50 Tons de Desejo

28 Perdendo a esperança: Visita inesperada


Notas iniciais
Ainda tem alguém acompanhando essa Fic? Espero que sim. Apareçam leitores fantasmas haha Preparei um capítulo grandinho para compensar a semana passada, na qual eu não atualizei. Alguns leitores abandonaram a Fic, algo que me deixou triste. Mas aqui estou eu postando para os meus queridos leitores fiéis. Enfim, boa leitura!

Dias depois: Terça-feira, às 10:28 da manhã...

P.O.V Da Sam

O ambiente hospitalar remete tanta angústia e tristeza, para mim é sufocante ficar num leito com minha mãe. Vê-la presa numa cama hospitalar, ligada à aparelhos é algo tão doloroso, chega até ser assustador. Sua vitalidade se esvai a cada dia que passa, isso de certa forma me mata também. Ela é inteiramente dependente deste lugar, de tratamentos e de remédios, também depende de mim, eu sou capaz de tudo por ela, não foi à toa que eu me submeti à assinar um contrato como aquele.

Os médicos não me deram nenhum pingo de esperança, todos afirmaram a mesma coisa. Não há mais salvação para a minha mãe, ela pode partir à qualquer momento. O câncer está progredindo, as séries de quimioterapia não estão fazendo mais efeito, não há mais nada que os médicos possam fazer por ela.

Isso é demais para mim, eu não consigo aceitar. Minha mãe vai morrer e eu não posso fazer mais nada para ajudá-la, eu fiz tudo o que tinha ao meu alcance. Ela está no melhor hospital particular de Seattle, nas mãos dos melhores médicos, submetida aos melhores tratamentos...

Fé. Eu ainda tenho fé, mas até isso também está sendo tirado de mim. Antes eu acreditava tanto, acreditava que um milagre chegaria até nós. Que uma força divina iria curá-la, que minha mãe fosse estar livre desse maldito câncer.

Mas não, talvez a minha fé não tenha sido o suficiente. Até agora nada foi o suficiente, não há mais nada que possamos fazer. A doença está à frente da medicina, está se espalhando, evoluindo e matando minha mãe pouco à pouco...

[...]

— Não chore... Isso parte o meu coração... Não chore, filha... Eu não suporto vê-la sofrendo... — Minha mãe dizia com a voz fraca, debilitada enquanto afagava o meu cabelo.

Eu chorava e soluçava compulsivamente. Só Deus sabia o tamanho da minha dor, o quanto eu sofria vendo-a ali, tão frágil, tão abatida e debilitada.

— Eu fiz de tudo, mãe. Tudo que tinha ao meu alcance, se eu pudesse trocaria de lugar com a senhora... Juro por Deus! — Falei levantando a cabeça, fitando a sua face magra e pálida.

Os olhos cristalinos possuiam um brilho fosco, quase apagado. Tirei minha cabeça do seu peito, tentei limpar minhas lágrimas com as mangas da minha blusa.

— Tudo? O que você fez minha, filha? — Sussurrou assustada.

Me arrependi de ter falado demais, mas foi algo impesado.

— Não se preocupe, mamãe. Eu não matei ninguém e também não assaltei um banco. — Falei tentando acalmá-la.

"Apenas aceitei ser submissa de um homem que me paga super bem, por isso estou conseguindo custear todos os seus tratamentos."

Completei mentalmente. Céus! Aquilo era algo sigiloso, jamais confidenciaria à alguém.

Não me orgulhava. Como poderia me orgulhar de ser uma submissa? De vender o meu corpo? Me sentia uma meretriz, e de fato, eu fazia sexo em troca de dinheiro. Além de aceitar certas humilhações, mas eu tinha que aguentar firme...

— Você precisa descansar, mãe! — Ajeitei o travesseiro dela. — Durma, não se preocupe comigo. Estou bem... — Menti.

Eu não estava nada bem aquele dia, tive insônia na noite anterior e pesadelos nas noites anteriores. Tentava ocupar minha cabeça trabalhando na empresa, com o Benson, mas nada adiantava. Aquilo só estava me sobrecarregando, me deixando prestes à explodir...

Sexta, Sabádo e Domingo eram os únicos dias que me faziam relaxar. De certa forma, o sexo fazia com que eu me desligasse do mundo, me fazia esquecer os problemas. Serví-lo no Quarto do Prazer também "ocupava" a minha cabeça, a dor de cada sessão de BDSM me fazia esquecer a tristeza, o prazer também era algo que eu sentia, vinha acompanhado com a dor em cada sessão que eu era destinada.

O sono chegou rápido, levando-a para um lugar melhor, talvez... Me levantei da cadeira sempre posta ao lado da cama hospitalar, sequei minhas lágrimas e em seguida me despedi dela, beijando sua testa. Saí do leito, deixando minha mãe dormindo, eu precisava de um café forte, urgente...

Minutos depois...

— Ai, amiga. Dói tanto ver seu rosto abatido e esses olhinhos azuis inchados!

Ryan se levantou rapidamente, estava me esperando na recepção com um copo de Starbucks, junto com uma revista de fofoca na outra mão.

— O que você tem aí? — Perguntei apontando para o copo médio.

— Cappuccino com creme extra e canela! — Respondeu.

— Serve. — Falei roubando o copo dele.

Minha garganta estava seca, tomei um grande gole. Ryan sorriu para mim, se abanando com a revista.

— Obrigada por me acompanhar. — Esbocei um pequeno sorriso para o meu melhor e fiel amigo, Ryan Jones.

— Que isso, boba? Não precisa me agradecer, minha linda!

Ele me puxou para um abraço apertado, beijando minha cabeça e dando tapinhas em minhas costas.

— Eu amo você! — Murmurei com a voz abafada, passando meus braços ao seu redor.

Meu amigo me apertou ,seu abraço era acolhedor, tudo que eu estava precisando naquele momento.

— Também amo você, loira.

Ryan encerrou o abraço, beijou minha testa e pegou minha bolsa.

— Tem balinhas de hortelã? Tô precisando, talvez eu arranje um boy magia aqui em Seattle! — Disse me arrancando uma risada, enquanto vasculhava a minha bolsa.

— Ai, Jones, só você mesmo para me fazer rir... — Falei quando estávamos indo embora.

Christine, a moça que cuida da minha mãe tinha ido na cafeteria, quase em frente ao hospital. Então, eu poderia voltar pra casa tranquila, sabendo que Christine estaria perto da minha mãe, que sempre me manteria informada se alguma coisa acontecesse.

— Essa Mercedes é linda, um sonho de consumo. Posso digirir? Você não está em condições. — Meu amigo falou louco para dirigir meu carro.

— Claro. — Destravei a Mercedes e entreguei a chave para ele, que deu pulinhos de alegria.

— OMG! Isso é demais! — Comemorou entrando rapidamente.

Sorri com sua empolgação, entrei no carro,coloquei o cinto e tirei meu celular da bolsa.

Dei de cara com 30 ligações perdidas do Benson e 12 da Carly, e mais 6 mensagens da minha amiga. Havia colocado no silenciador, resolvi responder as mensagens da minha amiga primeiro.

Minutos depois...

Respirei fundo, tomei coragem e decidi ligar para o Benson, me deparar com 30 ligações perdidas dele me deixou preocupada.

"- Sam ,eu já estava enlouquecendo aqui... — Sua voz rouca me fez estremecer, meu corpo se arrepiou. Ele pausou e suspirou antes de prosseguir. — Está tudo bem? Me diz, aonde você está? Precisava ouvir sua voz." — Falou num tom um tanto desesperado, senti uma certa preocupação vindo dele

— Eu estava visitando a minha mãe... Algum problema? Estou indo para a casa agora... Estou bem... — Falei quase pausadamente, nervosa e torcendo para não gaguejar.

"- Ah, sim... Com certeza deixou o celular no silenciador, certo? Como está a sua mãe?" — Perguntou.

— Sim, deixei no silenciador. Minha mãe piorou, os tratamentos não estou dando certo... — Falei sentindo meus olhos marejarem.

"- Ah, Sam, eu sinto muito!" — Lamentou.

— Enfim, o que você queria? Por quê me ligou 30 vezes? — Indaguei mudando de assunto.

