Notas iniciais
Hey, gente!!! E aí, como estão??? Boa leitura!!!

P.O.V Da Sam

Não falei nada, estava nervosa demais para dizer alguma coisa. Com certeza iria gaguejar, e também não poderia discutir com ele sobre o que devo ou não fazer com o meu corpo. Afinal, o corpo é meu, mas quando estamos num quarto ele age como se meu corpo pertencesse à ele. Apenas sou sua submissa, devo obedecê-lo e não contrariá-lo, devo agradá-lo e não desagradá-lo...

Sinto meu interior esquentar quando sua boca percorre a minha virilha com avidez. Suas mãos másculas e quentes apertam minhas coxas, mantêm minhas pernas abertas e finalmente ele chega lá. Sinto seus dedos ágeis me abrindo devagar, sua língua desliza por entre meus lábios vaginais e encontra o meu clitóris.

Estremeço, sua boca se torna gulosa enquanto estimula meu clitóris. Ele lambe, suga, mordisca e me faz gemer a cada toque ardente com sua língua. É enlouquecedor, sinto ondas de tremores se espalhando pelo meu corpo, aquilo é prazeroso e muito excitante.

— Oohh... — Agarro seus cabelos, me contorço de prazer.

Puxo seus fios macios, sua mão esquerda aperta minha coxa, meus batimentos se tornam descompassados. Meu corpo todo começa a tremer, em seguida chego ao meu ápice me desmanchando em sua boca.

E ele continua me chupando, fecho os olhos. Minha respiração continua ofegante, meu corpo arde de desejo incontrolável e a vontade de tê-lo logo dentro de mim apenas aumenta, meu corpo relaxa quando ele se afasta e eu fecho minhas pernas trêmulas.

Vejo ele passar a língua lentamente pelos cantos dos lábios, um sorriso malicioso surge. Seus olhos estão domados pela luxária, meu clitóris está sensível e dormente, e sei que o dominador está prestes a me foder com força...

Ele não perde tempo, rapidamente coloca a camisinha na minha frente, me deixando extasiada com a visão.

— Abra as pernas! — É uma ordem, sua voz soa absurdamente rouca.

Obeceço prontamente, ainda estou excitada. Suas mãos agarram meus quadris, ele já se encontra entre minhas pernas e com apenas um estocada ele me penetra com força.

Nós dois gememos. Suas estocadas são firmes e frenéticas, nossos corpos se chocam cada vez que ele mete com força. A cama chega tremer abaixo de nós, estamos em seu quarto e ele segura meus pulsos e mantêm meus braços presos contra a cama, me impossibilitando de tocá-lo.

É frustrante, quero tocá-lo urgementente, arranhar suas costas, mas ele não deixa. Suas estocadas aumentam, ele aperta meus pulsos, nós dois gememos juntos.

— Aaah... Eu... Aaah... Eu quero... Tocar em você, ooh... — Falei entre gemidos.

— Não! — Seu tom é firme apesar dele está ofegante.

Começo a ficar dolorida, meu clitóris lateja pulsante e seu aperto em meus pulsos se torna mais forte. Ele está bruto, seus olhos enegrecidos pela luxúria me intimidam, seu lado dominador está ativado e ele só está pensando no próprio prazer.

O ápice nos atinge, e quando ele sai de dentro de mim e sinto uma pontada dolorosa. Meu corpo trêmulo se encontra suado, fecho os olhos. Ele havia saído da cama, rumando para o banheiro para se livrar da camisinha.

Me sento na cama, olho para os meus pulsos e vejo a vermelhidão em volta deles, estão doloridos. Saio da cama cambaleante, pego minhas roupas que estão jogadas no chão e saio do seu quarto antes que ele volte e me mande ir embora.

[...]

— Sou apenas sua submissa! — Repeti várias vezes enquanto ensaboava o meu corpo, me livrando do seu cheiro que estava impregnado em mim.

Eu só posso estar ficando louca ou com vontade de quebrar a cara. Não teria outra explicação plausível, tratei de expulsar aqueles pensamentos. Eu estou trabalhando para ele, sendo sua submissa e sua secretária/assistente pessoal, nada mais e o senhor Benson jamais se apaixonaria por mim.

Eu não posso ser boba e me iludir, seria uma grande tolice. Sempre será apenas sexo, algum dia o contrato será desfeito e ele vai me esquecer, contratar outra submissa e nunca mais nos veremos.

Saí do banheiro vestindo meu roupão, o quarto onde estou é duas vezes maior que o meu. Móveis com cores claras, paredes num belo tom lilás, tem até um closet para mim. É um grande exagero do senhor Benson, sei que nunca usarei todas as roupas e os sapatos que ele comprou para mim.

