A Única Exceção.
3 Primeiros Contatos.
Notas iniciais
Ia falar que nem tinha demorado dessa vez, mas percebi que demorei o mesmo tempo que antes --' kkkk
Só um detalhe: a musica que eu cito no começo do cap, é essa aki http://www.youtube.com/watch?v=HpyZEzrDf4c (You Make Me Feel - Cobra Starship ft. Sabi) Coloquei pq tava ouvindo enquanto escrevia e gosto muito dessa musica, ai foi essa mesmo *OO* Aconselho hein ;)
Novamente qualquer erro me perdoem, faço o possivel, mas as vezes alguns passam batido...
Bom é isso, boa leitura ^^
LA LA LA LA LA...
LA LA NA NA NA...
Inferno!
LA LA LA LA LA...
LA LA NA NA NA...
Acordei com o irritante do meu celular tocando minha musica preferida, que se continuasse a aumentar a cada segundo iria se tomar a que eu mais odeio.
Pra variar minha mãe sempre queria dar uma forcinha pra que eu acordasse logo, sabendo que eu sou uma lerdeza só pra me arrumar.
- Bill acorda, olha à hora!
Pelo amor de Deus, dois me perturbando não.
- Já levantei, já levantei!
Dizendo isso realmente não pude mais fingir que não estava ouvindo a Sabi cantar e fui até a mesinha desligar aquele alarme fazendo-a calar a boca.
- Saco...
Dirigi-me ainda meio sonolento e cambaleante até o banheiro do meu quarto e tomei um banho gelado, necessário pra me despertar de uma vez. Fiz toda a minha higiene pessoal naturalmente, depois parti pra minha maquiagem. Mesmo na escola eu não abria mão dela. Por mais que eu não caprichasse tanto quanto em outras ocasiões.
Passei meu fiel lápis nos olhos com um pouco de sombra pra ajudar a esfumaçar e com meus próprios dedos bati um pouquinho de batom nos lábios para deixá-los um pouco mais rosados do que já são. Não que alguém soubesse dessa minha técnica.
Olhei no relógio e... Merda! Como eu já estava atrasado? Justo hoje que eu estava morto de fome.
Peguei minha bolsa e alguns livros na mão mesmo, já que nem tempo de colocá-los nela eu teria, e desci as escadas correndo.
- Já tá atrasado filho? – perguntou minha mãe terminando de tomar seu café na cozinha pra depois seguir para o trabalho.
- Já. Droga eu nem vou poder comer nada.
Aproximei-me de onde ela estava sentada e me curvei depositando um beijo em sua testa, lê-se cabelo.
- Tenho que ir mãe, até mais tarde. – falei já me dirigindo a sala para pegar minhas chaves.
- Leva ao menos uma maça e come no caminho.
Ela veio até mim e me entregou a fruta em mãos, depois também me deu um beijo na testa.
- Boa aula meu anjo.
Disse sorrindo. Sorri de volta lhe mandando um beijo, peguei as chaves e sai voando de casa.
Quando atravessei o portão vi que alguém na casa ao lado estava fazendo o mesmo. Tom. Ele falava com alguém no celular sorrindo. Quando me viu no portão parado o observando soltou um educado:
- Bom dia.
Ainda demorei pra captar que ele realmente estava falando nessa educação comigo, mas levando-se e, consideração que não havia mais ninguém ali, respondi no mesmo tom
- Bom dia.
Tinha que ser simpático fazer o que né.
Nem esperei mais nenhuma manifestação, que provavelmente não viria, da parte dele e sai em disparada pelas ruas. Olhei novamente no relógio temerante.
- Droga!
Correr não adiantaria, já tinha perdido o primeiro tempo. Resolvi ir calmamente então comendo minha maçanzinha.
Olhei curioso para trás pra me certificar de que Tom estivesse a poucos metros, afinal a escola era por ali. Surpreendi-me quando notei que ele não estava. Franzi o cenho sem entender. Não tinha conhecimento de caminhos alternativos pra chegar até a escola...
Mas afinal o que me importa. Deve ter resolvido matar aula e pronto oras!
