Notas iniciais
N/B: *-*
nos vemos lá em baixo!
amo vc'S! o/
Beejos!:D

Capítulo 8

PDV Edward

Aproximei-me da minha deusa e percebi que ela estava soltinha. Sinal que tinha tomado todas, ou quase. Quando seus olhos encontraram os meus, um choque percorreu meu corpo. Seus olhos gritavam “desejo”. Tomado pela expressão daqueles olhos, beijei seus lábios novamente, mas dessa vez com delicadeza. Por mais que meu lado depravado assumisse o comando toda vez que estava com uma mulher, um instinto protetor aflorava em mim, me dizendo para tratar Bella com delicadeza e ternura, como se manuseasse uma flor. Bella era de uma delicadeza gritante. Pretendia continuar apenas no beijo, mas minha boca faminta foi fazendo seu caminho por seu pescoço. Suas mãos foram para os meus cabelos, puxando-os, pedindo silenciosamente que eu me aproximasse mais. E eu que estava tentando, a todo custo, controlar minha excitação.

- Vamos, Príncipe, me aperte. Aproveite-se do escurinho e me aperte, me apalpe. Eu preciso me libertar...

PQP! Ela não disse isso, disse?

Seu corpo pequeno aproximou-se mais, colando-se ao meu, e ela começou a rebolar contra minha ereção. Essa menina está brincando com fogo e não se deu conta disso.

- Para Bella. Você não sabe que quem brinca com fogo sai queimado? E, nesse caso, com queimaduras de terceiro grau.

- Príncipe, o cara do bar não quer mais me servir Ice, só refrigerante. Isso é tão injusto... Eu quero beber mais, você deixa, né?

Malditas mulheres! Quando percebem que estamos em suas mãos nos usam como de massa de modelar. E, a Swan já deve ter percebido que sou um bobo em suas mãos. E, o pior de tudo, é que sou incapaz de lhe dizer não.

Fomos em direção ao bar.

- Brian, pode continuar servindo essa dama aqui.

- Obrigada Pirincipe. Vou dormir com você para minha mãe não descobrir que eu bebi e ainda passei da conta. E que Deus me ajude a não fazer besteira!

- Ei, gata, vamos dançar um pouco, antes de você encher a cara?

- Vamos Pirincipe.

Pirincipe? A menina já está bêbada! Senhor, eu te peço que, quando chegarmos em casa, ela seja DVD, ou seja, deite, vire e durma. Sem me dar trabalho ou me atiçar. Amém.

A música estava alta e, assim que retornamos à pista de dança começamos a dançar. Éramos bons dançarinos. Ou melhor, eu era. Ela é espetacular. Tão linda, solta, dançando ao som da música. E, ao mesmo tempo, tão sensual com aquele vestido do mal. Seu corpo parecia falar, e a música também ajudava, deixando tudo explosivo. Seu corpo se jogava contra o meu e seus lábios não saíam da minha mandíbula. Minhas mãos, que diga-se de passagem têm vida própria, foram até aquela bunda empinada e ela gemeu sem um pingo de vergonha.

Santo álcool! Só mesmo ele para fazer uma coisa dessas.

Continuamos dançando, ora nos esfregando, ora nos beijando. Estávamos entregues, em nossa própria bolha. O mundo poderia acabar, um Armagedon poderia se abater sobre o planeta, contanto que não nos atingisse, e estaria tudo bem. Parecia não existir amanhã. Estávamos no agora. E, eu descobria, a cada minuto que se passava, que não seria mais capaz de viver sem aquele ser provocante.

Alguém, sem medo algum de morrer, cutucou-me no ombro. Assim que me virei dei de cara com Paul, um dos seguranças da boate, que demonstrava estar visivelmente embaraçado por ter me interrompido. E, meu olhar o fuzilava pela interrupção.

- Desculpe-me, Senhor Cullen, mas o fornecedor de tequila está no escritório esperando pelo senhor. Ele quer acertar o carregamento.

- Merda! O Bill não voltou?

- Não, Senhor. Devo pedir que ele volte outra hora?

- Não Paul. Obrigado. Eu vou resolver isso.

