9 Vidas Por Você
2 Capítulo 1 - Ooooh, tão linda.
Notas iniciais
" O pânico tomou conta do menino, que nada fez. Ele nunca sentiu algo parecido como aquilo, tanto que pensou na vez em que ele perguntou aos pais o que é morrer. Talvez, morrer fosse aquilo. Somente uma escuridão molhada. O pequeno e frágil Fredward Benson, ficou sem ar rapidamente e ele não enxergava quase nada. Mas ele sentia, em plena escuridão que sua vida acabaria em água. Naquelas águas, que pareciam estranhamente ligadas a ele.
O pequeno garoto não viu quando o tiraram de dentro do carro. Ele parecia em choque demais para saber que estava sendo salvo por alguém. Então com o pouco de consciência que tinha, ele abriu os olhos com dificuldade por conta da água e depois de quatro segundos, seu olhar entrou um foco. O rosto de uma mulher estava muito próximo do dele e o que ele foi obrigado a observar de imediato foi os olhos da pessoa. Olhos grandes e azuis, em uma tonalidade que causou no garoto conforto.
Tudo o que ele pensou foi em sua melhor amiga e vizinha: Melanie Puckett.
Ele afirmou em sua mente que somente uma pessoa teria a cor e expressão desse olhar.
Então o pequeno Fredward apagou. "
Coréia, Seul, Hoje
O ambiente na floresta do interior é amigável, com vento agradável e o calor do sol nada quente demais. O céu está claro, limpo e muito bonito. Havia pássaros por perto e por isso o canto deles é mais nítido, mais apreciativo. A garota loira sorri largamente em pleno êxtase por estar livre daquele templo, tudo o que sente agora é mais intenso e ela não tinha mais nada que a prendesse em somente um lugar.
Ela se lembra bem o tempo que esperou para poder ouvir de perto os pássaros, para poder se banhar no rio que alimenta o lago do templo e principalmente o quanto esperou para ter ele em sua vida. Os sorrisos da garota loira são imensos, brancos e puramente espontâneos. Ela passa as mãos sob os cabelos úmidos e observa atentamente o rapaz que a salvou daquela prisão eterna. Fred dormia profundamente em cima de um morrinho de terra, feita por nada humano.
O morrinho de terra é extremamente simétrico e feita para o tamanho dele. Era perceptível que não foi formado pela natureza, máquinas de homens ou até mesmo por pessoas, pois não há nenhum grão de terra fora do lugar. As pequenas partículas de terra não saíam do lugar, nem mesmo na hora em que Fred de movia sob ele! Era algo tão pequeno, mas tão glorioso se dessem atenção a isso.
A moça tão misteriosa tem a pele mais clara e saudável, ela havia se alimentado pela manhã. Tão linda e tão perigosa... Depois que deixou Fred confortável no morrinho feito as pressas, mesmo com as últimas forças que tinha. Ela estava mais fraca, pois não tinha a sua gota de raposa dentro de si. A loira foi tomar banho no rio, lugar em que tomou café da manhã um homem robusto acompanhado de sua esposa. Ela não queria matá-lo para se alimentar, mas estava morrendo de fome. Morrendo para comer carne fresca. Morrendo para se satisfazer. Morrendo por um pedaço de fígado humano. Fígado de homem. Ela estava morrendo por carne, por isso matou o casal.
Logo que terminou de se alimentar deixou os corpos desajeitados ali, ela sutilmente sabia que não encontrariam digitais. Ela não é humana. Não tem digitais. Não podem encontrá-la, pois se encontrarem também iram encontrar a morte. Ela matou a mulher sem necessidade, mas não tinha como convencer a mulher de uma história qualquer. Ela não tinha sua gota de raposa, portanto não tinha mais da metade da sua força e do seu poder.
