Notas iniciais
Yooo pessoas XD Aqui é a Lininha XD!! Conforme prometi pra Sarinha... aqui vai o cap da nossa fic xD!! Espero q ela goste... XD Non foi fácil sair do mega drama de Doce Fruto e passar para essa daqui XD Peço desculpas pela demora, principalmente pra Sarinha... Mas eu gostei mto de escrever esse cap e espero q seja surpreendente XD São quase 5h da manhã e eu tô aqui, firme e forte... huahauhauahauhua XD!! Mas promessa é dívida e a minha está paga XD!! Bom, boa leitura ^^ E non esqueçam de comentar XD =** ^^v

POV Seiya

Onde eu estava? Aquele lugar não me era estranho. Ah! Não dava para saber com minha cabeça rodando daquele jeito. Sentei no chão e fechei os olhos pra ver se ajudava. Que saco aquele truque barato do Saga. Outra dimensão o caralho! Ele gostava era de bancar o fodão controlador, isso sim.

Acho que estava ficando melhor. Abri meus olhos e logo reconheci onde estava. Droga! Estava na casa de Leão. Se meu mestre estivesse ali, ele ia me matar. Pelo visto, todo mundo já estava sabendo do nosso plano. Eu tinha que dar um jeito de sair dali o quanto antes. Levantei e comecei a andar bem devagar. Se eu fizesse barulho, provavelmente eu chamaria a atenção de Aioria se ele estivesse ali. Eu olhava de um lado para o outro. Estava muito silêncio. Talvez ele estivesse treinando na arena. Acho que ele estava ajudando a treinar alguns aspirantes a cavaleiro esses dias, então provavelmente estava ocupado.

Eu já estava quase chegando ao final da casa. Aquilo estava mais fácil do que eu pensava. Eu conseguiria me adiantar e poderia esperar os outros na casa de Virgem. Eu que não ia entrar lá sozinho. Aquela Barbie pseudocega me dava arrepios. De qualquer forma, eu teria pelo menos um tempo de folga até aqueles panacas conseguirem me alcançar. Eu já conseguia ver a saída da casa de Leão. Já estava até mais relaxado. Coloquei meus braços atrás da cabeça e comecei a andar despreocupadamente. Até estava assoviando uma música qualquer, apenas pra descontrair.

Ótimo! Mais alguns passos e eu estaria fora da casa. Olhei para trás mais uma vez, só pra ter certeza que estava tudo ok. Nada, não tinha ninguém.

— Beleza! – comemorei.

Voltei ao meu caminho e, de repente, bati em alguma coisa. Acabei caindo no chão.

— Merda! Mas o que...

— Vai a algum lugar, Seiya?

Eu ouvi aquela voz e todos os cabelos do meu corpo se arrepiaram. Olhei para cima e lá estava Aioria, de braços cruzado, sorrindo debochadamente para mim. Aquele sorriso não era nem um pouco amigável.

— M-me-mestre... o q-que es-está f-fazen-do a-aqui?

— Adivinha...

Eu nem tive tempo de responder, ele me pegou pela orelha e me levantou. Aquilo doía como o inferno.

— Ai, ai, ai, ai mestre! O que foi que eu fiz?

— Ah! Você não sabe? Então vamos conversar um pouquinho para ver se refresca a sua memória.

Ele começou a me puxar pela orelha para dentro da casa. Eu sabia que minha orelha já estava vermelha pela força que ele estava usando. Eu tinha que dar um jeito de escapar antes que ele arrancasse aquela parte do meu corpo. Mas como? Não dava pra pensar com aquela dor latejando na parte lateral da minha cabeça. Fiz a primeira coisa que pude pensar, coloquei o pé na frente do meu mestre e ele caiu. Ele caiu! Nem acreditei! O problema é que ele me levou ao chão junto com ele, mas soltou minha orelha.

Assim que nos recuperamos da queda, olhamos um para o outro.