Eu havia pedido um dia de folga, não havia contado que ia visitar a minha mãe. Eu não precisava ficar lhe dando satisfações de tudo sobre o que iria fazer ou deixasse de fazer.

"- Não foi só você que tirou folga hoje, sabia? Estou na casa de um amigo,fazia tempo que não visitava ele. Enfim, agora estou indo para..."

— DÁ PARA PARAR DE CANTAR, RYAN? — Gritei com o meu amigo que berrava/cantava uma música qualquer me atrapalhando de escutar o Benson.

O Jones se calou, se assustando com o meu grito repentino.

— Fiquei surdo e acho que o teu bofe também, loira! — Choramingou.

"Ai, meu Deus! O Freddie ainda tá na linha..."

— Freddie? — Chamei mortificada de tanta vergonha.

" — O que foi isso? Gritando com o fotógrafo, é? O que ele está fazendo aí com você?" — Perguntou assumindo um tom sério, frio e com uma pitada de irritação.

— Qual é o seu problema com ele? Olha, quer saber? Eu não te devo satisfações. Tchau! — Desliguei o celular.

Bufei irritada enfiando o iPhone na bolsa.

Será que ele ainda não entendeu que o Ryan é meu melhor amigo? Droga! Talvez ele nem saiba que o Jones é gay...

— O que foi, Sammy? — Meu amigo perguntou.

— É só que o Freddie me irrita, às vezes... — Respondi sem dá detalhes.

— O bonitão tem outro irmão? — Perguntou interessado.

— Tem uma irmã, ela é linda e adorável! — Falei.

— Poxa! Eu também queria um Benson pra mim. A Carls tem o Josh e você tem o Benson todo poderoso... — Choramingou.

[...]

— Me deseje sorte porque hoje vou precisar. Odeio fotografar ensaios de roupas íntimas, aquelas modelos magrelas seminuas me dão arrepios! — Ryan fez careta enquanto pegava a mochila que estava nos bancos de trás.

— Boa sorte, amigo. — Falei risonha ocupando meu lugar ao volante.

— Valeu, Sammy. Tchau! — Se despediu saindo do carro.

— Tchau! — Sorri para ele, acenando.

O Ryan seguiu para uma das Agências de moda mais importante de Seattle. Estava na cidade à trabalho, fui buscá-lo em Vancouver ontem e ele vai ficar dois dias no nosso apartamento. Carly ainda está à procura de emprego, quase não para em casa.

Rumei para o meu apartamento, estava precisando de um banho relaxante. Comer algo e deitar um pouco...

33 minutos depois...

Saí do elevador, finalmente havia chegado ao andar aonde se encontrava o meu apartamento. Estava andando pelo corredor, distraída vasculhando a bolsa procurando as chaves.

Finalmente achei minhas chaves, levantei o olhar e dei de cara com o Benson parado em frente à porta, encostado na mesma mantendo uma pose de bad-boy.

Perdi o ar por alguns segundos. Parei de andar e fiquei olhando para ele, surpresa. Ele estava usando calça jeans justa valorizando suas pernas, coxas e comprimindo seu "volume" natural, camisa branca e jaqueta preta, couro legítimo com certeza e usava óculos escuros.

Deus! Deveria ser pecado ser tão absurdamente sexy.

— Me admirando, baby? — Tirou os óculos, sorriu de lado modo cafajeste, consertando a postura.

Sua voz rouca me fez despertar, enguli em seco. Desviei o olhar, sentindo minhas bochechas pegarem fogo.

— O q-que tá fa-fazendo a-aqui? — Gaguejei estupidamente sentindo um friozinho na barriga.

— O quê? Eu não posso visitá-la? — Se desencostou da porta, prendeu os óculos na gola da camisa.

Suspirei, me apressei para abrir a porta. Minhas mãos trêmulas apenas dificultavam tudo...

— Está nervosa? — Sussurrou no meu ouvido direito, paralisei quase tendo um treco. — Calma, baby, deixa-me ajudá-la. — Disse segurando minha mão, me ajudando a abrir a porta.

Maldito! Ele percebeu! Como não perceberia? Estou quase infartando ao lado dele. Nossa! Como o cheiro dele me deixa inebriada.