O vestido dela está quase seco, por conta do sol e do tempo que faz que ela tomou o banho. O tecido de seda não está manchado de sangue e isso é bom. É muito bom na verdade, assim Fred não saberá nunca sobre seu café da manhã. Ela sorri mais uma vez e senti uma emoção grande ao olhar para ele. Algo vem em sua mente e ela se pergunta porque ele não lembra dela. Será que ficou traumatizado com ela?
Ela deveria se preocupar, mas não liga tanto pra isso.
- Você é tão lindo. — Ela fala admirando o rapaz deitado e então, ele se mexe.
Fred abre os olhos com cuidado e demora para se acostumar com a luz. Ele não lembra de nada, pois ainda não pensou em nada. Tudo o que viu foi galhos, folhas, a luz do sol e o céu limpo. Ele vira a cabeça para o lado direito e foi impossível não sorrir. A garota em pé a menos de um metro de distância o olhava carinhosamente. Ele não viu somente uma garota, na verdade. Ele pensou que estava vendo uma deusa, tamanha beleza que encontrou no seu campo de visão.
- Ooooh, tão linda. — Ele falou sem perceber.
Os olhos dela são de um azul que ele jamais tinha visto antes, mas que lhe causava conforto, seus cabelos são longos e dourados, sua pele é tão bonita também. Não é tão branca, mas uma cor pouca acentuada como um leve bronzeado. A boca dela é recheia, rosada naturalmente e bem desenha. Seus traços são tão bonitos. Tão encantadores para Fredward Benson. Tão perfeitos pra ele.
- Eu sei que sou linda... Minha avó diz ser uma maldição por eu querer ser mulher... — Seus lábios se movimentavam ao falar, mas Fred não prestou atenção em uma só palavra. Ele estava analisando-a.
O vestido da garota estava completamente colado no corpo e Fred apreciou cada curva do corpo dela. Ele se levantou e a olhou com mais atenção ainda, até que questões apareceram em sua mente pois ela é muito linda. Muito mesmo. Porque ela estava ali? Quem ela era? O que Akemi acharia dessa minha atitude? Poderei flertar com ela? O que aconteceu para essa garota loira estar aqui? Porque estou em meio a uma floresta? Ficamos juntos?
Tantas perguntas o pegaram de imediato, então ele olhou para as mãos da garota. Unhas com pontas finas, como garras. Seria uma nova moda? Oh. Em menos de quarenta segundos ele se lembrou dela. Em menos de quarenta segundos o encanto se rachou. Ele se lembrou. Ela queria encrencá-lo, mas por qual motivo?
- Você é a garota do templo. — Ele se resumiu e o sorriso dela sumiu. — Você é louca? Eu posso ser preso por rasurar um documento daquele. Louca.
Ela respirou fundo. Eles teriam a conversa.
- Fredward, você não vai preso. — Ela disse com calma.
- Porque fez isso? Quer me encrencar? Você me assustou. — Ele falou nervoso.
Ela ficou calada.
- Você não me é estranha. — Fred observou ela mais uma vez. — Insistiu alguma vez pra ficar comigo? Saiba que já tenho alguém.
- Eu não sou estranha, porque você me conhece. Seu coração conhece o meu. — Ela disse com clareza.
- Você nem mesmo é oriental... — Fred observou com certa antipatia.
- Mas eu nasci aqui. — Ela disse alto. — Eu não tenho a antiga aparência por sua culpa. Eu te esperei tanto.
- Desculpe. Eu só gosto de orientais e é por isso que amo a Coréia.
Ela estalou a língua e o olhou irritada.
- Mentiroso. Você ama a Coréia por causa dos seus falecidos pais. — Ela falou como se o conhecesse muito bem.
Fred olhou atentamente aquela mulher. Somente assim ele percebeu que nunca tinha falado o seu nome para ela. Então como ela sabia seu nome e ainda que não tinha pais?
- Como sabe meu nome? Como sabe dos meus pais? — Ele deu quatro passos para o lado e a olhou com mais atenção.
- Eu somente sei. — Ela falou baixo.
- Louca.
- Idiota. Nem se lembra de mim. — Ela resmungou.