— Seeeeeiiyaaaa!!!

— Fudeu...

Levantei correndo. Aioria vinha atrás de mim com uma cara nada agradável. Cara, se ele me pegasse, eu tava muito ferrado. Eu tinha que dar um jeito de escapar dele. Mas se eu continuasse apenas correndo, com certeza ele ia me pegar, afinal ele era bem mais rápido que eu. Eu tinha que pensar rápido! Tá, eu não era a pessoa mais inteligente daquele Santuário, mas eu ia ter que improvisar. Mas o que?

POV Aioria

Eu estava dormindo, quando recebi um telefonema de Saga. Aquilo me deixou fulo, porque eu detestava ser acordado. Porém, quando ouvi o que ele tinha a dizer, pulei da cama. Como assim os cavaleiros de bronze estavam tentando roubar o cetro de Athena? Como se eles fossem conseguir passar por todas as doze casas sem que os mestres pegassem um por um. Eu era um mestre muito tranquilo, comparado aos outros. Deixava Seiya muito mais solto. Seiya era muito ingênuo e aprontava coisas bobas, de adolescente mesmo. Na idade dele eu também era um demônio em forma de ser humano. Poucas vezes tive que partir para disciplina física. Ficar de castigo já era o suficiente, na maior parte das vezes. Eu bem sabia que ele detestava ficar preso dentro do quarto, sem nada pra fazer, hiperativo do jeito que era. E admito que me divertia com as travessuras dele. Volta e meia, quando não era algo muito absurdo, eu até participava. Mas dessa vez a coisa estava mais séria que o normal. Onde eles estavam com a cabeça para tentar fazer algo que poderia prejudicar a ordem natural do universo? Isso era muita inconsequência, até mesmo para eles.

Levantei e fiquei aguardando para saber se realmente aquilo ia acontecer. E foi então que recebi outro telefonema. Dessa vez era Mu. Ele tinha me contado tudo que sabia. E então tudo começou a fazer sentido. Os garotos aprontaram, cabulando aula para beber e fumar e agora, para se livrar da punição, estavam querendo mudar quem mandava por aqui. Era um raciocínio tão imbecil que até surpreendia. Mas eu até que entendia. Já estive do lado deles e sabia o quanto ser punido era uma merda. E quando peguei sei pra criar, tinha dificuldade em lidar com essa parte disciplinar. Eu não queria ser visto como carrasco. Eu queria ser um mestre descolado e tudo. Só que as coisas começaram a sair do controle e Seiya começou a achar que eu era seu amiguinho e não o mestre a quem ele devia respeito. Fui conversar com meu irmão sobre isso e ele me aconselhou bastante e me fez ver que o castigo físico não era um ato de um carrasco, mas sim de um mestre amoroso que se preocupava com o discípulo. E isso me fez amadurecer bastante de lá pra cá. E foi então que comecei a aplicar esse tipo de disciplina. E deu muito certo.

Continuei esperando para ver até onde eles conseguiriam chegar. Foi quando recebi o aviso de Saga, que tinha teleportado Seiya da casa de Gêmeos para a minha. E lá estava eu, correndo atrás daquele moleque desajuizado. Ele ainda teve a audácia de me fazer cair no chão, mesmo sabendo que estava completamente encrencado. Mas ele não perdia por esperar. Logo eu colocaria minhas mãos nele e ele veria que quem mandava naquele lugar era eu e que isso nunca iria mudar.

Aquela brincadeira de pega-pega estava me cansando. Foi quando o vi parando e colocando as mãos para a cima, em sinal de rendimento. Eu parei também, tentando ver através daquele gesto. Foi quando vi que ele elevou seu cosmos e deu um soco em uma das pilastras da casa, que começou a cair. Era só o que me faltava! Ele saiu correndo e, para evitar que eu o perdesse de vista, também dei um golpe na pilastra, que estava em queda, transformando-a em pó. Infelizmente meu plano não deu certo. Seiya fugiu das minhas vistas. Mas ele não iria muito longe. Se ele tivesse corrido para a porta, eu estaria vendo sua silhueta, mesmo que de longe. Isso significava que ele ainda estava dentro da casa de Leão.