~~
Cheguei à escola, obviamente, beirando a segunda aula. Fui até os armários e guardei aqueles livros que desde que tinha saído de casa ainda permaneciam em minhas mãos. Depois me sentei em uns banquinhos próximos à direção esperando o sinal para que eu pudesse enfim adentrar alguma sala de aula.
Comecei a mexer no meu celular em busca de alguma distração. Ficar ali parado olhando para uma porta e um corredor cheio de nada era o fim.
Senti um corpo sentando-se ao meu lado no banco e por reflexo olhei pra ver quem era.
Nem bem tinha chegado a seu rosto e já pude facilmente ver de quem se tratava. Roupas daquele tamanho, ninguém mais na escola usava, tranças caídas nos ombros, menos ainda. Então é claro que era o Tom.
Ele novamente falava, meio desligado do mundo, no celular. Nossa que a popularidade estava ótima ali. Aparentemente nem havia notado a minha presença, estava animado demais no celular para isso.
- Depois te ligo, agora tenho que ir pra aula...
Ele desligou dando um último sorrisinho.
Continuei olhando para o meu próprio celular, mas agora já nem sabia onde eu estava indo. Meus dedos sozinhos traçavam os caminhos pelas pastas e arquivos, que, na ocasião, eu nem sabia o nome ou o que continham.
Mesmo com os olhos focados na tela, ainda conseguia ver o que ele estava fazendo, afinal eu os tinha em dose dupla não?!
Terminou de fazer sei lá o que, que eu não sei dizer o que era por que ai é ser birolho demais e guardou-o no bolso do casaco.
Olhou pra mim, incrivelmente pela primeira vez desde que tinha sentado.
- Ah, Oi outra vez – deu um sorriso arrumando distraidamente o capuz do casaco.
- Oi
Também olhei pra ele e confesso que não dei um dos meus melhores sorrisos, mas foi o que deu, e ainda pensando no Daniel.
- Foi mal por ontem... – disse depois de alguns segundos – Não era pra ter acertado sua casa. – terminou sincero.
Quis socar a cara dele naquele momento “Não era pra ter acertado sua casa”, ah é claro que não era!
- Ahn, tudo bem... Só espero que não vire costume.
Droga! Eu não precisava completar a frase. Devia ter parado no tudo bem. Que belo começo de “amizade”. Mas o que eu posso fazer se a oportunidade foi dada? Não pude recusá-la.
Tom sorriu de lado o que me deixou um pouco sem graça. Pela ordem natural das coisas essa não é uma hora exatamente para se sorrir.
- Não vai... – disse ainda com um meio sorriso nos lábios – Às vezes nós somos meio idiotas mesmo.
Às vezes?!? Me controlei pra não arquear a sobrancelha com cara de deboche pra ele. Eu quis muito juro, mas somente dei um sorriso digamos, compreensivo e voltei a atenção ao aparelho em minhas mãos. Tinha a leve impressão que o assunto já havia acabado.
- Aê Tom!
Nós dois voltamos nossa atenção pro lugar de onde havia surgido aquela voz.
Era o menino de longos cabelos castanhos que ontem também estava naquele passatempo que não devia ter acertado minha casa.
Tom fez um aceno mudo com a cabeça e olhou pra mim.
- Bom, eu tenho que ir... Até mais!
Me deu um ultimo sorriso, que eu gentilmente retribui, depois pegou a mochila, que estava a sua frente no chão, recolocou-a em seu ombro e se levantou.
- Até...
Olhou outra vez pra trás, ou seja pra mim, e foi ao encontro do amigo que o esperava parado no corredor.
- Fala Gê... Cadê o Gustav?
Foram as únicas palavras que ainda pude ouvir antes de se cumprimentarem e saírem andando conversando.
Antes que eu pudesse pensar em me levantar e seguir pra sala de aula, afinal já estava quase na hora, vejo Daniel vindo correndo afobado me chamando, sua voz ecoando pelo corredor inteiro.
- Bill, onde você estav...
Parou de falar assim que viu Tom e seu amigo caminhando por ali também. O que antes era uma corrida até mim virou praticamente slow motion, e eu fui total esquecido por ele.
- Oi – ouvi-o dizer meio envergonhado, mas mesmo assim disse.