- Você é uma fã pirada? — Ele perguntou. — Claro que é, sou Fredward Benson.
- Idiota. Idiota. Eu lhe disse pra nunca me esquecer. — Ela falou com mais irritação e franziu o cenho.
Fredward pensou por quatro minutos onde ele conhecera aquela garota. Mas nada veio a sua mente. Ele concluiu que ela realmente seria uma fã pirada e portanto resolveu deixar pra lá.
- Não importa. Vou embora. — Ele avisou sem paciência e saiu a caminhar para qualquer rumo.
- A cidade não fica por aí. — Ela cantou baixinho, mas ele escolheu não ouvir.
A garota está esperando no mesmo lugar a mais de dez minutos. Ela simplesmente aguardava Fred voltar, pois sabia que ele seria sensato ao voltar para ela. Se voltasse, ele poderia se poupar de morrer caso a ignore. Isso foi tudo o que ela pensou e tudo o que ela desejou. Ele voltasse a ela.
Não demorou mais do que cinco minutos para ele voltar pelo caminho. Ainda estava desconfiado, mas precisava sair daquela floresta o mais rápido possível. Ele teve que se conformar que só faria isso se voltasse para a garota estranha. Somente assim...
- Por onde é o caminho? — Ele falou alto quando a viu no mesmo lugar.
Ela sorriu largamente e começou a andar em direção a oeste. Fred precisou correr para poder acompanhá-la e foi inevitável o silêncio.
- Então... Quem é você? — Fred perguntou com curiosidade. Ele acabara de perceber que não sabe muito dela. Não sabe nada, na verdade.
- Sou uma raposa. — Ela falou com voz amena e o olhou profundamente.
- Raposa? Seria mais sexy se falasse que é uma gata selvagem. Ou uma tigresa. — Ele falou normalmente e ela riu.
- Está querendo acasalar comigo, Fredward? — Sua pergunta foi doce e lhe causou arrepios. Apesar do sinônimo animalesco diferenciado.
Ele ficou em silêncio.
- Não? — Ela perguntou insistente. — É uma pena, pois se quiser isso com uma pessoa não vai poder.
- Como é? Acabei de te conhecer e você está me proibindo de algo? — Ele perguntou desconcertado. — Você precisa aprender a se relacionar com alguém... Francamente...
- Você disse que tem alguém. Estou preocupada por causa da minha gota, não por você. — Ela se justificou, mas não pareceu uma justificativa para ele.
- É claro que eu tenho alguém. Ela se chama Akemi, e é oriental... A mais perfeita de todas as outras... — Ele falou muito atencioso e isso revirou a mente da garota loira.
- Você não poderá acasalar com ela. Muito menos beijá-la mais. — Ela disse num tom ameaçador e o parou ao segurar o braço dele.
- O que é isso? — Ele reclamou. — É louca mesmo...
A loira passou as suaves mãos por dentro da blusa listrada dele. Fred sentiu ela acariciar seu peitoral e também sentiu queimar por onde as mãos dela passavam. Ele se lembrou de Akemi e com relutância retirou as mãos dela de lá. O estranho é que seu coração vibrou quando o calor das mãos dela pararam de tocar-lhe a pele.
- Você não pode fazer isso com quem acabou de conhecer. Mulher, eu sei que sou gostoso... Mas se controle. — Ele a repreendeu. Isso a fez sorrir.
- A minha gota está dentro de você. Não sentiu algo vibrar dentro de si? A gota gosta da minha proximidade, pois ela é minha. — Ela explicou.
- Isso somente significava que você é louca pra mim... Somente uma louca... — Ele falou irritado e voltou a andar.
- Eu te disse antes o que sou. — Ela falou com dificuldade. — Eu avisei antes... Mas você não se lembra...
Fred parou de andar novamente. Agora realmente irritado com a desconhecida.
- Então, o que você é?
Ela pareceu gelar por alguns minutos, mas decidiu falar. Ele a salvou como prometido, e como prometido ela iria falar mais uma vez.
