A Arte Do Sexo
5 Capítulo 5
Notas iniciais
dois cap. em um dia só!
o/
Capítulo 5
Na mansão Swan o silêncio era algo costumeiro. Mas, naquela manhã, uma Isabella enfurecida quebrava tudo o que via pela frente e se condenava por ter sido burra o suficiente para cair nas artimanhas do prepotente e cafajeste Cullen.
As memórias do acontecimento vivido na enfermaria ainda estavam vivas em sua mente. Seu rubor chegou a atingir níveis alarmantes, pois inocentemente ela havia tocado no membro daquele arrogante enquanto ele lhe pregava uma peça.
Flashback on
De longe era possível ver o corpo de Edward caído ao chão e uma Rosalie enfurecida gritando a plenos pulmões. Emmett o levou até a enfermaria do clube e uma multidão de frequentadores curiosos reuniu-se no local.
Aproximei-me discretamente e vi preocupação nos olhos do meu irmão.
- Você o matou?
- Vira essa boca para lá, Bella. Eu não sei bem o que houve, mas o cara me parece mal.
Nesse instante Bella sentiu seu corpo retesar e uma dor angustiante a dominou. Por mais que o príncipe fosse um chato, ele era sem dúvida o homem mais lindo que já havia visto em toda sua vida. Quando deixava de lado seu instinto pré-histórico ele era bastante agradável, inteligente e divertido. Seu lado racional não aceitava que do outro lado da porta estava um homem perfeito sofrendo por um motivo bobo.
Ao ver Rose sair da enfermaria com lágrimas nos olhos ela ficou ainda mais apreensiva.
- Rose, como ele está?
- Ele está mal, Bella. Estou com medo. Por favor, fique lá na enfermaria com ele. Não quero nenhum mexeriqueiro junto dele. Vou ligar para uma UTI móvel.
UTI? Deus, então a coisa foi séria mesmo.
Entrei sorrateiramente e o vi pálido, deitado sobre uma maca, tão vulnerável... Puxei assunto e ele me revelou que não sentia suas pernas. Santo Deus! Emmett pegou pesado mesmo. Resolvi apalpá-lo para ver onde ele tinha sensibilidade. Confesso que assim que comecei minha inspeção meu corpo reagiu de forma estranha e intensa. E quase desmaiei ao me ver segurando firmemente aquele membro grosso e grande na mão. Percebi seu desconforto e achei que fosse sinal de alguma sensibilidade. Mas, o filho de uma rameira estava brincando comigo o tempo todo. E ainda ousou pedir para que eu fizesse um oral nele.
Por sorte não havia uma faca no recinto, porque, aí sim, eu saberia o que fazer.
Flashback off
Maldito Cullen e toda sua beleza. Mas, ela era imune a ele. Por mais que seus olhos a traíssem, sua consciência tinha plena certeza de que o homem em questão jamais mexera com ela e com seu autocontrole.
Durante seu banho de banheira ela fazia uma prece, pedindo a Deus que afastasse o Cullen de seu caminho. Porque era bem capaz de ela cometer um crime. O sujeito era deveras insuportável e com o tempo só piorou. Ao invés de amadurecer transformou-se num gostoso, ops... num grosso, metido a galã. Maldito seja Edward Cullen.
Após o banho eu e Alice, minha melhor amiga, tivemos uma conversa calorosa. Contei a ela parte de toda a humilhação que sofri nas mãos de seu querido primo e ela, como sempre, me amparou. Afinal de contas, onde já se viu uma miss pegando lá...
Se bem que... lá... era tão grande!
Pronto. Agora mais essa. Vou ficar pensando no que não devo. O melhor que tenho a fazer é me concentrar no concurso de amanhã.
Desci as escadas e mamãe já estava lá, toda sorrisos, com uma pilha de livros nas mãos. Dei um suspiro cansado e desejei, do fundo do coração, que essa tortura acabasse logo.
- Mãe, de novo esses livros?
