Notas iniciais
Oie mi amores, desculpas por não ter postado esses dias, to numa correria grande. Mas vamos deixar de papo e vamos ler capitulo..... Obrigado pelos comentários. Capitulo *-*

Depois de conseguir tomar banho coloquei um short e uma blusa de alças meio folgada e deitei-me na cama.

–– Oi Ka. – Pedro entrou no meu quarto assim que eu tinha acabado de deitar. – Trouxe seus deveres de casa.

–– O que ta fazendo aqui há essa hora? – olhei no relógio, ainda eram 13h00min. – Você vem no final da tarde.

–– Que recepção ein sua chata. – ele se fingiu de ofendido. – Mais eu vim mais cedo porque sua mãe pediu pra eu ficar com você.

–– Não acredito que minha mãe fez isso.

–– Fiz sim. – só falar nela ela aparece. – Não ia te deixar aqui só com a perna desse jeito. – ela arrumou o uniforme. – Agora eu vou indo trabalhar, cuida do meu bebê Pedro.

–– Pode deixar eu vou cuidar do bebê. – ele apertou minhas bochechas. Que mico minha mãe me fazendo passar.

Pedro foi com minha mãe até o portão. Não acredito que minha mãe tinha ligado pra ele pra incomodá-lo comigo. Mais o pior não é isso, o pior é que eu vou ficar aqui com o Pedro, sozinha.

–– Voltei bebê. – ele fez voz de criança.

–– Para com isso. – fingi ficar emburrada. – Pega água pra mim.

–– Que maldade, eu não sou seu escravo.

–– É sim. Vai logo escravo. – eu brinquei com ele. – To brincando .

–– Eu sei sua boba. – ele sentou na cama.

–– AAII MINHA PERNAA ME MACHUCOU. – ele deu um pulo da cama com uma cara de espantado que me fez rir muito. – Sua cara de espantado Pedro, nossa muito hilária. – eu não conseguia parar de rir.

–– Engraçadinha. Você quer rir é? – ele começou a me fazer cócegas me fazendo rir ainda mais.

–– Para Pedro, para. – eu mal conseguia falar de tanto rir.

–– Então me beija que eu paro. – automaticamente ele parou de me fazer cócegas e eu parei de rir, ficou aquele clima tenso. – To te zuando Ka. – ele começou a rir. – Vou pegar a sua água.

Eu já estava acostumada com as piadinhas e brincadeirinhas do Pedro, por isso eu nem ficava mais tão eufórica quando ele dizia essas coisas, mas eu não podia deixar de sentir certa emoção.

Pedro estava demorando a voltar então fui ver se ele estava fazendo um poço pra pegar água. Peguei a muleta e fui até a cozinha, quando cheguei lá ele estava no celular.

–– Hoje não da Vicki. – ele estava falando com ela, minhas pernas ficaram fracas, mas eu me segurei e continuei o caminho. – Espera. – ele tapou o celular. – Ai caramba a água.

–– Pode continuar, eu pego. – fui até o bebedor e coloquei um copo de água.

–– Sei que já faz tempo. – ele foi até a porta da cozinha, o que não era muito longe pra eu escutar. – To na mesma situação sua, mas agora não dá. Hoje não dá. – ele suspirou. – Aff Vicki deixa de ser criança. – ele revirou os olhos.

Meio distraída acabei derramando água na minha blusa, isso que da ficar prestando atenção na conversa alheia.

–– Droga. – sacudi a minha blusa.

Fiz sinal para o Pedro de que estava voltando para o quarto, era melhor dar privacidade pra ele conversar com a namorada. Por mais que eu tentasse às vezes eu esquecia que ele tinha uma namorada.

Encostei a porta do quarto e fui até uma gaveta pegar uma blusa seca, coloquei a muleta encostada na cama e fiquei de pé apoiada mais no pé esquerdo que não estava imobilizado. Coloquei o cabelo pro lado e comecei a tirar a minha blusa com certa dificuldade.

–– Ka... – ele não continuou a sua frase, ficou parado na porta me encarando. Fiquei estática o olhando também. Foram os cinco segundos mais demorados da minha vida. Ele me olhando e eu sem reação. Finalmente me toquei que estava só de sutiã e puxei o lençol da cama me tapando. – Desculpa! Eu devia ter batido na porta.

–– Devia mesmo. – meu rosto estava em brasas. – Pode se virar de costa pra eu por a blusa

–– Ah ta. – ele virou de costa e eu coloquei a minha blusa seca rapidinho.

–– Pronto. – sentei-me na cama. – Era a sua namorada? – mudei de assunto.

–– Era... – ele se sentou também. – Reclamando por que já faz um tempo que a gente não se vê e não namora um pouco.

–– Ah... – varias coisas passaram por minha cabeça. – Acho que é culpa minha. Mais se você quiser ir lá agora você pode ir, sério, eu vou ficar bem aqui.

–– Não vou te deixar aqui sozinha, eu prometi pra sua mãe que ia ficar com você.

–– Minha mãe não tinha que te pedir pra vir aqui. – cruzei os braços.

–– Ih não gosta da minha presença é?

–– Não é isso, é que eu não queria te incomodar.

–– Você não me incomoda boba. – ele começou a rir. – Amanhã eu quero que você passe o dia na minha casa.

–– Sua casa? – ele nunca tinha me levado na casa dele ou falado da vida dele. – Acho que minha mãe não vai deixar.

–– Amanhã eu venho te buscar com a minha mãe. – droga ele é esperto. Eu não queria ir a casa dele, deve ser aquelas casa de gente super rica, vou ficar fora do contexto lá. – Eu falo com a sua mãe hoje.

–– Tem certeza que é boa ideia?

–– Sim, já ta na hora de conhecer minha casa. E também minha mãe fica me enchendo pra te conhecer. – nós rimos. – Eu venho amanhã cedo, já que é sábado.

–– Ta ok, você que manda. – encostei-me à cama colocando a perna em um travesseiro. – Agora me passa o meu dever de casa, por favor.

–– Mandona. – ele disse brincando.

(...)

Enquanto eu fazia as minhas tarefas de casa Pedro ficou na sala assistindo TV, acabei dormindo enquanto fazia a lição de casa. Eu estava tendo um sonho tão bom quando senti alguém sentar-se na cama e me observar. Acordei, mas não abri os olhos, com certeza devia ser minha mãe. Senti que passava a mão em meus cabelos, depois senti o perfume do Pedro, devia ser ele. Eu queria abrir os olhos e levantar, mas não consegui. Pude sentir que ele se aproximava de mim, foi ai que eu abri os olhos e dei de cara com Pedro bem próximo de mim olhando para a minha boca.

–– O-o que-e você ta fazendo? – gaguejei o encarando.

–– Eu ia te acordar. – a voz dele não vacilou por nenhum instante.

–– Ah tá. – olhei para o lado devido ao fato dele ainda me encarar de perto. – Pedro... Eu posso levantar?

–– Ah... Foi mal. – ele se sentou normal. – Sua mãe está quase pra chegar, eu vou falar com ela.

–– Não quero incomodar você.

–– Eu já disse que você não incomoda.

Notas finais
Beijins ('',)