Comecei a andar lentamente pela casa. Ele havia aprendido muito bem a esconder seu cosmos. Eu ficava feliz que, pelo menos, os treinos em levava a sério. Eu tinha que dar um jeito naquilo ou perderia muito tempo procurando por ele. Olhei para o chão e vi que estava tudo imundo. Era isso! Elevei meu cosmos e desferi um golpe no chão, levantando ainda mais poeira. Foi então que ouvi um espirro. Seiya era alérgico e não conseguiria segurar por muito tempo. Fui à direção em que ouvi o espirro e lá estava ele.

— Búh!

Ele deu um grito de susto e tentou correr novamente, mas dessa vez eu o segurei.

— Onde pensa que vai? Dessa vez você não vai escapar.

O segurei pelo pulso e o puxei até a parte interna da casa, onde ficavam os quartos, cozinha, banheiro, etc. O levei direto para o meu quarto e o joguei em cima da minha cama. Fechei a porta e me voltei para ele.

— Acho que agora podemos conversar, não é? – falei, cruzando meus braços e olhando para ele.

— Não, mestre... por favor... me perdoa... eu nem fiz nada ainda... – ele começou a implorar, já sabendo que não ia escapar da punição. Revirei meus olhos com aquela cena.

— Ora Seiya, mas eu nem comecei a dizer nada ainda. Agora a pouco você nem sabia o que tinha feito e agora já está implorando por perdão?! Não acha isso irônico?

Eu não bancava o tipo sério, mesmo em horas de punição. Não era como Camus e Shaka, que ficavam extremamente nervosos e eram completamente rígidos. Mas eu também não era mole ao ponto de ceder a pedidos desesperados.

— Seiya, vamos pular essa parte de ingenuidade e pedidos desesperados para fugir da punição. Eu já sei de tudo. Já sei que vocês cabularam aula e saíram para beber e fumar. E também já sei que resolveram roubar o cetro de Athena na tentativa patética de salvarem seus traseiros. Mas agora, só quero que me responda uma coisa. Você acha que vale a pena arriscar toda a ordem do Universo e a segurança do mundo apenas para evitar uma surra?

Eu continuava de braços cruzados, esperando por uma resposta que eu sabia que não viria. Desfiz minha postura e comecei a andar até onde Seiya estava e ele, mais do que rápido, começou a tagarelar.

— Não, mestre... não vale a pena... você está certo... desculpa, desculpa, desculpa... eu não vou fazer nada disso de novo... eu prometo... por favor, me perdoa...

Eu já via lágrimas em seus olhos. Aquele garoto não aprendia mesmo! Ele sabia que eu não me comoveria com aquilo.

— Muito bem! Agora me responda outra coisa. Você se lembra de eu ter deixado que você cabulasse aula ou fumasse e bebesse?

Seiya começou o berreiro. Eu detestava quando ele fazia isso. Ele não era uma criança e eu não gostava de tratá-lo como tal.

— Responda!

— Nããããooooo... – ele falava já chorando.

— Então por que fez tudo isso?

— Eeeeuuu nãããooo seeeeiii...

Suspirei pesadamente. Aquele garoto já estava começando a me cansar. Fui até ele e o abracei, tentando acalmá-lo um pouco. Fui afagando aquela cabeça castanha até que ele se acalmasse um pouco. E ele foi parando com o berreiro, até apenas ficar fungando.

— Seiya, eu quero entender. O que raios te levou a fazer coisas assim? Você não é de aprontar coisas desse nível. O que foi que aconteceu?

— Eu não sei, mestre... Eu... eu... – ele parou de falar.

