Notas iniciais
Sou péssima para colocar nomes nos capítulos, ignorem. Haha Então, tá aí o que vocês todos queriam. Não ficou uma maravilha, mas quebra o galho, só acho. E como sempre eu decidi sacanear mais um pouquinho com a Sam rsrsrsrsrsrs. Escrevi rindo hahaha Não é para zoarem ela, tadinha, só eu posso sacaneá-la... Mentira, se quiserem zoem sim rsrsrsrs Espero que gostem, boa leitura!!!

P.O.V Da Sam

Fiquei sem palavras, ele se afastou um pouco, mas não soltou minha cintura. "Foder com força". Essa frase ecoava na minha cabeça, mordi o lábio sentindo um pequeno formigamento em minha intimidade.

— Você nem imagina o quanto fica sexy mordendo o lábio dessa forma. Isso mexe comigo, sabia? — Disse com a voz rouca.

Morder o lábio inferior é uma mania, costumo fazer quando estou nervosa, é inevitável.

— Você fica ainda mais linda quando está corada! — Elogiou acariciando minha bochecha esquerda.

— Você vai me levar para a cama? — Sussurrei sentindo meu coração quase sair pela boca, batia tão forte e rápido que eu já estava com medo, imaginando se ele pudesse ouvir as batidas. Mas isso seria impossível, certo?

— Sim. Vou levá-la para cama, irei saciar meu desejo e também lhe darei prazer. Vamos começar com as preliminares, não gosto de pular as preliminares. — Falou com uma uma serenidade absurda.

E eu me pergunto, como ele consegue ser tão calmo? Eu queria ser assim, sou o oposto, e estou quase tendo um ataque de nervos. Se ele não estivesse me segurando, eu já teria caído.

— Tudo bem. — Concordei, eu não tenho escolha, já assinei o contrato e meu dever é obedecê-lo e acatar todas as suas ordens.

[...]

Ele me conduziu até a cama, ele ainda estava com a toalha presa ao quadril, me concetrei em olhar para cima e não para baixo. O Sr. Benson me fez sentar na cama, e se abaixou tirando minhas botas e minhas meias.

Senti seus dedos deslizando pelos meus pés, fazendo pequenas carícias.

— Levante. — Mandou e eu obececi.

Ele se aproximou e lentamente começou a levantar a minha blusa. Minhas bochechas ardiam, a vergonha se apossava de mim cada vez mais. Ele terminou de tirar minha blusa e eu tive vontade de esconder meus seios mesmo eles estando cobertos pelo sutiã.

O Sr. Benson sorriu e agarrou-me, escostando os lábios no meu pescoço, fechei os olhos sentindo suas mãos subirem e descerem por minhas costas. Sua boca em meu pescoço estava me fazendo soltar suspiros, ele distribuía beijos, chupões e mordidinhas.

Eu já estava toda arrepiada, sua barba por fazer roçava em minha pele e às vezes fazia cócegas. Se afastou do meu pescoço e voltou a me beijar.

Retribuí o beijo, ainda era inexperiente e mesmo assim tentei ao máximo beijá-lo a altura. Seus lábios quentinhos e macios, o delicioso gosto do seu beijo e as carícias em minha cintura, era tudo tão bom.

Encerramos o beijo, e ele me soltou, se afastou e mordeu o lábio. Direcionou o olhar para o meu busto, descendo cada vez mais e então sorriu.

— Vou abrir uma exceção para você, por ser sua primeira vez, pegarei leve. — Avisou.

Assenti, e mesmo assim eu ainda estava nervosa e com medo. Se aproximou novamente e suas mãos foram para os botões da minha calça abrindo-os, desceu o zíper e em seguida puxou minha calça, deslizando-a devagar.

Minhas bochechas esquentaram quando fiquei apenas de lingerie em sua frente. A toalha dele ainda continuava presa e firme em seu quadril. Parecia surreal, por ela não ter caído durante as duas vezes que ele se abaixou.

— Roxo combina perfeitamente com o tom de sua pele, amei sua lingerie. Seu corpo é lindo, não deveria ter vergonha, você é muito linda e deveria aprender a receber elogios. — Falou depois de ter me analisado minuciosamente.

Continuei calada o encarando, seus olhos castanhos fitavam os meus com intensidade. E me agarrou novamente, beijando-me pela terceira vez, suas mãos que estavam em minha cintura desceram para a bunda.

Seu aperto me fez gemer ee continuou apertando minha bunda enquanto nos beijávamos. Explorando a boca um do outro lentamente. Eu imitava os movimentos de sua língua, estava aprendendo, agarrei sua nuca, eu estava nas pontas dos pés.