Tom fez o mesmo aceno com a cabeça eu pude notar que ele simultaneamente deu uma piscadela amigável pro Daniel.
Revirei os olhos, era agora mesmo que ele ia surtar, e eu que ia ter que agüentar. Já notei isso assim que ele veio até mim com um sorriso quase rasgando a cara em seu rosto.
- Ai que lindo você viu, ele piscou pra mim... – continuava com aquela expressão animadíssima colada na face.
- Daniel calma, ele só foi simpático.
- Espera então essa seria a primeira qualidade que você encontrou no Tom? Olha, nós estamos progredindo! – comentou irônico.
Levantei-me pegando minha bolsa e começando a andar com ele do meu lado.
- Não vem não, que eu não disse qualidade nenhuma.
É eu tinha tido, mas a intenção não foi elogiar. Afinal aquele menino ainda era um idiota pra mim.
- Disse sim, tá vendo como você já esta se afeiçoando a ele também Bill? – olhou pra mim com os olhinhos brilhando.
- Me afeiçoando? Ai Daniel não vem com idéia maluca, até topei te ajudar, agora me afeiçoar é demais pro que eu consigo aturar.
Ele deu uma risada gostosa e continuou me enchendo até entrarmos na sala.
~~
Cheguei em casa, como sempre, com desgosto. Cansado, com sono e com fome.
Logo que entrei fui surpreendido com a presença da minha mãe me esperando em uma poltrona ao lado do sofá assistindo um programa qualquer na TV. O que não era muito normal, já que geralmente ela só chegava do trabalho no final da tarde.
- Oi meu filho – falou levantando-se e se aproximando depositando um beijo em minha bochecha. – Depois que almoçar você vai ao mercado comigo ta bom?
- Vou? – questionei não gostando muito da idéia. Em geral não gosto ir a mercados. Menos ainda quando chego da escola.
- Vai... – voltou para sua poltrona – Hoje as compras vão ser longas e você sabe que ir sozinha é horrível.
- Ahh mãe, eu to cansado... acabei de chegar da escola, não dá pra passar essa?
Joguei minha bolsa no sofá e caminhei até a cozinha em busca do almoço.
- O prato está no microondas, e não dá pra passar não... A não ser que você queira comer vento amanhã. – me olhou meio sarcástica.
- Há-ha. – devolvi no mesmo tom. – Ta né, o que eu posso fazer... não tenho escolha.
Peguei minha comida, esquentei e comi rapidamente. Não por pressa. Por fome mesmo.
Depois subi pra tomar um banho e me trocar, não era porque ia ao mercado que deixaria de estar apresentável. O amor da minha vida poderia estar lá afinal.
Terminei meu banho, retoquei minha pouca maquiagem e fui até o armário em busca de uma roupa casual. Optei por uma calca skinny preta, como de costume, e uma camisa cinza com escritas em vermelho. Coloquei meu casaco, também preto, por cima e prossegui com meu all star. Antes que eu descesse já podia ouvir minha mãe gritando lá debaixo.
- Anda Bill cadê você?
- Ai, eu já to descendo, calma mulher!
Ê desespero... imagino que o mercado não vá sair do lugar.
Peguei meu celular, que havia deixado em cima da cama, coloquei no bolso e desci correndo as escadas.
- Pronto to aqui.
- Vamo, vamo, vamo.
Foi logo me empurrando pra porta enquanto pegava as chaves do carro e de casa.
Em geral eu detestava sair com minha mãe rumo às compras, porque era impossível fazê-las sem ser abordado por algum “amigo” dela. E os papos desses amigos nunca eram interessantes a mim. Sendo assim ela acabava rodando por ai conversando com alguém e sobrava pra eu fazer sozinho o que tínhamos ido fazer juntos.
Chegamos, o pânico foi me tomando, e eu torcendo para que Deus impedisse que qualquer ser cruzasse a nossa frente.
Aparentemente tudo estava bem e as compras decorreram normais. Já não faltava muito para irmos embora, e eu estava super feliz porque dessa vez não fomos abordados por ninguém.
