Notas iniciais
Obrigada por comentarem meninas, os comentários fazer meus dias melhores e trás mais rápido os capítulos.

[...]

– Já podemos conversar Jefferson. — Regina acabara de adentrar o escritório.

– Er... Regina. O que houve com sua porta? — Jefferson assustou-se com o grande estrago na área da fechadura entre as duas portas.

– Jefferson. Por favor. Diga logo. — Regina estava realmente impaciente.

– Okay. Esta tarde, Grace foi a floresta com seu filho.

– Ora Jefferson! São apenas crianças, os dois são amiguinhos...

– REGINA!... — Jefferson tomou a compostura após interromper a mulher. — Quer dizer, Regina. Olha, minha filha me alertou sobre...

[...]

– Vamos Emma. Só mais uma. — Disse a mim mesma tentando dar mais uma mordida na maçã.

Percebi que apenas uma mordida basta, as lembranças voltam a aflorar em minha cabeça. Estou frustrada, essa porcaria de porta não se abre. Ouvi Regina falar comigo, dizendo pra não encostar na porta, mas por quê?

– Lembrança ruim... — Eu sabia já que o gosto de cada maçã denunciava o tipo de lembrança. Aquela maçã era amarga demais. Nem parecia ser uma fruta.

[...]

– Já cansou? — Perguntou Ayla com um sorriso sacana no rosto, olhava desejosa o corpo arfante a sua frente.

Ainda estava com seu pulso acelerado e com dificuldade de respirar. Abraçou o corpo da outra e lhe deu um beijo caloroso. Denunciando seu êxtase, mas praticamente dizendo: "Eu estou satisfeita e acabada".

– É a sua primeira vez mesmo? — Perguntou curiosa com a resposta dela.

– E se não for? — Desafiou mesmo sorrindo. — Vai sair correndo daqui?

– Não. — Não mesmo, nunca faria aquilo. — Eu só queria ter certeza. Você é incrível.

– Nunca fiz, é sério. Foi instinto. — Se aninhou ao corpo da outra que estava sentada na cama. — Você viu.

– Obrigada. — Deitou na cama com ela aninhada em seu corpo. Puxou as cobertas por cima de seus corpo.

– Não vai embora? — Perguntou agora olhando para cima, buscando os olhos azuis da mais velha.

– Quer que eu vá? — Perguntou divertida.

Camille apertou levemente o abraço deitando sua cabeça no travesseiro, agora olhando a mais velha nos olhos.

– Obrigada por isso. — Agradeceu agora a mais nova. — Dorme aqui comigo?

– Claro. — Abraçou a mais nova, a aconchegando em seu corpo.

[...]

– Encantado. Você está bem? — Mary estava abraçada ao marido na cama.

– Preocupado com minha filha.

– Nossa filha. — Mary acariciou o peito do marido.

– Eu estou muito preocupado, não tenho utilidade alguma aqui parado. Preciso arrumar uma forma de ajudar. — Sentou-se na cama. — Vou falar com Rumple.

Levantou da cama buscando suas roupas.

– Mas agora? — Mary também se levantou da cama. — Eu vou com você. — Já foi pegando sua roupa na cadeira.

– Não Mary. Não quero colocar você nessa confusão também. — Encantado pegou sua jaqueta marrom no cabideiro. — Nossa filha está enfeitiçada.

– ENCANTADO. Droga! Ela é minha filha também. — A mulher se exaltou um pouco deixando o marido um pouco surpreso. — Eu vou com você. Não importa o que você diga.

– Eu sei, você é muito mais teimosa do que eu.

– É, deve ser a convivência com meu marido. — Riu do próprio comentário.

[...]

– Tinta de Lula? Tem certeza? — Estava temerosa.

– Foi o que ela me disse.

– Estamos em perigo. Quer dizer... Essa mulher é mesmo uma louca.

– Minha querida. Pretende fazer algo? — Jefferson também estava preocupado. — Além de acordar a sua namorada?

– Se o que você disse é verdade, tem uma pessoa que preciso muito ver. De preferência agora.

Saiu do escritório deixando um Jefferson muito curioso. Ele foi até a sala novamente e viu a mulher com um livro de capa preta na mão dando um beijo na testa do filho.

– Quando Jefferson sair, tranque a porta Henry, já sabe o que fazer. — Cobriu o rosto do rapazinho de beijos. — Mamãe volta logo.

– Tá bem. — Observou a mãe sumir em sua nuvem roxa habitual.

– Ela já foi mais educada. — O mais velho apontara para o lugar em que a mulher estava. — Boa Noite Henry!

– Senhor Jefferson. — Esperou que o mais velho passasse para poder acompanhá-lo à porta.

Estava para sair quando se lembrou de algo.

– Henry! Meu querido. Minha filha é uma criança, assim como você. — Disse sério olhando nos olhos do rapaz envergonhado. — Estamos entendidos?

– Sim senhor. Ela é apenas uma amiga. — O rapazinho respondeu ao mais velho.

– Assim seja.

Retirou-se e o garoto finalmente fechou e trancou a porta.

[...]

– Então, é assim que funciona? — Perguntou examinando o colar que o mais velho lhe deu.

– Sim.

Aquela familiar fumaça roxa em sua loja não foi surpresa alguma.

– Rumple eu... Kalevra? — Apoiou suas mãos na própria cintura.

– Regina? Boa Noite. — Pegou todos os instrumentos que estavam sobre o balcão. — Eu preciso ir.

– Espere, preciso muito falar com você. Agora que está aqui, aproveitarei para falar com os dois.

– O que devo a honra queridinha?

– Sempre encantador Rumple. Preciso lhe avisar de uma coisa. Parece que estão atrás de sua adaga.

– Oras, está preocupada comigo? Sinto-me lisonjeado.

– Sem piadas Rumple. Esta tarde, outras como você. — Apontou rapidamente para Kalevra que não parecia confusa. — Estavam procurando tinta de lula.

O Senhor das Trevas saiu de trás do balcão, visivelmente confuso.

– Regina, me responda. — Sorriu antes de perguntar. — O que minha adaga... — Pausou para gesticular sua mão próxima a sua boca. — tem de relação com tinta de lula?

– Eu acho que elas estão a mando daquela bruxa. Querem controlar você por ser o mais forte de todos nós.

– Ora Regina, mais uma vez fico lisonjeado com seu elogio. — Brincou e recebeu um olhar duro. — Estava apenas tentando lhe animar, bom. Com a minha adaga e a tinta de lula não precisa se preocupar, ambas estão bem guardadas no lugar mais seguro de Storybrooke.

[...]

– Posso dormir aqui com você? — Zira acariciou o abdômen nu da ruiva.

– Não.

A outra não demonstrou chateação alguma, apenas levantou da cama e se vestiu antes de sair. Quando viu a outra fechar a porta do quarto, levantou novamente de sua cama, estava olhando para os livros automaticamente em cima de sua escrivania, de repente um impulso de lê-los foi tão grande, que o cansaço de seu corpo fora substituído quase que instantaneamente.

– Mais uma página, acho que era a 344.

Notas finais
Espero que gostem. Deixem seus reviews.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.