Assim que Paul se afastou eu encarei os lindos olhos verdes à minha frente.

- Bella, vou resolver uma pendência. Você consegue ficar sozinha por cinco minutos sem fazer besteira?

- Claro Pirincipe. Mas, não demore. Quero você só para mim.

- Cinco minutos e estarei de volta, meu bem.

Beijei seus lábios, que tinham um leve sabor de Ice, e subi em direção ao escritório. E, óbvio, fazendo uma prece para que nada acontecesse enquanto eu não estivesse com ela. E prometendo que mataria o Bill pela demora.

Cinco minutos... Quem me dera. Eu já estava há meia hora na porra daquele escritório, discutindo com o distribuidor colombiano de tequila, que acha que eu tenho cara de otário e vou comprar tequila a peso de ouro. Se tem uma coisa da qual me orgulho é a minha teimosia. Fiz uma oferta, mas o Hermano estava a fim de me aborrecer.

- Mira hombre, o que me venda a un precio asequible o que nunca va a comprar un ml de la bebida. Tomas o lo dejas (Olha cara, ou você me vende a um preço acessível ou nunca mais te compro um ml de bebida. É pegar ou largar).

- Bueno, por ahora, mantener el mismo precio (Bom, por enquanto manteremos o mesmo preço).

- Grande. Ahora vamos a las bebidas y salir de mi cara. Debido a que no estoydisfrutando de mi esposa (Ótimo. Agora deixe as bebidas e suma da minha frente. Por sua causa não estou apreciando a minha mulher).

- Perdóname Señor Cullen. Hasta la próxima... (Perdão Senhor Cullen. Até a próxima...)

É por essas e outras que não quero cuidar da boate. É trabalho demais e diversão de menos. Meu negócio é investir. E, para administrar meus investimentos, tenho o Bill. Bill... tenho certeza que há essa hora ele está bancando a babá da esposa. Aquele molenga faz tudo o que a loira quer.

Servi-me de uma dose de uísque. Preciso de um pouco de álcool no organismo para encarar a diaba que me aguarda na pista de dança, com aquele vestido revelador. Aquela diaba conjurada exatamente para me tentar... e, pensando nela com aquela roupa, o melhor que tenho a fazer é voltar para seus braços.

Quando me preparava para sair a porta do meu escritório foi escancarada e por ela passaram Paul e mais três seguranças da boate, segurando nada mais, nada menos que o mister Bomba...

- Caralho. Será que não vou conseguir sair dessa merda de sala hoje?

- Desculpe, Senhor Cullen, mas a coisa é séria.

- Desembucha logo o que foi que esse moleque fez, Paul.

- Ele drogou sua acompanhante, Senhor Cullen.

- ELE O QUE?

- Isso mesmo que o Senhor ouviu. Fiquei vigiando-a conforme o senhor mandou e vi quando esse sujeito se aproximou e lhe ofereceu uma bebida. Quando ela estava distraída ele colocou algo em seu copo e se recusa a dizer o que foi, qual foi a droga.

- Filho da puta! Como ousa drogar a minha namorada?

- Eu... eu... eu não sabia que a Bella estava comprometida.

- Fala logo que porra você deu para ela.

- Eu não fiz nada. É tudo um engano. Eu juro. Não fiz nada...

- Paul, pode capá-lo.

- NÃO, POR DEUS, EU IMPLORO, NÃO FAÇA ISSO.

- Agora você implora? Por que você drogou a Bella, hein? Queria se aproveitar dela, não é? Abusar dela? Pois então, agora, eu quero você na lama.

- Não, Senhor Cullen, foi só uma brincadeirinha. Eu juro. Eu não faria nada para machucá-la. Foram só dois comprimidos de ecstasy. Eu coloquei na tequila dela. Foi só isso, eu juro...

- Só isso? Você diz só isso? Filho da puta, você queria matá-la? Escuta aqui, se eu te vir próximo dela eu te mato. Não se atreva a dar nem bom dia a ela. E, se ela falar com você, finja que não escutou e que não a conhece. Ou, será bem pior para você.

- Sim, Senhor.

