Notas iniciais
Bruce e Hipólita cara a cara como genro e sogra... Quem ai quer saber o que houve?!(Sob o ponto de vista do Bruce, claro kkk)

Depois de ter lido o bilhete que Diana havia deixado, senti-me no dever de ter ido com ela, porém ela havia previsto este meu sentimento. Tomei café da manhã e passei o resto da manhã na caverna, treinando com meus bumerangues e lavando o Batmóvel, isso somado a minhas “encucações”, como a própria Diana diz, não foi capaz de tirar minha tensão, não parava de pensar em como ela seria recebida na ilha e como seria recebida pela própria mãe, que a havia exilado anteriormente. Fiquei um tempo admirando as armaduras gregas de Diana, agora postas ao lado de meus trajes, cheguei a treinar um pouco com algumas das lanças, mas fui interrompido pelo barulho do jato de Diana, que entrava na caverna e pousava no hangar, fui correndo até lá, ansioso para saber como havia sido a conversa e como a mãe dela havia reagido, quando o jato se abriu, e vi Hipólita no jato com Diana, fiquei sem ação.

- Hipólita?! – Foram as únicas palavras que saíram de minha boca.

- Mamãe insistiu para vir – Disse Diana saindo do jato e parando ao meu lado, dando-me um beijo no rosto – Mamãe, este é Bruce, meu noivo.

Hipólita desceu do jato com a elegância esperada de uma rainha, se posicionou a minha frente e estendeu a mão.

- Então você é o jovem que conquistou o coração de minha filha?! – A feição do rosto dela foi indescritível, eu não a conhecia, foi impossível saber o que se passava na mente dela, mesmo para mim.

- Sim, é uma honra conhecê-la em melhores circunstancias – Peguei a mão dela e dei um leve beijo, tentando mostrar-me cortês, mas ainda assim ela não parecia satisfeita.

- Bom, é aqui que você vive? Com morcegos e uma estatua de dinossauro? – Ela deu dois passos olhando toda a caverna.

- Não, aqui é minha base de operações, minha casa fica ao topo daquelas escadarias – Apontei para a porta da mansão.

- Não se importaria de me mostrar, não é? – Ela começou a andar em direção a porta.

- Claro que não.

Eu e Diana fomos seguindo-a em direção à mansão, quando entramos, Alfred estava terminando de preparar o almoço, já era meio-dia e Hipólita andava pela casa analisando cada cômodo, até que paramos na sala de estar, onde ela se sentou no sofá, sentei-me na minha poltrona de costume e Diana sentou-se na que estava ao lado da minha.

- Estes são seus pais? – Ela pegou o porta-retratos com uma foto minha quando era criança no colo de minha mãe.

- Sim, acredito que Diana tenha lhe falado a história.

- Sim ela me contou, mas quem são estes aqui? – Ela havia pegado o porta-retratos onde havia uma foto minha com Dick, Tim e Bárbara – São parentes?

- Como se fossem, o garoto do meio eu adotei, o mais velho perdeu os pais e veio morar comigo e a garota é a filha do comissário de policia, os três são meus pupilos, ou como Alfred diz, como filhos talvez.

Após ouvir minhas palavras ela olhou com certo respeito, mas tal olhar fora interrompido pela chegada de Alfred.

- Jovem Bruce, o almoço acaba de ser servido, o prato para a senhora também fora posto ao lado do da Sra. Diana.

- Este é o mordomo que te criou, o Alfred? – O tom de respeito com o qual ela proferiu o nome de Alfred me deixara muito satisfeito.

Durante o almoço, por pedido de Hipólita, Alfred almoçara conosco e assim ela ficou perguntando sobre mim, quis saber de tudo o que Alfred poderia responder, estava se acostumando com a ideia de me ter como genro e assim quis saber de tudo sobre mim. Após o almoço fomos conversar na biblioteca, aquele cômodo que raramente via a luz, agora estava iluminado, as cortinas haviam sido abertas e o sol de inicio da tarde nos iluminava sentados no sofá.

- Diana, tem duas coisas que preciso lhe falar... – O tom respeitável que havíamos conquistado no almoço desaparecera, Hipólita parecia tensa – Você tem minha benção para se casar, mas existe um porém...

- Mamãe – Ela pegou a mão de Hipólita carregando o lindo sorriso que eu tanto amo – Obrigada...

- Espere Diana – Hipólita a interrompeu – Quando você encontrou Hades ele insinuou que era seu pai, não é verdade?!

- Sim, mas o que isso tem a ver?

- De certa forma, é verdade – Ela abaixou a cabeça quase envergonhada – Nunca imaginou o porquê eu sou loira e você morena?

- Mamãe me explique isso, por favor.

- Eu de fato lhe esculpi do barro Diana, porém ele estava lá comigo, ele convenceu Hera a lhe dar vida, ele esculpiu teu rosto, na época não vi problema, estava apaixonada, mas depois ele quis te levar para o inferno para te criar ao lado dele, então eu e Hera impedimos, e para que você jamais soubesse disso, eu mesma cuidei para que os portões do Tártaro jamais se abrissem e ele jamais saísse de lá.

- Sra. Hipólita...

Eu havia me levantado e agora segurava as mãos de minha sogra, tentando ajuda-la a superar a vergonha, por alguma razão não havia pensado na destemida rainha que poderia decepar minha cabeça, mas simplesmente na mãe que poderia precisar de palavras sinceras para ajuda-la a se reerguer.