- Fredward, eu sou um Gumiho... — A voz dela ecoou na mente dele.
Ele não conseguiu se conter e gargalhou alto na frente da garota. Deu risadas suficientes para despertar a raiva dela. Demorou cerca de vinte minutos para que ele voltasse ao normal e com um largo sorriso divertido nos lábios.
- Você é uma boa piadista... — Ele respondeu.
- Antes você não sabia o que era isso... Mas pelo jeito já sabe das lendas... — Ela refletiu com voz grave. Estava quase fora de si.
- Você nem é oriental pra fazer essas brincadeiras. — Fred observou. — Você não tem os cabelos lisos e escuros. Seus cabelos são dourados como ouro. Você não tem nem mesmo olhos puxados e escuros. Seus olhos são azuis... Você nem mesmo é magrinha... Ou gordinha... Mas é cheia de curvas... Não me faça piadas.
Ela estalou a língua e o olhou com raiva.
- Eu não sou oriental como antes por sua causa. Maldito seja o dia em que minha avó me jogou no templo sob tantas condições praticamente impossíveis. — Ela reclamou com raiva.
- Lendas são criadas para assustar os outros. — Ele observou cético.
- Eu não sou uma lenda. Eu sou um Gumiho de carne e osso. — Ela insistiu.
- Então me mostre suas caudas... — As palavras dele a fizeram ficar corada.
Ela nada disse.
- Viu? Não é verdade. — Ele concluiu.
- Eu não posso mostrá-las a luz do dia. Você poderá ver as minhas caudas em dia de lua cheia. — Ela falou com pesar.
Faltavam quatro dias para a lua cheia.
- Você é louca e mentirosa. — Fred falou enquanto encontraram uma estradinha de terra com placa que indicava a distância a cidade. Não estavam longe.
- Vai pra casa... Tenho que embarcar hoje mesmo para Seattle... — Ele falou cético.
A mulher o olhou de cima a baixo e tomou uma posição de defesa em sua mente. Ela se irritou com isso. Como ele poderia querer ela longe? Quem ele pensa que é para rejeitá-la assim? Logo ele. O homem de quem ela precisa. A pessoa que carrega dentro de si sua gota. Ela respirou fundo e o olhou como se fosse uma refeição. Fred sentiu esse olhar e se preocupou com isso. Aliás, na mente dele aquilo significava que uma louca poderia atacá-lo.
- Essa é sua última palavra? — Ela perguntou em voz alta. Sua voz era mais predadora, em um tom de irritação pura e que fez todo o corpo dele se arrepiar. Algo nele dizia que ele estava em perigo, como se de alguma forma aquela garota fosse uma cobra venenosa ou um leão faminto.
- Claro, quero que saia do meu pé. Daqui eu me viro, então me deixe em paz. — Ele começou a caminhar em direção da cidade mais próxima, e se questionou como foi parar tão longe. Estavam no templo e agora estão realmente longe de lá.
A mulher com pele ávida o parou com um chute na perna dele. Fred se curvou com uma dor imensa. Como ela pode ter tanta força? Ele pensou com o cenho franzido. Ela não sorriu, seus olhos estavam queimando de raiva e transmitiu ameaça a ele.
- Daqui a quatro dias vou pegar a minha gota de volta. Eu vou provar quem eu sou e você vai se arrepender por querer se livrar de mim. A minha beleza vai ser sua maldição, e o seu sangue será o meu prazer. Voltarei em seus sonhos, mas o que é bom se tornara seu pior pesadelo. Você vai se arrepender amargamente... Morrera por isso... Pode ter certeza. — A mulher falou rispidamente, e Fred tremeu por dentro.
Como em um piscar de olhos, ela estava lá quase a matá-lo e depois de nem um segundo havia desaparecido. Ele respirou fundo e sentiu cheiro de ervas amadeiradas. Fred se perguntou quando sentiu esse mesmo aroma... Quando...