— Vamos, Seiya. Estou ouvindo.

— Eu não queria assistir aula. Todo mundo fica caçoando de mim, me chamando de burro e talz... Aí eles disseram que iam cabular aula e eu achei que pelo menos fora da sala eles não iam me encher... E eu também não ia pagar de bobo, sendo o único a não ir com a galera e fazer coisas divertidas... mas aí deu tudo errado e eu sabia que você ia me bater, então não achei má ideia tentar evitar isso...

Eu respirei fundo novamente. Não era a primeira vez que Seiya reclamava comigo que os outros caçoavam dele. Mas aquele garoto não estudava de jeito nenhum. Era um prodígio nos treinos, mas era super difícil fazer com que ele ficasse 15 minutos lendo um livro. Eu teria que pedir um professor particular para ele para ver se ajudava. Mas uma coisa de cada vez.

— Ok Seiya. Eu entendi seu ponto de vista. Sei que é difícil quando os outros pegam no nosso pé. Quando eu tinha a sua idade também não era o cara mais inteligente do Santuário. Tinha o Camus, o Saga, o Shaka e o Mu. Todos eles se sobressaíam e os outros eram medianos. Já eu era um desastre na escola, junto com Milo e Máscara. Então, pra fazê-los parar de me encher, eu comecei a estudar mais com meu irmão. E em pouco tempo eu consegui me destacar e cheguei até mesmo a quase alcançar as notas dos que se saíam melhor. – eu dei uma pausa. – O que eu quero que você entenda é que não é matando aula que você vai resolver esse problema. Eu sei que odeia estudar, mas vai ter que aprender a gostar se não quiser que os outros te perturbem com isso. Se precisar de um professor particular, eu peço. Não é problema nenhum ter dificuldade nos estudos, isso é completamente normal. Ninguém é bom em tudo. Mas não custa nada se esforçar, não é? – ele apenas afirmou com a cabeça, timidamente. – E sobre beber e fumar, eu nem vou falar nada. Você sabe por que não deve fazer e sabe que eu proíbo fora da minha presença. Eu não sou radical nesse ponto. Já deixei você experimentar bebida alcoólica algumas vezes, então você não tem desculpas para me desobedecer nesse ponto. Fumar você já sabe por que não deve, então nem vou entrar muito nesse assunto. Mesmo que seja para se enturmar. Você foi tentar ser descolado e agora está nessa situação. E ao invés de assumir que errou, você me aparece com essa ideia louca de roubar o cetro de Athena. Você sabe muito bem que isso é proibido, que colocaria a vida de todos em risco e que perturbaria a paz e a ordem. Você é um cavaleiro, deve prezar pelo mundo em primeiro lugar e não o seu próprio traseiro. Eu acho um absurdo que eu tenha que falar isso para você depois de tudo! Estou muito decepcionado com você, Seiya.

— Me desculpa...

Ele falou sincero naquele momento. Claro que eu desculpava, mas não sem que ele recebesse a devida punição. Levantei-me e já fui tirando o cinto da bainha da minha calça. Eu nunca fui adepto de palmadas. Achava aquilo extremamente humilhante para alguém da idade do Seiya. Se ele queria aprontar, que aceitasse o castigo que merecia de acordo com a idade que tinha. E talvez por isso eu também evitava de chegar a esse ponto, preferia o castigo. Mas daquela vez não daria para passar em branco.

— Levante-se, Seiya. E aproveite para abaixar as calças e a cueca. – falei dobrando o cinto em minha mão.

— Não, mestre... por favor, não... – ele começou a espernear de novo.

— Eu não vou falar uma segunda vez, Seiya! Você sabe o que acontece quando me desobedece! Anda logo!

Ele levantou já chorando e desabotoou a calça tremendo. Abaixou a cueca lentamente. Aquilo estava me irritando. Por isso o empurrei para cima da cama e segurei seu braço nas costas, pressionando-o contra a cama.