Entrei no closet, passei minutos procurando uma roupa confortável. Por enfim achei, peguei uma camisola, puro Seda, de cor rosa bebê. Linda e delicada, não combina nada comigo. Vesti uma calcinha e coloquei a camisola, calcei minhas pantufas e saí do closet.

E sentada na cama, olhei ao meu redor. O silêncio e a tranquilidade se fazia presente, e antes mesmo que eu me enfiasse debaixo dos cobertores quentinhos, ouvi batidas na porta.

Eu estava cansada. A primeira coisa que se passou em minha cabeça era que ele queria mais uma rodada de sexo ou uma sessão de BDSM no Quarto do prazer...

Leventei hesitante e com passos lentos me encaminhei para a porta. Assim que abri me deparei com o Benson, desprentenciosamente sexy vestindo apenas uma calça de moletom acizentada. Será que ele sabe que fica tão lindo usando calças de moletom? Reparei na maleta preta que ele segurava, dei espaço para ele entrar e fechei a porta.

Minha boca havia ficado seca, estava desconsertada com ele ali em minha frente sem camisa e com aqueles cabelos macios levemente bagunçados, tive vontade de bagunçá-los ainda mais...

— Já ia dormir? — Perguntou enquanto colocava a maleta em cima da cama.

— Não. — Respondi.

Me aproximei com cautela, com medo do que pudesse ter ali dentro. Talvez brinquedinhos eróticos ou pequenos objetos de tortura relacionados à BDSM.

— Amanhã teremos uma sessão especial. E claro, faremos isso no Quarto do prazer, não vejo a hora de te punir. — Disse olhando para o meu corpo, admirando a camisola de Seda que serviu perfeitamente em mim.

— O que tem nessa maleta? — Perguntei curiosa.

— Isso faz parte do meu fetiche... — Abriu a maleta. — É uma fantasia sexual. — Retirou de lá a tal fantasia.

Colocou em cima da cama, era um uniforme de colegial. Blusa branca de abotoar, tão curta que com certeza vai deixar minha barriga à mostra, ma mini-saia xadrez vermelha com listras pretas e uma gravata também vermelha.

"Oh, Céus! Esse homem é mesmo um belo pervertido..."

— Coloque uma bota preta de salto para finalizar a fantasia. Prenda o cabelo fazendo uma Maria-chiquinha, quero você sem calcinha e sem sutiã, entendeu? A maquiagem fica por sua conta, sei que você consegue me deixar de pau duro sem fazer tanto esforço! — Falou deslizando a minha camisola para cima, deixando minhas coxas descobertas enquanto ele olhava para os meus seios marcados pelo tecido sedoso.

Umedeceu os lábios lentamente, eu não conseguia parar de olhar para a sua boca tão perto da minha. Nossas respirações se misturando, e então eu senti ele empurrando minha calcinha para o lado. Seus dedos deslizaram por entre meus lábios vaginais, parando em meu clitóris...

— Ahh. — Arfei me segurando nele, agarrando seus ombros e abrindo as pernas, permitindo ele deslizar lentamente um dedo para dentro de mim.

Levantei minha perna direita, repousando-a na altura do seu quadril. Seu dedo me estimulava, me deixando molhadinha e logo ele me penetrou outro dedo, me fazendo gemer e apertar seus ombros.

Fui pega de surpresa quando ele me beijou. Sua língua invadiu minha boca com urgência, sedenta pela minha, agarrei sua nuca e retribui o beijo enquanto ele segurava minha coxa levantada com a mão livre, acariciando-a.

[...]

No dia seguinte:

Às 22:20 da noite...

Terminei de me arrumar e me olhei no espelho, estava vestida do jeito que ele queria, fantasiada de colegial. A blusa branca era mesmo muito curta, deixava a minha barriga de fora e a saia era minúscula, e eu estava me sentindo nua vestindo aquilo sem ter uma lingerie por baixo. Ajeitei minha gravata vermelha, a bota preta com saltos finos combinava com o uniforme de colegial sexy.

Tive que prender meu cabelo do jeito que ele pediu, para mim aquilo era um penteado infantil. Usar aquele uniforme e a Maria-chiquinha me fazia parecer ter uns 16 anos. Estava me sentindo ridícula naquela fantasia sexual, aquilo era vulgar. E de maquiagem fiz o básico, passei lápis de olho e delineador, e finalizei com um batom cor de Cereja.

"Com certeza ele deve estar fantasiado de professor, com direito à óculos de grau e vai me punir com uma régua."

Pensei saindo do quarto, rumando para o Quarto do prazer sem pressa. A porta estava aberta, entrei e me assustei com a sua fantasia.