Paramos o beijo, ele mordeu meu lábio inferior puxando-o levemente. Arfei e ele me conduziu até a cama, aonde sentei. Olhei para baixo, havia um volume por debaixo de sua toalha, devo ter corado ainda mais quando ele notou para onde exatamente eu estava olhando.

— Foi você que me deixou assim, tão excitado. — Falou com a voz ainda mais rouca. — Vá para o meio da cama e fique apoiada sobre os joelhos. — Mandou.

[...]

Eu fiz o que ele havia mandado, estou apoiada sobre os joelhos, e agora ele subiu na cama e está posicionado atrás de mim.

Suas mãos foram para o fecho do meu sutiã abrindo-o, tirou meu sutiã e arfei quando ele tocou nos meus seios. Mordi o lábio com força sentindo suas carícias e sua respiração quente batendo em minha nuca.

Meu corpo está esquentando, sinto minha pele arrepiar a cada vez que ele puxa de leve meus mamilos, Ainda bem que ele está atrás de mim e não pode ver meu rosto ruborizado.

— São tãos gostosos de apertar... — Disse baixinho e em seguida beijou meu pescoço.

Ele estava acariciando e apertando meus seios, puxando meus mamilos, me fazendo arfar.

Então, deslizou as mãos por minha barriga lentamente até chegar na minha calcinha. Continuei com a cabeça erguida, ainda mordia lábio e meu coração disparou quando ele adentrou minha calcinha com uma das mãos.

— Tão quentinha... — Sussurrou me acariciando, seus dedos faziam círculos e logo senti meu clitóris ser pressionado.

Gemi baixinho, minha intimidade formigava, ele depositou um beijo em meu pescoço e logo senti sua boca encostar na minha orelha direita.

— Eu gostei... Gostei muito disso... Estou louco para ver, já sei que são macios e bem aparados, mas quero ver ser são loirinhos. — Sussurrou bastante rouco, arfei e mais uma vez minhas bochechas esquentaram.

Fechei os olhos e joguei a cabeça para trás, me apoiando no ombro dele. Um de seus dedos havia deslizado para dentro de mim, eu estava sentindo um pequeno incômodo, e ele fazia movimentos me arrancando gemidos.

[...]

Ele tirou a mão de dentro da minha calcinha, eu estava me sentindo molhada. Minha respiração estava descompassada.

— Huum... Muito gostosa. — Ouvi ele murmurar.

Eu não tinha coragem para olhá-lo, mas ele me puxou e me deixou virada para ele. Abaixei o rosto com muita vergonha.

— Olhe para mim, não precisa ter vergonha. — Disse puxando meu queixo e erguendo meu rosto.

Ele sorriu e passou a língua entre os lábios.

— Deite. — Obedeci fazendo o que ele havia mandado. — Seus seios são lindos. — Elogiou. — Agora vou tirar sua calcinha e você não pode morrer de vergonha, entendeu? — Perguntou sorrindo.

Ah, meu Deus! Ele vai me ver, não quero que ela me veja. Fechei os olhos sentindo o tecido da minha calcinha deslizar por minhas pernas.

— Você é perfeita... É a mais bonita que eu já vi. Olha só o que temos aqui... São loirinhos. — Comentou.

Vergonha. Era tudo que estava sentindo naquele momento, muita vergonha mesmo. Ele abriu minhas pernas, eu ainda estava de olhos fechados.

— Abra os olhos! — Pediu, abri os olhos e ele estava na minha frente, com os joelhos apoiados na cama.

Suas mãos deslizaram por minhas coxas, meu corpo esquentava sentindo seus toques e ele fez um trilha de beijos pela minha coxa direita até chegar na minha virilha.

— Ooohh! — Gemi sentindo sua boca em mim, as mãos dele estava nas minhas coxas. Sua cabeça estava entre minhas pernas. Soltei outro gemido sentindo sua língua em meu clítoris, fechei os olhos e apertei a colcha da cama sentindo o tecido macio entre meus dedos.

[...]

Ele se afastou, minhas pernas tremiam. Vi ele sorrindo depois de ter passado a língua pelo lábio inferior lentamente.

— Divinamente deliciosa. Gostou de sentir eu te saboreando? — Perguntou sorrindo.

Não respondi, o que eu poderia dizer? Palavras me faltavam naquele momento.

