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2 Nova Maldição da Fada Negra
Notas iniciais
Regina os pais de Emma e os outros moradores da cidade encantada caíram no palácio da rainha naquela maldição todos tinham suas memórias, mas o que incomodou à morena era que Emma e Henry não caíram ou não foram parar no mesmo lugar que todos. "Emma? Henry?" gritou Regina na tentativa vã de ser ouvida. "Gold mais uma vez nos mostrou que nunca será digno de nossa confiança, não sei porque tentamos" disse Snow. Todos estavam procurando um meio até que Zelena, em um portal, consegue chegar até o palácio da morena com a varinha.
Em Storybrooke as coisas estavam diferentes. Henry havia caído na cidade, parecia que nada mudou exceto que ninguém que ficara ali lembravam-se dos últimos acontecimentos "Archie aonde está minha mãe?" o psicólogo olhou para ele como se o menino estivesse ficando louco "Ora, Henry, aonde ela sempre esteve nos últimos meses: na clínica. Será que preciso falar com a prefeita para voltarmos com nossas sessões?" Henry sentiu uma fagulha de esperança ao ouvir a palavra "prefeita" "Minha mãe Regina está aqui?"
"Regina? Não Henry, sua mãe Fiona; ela é a prefeita da cidade. Você está bem mesmo?" Henry sacudiu a cabeça e segui para a clínica aonde Emma estava internada e passando-se de louca. Henry ficou feliz em saber que a mãe o reconhecera mas triste em saber que ela não acreditava em magia, mas no fundo ele saia que sua mãe estava normal, quando Fiona o mandou sair e viu que a fada ia dar mais remédios à Salvadora, em um abraço ele disse no ouvido de Emma "Não tome nada do que ela te der" e saiu.
Na floresta encantada, a cena é mostrada para todos que estavam no castelo de Regina "Quem ela pensa que é? Essa cidade é minha" Todos estavam aflitos, principalmente os pais de Emma, que viram a situação em que a fada negra a deixara. "Tenho uma teoria de como voltar para Storybrooke" disse Hook que nunca superou a paixão pela salvadora, por dentro sentia-se traído e enganado, era para Swan ser dele e não de Regina "Você entende de navio, e eu entendo de magia. E disso eu dou aula. Não preciso de teorias, eu preciso achar Emma e meu filho, pirata" Hook ficou braco com a resposta da rainha e saiu em rumo à floresta.
Zelena levou todos para seu castelo em Oz para mostrar o que tinha achado em seu castelo "Mas estava aqui" ela disse indignada "Fiona quer que Emma desacredite, é um jogo de princípios: se ela esquecer de onde é, todos nós iremos desaparecer" concluiu Snow.
Regina se retirou do local e foi caminhando para fora do palácio de Zelena, mas antes de sair, pegara a sobrinha no colo, precisava pensar e conversar com alguém que não lhe diria nada apenas ouviria e a pequena Robin era essa pessoa, a irmã mais velha da morena percebera, mas deixou que a caçula seguisse, em poucos meses ela aprendeu a lidar e a entender sua irmã. Regina sai do castelo e vai para o jardim, o palácio de sua irmã era verde demais, porém, não deixava de ser lindo. As Esmeraldas adornavam as entradas do palácio, diamantes caros que ostentavam a beleza do lugar. Um pomar que ainda não tinha sido "exterminado" e um banco embaixo da macieira de maçãs verdes. "Sua mãe e eu temos muito em comum, pequena. Infelizmente ficamos separadas por muito tempo, cada uma de nós guardando mágoas de coisas distintas... Perdoamos nossa mãe e eu tive que trabalhar meu intelecto e minha emoção para poder lidar com o perdão em sua mãe, Sabe, quando a gente perdoa a primeira vez alguém é muito difícil, mas quando você começa a praticar o perdão e além do mais perceber que mágoas não nos levará a nada fica menos difícil perdoar. E todos aqueles que estão lá dentro me perdoaram, e eu consegui, finalmente, ter uma família: os charmings estão sempre comigo e por mim, como eu estou para eles também, mas Emma... Emma sempre esteve por mim, até mesmo quando ela não tinha quebrado a maldição, até mesmo quando eu era pura amargura ou quando o lado negro do meu coração queria sobressair." A pequena Robin apenas brincava com a ponta de sua fralda, enquanto ouvia o monólogo da tia. Regina suspirou e fechou os olhos "Emma e eu somos opostos porém temos coisas muito iguais. Mas eu não posso perder o meu final feliz, pequena Robin, e com certeza ela é, e de fato eu preciso encontrá-la preciso dela e de Henry do meu lado" Zelena que estava ao longe podia ver a interação da filha com a irmã, aproximou-se a passos lentos "Posso me sentar com vocês?" Regina assentiu e deu espaço no banco para a irmã "Mas antes, isso" Zelena levantou a mão e com magia trocou a roupa das duas "Acho que não somos mais essas pessoas. Essas roupas de Storybrooke são muito melhores e menos pesadas" Regina riu e concordou. Zelena sentou-se ao lado delas e ficaram caladas por alguns minutos em um silêncio confortável. "Obrigada. Obrigada por ter jogado o carro em Fiona" Riram mais uma vez "Aquela mulher se acha demais. Eu estava sem magia em Storybrooke, mas consegui recuperar um pouco dela em meu, digamos, 'arsenal de magia'" Zelena colocou uma mão sobre a perna de sua irmã "Nós iremos voltar, Re. Você não confia em mim para olhar o Henry, mas saiba que se algo acontecer comigo, eu confio em inteiramente em você para que vocês três: Emma, Henry e você possa criá-la." Regina sorriu e encostou a cabeça no ombro da irmã mais velha. No fim das contas, era bom ter sua família perto. O nome Mills não morreria jamais, tinha ela, Regina, Zelena e a pequena Robin.
A Rainha se levantou e virou-se para a irmã "Me mostre aonde você guarda suas poções. Vamos voltar para Storybrooke antes que aquela fada de meia boca consiga o que quer"
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