- Talvez a senhora tenha cometido alguns erros, mas veja ao seu lado o resultado, esta linda mulher, virtuosa, honrada, inteligente e forte, uma verdadeira guerreira amazona, a mulher que me tirou das sombras de minha solidão com o calor de seu amor.

- Bruce, meu genro... – Ela havia soltado nossas mãos e havia colocado a mão direita em minha testa e a mão esquerda sobre a mão de Diana – Eu te subestimei, és nobre como Poseidon, forte como Hércules e virtuoso como Apollo e sinceramente espero que seja capaz de convencer Hades.

Diana não se aguentou, pulou no colo de Hipólita e a abraçou forte, com um sorriso exaltado e alegre, era impossível não perceber a felicidade dela. O caloroso abraço de Diana fora interrompido pelo fato de que Hipólita precisava voltar à ilha, mas deixava conosco sua benção. Fiquei sozinho pelo resto da tarde enquanto Diana ia levar sua mãe de volta a ilha, continuei por muito tempo sentado na enorme janela da Biblioteca, sentindo o ar fresco que vinha de fora penetrar por aquele cômodo a tanto trancado, quando fiquei entediado desci até a caverna e fiquei revisando antigos casos pelo computador até que Diana retornou, ela desceu do jato e veio diretamente até mim, me abraçou pelas costas e sussurrou no meu ouvido.

- Agora que a sua sogra aprova, podemos marcar a data – Ela dava beijinhos leves em meu pescoço, estava claramente animada e queria me animar.

- Calma minha princesa – Acariciei o cabelo dela, me levantei da cadeira e a abracei – O que você esta querendo fazer?

- Você sabe muito bem – Ela me pegou no colo – Lembra da primeira vez que fiz isso, meu parrudinho?

- Como eu iria esquecer o dia em que você virou uma menininha marrenta – Quase gargalhei – Agora é a minha mulher marrenta.

- Não gostei de ser chamada de “marrenta”.

Em poucos instantes ela havia me carregado até nosso quarto e me jogado na cama, a jaqueta branca que ela usava e minha camisa já estavam jogadas ao chão, ela beijava freneticamente meu tórax e meu abdômen, a primeira chance que tive tirei a blusa dela e a puxei para cima, dando a ela um ardente beijo que ela correspondeu intensamente, minha sensação seguinte foi a da minha mão escorregando pelas costas dela, tirando a calça dela e acariciando e massageando a macia bundinha de Diana, logo ela havia enfiado a mão por dentro de minha calça escorregava a mão por meu membro e o massageava lentamente.

- Meu parrudinho ta ficando maior – Ela estava com uma voz sexy e sussurrava em meu ouvido, logo ela pegou minha mão e a encostou na calcinha dela – E tá me deixando doidinha.

O sussurro dela deixou-me louco, peguei-a pelo abdômen e a deitei na cama, a essa altura Diana estava seminua, beijei o pescoço dela e fui descendo meu rosto pelo corpo dela enquanto o acariciava, quando alcancei o colo dela, mordi o elástico da calcinha dela e fui puxando até os joelhos, logo meu rosto estava diante da entrada de Diana, tudo o que fiz foi sorrir antes de penetrar minha língua, ao primeiro movimento de minha língua a senti tremer, continuei meus movimentos e então pude ouvir os gemidos que ela dava, depois de alguns minutos, pude sentir as pernas dela tremerem a minha volta, quando ela chegou ao ápice, ficou com a respiração ofegante e quando se acalmou me pegou pelos ombros e aproximou meu ouvido da boca dela.

- Você sabe como me levar à loucura – Em seguida ela passou a mão pelo meu membro, que já estava rígido e latejando com os gemidos dela.

- Posso começar minha marrentinha? – Dei beijinhos nos lábios dela enquanto tirei o sutiã dela e belisquei os bicos dos seios dela.

- Bruce, você tá sendo malvado, vai logo – Ela gemia entre as falas.

Logo os gemidos dela haviam tomado controle sobre mim, em segundos eu já havia penetrado o corpo de Diana novamente, pus as mãos nas coxas dela e as levantei, penetrando-a mais rapidamente, agora que ela já estava sem sutiã, eu podia ver os seios dela balançando com o impacto de meus movimentos e a feição de prazer que ela carregava no rosto me deixou ainda mais excitado. Logo a mão de Diana já escorregava pelo meu tórax, ela se levantou e me puxou, se encostando na cabeceira da cama e me abraçando enquanto eu continuava a penetra-la, a cabeça dela estava deitada sobre meu ombro, eu ouvia a respiração dela e o coração dela batia tão forte que eu podia ouvi-lo claramente juntamente aos gemidos dela.

- Bruce... – Logo ela havia alcançado o ápice, estava se contraindo.

- Diana... – A contração dela havia trazido meu ápice mais rápido do que eu imaginava, logo eu já havia me despejado nela, tudo o que ouvi em seguida foi a respiração e o coração se acalmando e a voz dela dizendo baixinho.

- Bruce, meu amor, eu te amo – Ela disse enquanto se aconchegava em meus braços e se acomodava na cama.

Lá estávamos nós, morando juntos, noivos e nus abraçados de conchinha, o cheiro do cabelo dela continuava perfeito e o calor da pele dela me envolvia e me deixava calmo, em minutos adormeci.

Notas finais
Com esse finalzinho animado vamos continuando nossa pequena novelinha rsrsrs