Estávamos na parte dos congelados, o que era sempre deixado por ultimo, e minha mãe escolhia tudo quando é comida congelada. É. Ela não era necessariamente uma boa cozinheira, e geralmente eu me virava sozinho com meus congelados. Dali, iríamos direto para o caixa e fim da minha jornada no mercado...
- Simone?!
Porra! Já estávamos quase lá!
Olhei pra trás com a maior cara de ódio que o meu rosto sustentava. Diferentemente da minha mãe que já se encontrava sorridente ao se virar para ver quem nos cumprimentava. Deparei-me com um cara mais ou menos da mesma idade que ela, alto, magro, cabelos pretos e olhos castanhos. Igualzinho aos do filho. Tom.
- Gordon... – falou fingindo surpresa. Duvido que não tivesse reconhecido a voz.
Revirei os olhos meio impaciente, claro procurando não ser notado pelos dois.
Como se já não fosse ruim o suficiente, não era qualquer um que nos prestigiava com sua presença. Era o pai do Tom. Agradeci pelo mesmo não ter vindo junto.
Gordon se aproximou com seu carrinho e deu um beijo no rosto da minha mãe, depois, parecendo ter me descoberto ali, me deu a mão.
- Bill, como vai?
Sorri amarelo.
- Bem, obrigado.
Virou-se pra minha mãe. Lá vamos nós outra vez. Apoiei-me no nosso carrinho de braços cruzados esperando toda a conversa rolar.
- Simone, o que faz por aqui?
“Estávamos vendo uns carros para comprar!” Sério mesmo que ele fez essa pergunta? Umas aulas de como começar uma conversa com sua paquera seriam ótimas. Aliás, paquera? Que droga, não acredito que o Gordon estava mesmo dando em cima da minha mãe!
- Ah, compra do mês sabe, sai mais cedo do trabalho só pra isso. Pedi pro Bill vir me fazer companhia, odeio vir sozinha.
- Da próxima vez é só me chamar em casa vizinha, adoraria te fazer companhia.
Controlei-me pra não cair na risada. Minha mãe tinha ficado totalmente vermelha, e eu tinha certeza que seu rosto estava quente. Limitei-me a mirar um pote de sorvete no freezer, enquanto passava a mão por todo o rosto mantendo a minha expressão mais serena.
Notando o constrangimento da situação Gordon continuou.
- Também chamei o Tom pra me acompanhar. – terminou sorrindo.
Legal... Retiro o agradecimento, ele estava sim aqui.
- Ah é, onde ele está? – perguntou minha mãe começando a adquirir sua cor natural novamente.
- Ele está...
Antes que pudesse terminar sua frase, Tom entrou no corredor onde estávamos. Sua concentração estava voltada para seu celular, e ele parecia estar escolhendo alguma musica pra ouvir, já que se encontrava com os fones no ouvido e balançava a cabeça distraidamente.
- Aqui – concluiu
- Tom – quando ele se aproximou seu pai chamou sua atenção lhe tirando um fone do ouvido.
- Que...? – a mínima menção de que ia reclamar do ato do pai, este apontou com a cabeça para nós, esperando obviamente que Tom nos cumprimentasse.
- Ah, foi mal – tirou o outro fone e olhou primeiramente pra mim, depois desviou o olhar para minha mãe. – Como vai Simone? – se aproximou educadamente lhe dando, assim como o pai, um beijo no rosto. Nossa, ele andava tão educado hoje. Estava surpreso, confesso.
- Bem Tom e você?
- É to legal... – sorriu de lado depois olhou pra mim – Oi Bill.
Eu que permanecia de braços cruzados, somente ergui o esquerdo lhe fazendo um aceno e um “Oi” mudo com a boca, retornando a minha posição.
Gordon voltou a sua atenção a minha mãe, e agora eu não boiava sozinho. Boiava com o Tom ao meu lado.
- Odeia tanto fazer compras com sua mãe, como eu com meu pai? – perguntou Tom que também havia encostado-se ao mesmo carrinho que eu e agora se encontrava muito próximo.
Dei risada imaginando que ele sempre passava pelo mesmo tédio que eu.
- A palavra certa não seria odiar... seria evitar.
Ele deu uma risada baixa somente para que eu escutasse.
