem planejados com um tom marrom caramelo, enquanto nos degraus um carpete de madeira claro os cobre.

Um pouco a frente do lado direito uma mesa de madeira quadrada permanece de modo estratégico abaixo do lustre de forma semelhante.

Um vazo de porcelana branco se enfeita com orquídeas rochas.

A mesa de tom caramelo é como uma divisão para as duas salas. Ambas planas e com meio de circulação fácil.

O estilo vintage presente em cada detalhe. Nos sofás quadrados de estofado aveludado, nas almofadas que fazem par com os tapetes e cortinas, em cada vaso ou objeto de decoração fica visível o bom gosto e requinte do cômodo.

–Bom vamos nos acomodar em nossos quartos, pra podermos descansar direito.- Eliezer se pronuncia enquanto abraça a esposa pelo ombro.

–Descansar uma hora dessas? São quase seis horas pateroúli̱s (papai).- Tanya responde. Estou sem um pingo de sono.- reclama a ele que fica em silêncio.

–Também não estou com sono, na verdade nem cansada.- Alice se junta a prima cruzando os braços. Só sinto calor e uma vontade enorme de dar uns mergulhos.- o sorriso aparece em seus lábios, e animação em seus olhos.

–Bom, podemos nos arrumar e sairmos pra jantar no quiosque do hotel.- Carmem fala com a voz neutra.

–Pra mim está ótimo assim.- a irmã concorda já subindo os primeiros degraus da escada.

–Há mais tem que ser um a beira da piscina, ou do mar... Quero me refrescar.- a caçula dos Cullen diz como sempre manhosa.

–Bom com esses mexicanos deliciosos circulando por ai, também quero me refrescar..- Kate murmura pondo os óculos de sol sob a cabeça. -Subió un calooor! (subiu um calor).- com a mão magra se abana.

–Kóri̱ (filha)!- a mãe ralha lhe advertindo com o olhar.

–Ah vamos subir gente, eu preciso descansar um pouco.- a irmã Denali mais velha exclama, o timbre realmente cansado. Lauret, trás as coisas do Théo pra mim.- pede e com o filho nos braços desaparece pela grande escada.

–Também vamos subir.- a vos rouca de Edward preenche o cômodo. Bella precisa descansar também, não é agápi̱ (amor)?- ela respira fundo e assente controlada.

–Hum, já vão produzir meu sobrinho?- as bochechas da Swan queimam e coram com a brincadeira do cunhado.

–Emmet Hector Cullen.- Esme esbraveja, o tom regular porém bravo. Respeite a intimidade de seu irmão e sua cunhada.- ele se encolhe com a advertência da mãe.

–Tudo bem mamá. Desculpem-me.- pede ao casal que concorda com a cabeça.

–Claro, claro.- o irmão responde. Vamos prinkípissa.- a mão grande se entrelaça a pequena e se ajusta com perfeição, deixando os outros para trás os dois sobem os degraus lentamente. Sabe que eu gostei daquilo que a anta do Emmet disse.- ele murmura baixo a ela.

–O que?-

–Sobre produzirmos um sobrinho a ele.- fala com um sorriso safado nos lábios.

A morena morde o lábio inferior com a ponta dos dentes e respira o mais fundo que pode.

–Cala a boca Edward.- o grego ri alto, enquanto ela se controla para não se juntar a ele, pois no íntimo sabe que a vontade de tornar real as palavras do cunhado é enorme.

[...]

–Alice, já disse que não.- bate o pé mais uma vez se recusando a sair do banheiro.

–Poxa Bella, aposto que está super bem... Vai me deixe te ver.- pede empurrando a porta do banheiro. Com o corpo apoiado na madeira escura a Swan impossibilita a baixinha de entrar.

–Já falei que não Alice. Não vou usar isso em público.- gesticula com a mão para o próprio corpo como se a cunhada pudesse ver.

As duas discutem a mais de uma hora por causa de um biquíni. Na opinião de Bella, ele é indecente e chamativo, mais para Alice já é moderno e destaca as curvas da morena.

–Deixe-me apenas ver como ficou ok? Ai depois você põe o vestido.- pede com a voz manhosa.

A britânica poderá por alguns segundos, antes de bufar e abrir a porta. É inevitável para ela não se sentir envergonhada.

Claro, nunca estivera tão exposta assim na frente de alguém.