- Paul, desce a porrada nesse Mister Metido de Merda que eu vou averiguar o estado da Bella. Vou pegá-la e vamos direto para casa. Você toma conta da boate enquanto o dominado do Bill não volta. E, se aparecer algum problema nesse tempo, ligue para ele. Estamos entendidos?

- Sim, Senhor Cullen.

Saí correndo do escritório e desci as escadas rumo à pista de dança. E, nem nos meus piores pesadelos eu estava pronto para ver aquilo. Bella estava simplesmente descontrolada. Dançava feito uma ninfomaníaca. Seu vestido tinha subido alguns centímetros, levando meu juízo com ele. Mas, o que me tirou do sério foram os dois homens que a cercavam tentando apalpá-la. E ela lá, no mundo da lua, ou melhor, do alucinógeno, no mundo do ecstasy.

http://www.youtube.com/watch?v=Tjx-IgSxXJE

DANÇA KUDURO

A mão pra cima, cintura solta

Dá meia volta, dança kuduro

Não se canse agora, começou a festa

Mexe a cabeça, e dança kuduro

Quem pode domar a força

Que entra nas suas veias?

Fica quente, gruda na gente

Ferve, esquenta, incendeia

E quem pode parar isso aqui?

Descontrola sua cadeira

Esse fogo que queima por dentro

E lento tudo me tempera

Ao mínimo sinal para os seguranças os caras sumiram de vista. Assim que olhei em seus olhos percebi que eles estavam nublados. Efeito da droga. Ela se atirou nos meus braços. E a sessão tortura começou...

- Ohhh Pirincipe. Quero que você me coma com força.

Deus, dai-me forças...

- Bella, comporte-se. Você está drogada, meu anjo.

- Não, eu estou acesa e livre Pirincipe. Você não está vendo minhas asas? Quero voar, mas só depois que acabar a música. Agora quero dançar.

E, enquanto não acabava a música e ela não parava de dançar, eu comecei a pagar meus pecados ainda na Terra. Céus, ela estava dançando Kuduro! Isso foi demais para mim. Ela rebolava tanto que parecia que não existia coluna em seu corpo. A dança era meio louca, mas tinha sensualidade. E, ver minha deusa rebolando até o chão estava mexendo com a minha libido, que, há essa hora, já havia transbordado. Se isso for um teste eu com certeza serei reprovado, porque ela está me atiçando. E, se ela quer perfacidade, ela vai ter.

A mão pra cima, cintura solta

Dá meia volta e sacode duro

Não se canse agora, começou a festa

Mexe a cabeça e sacode duro

Balança que é uma loucura

Morena vem do meu lado

Ninguém vai ficar parado

Quero ver mexer kuduro

Balança que é uma loucura

Morena vem do meu lado

Ninguém vai ficar parado

Seus cabelos acompanhavam o ritmo da música e eu, que sou de carne e osso, tomei uma dose pura do Senhor Cuervo, vulgo tequila, e entrei na dança. Aproximei meu corpo, roçando em seu corpo quente, e ela não se intimidou. Ao contrário, pegou minhas mãos e levou a sua cintura, enquanto dançava de costas para mim. Começou a gemer feito uma gata no cio e a me provocar. Ela se agachou, no melhor estilo dança da bundinha, e se esfregou com força em mim. Ela queria fogo, e eu lhe daria esse fogo. Ah, e as queimaduras também.

- Isa, agora é sério. Você está drogada e pegando pesado comigo.

- Frouxo. Você só me provoca e agora foge? Vem Pirincipe, balança seu corpo comigo e cala a boca.

E não é que Bella resolveu provar que Newton estava errado quando afirmou que dois corpos não ocupam o mesmo lugar no espaço? Ela queria que fôssemos um só. E esse era meu maior sonho. Quer saber? Se a encapetada quer, ela vai ter o que está querendo e será agora.

- Vamos para o meu AP e você vai ter o que tanto quer.

- Vamos dançar kuduro com samba lá?

- WTF! Vamos, antes que eu mude de ideia.