POV Shiryu

Conseguimos passar pela casa de Câncer sem muitos problemas e chegamos na porta da casa de Leão. Pelo visto, Aioria também não estava lá. Estava muito silêncio.

— Aioria também não está? – disse Shun.

— Obrigado pelo óbvio. – disse Isaac.

— Vamos aproveitar para passar por essa casa o mais rápido possível também. – disse Saori.

Adentramos a casa e começamos a atravessá-la. Quando chegamos a certo ponto, vimos que algo tinha acontecido ali. Estava tudo uma bagunça, bastante destruído.

— O que será que houve aqui? – perguntou Isaac.

— Parece que o Aioria está bem furioso. Tomara que o Seiya não o encontre tão cedo. – disse Hyoga.

— Aquele jegue tem sorte de ter o Aioria como mestre. O cara é mó de boa. – disse Ikki.

— Não está parecendo. – comentei. – Bom, de qualquer forma, vamos logo.

Nos apressamos para atravessar a casa e seguir para Virgem. Aquela, com certeza, estaria bem guardada.

POV Aioria

SHLAP** SHLAP** SHLAP** SHLAP**... AAAAHHHH

— Isso é pra você aprender a não cabular aula!

SHLAP** SHLAP** SHLAP** SHLAP**… AAAAIIIII

SHLAP** SHLAP** SHLAP** SHLAP** SHLAP**… PAAARAAAA

SHLAP** SHLAP** SHLAP** SHLAP** SHLAP**… MEEESTREEEE

SHLAP** SHLAP** SHLAP** SHLAP** SHLAP**… TÁÁÁ DOEENDDOOO

— É para doer, Seiya! E eu nem comecei! Você vai aprender a me obedecer!

SHLAP** SHLAP** SHLAP** SHLAP** SHLAP**… AAAAHHHIII

SHLAP** SHLAP** SHLAP** SHLAP** SHLAP**… PARAAAAA

SHLAP** SHLAP** SHLAP** SHLAP** SHLAP**… ME PEEERDOOOAA

SHLAP** SHLAP** SHLAP** SHLAP** SHLAP**… DEESCUULLPAAA

— Está entendendo Seiya? Você não pode beber sem a minha permissão! Você não pode dumar em hipótese alguma! Entendeu?

SHLAP** SHLAP** SHLAP** SHLAP** SHLAP**… AAAAHHHHAAA

SHLAP** SHLAP** SHLAP** SHLAP** SHLAP** SHLAP** SHLAP**… PAAAARAAA

— Perguntei se En SHLAP** ten SHLAP** deu!!

SHLAP** SHLAP**... SIIIIMMMM

— Sim o que?

SHLAP** SHLAP** SHLAP** SHLAP** SHLAP**… SIIIIMM SENHOOOORR

SHLAP** SHLAP** SHLAP** SHLAP** SHLAP** SHLAP**… AAAHHIIII

SHLAP** SHLAP** SHLAP** SHLAP** SHLAP** SHLAP**… CHEEEGAAAA

SHLAP** SHLAP** SHLAP** SHLAP** SHLAP** SHLAP**… AAAAHHHH

— Você também não pode fazer coisas que possam prejudicar a segurança do mundo apenas para benefício próprio!!

SHLAP** SHLAP** SHLAP** SHLAP** SHLAP** SHLAP**… NÃÃÃÃOOOO

SHLAP** SHLAP** SHLAP** SHLAP** SHLAP** SHLAP**… EEEUUU ENTEEEENDIII

SHLAP** SHLAP** SHLAP** SHLAP** SHLAP** SHLAP**… PAAAARAAAA

— Não foi isso que eu te ensinei!!

SHLAP** SHLAP** SHLAP** SHLAP** SHLAP**… AAAAHHHH

— Você é um cavaleiro e deve proteger a paz na Terra!!