- Claro, filha. Sem eles você não teria essa bela postura e toda essa elegância. Agora, pare de reclamar como um bebê chorão e vamos aos ensaios.
E minha manhã seguiu da seguinte maneira: eu, Isabella Marie Swan, estava com a maior enciclopédia da casa, que possui cerca de 1500 páginas, equilibrada na cabeça, usando um salto 15 e acenando a cada 5 minutos para o júri imaginário que mamãe me forçava a enxergar. Sem falar na música irritante de concurso de miss tocando super alto. Meu rosto já pedia clemência de tanto tempo que ostentava um sorriso sincero.
- Bella, você está distraída. – Gritava minha mãe de posse de um bastão com o qual me cutucava a cada minuto. Cada vez mais comparo essa tortura com as cometidas em campos de concentração.
- Mamãe, pare de me cutucar. Que coisa...
- Então faça isso direito. Vamos lá. Peito para fora, barriga para dentro, sorriso largo, brilho nos olhos... e desfile como uma princesa.
E lá fui eu encarar mais duas horas de pura tortura.
PDV Alice
Chocada. Era assim que eu me encontrava. Se não fosse a Bella, minha única e melhor amiga, a me contar, eu jamais acreditaria que meu primo idolatrado era um tarado. Ah, mas as coisas não ficariam assim de forma alguma. E, cá estou eu, em frente ao flat daquele safado, esmurrando a porta e apertando a campainha sem parar. E, pressinto que, talvez por medo, alguém lá dentro está evitando abrir a porta.
Quando pensei em desistir a porta foi aberta abruptamente por ela... como sempre bem vestida e linda. Era uma beleza incansável de ver.
- Oi Rosinha. Cadê o Ed?
- Alice, minha flor, como vai? Ed está em repouso e não vai receber ninguém.
- Ah, sinto muito, mas a minha pessoa ele receberá sim.
Invadi o apartamento na cara dura e comecei a procurá-lo por toda a parte, mas sem sucesso. Passei por todos os quartos e nada dele. Por fim, me dirigi à última porta do corredor e a escancarei sem dó nem piedade. Imediatamente me arrependi.
- OMG! EDWARD!
- PORRA, FEDELHA. BATA NA PORTA ANTES.
- AH... SEU SAFADO. VISTA-SE.
- PARE DE OLHAR PRO MEU PAU AGORA, SUA PIRRALHA.
- DESCULPA ED. MAS ISSO É ESTRANHO...
Corri para a sala branca feito um fantasma e sentei-me no sofá, sentindo minhas pernas trêmulas. Tadinha da Bella. Eu que só olhei passei mal, imagino como ficou ela que pegou...
- Toma essa água com açúcar. E, que diabos você viu, Alice?
- Obrigada Rose. Eu... eu... acho que vi o Ed pelado, com aquele negócião de fora.
Rosalie caiu na gargalhada, deixando-me ainda mais contrangida.
- Vo... você já viu, Rose?
- O pênis do Edward? Várias vezes. Sou bem familiarizada com ele.
- O que quer dizer com isso?
- Ela quer dizer que já me comeu, Licinha.
Pulei de susto ao ouvir sua voz e automaticamente olhei para ver se ele estava vestido. Ruborizei, super constrangida. Mas, não posso esquecer o verdadeiro motivo que me trouxe até aqui.
- Nunca pensei que diria isso, mas você é um safado Edward Cullen.
- Isso eu já sei. Mas, o que a levou a essa conclusão?
- Você molestou minha amiga.
- EU O QUE?
- O que ele fez, Alice?
- Ele fez a Bella pegar no negócião dele.
- Que calúnia. Eu não fiz nada. Aquela tarada quem me apalpou. E eu endureci. Que mal há nisso?
- A Bella não te apalpou. Você a provocou. E, responda-me: por que fez isso com ela?
- Isso o que? Não fiz nada com aquela tarada.
- NÃO CHAMA A MINHA AMIGA DE TARADA, SEU PERVERTIDO.
- NÃO GRITE COMIGO, SUA ANÃ.