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O hotel é o melhor que tem em Seul, e poderia ter mais estrelas se fosse possível. Fredward esta acomodado em um quarto de luxo, com o que já é de costume e está contente por sair de perto daquela mata onde a garota lhe assustou. Os olhos dele estão petrificados em uma coreana realmente bonita que está dançando ao som de 4minute, e ele sorri satisfeito pelo corpo dela. Muito bonita a garota, apesar de ser também uma jogadora. Uma das poucas que ele teve o prazer de conhecer na Coréia.
Por mais que a distração da jovem coreana, ele não parava de pensar como a garota misteriosa se enganou ao dizer que ele não gosta somente de orientais. Óbvio que ele amava os olhos puxados, pois até pretendia se casar com uma. Isso o levou a pensar em Akemi, a única pessoa que ele temia saber de suas pequenas distrações por aí. Apesar que no mês passado ele a pegou saindo com um outro homem. Atitude que o feriu muito, apesar dela ter deixado claro que a relação deles estavam em um patamar aberto e que se ele quisesse poderia sair com qualquer uma. Isso porque ele tem a intenção de fazê-la a sua esposa... Daqui a alguns anos...
Fredward dispensou a coreana gentilmente, depois dela acabar de dançar. Ele não sabia o porquê, mas atribuiu a desculpa que não poderia trair a Akemi, apesar dela nem ser sua namorada oficialmente. Essa foi a desculpa que ele arranjou pra si, depois de beber seis litros de soju, dormiu tão profundamente. Ele pensou em um último ato de consciência o que a garota misteriosa poderia fazer em seus sonhos...
Parecia que ele nunca havia dormido ou pegado no sonho, quando viu a figura dela sair da escuridão do quarto. Para a desgraça de seus pulmões. Ela estava usando uma simples calcinha rendada branca, sem costura, e aquelas veias pretas estavam saltitante como tatuagens recém feitas. Os seios escondidos com as cascatas de cachos dourados e os lábios levemente rosados. Os olhos dela estavam completamente brilhantes e perigosamente carnais...
Ele se sentou na cama e a observou mais atentamente. A beleza dela era indiscutível, pois ele nunca viu mulher mais bela... Mais encantadora... Mais sedutora... Fred chegou a pensar que nunca desejou alguém tanto como estava a desejando nesse momento... A única linha de pensamento dele foi possuí-la. Possuir cada curva, cada pedaço de pele e explodir dentro dela até o desejo que cresceu tão rapidamente nele ser saciado.
Não demorou nem um segundo para ela estar em seus braços, e ele sentiu o toque da pele dela como mil queimaduras de terceiro grau. O polegar dele escorregou pelos os lábios dela, antes até dele beijá-la fervorosamente. Um beijo da qual explorou por quarenta segundos, pois ela se separou dele.
Os lábios dela se moveram por longos segundos e ele não ouviu qualquer som. Então ela fez menção de repetir...
- Eu sou irresistível a todos os homens... — A voz doce invadiu sua mente e ele não soube o que responder.
- Irresistível como a morte... — Ela completou com um sorriso pequeno.
As mãos dela voaram para o pescoço dele. A força de suas mãos o fez engasgar, então ela o soltou rapidamente. Mas, o soltou para morder o ombro dele. A sentiu como um pedaço grande de sua alma estivesse sendo devorado, e a última imagem que viu diante de seus olhos, foi o rosto da loira com muito sangue escorrendo de seus lábios. Mas nos olhos dela... Os olhos dela refletiu uma imagem... Um lobo.
Fredward abriu os olhos rapidamente e se engasgou fortemente. Demorou muitos minutos para ele se recompor. Ele levantou da cama e viu o quarto de luxo com as luzes acesas. Procurou por todos os lados a garota, então ele sentiu grande dor no ombro esquerdo. A camisa que ele usava foi pro chão rapidamente, ele se olhou no espelho e seu ombro sangra muito. Mas não há pedaço arrancado. Somente uma marca profunda de mordida ainda molhado de sangue...
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