Notas iniciais
oi gente! dessa vez não demorei tanto, viram? vou postar aqui rapidinho, então não vou enrolar muito. só queria agradecer pelos comentários e acompanhamentos! me falaram cada teoria doida da relação do Neal e o Bae... mas sinto dizer que ninguém acertou. no próximo cap eu listo todas as teorias q me falaram... mas quero propor um jogo. vcs tentam acertar, e quem conseguir (ou chegar mais perto) pode me perguntar tudo o que quiser sobre a fic, o q vcs acham? Mandy e LeehMz, vcs não podem participar pq vcs já sabem, não estraguem a brincadeira dos outros. comentem. e leitores fantasmas, eu não mordo, tá?? boa leitura!

Durante o jantar, descobri que a senhora era a tão citada Granny, governanta e avó de Ruby. Ela foi muito simpática e me deixou à vontade na hora. Conversamos um pouco sobre banalidades, e eu escutei Ruby contar a história de uns garotos que foram pegos tentando roubar uma senhora na cidade.

Flashback on

–Então tem uma cidade aqui perto?

–Tem. –Ruby respondeu- Fica a uns trinta minutos daqui. É uma cidade pequena, com um porto. Eu vou passear lá todos os dias, e aproveito pra comprar algumas coisas. Pode vir comigo amanhã, se quiser.

–Eu vou junto -diz Killian- Preciso conversar com tia Katherine. -ao ver meu olhar de dúvida, ele completa- Katherine Jones Parkinson. É minha tia. Viúva desde sempre, e anormalmente insistente. Não sobrevive uma semana se eu não for visita-la. E ela quer te conhecer.

–Claro. Vai ser um prazer.

Ele sorri.

–Ótimo. Então, viagem à cidade amanhã.

Flashback off

Coloco minha camisola de dormir, arrumo minhas roupas no armário e deixo Once Upon A Time na mesa. Vou até a estante de livros do quarto e escolho um aleatório. Me sento na cama e me preparo para ler quando batidas na porta me surpreendem.

–Emma? Sou eu.

Escuto a voz de Killian e me apresso em abrir a porta, ainda com o livro na mão.

–Eu preciso falar com você.

Me coloco no canto da porta para deixar que ele passe.

–É sobre amanhã. Supostamente estamos casados, e minha tia também acha isso… Então eu queria pedir… para agirmos como tal.

Inevitavelmente arregalo um pouco os olhos, e ele, ao ver minha expressão, tenta explicar, melhor.

–Não estou dizendo me beijar, ou algo assim, não se preocupe. Digo agir como casados no sentido de andar de braços dados, ou não nos tratarmos somente pelo nome.

–Sem problemas. –eu sorrio.

–Certo. Então, durma bem. Até amanhã.

Ele se vira para sair, mas para na porta, e olha para mim.

–Obrigada Emma. Por entrar nessa loucura comigo. Sem nenhum motivo.

–Estou ganhando um amigo, lembra? –eu brinco, me referindo à carta.

Ele ri, se aproxima e deposita um leve beijo na minha bochecha, o que me faz estremecer. Mas de um jeito bom.

–Boa noite, amiga.

Eu rio.

–Boa noite, amigo.

Depois que ele se vai, leio um pouco do livro e caio no sono.

*************

Acordo com os raios de sol que entram pela cortina aberta, e com risadas vindo de baixo da minha janela. Me levanto para ver e encontro o pequeno Bae lutando animadamente contra Killian, usando umas espadas de madeira. Os observo um momento, e depois me troco e desço para comer. Encontro Granny e Ruby tomando o café da manhã, e me junto a elas. Conversamos um pouco, e depois vou para fora cumprimentar Bae e Killian. Eles ainda estão “lutando” quando alcanço o jardim, e a princípio não me veem. Mas uma hora Killian se vira para atacar e me vê, se desconcentrando e fazendo com que Bae o derrube no chão e roube sua espada. Eu rio com a cena, e Killian sorri para mim, dando em seguida um sorriso maligno para Bae, que sai correndo. Eu ajudo Killian a se levantar, e nós ficamos um tempo assim, só nos olhando e sorrindo. Qualquer um que olhasse poderia dizer que éramos dois adolescentes apaixonados (não que fossemos, é claro).