Saímos rapidamente da boate e Bella entrou no meu carro. Prendi seu cinto de segurança e a endiabrada não parava um minuto. Quando ocupei o lugar do motorista o som do carro já estava nas alturas e a diaba enviada por Satã começou a tirar a roupa. Mãezinha e paizinho... dai-me forças.

- O que você está fazendo, sua alienada?

- AHHH. Está queimando, Ed. Tem algo me queimando.

- Certo, então faz assim, deixa te queimar vestida, pode ser?

- Preciso de água. AGORA!

Virei a última esquina antes de chegar ao meu prédio e acelerei. Bella está noiada e um dos efeitos do ecstasy é a sede. Juro que vou matar aquele Mister maldito! Mal estacionei o carro na garagem do prédio e um Bella, em todos os sentidos, saiu nua da cintura para cima do carro, correndo em direção à recepção.

- BELLA! VOLTA AQUI!

Meu Deus. Ela vai matar de infarto o Senhor John. O porteiro já é idoso.

Senhor ajude-me a ter paciência com ela!

Corri tentando alcançá-la, mas foi tarde demais. O Senhor John estava com os olhos arregalados e a pele avermelhada. Provavelmente sua pressão arterial subiu enquanto via Bella cavalgar o braço do sofá de couro. E, meu pai, foi a cena mais erótica que já vi na vida. Queria ficar parado, apenas contemplando, mas não poderia ser cúmplice da morte do velho.

- Senhor John, feche os olhos e pense no Jay-Z.

Ele assentiu e fechou os olhos. Agora, no que ele estava pensando eu não poderia dizer. Coloquei Bella nos ombros, no melhor estilo homem das cavernas, e entrei no elevador rumo ao meu apartamento. Equilibrei a louca, que não parava de cantar ♪♫ Não se canse agora. Começou a festa... E quem pode parar isso aqui... Esse fogo que queima por dentro...♪♫ Mas, o pior não era cantar. Era ela dançar em meus ombros, remexendo aquela bunda e se esfregando em mim.

- Dá para calar essa boca?

Ainda equilibrando Bella, peguei a chave no bolso e, bancando o contorcionista, consegui abrir a porta, a fechando assim que passei por ela com o pé. Tão logo coloquei Bella no sofá braços pequenos agarraram meu pescoço e lábios sedentos devoraram os meus. O beijo, como sempre, foi espetacular. Sua língua, a forma como ela se movia em minha boca, era um convite ao sexo, que eu prontamente aceitei. A batalha de nossas línguas foi árdua, nenhum dos dois queria ceder. Mas, nossos pulmões exigiram oxigênio e nossos lábios se desgrudaram. Mas, aqueles olhos verdes ardiam de desejo enquanto olhavam para mim, causando meu descontrole.

Nossos beijos tinham sabor de quero mais e as mãos de Bella pareciam ter vida própria. Quando menos esperava sua delicada mão estava segurando firmemente meu pau. Minha boca secou instantaneamente e puxei o ar com força, encarando seus olhos.

Um sorriso sapeca brincava em seus lábios e ela ficou em pé, com certa dificuldade, e terminou de tirar o vestido, revelando uma minúscula calcinha de renda. Se é que aquilo poderia ser chamado de calcinha. Fiquei estático encarando toda aquela perfeição. Ela? Bom, ela saiu correndo pelo meu apartamento, dizendo para eu ir pegá-la. (Hugo intrometido diz: Vontade de mudar aqui e colocar assim ó: “se pegar come!”)

Procurei aquela louca por todos os cômodos e a encontrei na cozinha, totalmente nua, tomando banho na pia. Sério. A droga corroeu seu cérebro, só pode.

- Desce daí, sua alienada! PQP! Você depila tudo?

- Pirincipe... eu odeio ser virgem...

E começou o chororô. Aproximei-me dela e abracei seu corpo.

- Eu também odeio ser de touro, meu anjo. Mas, fazer o que? A vida é assim.

- Faz amor comigo? Tira o meu lacre?

- Lacre? Cabaço agora ganhou outro nome, foi?

- Não sei. Mas, eu quero te beijar...

E a tortura recomeçou.