–Bella ficou incrível.- os olhos negros ao analisar a Swan. Sério ficou muito bom.-

–Legal agora eu vou tirar.- dá as costas a baixinha que bate o pé emburrada.

–Bellaaaa... Fica com ele vai, por favorzinho?-

–Não.- responde negando com a cabeça. Agora me dá o vestido ali, aponta para o tecido de estampa alegre e colorida. Resmungando a cunhada lhe entrega a peça.

Em minutos o biquíni é trocado pelo vestido, com corte simples e bem fresco, pega os cabelos chocolates e os amarra em um rabo de cavalo mal feito, do jeito que ela gosta.

Sai do banheiro calçando as sandálias pretas.

–Ué não vai por biquíni?- indaga ao ver a baixinha ajeitando alças do vestido rosa.

–Não né, só ia por se você posse.- faz um bico nos lábios parecendo uma criança.

–Amanha eu ponho ok?- fala ao ver a cunhada realmente chateada.

–Rum, irei cobrar.- cruza os braços se fazendo de difícil. A jovem ri antes de puxá-la para fora da suíte.

–Vamos antes que seu irmão me esgane.-

–Edward te esganar? Nunquinha, mais fácil ele me esganar.- as duas riem juntas.

–Menos.- pede a Swan. O hotel de seu tio é realmente fascinante.- diz para Alice que concorda olhando o corredor cheio de portas.

–Sim... Mamá quem decorou, cada vaso ela que escolheu.-

–Sério? Esme quem decorou?- a grega assente sorrindo orgulhosa.

–Mamá é decoradora de casa, designer de interiores sabe?-

–Sei sim... Não sabia disso.- coça a nuca meio sem graça. Com um pai dono de uma construtora naval e aérea, uma mãe designer, um tio com esse hotel humilde... Vocês não precisam nem trabalhar se não quiserem.- a Cullen ri enquanto as duas entram no elevador de ferro.

–É, mais às vezes quando se tem dinheiro é muito mais difícil se provar que é bom naquilo que escolhemos pra nós mesmos.- o dedo delicado aperta o botão no elevador.

–Como assim?-

–No caso de Tanya, ela é medica como o Tio Eliezer, ela trabalha na clínica dele... Então as pessoas se perguntam, ela trabalha porque é uma boa profissional, ou porque é uma Denali?- de todas as palavras ditas por Alice apenas quatro parecem fazer sentido para Isabella.

_Tanya, ela é médica_

–Tanya é médica?- questiona a cunhada surpresa.

–É.- concorda com naturalidade. Edward não lhe disse?-

–Não...- sussurra pensativa. Abre a boca para continuar lhe indagando porém as portas metálicas liberam a vista para a área externa do hotel.

Observa o grande quiosque de madeira, de um lado o mar do outro a piscina flutuante. A lua brilhando no céu azul rodeada de estrelas lindas.

Os coqueiros altos e grandes se chacoalham levemente com a brisa suave presente.
As duas atravessam a passarela até o imenso restaurante.

–Hey até que enfim desceram.- Emmet se aproximas saldando alegremente. Um dos braços circula o ombro de Alice, o outro carrega na mão uma dose de bebida colorida.

–Onde estão, mamá, pateroúli̱s e o resto?- a baixinha questiona ao grandão que a encara de modo carinhoso, carinhoso até de mais.

–Estão sentados em uma mesa.- responde com o timbre macio e meio apaixonado? Deixa um beijo na testa dela, que aperta os pequenos braços na cintura larga do grego.
Sem jeito a morena solta um pigarro e respira fundo.

–Ué cadê o...-

–O Edward está com os outros cunhadinha... Aliás, quando ele ver esse seu vestido, mostrando as pernas...- solta uma gargalhada piscando a Isabella que cora intensamente. Relaxa Bella, afinal é o Caribe baby!-

Notas finais
Pra quem viu, deixei mais uma peça do quebra cabeça aii... Já esta dando pra vcs começarem a entender... Pros que prestam atenção nos detalhes... rsrsrs Alice e Emmet são... Complicados, eu particularmente vi um filme em que os atores trabalharam juntos e amei... Achei muito fofo o Kellan e a Ashley... :D Bom meus amores, estamos no Caribee... O fim de ano deles promete rsrsrs Vou tentar postar o mais rapido que conseguir nem que eu vire uma noite escrevendo u.u #TUDOPELASMINHASLEITORAS rsrs Então ée isso, nos vemos... Beijinhos ee atée mais ;)