- Vamos sair daqui – falou virando o rosto ficando muito próximo ao meu ouvido, então começou a andar. Continuei estático olhando-o caminhar sozinho. Notando que eu ainda me encontrava no mesmo lugar olhou pra mim e sorriu – Vem – apontou com a cabeça para que eu o acompanhasse. Ainda dei uma olhada para Simone e Gordon, que conversavam super animados e provavelmente nem notariam nossa ausência. Resolvi seguir Tom.
Caminhamos um pouco em silêncio e entramos em outro corredor qualquer. Ele foi o primeiro a falar.
- Então é isso mesmo, meu pai está dando em cima da sua mãe?
- É o que parece. Ele não perde uma chance quando a encontra.
Ele deu uma longa risada.
- Ele não perde uma.
- Já vi que você teve a quem puxar – comentei meio irônico olhando-o enquanto aconchegava minhas mãos nos bolsos do meu casaco.
Ele retribuiu meu olhar meio sacana e mudou de assunto.
- Quem sabe não acabamos virando meio-irmãos? – disse divertido.
Fiz uma cara incrédula.
- Isso não seria uma boa idéia... – olhei para uma prateleira qualquer a minha frente.
- Não seria uma boa idéia se fossemos irmãos de verdade – Tom disse mais para si mesmo dando um sorriso, incompreensível para mim, contudo eu escutei.
- Por quê?
Fitou-me arqueando uma sobrancelha e eu senti novamente aquele toque de malícia presente. Fiquei meio arrepiado com aquele olhar, ainda mais quando ele mexeu naquele piercing sem quebrar nem por um segundo o contato visual comigo.
Comecei a ficar meio sem graça porque ele não respondia e nem muito menos parava de me fitar. Mesmo assim não desviei o olhar, ainda tentava entender o sentido da frase anterior.
- Meninos!
Ouvi a voz do Gordon, que agora se encontrava no meio do corredor com Simone nos observando.
- Estávamos procurando vocês, onde se meteram? – dessa vez minha mãe que falara.
Tom caminhou até eles, como se nada estivesse acontecendo e somente disse:
- Dando uma volta. Deixando vocês em paz... – sorriu pro pai e minha mãe coitada novamente atingiu uma tonalidade rubra. Eu somente sorri ainda onde estava. Tom era estranhamente audacioso e particularmente peculiar, eu não o compreendia.
Aproximei-me tentando quebrar o clima constrangedor deixado.
- Então, hora de ir? – olhei pra minha mãe.
- Ah sim, vamos Bill.
Antes que continuássemos nosso caminho Gordon novamente deu-nos o prazer de suas palavras.
- Eu estava pensando, o que vocês acham de jantarem comigo e com o Tom hoje?
Estranhamente olhei direto para o de tranças, que mirou o pai tão surpreso quanto eu. Parece que a única pessoa que prontamente aceitou a idéia foi, claro, minha mãe.
- Acho uma ótima idéia, o que você acha meu filho? – ela estava sorridente, então obviamente eu deveria achar uma boa idéia também.
- É... ótima idéia mesmo.
Outra vez meu olhar e o de Tom se cruzaram e eu senti aquele arrepio novamente. Agora ele parecia, não sei por que, aprovar a idéia.
- Então ás 20:00hrs?
Era notável que o Gordon tinha ficado bem feliz. Era engraçado. Não podia negar que era um homem de atitude não é?
- Claro, ás 20:00hrs. – repetiu minha mãe confirmando.
- Até mais tarde então Simone... Bill...
Cumprimentou-nos e Tom fez o mesmo, os dois seguindo para fora.
Terminamos o que faltava fazer e também seguimos para casa.
Decididamente eu estava cansado. E ainda teria um jantar na casa dos Trümper pra fechar a noite com chave de ouro. Aquilo sim seria bizarro.
Notas finais
"- Não seria uma boa idéia se fossemos irmãos de verdade Tom disse mais para si mesmo dando um sorriso, incompreensível para mim, contudo eu escutei." kkkkkkkkkkkk
Olha só eu fingindo que nem conheço K'cest e q nunca escrevi uma fic sobre isso O.o AUHASUHAUHA'
Maaas abafa né u.u
Até a proxima ♥
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