Acordou novamente. Arquibaldo estava novamente em um corpo distinto. Havia reencarnado novamente, mas em um corpo de gato. Ele se perguntava se havia algo mais para fazer, já havia salvado seu povo, reencarnado uma vez, qual era

realmente seu dever naquele mundo?

Correu em direção a pesca esportiva, entrou na água e viu seu povo, já que tinha sete vidas, não necessitava se preocupar com tal futilidade como a morte. Era o que ele achava, mas continuou nadando, tentando avisar seu povo sobre o que estava acontecendo e o que deveria ser feito pra a proteção e o bem de seu povo.

O único porém, era o fato dele não conseguir se comunicar muito bem, já que era um gato. De qualquer jeito, já estava em sua terceira vida (sim, ele já tinha morrido três vezes) e passou seu tempo montando armadilhas para os anzóis das varas de pesca.

Acreditando que seu dever já estava perfeitamente completo, decidiu voltar à superfície e viver uma vida normal como um gato. Nadando de volta à terra firme, acaba conseguindo chegar ao topo, mas infelizmente, enquanto andava, um carro o atropelou a 190km/h. Arquibaldo havia novamente, presenciado sua queda.