No dia seguinte acordei pensando que precisava procurar uma paróquia urgentemente e me confessar antes de ir para o inferno. Talvez e comece minha confissão com aquela frase clichê “Padre, eu pequei...” E, talvez, como penitência, ele me mande para a cadeia. PQP! O que foi que eu fiz...

Flashback on

Depois de vários beijos e amassos entramos num caminho sem volta. Bella ali, completamente nua em meu colo, à minha disposição, foi um tiro certeiro na minha libido. Sei que eu, como o adulto da relação, deveria ter me controlado, e até pensei nisso. Mas, somente pensei, pois foi tudo em vão.

Juntos tomamos algumas doses de uísque e a situação piorou mais do que se possa imaginar. O efeito do álcool no meu organismo serviu para me deixar extremamente excitado. E Bella não colaborou, só me provocou mais.

Levei-a, entre beijos e abraços, para o meu quarto. Coloquei-a na cama e beijei todo seu corpo. Explorei seu pescoço, seus ombros, seus seios, recebendo em troca gemidos de incentivo saídos de seus lábios. Ainda mais excitado, desci beijando sua barriga e fui em direção a suas pernas, dando atenção à parte interna de suas cochas. Ouvi um suspiro seguido por um gemido quando minha respiração bateu em seu clitóris. Inebriado por suas reações e por seu cheiro, percorri suas dobras quentes com minha língua, capturando a prova de seu desejo. Doce. Doce como o mais puro mel. Dei atenção a seu clitóris, introduzindo um dedo nela, que arqueou as costas e gemeu mais alto. E, porra, seu gemido conseguiu me deixar ainda mais duro.

Sincronizei o movimento entre meu dedo e minha língua. Intercalei as lambidas em seu clitóris com a minha língua se enfiando em sua entrada e não consegui me conter até fazê-la gozar na minha boca. O que ela fez gemendo alto, praticamente gritando. Olhei para ela, deitada em minha cama, tomada pelo prazer e percebi que ela era minha musa, esculpida por Michelangelo. Ela era de uma beleza assustadoramente gritante e o olhar luxuriante que ela me deu acabou por fazer-me perder em seus braços.

Tentei ser delicado, e penetrei-a lentamente, com cuidado, pensando somente em seu prazer e esquecendo-me das consequências. Nada mais existia, somente o som de seus gemidos enquanto eu a penetrava. De repente, seu gemido mais pareceu um grito e ela começou a descrever suas sensações. Ora pedia para que eu parasse, pois a dor estava insuportável, e ora pedia para que eu me movimentasse. Lentamente continuei a investida e quando já estava dentro dela comecei a me mover ritmicamente, tirando mais e mais gemidos de seus lábios. Num rompante, ela conseguiu inverter nossa posição e começou a cavalgar deliciosamente em mim. Seus lábios vieram até os meus e entre nossos beijos ela gemia e balbuciava coisas sem sentido. Eu também estava aéreo com tantas sensações ao mesmo tempo. Explodimos juntos, num orgasmo alucinante. Nunca, em toda minha vida, senti o que senti com Bella. E, imediatamente, me dei conta do motivo. Não fiz sexo com ela. Com Bella, eu fiz amor. Nós, fizemos amor.

Flashback off

O problema é que eu fiz amor com uma alienada. Uma pessoa que estava sem o gozo de suas faculdades mentais porque estava completamente drogada e não tinha discernimento do que fazia. Mesmo assim eu, vulgo psicopata do amor, me deixei levar pelo momento e pelas sensações que ela despertou em mim e tirei a virgindade da única mulher que alcançou meu coração. Como eu me sinto? Uma parte de mim, 49,5%, diz que eu botei para quebrar, pois tive Isabella em minha cama, lugar de onde ela nunca mais sairá. Mas, outra parte, os outros 49,5%, tremia de medo pensando que sou lindo e gostoso para passar o resto dos meus dias na cadeia. E, o 1% que restava está morrendo de medo da reação da menina/mulher quando ela acordar.

Notas finais
N/A: oiiii pessoa o "grande" dia chegou heheheheheheh
hj o Tony vai aprontar todas, espero que gostem do CAP ta lindoo de doerr semana que vem tem motorista e niver da autora o/
comentem muitooooooo, beijãooo