- VOCÊS DOIS, PAREM DE BIRRA AGORA. E Edward, CONTE LOGO PARA ELA.
- Contar o que?
- Nada.
- EDWARD!
- Não vou contar, Rosalie.
- Vai sim.
- Não vou.
- Vai.
- Não.
- Ah, conta logo Ed.
- Não conto.
- Ah é? Então vou contar para a vovó que você assediou a Bella.
- Certo. Se é assim eu conto.
- Medroso.
- Calada Rosalie.
- Ed, eu só quero entender o porque dessa confusão.
- Quero ter um lance com sua amiga. Pronto. Falei.
Arregalei os olhos. Porque, apesar de todas as barbaridades para as quais eu havia me preparado, não estava preparada para escutar essa. Como assim? O Tony quer a Bellinha?
- Defina esse lance...
- Bom, gostei dela desde aquele baile. Meu Deus, ela está linda. Sei que isso é meio gay de se assumir, mas ela balançou minhas estruturas. Eu até já consigo imaginá-la corando em cima de mim enquanto cavalga desenfreadamente no meu pau.
- Vai matá-la, seu jumento.
Ao ouvir isso a gargalhada estrondosa de Rosalie ecoou por todo o ambiente.
- Baixinha, você não foi a única a me dizer isso. Mas, saiba que de ladinho sempre entra.
- Eu não vou compactuar com isso.
- Como é que é? Quer dizer que não posso contar com você? Que bela prima você me saiu. Só estou pedindo para me ajudar a conquistar a possível mulher da minha vida. Porra... não acredito que vai me fazer assumir isso... Ok, vocês venceram. Estou apaixonado por ela. Só penso nela, no cheiro dela. Fico imaginando o tempo todo como deve ser a textura da sua pele, o sabor dos seus lábios, seus gemidos...
- OMG! Você está apaixonado mesmo.
- Me ajuda baixinha. Eu sei que não tenho chance com ela. Que ela gosta do homem bomba, que eu sou mais velho e ela me despreza. Mas não posso simplesmente desistir dela. Não agora que estou completamente obcecado por ela.
- PQP! Tinha me esquecido do Jacob. Eu também não gosto dele. E, concorrente à altura para você, em se falando de dinheiro, é o Sam, e a Esme apoia 100% o relacionamento da Bella com o Sam. Mas, quer saber? Vou te ajudar!
- Sério?
- Sim.
- Minha baixinha linda!
Ao dizer isso Edward me tomou em seus braços e rodopiou comigo pela sala. Quando estava relativamente tonta ele me soltou e começou a rodopiar com a Rosalie.
- Peça seu presente de natal adiantado. Qualquer coisa, é só pedir.
- Hum... deixe-me ver... quero um Porsche – resolvi arriscar.
- Certo. De que cor?
- Você está falando sério? Vai me dar um carro, Ed?
- Digamos que será o pagamento por seus serviços de cupido.
- Eu te amo, sabia? Ah, e a cor é amarelo canário.
- Coitada da Bella...
- Por que Rosalie?
Perguntamos eu e Edward ao mesmo tempo.
- Ora Edward. Eu, Alice e você juntos, armando contra ela... ela não tem chances de escapar. Mas, vou continuar batendo na mesma tecla, Tony... vê se não mata a menina na cama.
- Ah, suas bitchs... eu já disse que vou matá-la. Mas de tesão.
- Ed, só estou te ajudando com toda essa loucura porque acredito que você fará minha amiga feliz – disse, mas as imagens de um lindo Porsche povoavam meus pensamentos.
- Ahã. E o pintinho piu... – respondeu Edward.
Notas finais
é sérioo apreciem a leitura, comentemmmmmmm bastante e recomendem
N/B: PQP EDWARD! VOU TE SOCAR!
até vc com essa musica?
hahahahaha
nao sei se mato a Danny por me fazer rir ou fico com raiva desse final!
mais o cap. em si ta perfeito! *-*
me gusta! *-*
e vc'S? o que acharam? *-*
amo vc'S!:D
Beejos amores!^^
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