Ele estava fantasiado de policial e estava incrívelmente sexy. E eu pensando que ele estava fantasiado de professor pervertido, que tipo de fetiche é esse? Em que um policial fode com uma colegial? Algo inusitado, nunca poderia imaginar isso.

Enguli um seco quando vi que ele segurava um cassetete, ele iria mesmo me punir com aquilo? Senti minhas pernas bambearem.

— Mandei fazer. Não se preocupe, tem 80% de borracha, é um pouco flexível e é um brinquedinho feito especiamente para praticar BDSM! — Se aproximou mostrando aquele cassetete preto, aquilo deveria ter uns 90 cm de comprimento, fiquei um pouco extasiada com o seu delicioso perfume.

Fiquei calada sem tirar olhos daquilo. Com certeza iria me deixar toda marcada...

— Você está linda, fodidamente gostosa... Sua punição não será aqui! — Saiu me puxando pela mão porta afora.

E quando me dei conta, estávamos descendo pelo elevador. Minhas pernas estavam bambas, ele segurava minha cintura possessivamente, e me levou para o estacionamento. Entramos em seu carro, minha curiosidade me corroía, para onde ele estava me levando?

Praticamente fizemos um tour pela cidade. A noite estava bonita, não ousei perguntar nada. Estava nervosa e com um pouco de medo. E depois de quase uma hora ele parou o carro num acostamento, saímos do automóvel e eu estremeci ao olhar ao nosso redor.

Estávamos numa estrada deserta. Um certo sentimento de pura adrenalina se apossou do meu corpo, iríamos fazer sexo ali, possívelmente em cima do capô do carro e aquilo era perigosamente excitante.

— O meu fetiche é o seguinte, vamos interpretar, ok? Sua personagem é uma colegial que acidentalmente bateu o carro no meu e eu vou ser o policial pervertido que decidiu fodê-la ao invés de prendê-la, ok? — Me explicou e eu assenti ainda nervosa.

"Esse homem é louco, um louco pervertido, socorro!"

Não sei o que deu em mim, mas eu simplesmente saí correndo. Olhei para trás e ele vinha atrás de mim, corri o mais rápido que pude. As malditas botas de salto me impossibilitavam de correr mais, meu objetivo era fugir de verdade. Mas ele me alcançou, quase caimos quando ele me agarrou pela cintura me prendendo em seus braços fortes.

— Achou que iria fugir garotinha? Ninguém escapa do policial Benson, você levará uma bela punição por ter batido no meu carro! — Ele já havia entrado no personagem pensando que eu estava "atuando".

— Me solte! — Me debati tentando escapar.

Ele me virou e me jogou no ombro esquerdo, segurou minhas pernas e voltou me carregando para aonde o carro estava. Não relutei, não havia escapatória mesmo...

Fui jogada no capô, vi as algemas brilhando presas na sua fantasia, me encolhi quando ele colocou o cassetete perto de mim e começou a abrir o cinto.

— Vem me chupar, gracinha! — Me chamou.

Abaixou a calça junto com a cueca, seu membro saltou ereto e eu enguli um seco. Desci do capô, me abaixei diante dele, sentindo a adrenalina e a excitação se apossarem de mim.

Decidi entrar na minha personagem. Se era uma colegial safada que ele queria, eu daria isso à ele. Agarrei seu membro com as duas mãos, deslizei a mão direita fechada em torno dele, apertando sua extensão. Ele estava tão duro e eu estava ajoelhada ali masturbando-o. Senti ele pulsar, seus gemidos me excitavam...

— Oohh. Porra! Me chupa logo! — Pediu com a voz extremamente rouca.

Obedeci colocando sua glande na boca, comecei a chupar aquela cabecinha rosada. Segurei seu membro o apertando, comecei a empurrá-lo fazendo ele entrar na minha boca.

— Caralho! Isso, engole mais... — Ordenou entre gemidos.

Relaxei a garganta, enguli até onde podia. Senti ele engrossar e crescer na minha boca, estava pulsante. Ele agarrou meu cabelo, puxando minha Maria-chiquinha com certa força, olhei para cima vendo sua boca entreaberta, ele gemia e isso era um bom sinal. Passei a chupá-lo com vontade, suguei sua glande e deslizei a língua por toda a sua extensão.

Quando ele estava preste à gozar, retirei seu membro da boca e me levantei. Ele gozou segurando o membro, meu clitóris estava pulsando, já estava ficando molhadinha para ele.

— Fiz certinho senhor policial? — Ousei perguntar, atuando como ele queria.

— Sim. Adorei sentir essa boquinha gulosa engulindo o meu pau! — