50 Tons de Desejo
23 Medidas & pequenas torturas
Notas iniciais
No dia seguinte, às 10:56 da manhã.
P.O.V Da Sam
O Benson me entregou uma fita métrica com o tamanho de 50 centímetros, ele estava apenas de toalha, havia acabado de sair do banho e me pediu para medir seu membro. Eu pensava que ele estava brincando, mas me surpreendi quando ele me entregou a fita métrica e me pediu para medí-lo, não poderia recusar e tive que obedecê-lo.
— Tenho que medir flácido e depois vou medí-lo ereto, ok? — Me abaixei me colocando de joelhos diante dele.
Ele tirou a toalha e eu mordi o lábio inferior, prendi a fita entre os dentes e peguei seu membro. Que loucura, não acredito que estou fazendo isso, estiquei seu membro e ele me ajudou o segurando esticado. Peguei a fita métrica e a estiquei sobre seu membro corretamente desde a base até a pontinha de sua glande.
— Por quê você está rindo? — Perguntou.
Tombei a cabeça para trás, soltei seu membro e não segurei a risada. Ele é um mentiroso, me falou que seu membro ainda flácido media 15 centímetros e era tudo uma grande mentira.
— Tem apenas 9 centímetros. — Falei tentando ficar séria, o encarei e ele me olhou indignado.
— Só? — Indagou sério e eu assenti.
— Você mentiu e isso faz parte da natureza dos homens. Devo compreender, não é? Talvez você tenha medido errado, não sei... Mas você não tem um super pênis, que peninha. Agora vamos ver quanto ele mede ereto! — Falei prendendo o riso.
— Então, me masturbe, senhorita espertinha! — Disse um pouquinho irritado.
Minutos depois...
— 17 centímetros. — Avisei largando seu membro e me levantei, ele voltou a se enrolar na toalha e ficou me encarando incrédulo. — O quê? Eu não tenho culpa se você não tem um super pênis! — Debochei e ele continuou me encarando.
— 17 centímetros não é um pênis pequeno e pare de ficar rindo de mim. Isso não tem graça, eu não tenho um super pênis, mas também NÃO tenho um pênis pequeno, ok? E se você continuar rindo de mim, serei obrigado a te punir, entendeu? — Falou emburrado.
Foi inevitável, caí na gargalhada. Ele fica muito engraçado quando está todo irritadinho, seu rosto fica vermelho e ele ficou mordido por não ter exatamente 20 centímetros...
[...]
Minhas mãos estavam amarradas por uma gravata azul escura, eu estava deitada em sua cama nua. Ele saiu do quarto e retornou com um copo cheio de cubinhos de gelo, subiu na cama e se aproximou sorrindo maldoso.
— Gosta de gelo? — Perguntou e eu não respondi. O Benson deu um pequeno sorriso e colocou um cubinho na boca mastigando lentamente, triturou o gelo.
— Aaah! — Gemi estremecendo quando ele mordiscou meu mamilo direito e apertou o outro com os dedos gelados. Sua língua gelada contornou meu seio me causando certos tremores e arrepios.
Os cubinhos de gelo tilintavam balançando dentro do copo de vidro na medida que ele se inclinava sobre mim. Prendeu meu mamilo entre os dentes e o puxou me fazendo gemer numa mistura de prazer e dor, sua boca ainda estava gelada. E o Benson estava despido, seu corpo estava entre minhas pernas e eu sentia seu membro roçando em mim, aquilo estava sendo uma tortura.
Se afastou e pegou mais um cubinho, arfei sentindo ele deslizá-lo pelo pescoço descendo o gelo que estava se derretendo sobre minha pele quente até chegar perto da minha intimidade, estremeci quase pulando.
— Não está sendo gostoso sentir esse cubinho de gelo derretando sobre o seu corpo? — Perguntou deslizando o gelo sobre a minha intimidade bem devagar.
— Oooh! — Gemi alto sentindo ele pressionar o cubinho no meu clitóris. Aquilo me causava sensações estranhamente deliciosas, nunca podia imaginar que um simples cubinho de gelo pudesse proporcionar prazer.
Ele retirou o gelo da minha intimidade e colocou na boca, triturando-o lentamente, seus dedos ficaram me acariciando. E meu corpo estava um pouco trêmulo e todo arrepiado, o Benson sorriu e se afastou saindo da cama.
— Espere um momentinho! — Sorriu e saiu do quarto.
Tentei me livrar da gravata que prendia meus pulsos, sle amarrou apertado e sem motivos, eu não iria fugir mesmo. E não demorou muito para ele retornar ao quarto balançando o mesmo copo de vidro e com mais gelo dentro. Droga!
— Fiz esses na minha forminha especial. — Falou sorrindo malicioso e retirou um cubinho de gelo comprido e perfeitamente cilíndrico.
Aquilo parecia um tubinho de gelo e de certa forma era, confesso que fiquei com medo imaginando como ele usaria aquilo para me torturar.
Subiu na cama, deixou o copo em cima do criado-mudo e abriu minhas pernas.
— Não precisa ter medo, baby! — Falou me acariciando, me penetrou um dedo e sorriu. — Deliciosamente molhadinha. — Comentou.
— AAAAAH! — Gritei quando ele introduziu o cubinho de gelo em mim.
Fechei os olhos e mordi o lábio com força sentindo ele girar aquele cubinho dentro de mim devagar. A sensação era indescritível, o tubinho de gelo era maior que seu dedo indicador e ele começou a estocar aquilo como se fosse seu dedo me estocando freneticamente.
— Aaah, por favor, aaah! — Tentei pedir para ele parar, mas eu não estava conseguindo formular uma simples frase.
Uma sensação totalmente gelada saindo e entrando dentro da minha intimidade estava me enlouquecendo. Ele estava se divertindo com meus gemidos e com meu corpo tremendo a cada estocada, aquilo era uma espécie de "inferno" no nível congelante, estava me dando certos calafrios, o resto do meu corpo esquentava enquanto minha intimidade esfriava de uma maneira torturante.
— FREDDIE! — Gritei suplicante, ele retirou o tubinho de gelo e eu gritei sentindo ele me penetrar com certa força.
— PORRA! — Gritou me preenchendo completamente, ele estava excitado, ele sempre sente prazer em me torturar e aquilo tudo foi capaz de excitá-lo.
Seu membro quente dentro do meu interior gelado causou um atrito e tanto. Foi choque térmico tanto para mim quanto para ele, frio e calor se fundindo deliciosamente em uma prazerosa fusão.
— Eu sou pequeno? — Sussurrou rouco me encarando. Suas mãos agarraram meus pulsos e ele suspendeu meus braços, torcendo-os para atrás deixando-os arqueados acima da minha cabeça.
— Não... Você. É. Enorme. — Falei pausadamente, estava muito ofegante, seu membro estava pulsando dentro de mim.
Seu membro realmente era grande e grosso, 17 centímetros não era nada pequeno... Era grande. Ele sorriu satisfeito e começou a me penetrar aumentando a velocidade das estocadas na medida que meus gemidos se tornavam gritos de puro prazer. Nós dois gemíamos e movimentávamos nossos corpos fazendo com que se chocassem cada vez mais.
[...]
Vesti meu roupão e fui até o meu Closet procurar uma roupa confortável e larguinha, ele havia acabado comigo me deixando toda dolorida, até meus seios ficaram doloridos.
— Não tem nada que me sirva nesse momento, vou ter que andar apenas de roupão agora? — Perguntei alto revirando meu Closet.
— Te dei um Closet enorme e cheio de roupas novas, e você ainda reclama que não tem nada para vestir? — Retrucou incrédulo, ele estava no "meu" quarto.
— Aqui só tem roupas indecentes e lingeries minúsculas, quero algo confortável e que não fique me apertando, entendeu? — Quase gritei.
— Entendi. Vou arranjar para você. — Avisou e eu sorri satisfeita.
Minutos depois...