–E então? Dormiu bem? –ele pergunta, quebrando o silêncio.

–Sim. Adorei o quarto, por certo. Obrigada. –ele apenas sorri.

–Cidade hoje, certo? –completo.

Ele assente, e me puxa para algum lugar pela mão. Quando paramos estamos na frente de um estábulo.

–Venha, temos que escolher o seu cavalo.

–Cavalo? –ele percebe o nervosismo em minha voz, porque se vira para mim com um olhar de dúvida.

–Sim, cavalo. É a melhor maneira de chegar até a cidade. Demora menos. Não tem problema, né? Você tem algum problema com cavalos?

–Você se refere a frescura? Não, não tenho. É só que… -eu senti que corava, envergonhada.

–Que… -ele me incentivou a completar a frase.

–Eu nunca andei a cavalo. Não sei cavalgar. –a última parte saiu quase como um sussurro.

Ele fez uma cara de surpresa, mas em seguida abriu um sorriso.

–Bem, então acho que tia Katherine vai ter que esperar um pouco. Por que hoje você vai aprender a cavalgar.

Descobrimos que eu não era tão ruim com cavalos. E eu não podia negar que Killian era um bom professor. Além disso, Ruby se juntou a nós, e eles me ensinaram a manejar um pouco a espada e o arco e flecha. Em arco e flecha eu era péssima. Quase acertei o jardineiro três vezes. Em espada eu podia melhorar bastante, mas pelo menos conseguia segurá-la sem ferir ninguém.

A tarde foi divertida, e se passou incrivelmente rápido. Ficou combinado que no dia seguinte iríamos visitar a cidade e a tia Katherine. Jantamos, e eu fui para o meu quarto com a intenção de dormir. Com a intenção. Por que assim que deitei percebi que o sono não viria tão rápido. Perdi a conta de quantas vezes rolei na cama, tentando dormir. Quando me dei por vencida, decidi levantar e dar uma volta pelo castelo, algo que eu ainda não tinha feito. Abri a porta do quarto silenciosamente e deslizei pelos corredores até encontrar uma escada que levava para o segundo andar. Subi e passeei um pouco por ali, até passar por uma porta fechada de onde vinha uma luz amarela e o som de duas pessoas discutindo a gritos. Eu sei que era errado, mas colei o ouvido na porta tentando entender alguma coisa. Uma das vozes era de Killian, e a outra eu não sabia dizer de quem era (apesar de soar conhecida). De repente eles baixaram a voz, e eu pude entender Killian dizendo “Theodore, é a última vez que eu lhe digo isto. Vá embora e não ouse pisar novamente por aqui, e muito menos chegar perto dela. Não quero nem saber o que ELE te disse para que você aceitasse esse trabalho sujo, mas saiba que é perda de tempo. Vá embora”. O som de alguém pulando a janela. E a maçaneta começou a virar. Saí correndo e entrei na primeira porta que achei, não podiam me ver. A sala que eu havia achado era uma biblioteca. Me escondi atrás de uma das estantes, e esperei que Killian se afastasse. Mas para meu desespero, ele entrou na biblioteca. Por um momento achei que estivesse me seguindo, mas virou para o outro lado da sala, pegando uma caixa de um armário. Ele colocou-a na mesa ao lado da estante onde eu tinha me escondido, tirou uma chave do bolso e a abriu. Dentro dela ele tirou um objeto que brilhava com a luz da lua que entrava pelas janelas. Demorei para perceber sua forma, mas quando ele o virou, pude ver bem. Um Gancho. Minha surpresa foi tanta que consegui derrubar alguns livros, que fizeram um enorme estrondo ao se chocarem contra o chão. Ele se virou em minha direção, alarmado, escondendo o gancho atrás das costas.

–Quem está aí?

Não vi mais remédio que aparecer. Ao me ver, seu rosto se contorceu numa mistura de surpresa e desesperação.

–Emma?

Notas finais
e aí, pq vcs acham que ele se desesperou qdo viu a emma? e o gancho guardado? e quem será theodore? isso, queridos leitores, no próximo capítulo! e comenteeeemmmm