Suas mãos agarraram a minha cintura, ele me conduziu para dentro. Meu coração saltitava em meu peito fortemente. Por Deus, o que está acontecendo comigo?

Tirou a bolsa da minha mão, jogando-a no sofá. Suspirei aliviada quando suas mãos me soltaram, me virei pra ele.

— É sério, o que veio fazer aqui? — Perguntei fitando os seus olhos.

— Já te respondi. Cadê o fotógrafo? Achei que estivesse com você. — Seu tom soou azedume.

— Freddie vá se ferrar. Não tô com paciência para ficar aturando sua indiferença em relação ao Ryan! — Falei não conseguindo controlar a minha língua.

Ele arregalou os olhos me encarando chocado com o meu atrevimento.

— Uau! Mudou de água para vinho num piscar de olhos? Impressionante, Samantha! — Sorriu me provocando.

— Impressionante é a sua implicância com o meu amigo, sabia? Quer fazer o favor de ir embora? Eu preciso descansar. Hoje vou sair para almoçar com o Ryan! — O provoquei fazendo ele fechar o sorriso e me lançar um olhar irritado.

— É sério que está me expulsando do seu apartamento? — Me olhou desafiante.

— Sim, estou! — Sorri confiante. — Agora se me der licença...

— Me obrigue! — Falando isso, ele se sentou no sofá e cruzou os braços.

Respirei fundo pegando a minha bolsa, decidi subir. Ele ficou sozinho na sala e eu rumei para o meu quarto.

— Quêm ele pensa que é? — Resmunguei me despindo.

Peguei uma toalha limpa no guarda-roupa, coloquei minha roupa no cesto de roupas sujas e segui para o banheiro, trancando a porta.

[...]

— O QUE FAZ NA MINHA CAMA? — Gritei assim que saí do banheiro.

O Benson estava deitado todo relaxado na minha cama, sem a jaqueta, olhando a capa do meu diário.

Passou mil coisas por minha mente. Será que ele mexeu na gaveta das minhas roupas íntimas? Deus! Não...

— Sua sorte eu não ter achado a chave! — Deixou o diário de lado e sentou na cama, mordeu o lábio inferior, me olhando feito um predador.

Arfei segurando a toalha contra o corpo. Como ele ousa mexer em minhas coisas?

— Oras! Seu atrevido! — Exclamei indignada.

— Aliás, belas calcinhas! — Piscou para mim, sorrindo malicioso.

Aquilo foi o fim da picada. Sem pensar duas vezes, parti pra cima dele, o derrubando na cama.

— VOCÊ VAI VER SÓ SEU ABUSADO! — Gritei socando o seu peito com raiva.

Rapidamente ele inverteu nossas posições ficando por cima de mim e segurou os meus pulsos.

— Calma! Só estava brincando, eu não mexi na sua gaveta de roupas íntimas! — Tentou se explicar.

Parei de gritar e me debater. Senti minha toalha abrindo, deixando minha nudez exposta. Minha respiração falhou quando seus olhos focaram-se nos meus seios desnudos. Droga!!!

Me mexi abaixo dele desconfortável, seu corpo estava um pouco afastado do meu. Ele estava se apoiando com os joelhos e os cotovelos contra a cama, as mãos firmes segurando meus pulsos.

O sangue pulsava em minhas veias, sentia meu corpo esquentar. Seus olhos ergueram, fixando-se nos meus, aqueles olhos castanhos penetrantes, me encarando com desejo.

— AAAAAAAAAAAHHHHHH! — Me assustei com um grito fino, muito agudo e irritante.

O Benson imediatamente saiu de cima de mim, me levantei apressada ajeitando a toalha em meu corpo.

— CARLY! — Gritei constrangida fitando a morena parada no vão da porta cobrindo os olhos com as mãos.

— Eu juro que não vi quase nada! — Disse apressada se pondo de costas para a gente. — Eu devia ter batido na porta, me desculpem... — Se desculpou rapidamente.

O Benson olhou para mim, sorrindo divertido com a situação.

Me levantei nervosa indo até a minha amiga que continuava tagarelando e se desculpando.

— CARLY! — Ouvimos o Josh gritando. — TÔ SUBINDO! — Avisou.

