A bengala de House

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O elevador estava demorando.


– Se alguém se ferir mais uma vez por sua culpa, eu nem sei o que vou fazer House. – Lisa saiu do elevador, batendo o salto alto. Já havia se complicado demais com a última que o médico havia aprontado, agora seria o cúmulo ele a prejudicar por causa da maldita bengala. – Eu juro que se algo...

Ela parou de falar quando mais outros três médicos os abordaram. A cara deles não era das melhores.
Cameron segurava um pedaço curto da bengala, enquanto a outra parte, quebrada em dois estava nas mãos de Foreman.

– Oh! Acham minha bengala querida. Mas ela não estava assim da última vez que a vi. Vão ter que me dá outra. Não podem sair por ai quebrando as coisas do chefe. – Ironizou, virando os olhos pra Cuddy. – Não vai brigar com eles?

– House! Quero saber por que uma bengala quase furou minha cabeça agora pouco! – Foreman jogou os pedaços pra cima do médico.

– Jura que quase te furou? Quase? Puxa, foi quase. Mas se foi quase, então porque ela quebrou?

– Porque acidentalmente alguem passou o carro por cima dela. – Cameron virou-se para Chase.

– A culpa não foi minha, Foreman jogou na direção do meu carro.

– Chega! – Lisa Cuddy interviu na discussão que se iniciava. – Não quero saber quem quebrou o que, primeiro que a bengala nunca deveria estar pendurada na janela, e o que vocês faziam ali embaixo? A bengala caiu perto dos arbustos. – ela pôs as mãos na cintura, esperando a resposta.

Todos se entreolharam, até cada um ouvir o seu nome ser chamado pelo auto-falante do hospital. Cada qual seguiu seu caminho. Para trás ficou Wilson e House.

– Estava pensando. Que tal a gente sair agora e ir jogar um pouco?


– Apesar da sua área estar interditada, não quer dizer que não haja outros pacientes no hospital.

– Vamos lá, deixa de ser certinho. Podemos fazer uma aposta.

– Qual?

– Quem ganhar, compra uma bengala nova para mim.

– Eu já te dei uma, lembra?


– Mas aquela já saiu de moda.

– Não! Se quiser usa uma vassoura, ou um rodo. – Saiu com as mãos no bolso, deixando House sozinho.

– Pois é, agora somos eu e você novamente. – ele olhou para os pedaços da bengala. – Acho que já teve o castigo que merecia, agora vamos voltar pra sala, os copos estão a nossa espera.

Seguiu para o elevador, parando no carrinho de limpeza. Tirou um esfregão de lá e se apoiou, voltando para a sua sala.



Notas finais
Aeeee a terceira e ultima parte do bolo *-*

Feliz aniversario, amo muito vc.

Beijos =*

Kori Hime
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!