Vesti uma das suas cuecas da Calvin Klein,era branca e estava novinha. Dispensei o sutiã e vesti uma de suas camisas de abotoar e dobrei as mangas, era uma camisa branca quentinha e confortável, era tudo que eu queria.
Ele mordeu o lábio inferior enquanto me observava e depois sorriu me puxando para os seus braços.
— Você está fodidamente sexy e eu estou morrendo de vontade de te "comer" lá na cozinha, em cima da bancada. — Sussurrou no meu ouvido direito e mordeu meu lóbulo, me fazendo estremecer.
— Não sabia que você era canibal! — Brinquei quando ele me soltou.
— Não banque a garotinha inocente, você entendeu! — Sorriu malicioso.
[...]
Horas depois, às 18:45...
— Você já foi submisso? — Perguntei enquanto fritava alguns Nuggets para o jantar, ele estava sentado na bancada usando um Tablet. Parecia mais jovem quando estava descontraído e relaxado, nem aparentava ter 30 anos, parecia um garoto de 18 anos sem preocupações.
— Nunca. Não nasci para ser submisso! — Respondeu.
" E nem eu..." Tive vontade de gritar, mas me controlei.
— Você sempre beijava suas submissas com frequência? — Perguntei retirando os Nuggets fritos e coloquei dentro de um prato forrado com lencinhos de papéis próprios para sugar o óleo.
Ele não respondeu, coloquei mais Nuggets para fritar e olhei para ele que ainda estava mexendo no Tablet.
— Freddie...
— Por quê você quer saber? — Indagou sério deixando o Tablet em cima da bancada.
— Por curiosidade. — Respondi.
— Eu nunca beijei minhas ex-submissas... Era só sexo e sessões de BDSM. Um dominador não é obrigado a beijar sua submissa, e apenas uma delas, a minha primeira submissa ousou me roubar um beijo! — Revelou descendo da bancada.
— E você correspondeu?
— Não. Eu a puni e ela nunca mais ousou fazer aquilo novamente! — Respondeu com frieza.
— E por quê você me beija? — Perguntei baixinho com a voz quase falhando.
— Porque você é especial, merece receber certas exceções, sabia? Nunca será como elas, não aceitou minha proposta por interesse. — Falou me encarando, desviei o olhar completamente desconcertada. Ele se aproximou me agarrando pela cintura, e encostou a boca no meu ouvido direito. — Você foi a única que desejei beijar, foi a única que eu levei para o meu quarto, foi a única que já dormiu comigo, a única que já vestiu minhas roupas e que já tomou banho comigo, e também foi a única que me despertou o desejo de fazer sexo anal. — Sussurrou cada palavra roucamente enquanto acariciava minha cintura. Fiquei sem palavras.
Freddie roçou seus lábios nos meus, mordiscou meu lábio inferior e apertou minha cintura. O empurrei me livrando do seus braços quando senti o cheiro de Nuggets queimados, esqueci a frigideira no fogo.
Minutos depois...
— O Josh é mesmo um fofoqueiro! — Resmungou falando ao telefone. — Ela é tímida, mãe. Eu sei... Farei isso, ok. — Ele me olhou, estava atrás da bancada conversando ao telefone com a mãe dele.
Continuei jantando, ele se despediu da mãe e voltou para a mesa.
— Meus pais querem te conhecer. — Avisou e eu me engasguei, peguei um copo d'água tomei tudo de uma vez e olhei para ele que estava nervoso. — O Josh disse para eles que estou namorando minha irmã já sabe da novidade e está louca para te conhecer. Meus pais vão dar um jantar de boas-vindas para a Annabel e você vai comigo! — Avisou.
— Mas a gente não...
— Sei que não somos namorados, mas você vai comigo. Apenas seja você mesma e vai dar tudo certo. — Falou calmo.
— Ok! — Concordei.
Aquilo era loucura, ele decidiu que iria me apresentar para sua família como sua namorada. Fiquei um pouco chocada, estávamos nos envolvendo demais e meu maior medo era acabar me apaixonando.
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