O Freddie parou de sorrir e ficou sério, desviei o olhar.

— NÃO! — A doida da Shay gritou e em seguida saiu correndo.

— O seu irmão está aqui! — Falei aos cochichos, ainda nervosa.

— E daí? Já esqueceu que eles acham que somos namorados? — Me encarou indiferente.

Bufei e ele revirou os olhos.

— Te espero lá em baixo! — Avisou antes de sai do quarto.

Tratei de pentear o meu cabelo, me vesti às pressas. Escolhi uma calça jeans azul, uma blusa vermelha de mangas compridas com a frase "I Hate You", calcei meus Sneakers pretos, passei um pouco de perfume e desci.

— Oi, cunhadinha! — Josh me saudou vindo me abraçar.

Ele beijou meu rosto e me levantou me rodopiando, comecei a rir envergonhada.

— Chega, Josh, não é pra tanto! — Benson resmungou sentado no sofá.

— Ciúmes, maninho? — O outro Benson provocou o irmão mais velho.

— Não! — Freddie respondeu o olhando emburrado.

— Vem aqui, Sammy, eu preciso de uma ajudinha! — Carly me puxou para a cozinha.

— O quê é? — Perguntei entediada.

— Ainda está com raiva de mim? Eu não sabia que o seu namorado estava aqui e que vocês estavam no quarto quase transando. — Cochichou vermelha.

— O quê? Não! Nós não estávamos quase fazendo aquilo... — Exclamei assustada.

— Eu vi, Sam. Nem vem, não adianta negar, ele estava em cima de você... OMG! Ele estava com o zíper aberto e "aquilo" para fora da calça? — Perguntou surtando.

— Carly! — Exclamei ainda mais constrangida. — Claro que não! Esquece o que você viu lá no quarto, por favor! — Implorei.

— Não prometo nada. — Sorriu maliciosa. — Safadinha! — Começou a rir. — Ai, doeu! — Reclamou choramingando quando eu dei um soco no ombro dela.

[...]

— Não vou ficar para almoçar com vocês, vou buscar o Ryan. — Falei me levantado e pegando minhas chaves que estavam na mesinha de centro.

— Vai me abandonar aqui, baby? — Freddie perguntou cínico.

— Pois é, Sam, poupe o Freddie de comer a comida da Carly! — Josh falou e acabou recebendo um tapa na cabeça dado pela namorada.

— Eu estava brincando, bonequinha de porcelana! — O Benson caçula falou massageando a cabeça.

— Sei... — Carly murmurou emburrada.

— Eu prometi ao Ryan que eu e ele almoçaríamos no Pini's. — Falei ignorando o Freddie.

Quando me calei meu celular vibrou no bolso, anunciando a chegada de uma mensagem. Peguei o aparelho, era uma mensagem do Jones.

"Não precisa vir me buscar, conheci um bofe escândalo e ele vai me levar para fazer um tuor pela cidade! Bjs"

"Okay, cuidado e juízo! Bjs"

Digitei rapidamente e enviei para ele.

— O Jones desmarcou comigo, pelo visto vou ficar para almoçar com vocês. — Falei para a Carly.

— Não. Vamos almoçar no Pini's...

— Oba! — Josh comemorou interrompendo o irmão.

— Só nós dois, vamos Sam? — Freddie me convidou ignorando o Josh.

— Sim, vamos! — Aceitei. — Espere um minuto, vou lá no quarto pegar uma jaqueta! — Falei e ele assentiu.

Subi para o meu quarto, passei mais um pouco de perfume. Também passei lápis e delineador para realçar a cor dos meus olhos, passei um pouco de gloss sabor cereja e peguei uma jaqueta preta. Quando desci o Benson estava me esperando perto da porta...

— Você está linda, vamos? — Me elogiou.

— Obrigada! — Agradeci sorrindo.

Ele sorriu me estendendo a mão, peguei sua mão e saimos de mãos dadas. No fundo eu sabia que ele só estava fazendo aquilo para sustentar a história de que somos namorados, afinal, a Carly e o irmão dele não poderiam desconfiar de nada.

Notas finais
Me digam o que acharam! A Carly é maluquinha, não? Não deixem de comentar! Bjs