— Creio que sim, seus gemidos comprovaram isso. — Comentou. Ele saiu da cama e foi até uma cômoda, abriu a segunda gaveta, meus olhos seguiam seus movimentos. E ele se virou, sorriu para mim balançando um pacote de preservativo.

"Vai ser agora que eu irei morrer!" Pensei vendo ele se aproximar.

E quase tive um ataque cardíaco quando ele tirou a toalha. Eu nunca tinha visto aquilo, e nunca passou por minha cabeça como o dele era exatamente. Me assustei com o tamanho.

O Sr. Benson subiu na cama, parou diante de mim segurando o membro.

— Sente-se, quero que você me toque! — Falou.

" O quê? Como assim tocá-lo?"

Ainda confusa e desconcertada, sentei-me na cama de frente para ele. Ele pegou minha mão direita e a direcionou até o seu membro, fazendo-me tocá-lo e fechando minha mão em torno dele.

Mordi o lábio, estava quente e duro, pulsava em minha mão. Ele estava gemendo e fazendo minha mão deslizar por todo o membro dele.

— Ooh, isso. Aperte... Assim! — Dizia entre gemidos.

[...]

Então, o Sr. Benson me fez parar de tocá-lo, pediu para que eu deitasse. Abriu minhas pernas e se posicionou entre elas. Meu coração estava quase saindo pela boca.

— Vai doer muito? — Perguntei baixinho.

— Talvez. — Respondeu.

E logo eu o senti, deslizando para dentro de mim lentamente. Abrindo-me e me invadindo, gemi na medida que seu membro entrava. A dor me atingiu me fazendo gemer mais alto, suas mãos apertaram minha cintura.

— Tente relaxar, já vai passar. — Sussurrou, seus olhos estavam fixos nos meus. Nossas bocas tão próximas, nossas respirações se misturando.

Ele se afastou, a sensação de vazio me preencheu, vi ele abrindo o pacote de preservativo e logo tratou de proteger seu membro e voltou a encaixar nossos corpos, me preenchendo novamente, me fazendo gemer.

Suas mãos firmaram em minha cintura e contornei seu quadril com minhas pernas.

— Tão apertadinha e molhadinha para mim. Eu adoro isso! — Sussurrou se movimentando.

Apertei a colcha de cama, sentindo ele ir mais rápido, mais forte. Arqueei meu corpo, meus dedos apertava a colcha cada vez mais. Suas mãos deslizaram por minhas costas até chegar na minha bunda, onde ele me agarrou indo cada vez mais forte.

Minutos depois...

Nossos gemidos ecoavam pelo quarto junto com o barulho de nossas respirações ofegantes. Cravei minhas unhas em suas costas quando ele abocanhou meu seio esquerdo e mordeu meu mamilo, puxando-o com força.

Minhas pernas tremeram, senti uma onda de prazer e a alívio me dominar por inteira. O corpo dele também tremia e as poucos ele foi cessando os movimentos.

E pela segunda vez me senti vazia, ele havia saído de cima de mim e deitou ao meu lado. Eu estava suada, fechei os olhos e só podiamos ouvir o som de nossas respirações descompassadas.

— Mandei decorar um quarto para você, quero que passe todos os finais de semana comigo. E só por hoje permitirei que durma aqui comigo no meu quarto, essa é a segunda exceção que abro para você! — Avisou.

— Por quê não posso dormir com você? — Sussurrei.

— Nosso único acordo é transar e eu fazê-la minha submissa. Não vamos ter um relacionamento amoroso, não curto namoros. Você será apenas minha submissa! — Explicou sério.

Ele levantou, meu olhar seguiu seus movimentos. Ele entrou no banheiro e me deu vontade de chorar.

" O que está havendo comigo? Preciso aceitar que só o que temos é um acordo. Assinei o contrato aceitando ser sua submissa e nada mais. Não devo me apaixonar, muito menos me iludir."

Notas finais
O que acharam? Digam tudo! Sei que não foi na maneira Benson, tive que maneirar, né? Por ter sido a primeira vez dela haha Ah e sobre os "amiguinhos loirinhos" que o Sr. Benson adorou. O que acharam? Opções: A) Ela precisa se livrar deles, tipo depilação total. B) Ela tem que mantê-los sempre assim. Eu sei que sou terrível e sacaneio demais, mas é legal. Não consigo evitar rsrsrsrsrsrs Comentem! Bjs Ps: Pelo menos a Sam tá melhor que a Ana de 50 Tons. Pensei que o Grey fosse se assustar com a "floresta" dela kkkkkkkkkkkk Tá, parei de zuar...