SHLAP** SHLAP** SHLAP** SHLAP** SHLAP**… MEEE DESSSCUUULLPAAA

— Um cavaleiro deve ser honrado!! Você não pode ser egoísta e achar que pode tirar vantagem das coisas apenas porque tem poderes especiais!!

SHLAP** SHLAP** SHLAP** SHLAP** SHLAP**… PAAARAAA PAAAAIII

— Entenda que quem manda aqui sou eu!! E eu passei pelas mesmas coisas que você para chegar onde estou agora!!

SHLAP** SHLAP** SHLAP** SHLAP** SHLAP**… AAAAHHHAAAAIIIII

— Aprenda a se colocar no seu lugar!!

SHLAP** SHLAP** SHLAP** SHLAP** SHLAP** SHLAP**…CHEEEGAAAA

SHLAP** SHLAP** SHLAP** SHLAP** SHLAP** SHLAP**… POOR FAAAVOOOR

SHLAP** SHLAP** SHLAP** SHLAP** SHLAP** SHLAP**… AAAAHIIIII

— Você vai fazer isso de novo?

SHLAP** SHLAP**... NÃÃÃÃOOO PAPAAAAIIII

— Vai?

SHLAP** SHLAP**... NÃÃÃOOOO

— Ótimo!

SHLAP** SHLAP** SHLAP** SHLAP** SHLAP**… POOORR FAVOOOR

SHLAP** SHLAP** SHLAP** SHLAP** SHLAP**… EEEUUU AAAPREEENDIII

SHLAP** SHLAP** SHLAP** SHLAP** SHLAP** SHLAP**… AAAAHHHHH

SHLAP** SHLAP** SHLAP**... CHEEEGAAAAA

SHLAP**… AAAAAAAHHHH

Já estava bom. Com aquela surra, ele não aprontaria mais tão cedo. Afrouxei o braço dele e o levantei. Vesti sua roupa, apenas ouvindo seus berros. Seiya era muito escandaloso. Mal consegui me levantar e ele já estava agarrado no meu pescoço. Além de escandaloso, também era manhoso. Meu menino. Sentei na cama e o coloquei no meu colo. Só naquele momento eu o tratava como criança. Até porque, não tinha como não tratar. Ele berrava e chorava tanto que apenas o consolando como um menino de 5 anos é que ele se acalmava. Fiquei abraçado com ele, até que parasse com o berreiro e ficasse apenas fungando.

— Seiya, meu filho, não faça mais isso. Você sabe que eu detesto te punir. Eu não sou tão cruel assim para que tenha esse medo todo. Sempre te dei mais liberdade, na medida do possível, e sempre evito chegar a esses extremos. Por isso, não me faça ter que fazer isso de novo. Dói muito mais em mim do que em você.

— M-me p-perdoa papai... – ele ainda fungava.

— Eu perdoo, meu filho. Eu te amo muito. Só quero o seu melhor, por isso não me trate como se eu fosse um carrasco.

— Tamb-bém te amo...

Coloquei-o deitado de lado na cama e lhe dei um beijo no topo da cabeça. Antes de sair do quarto, eu ainda avisei.

— Você está de castigo por tempo indeterminado. E o castigo foi por ter tentado fugir de mim e causado todo aquele estrago na casa de Leão. Estrago esse que você vai consertar, entendeu?

— Sim senhor.

Eu saí do quarto, então. Aquilo tinha sido cansativo. E eu acabei deixando que os outros passassem. Senti o cosmos deles enquanto estava conversando com Seiya. O jeito era deixar para o Shaka.

POV Seiya

Cara!! Aquilo doeu demais!! Às vezes eu queria que o Aioria me tratasse como uma criança, pelo menos palmadas doíam menos. Mas eu não tinha tempo de reclamar. Eu tinha que me encontrar com os outros. Eu fugiria daquele castigo, mas descansaria um pouco primeiro. Provavelmente não conseguiriam me levantar por um tempo.

Continua...

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.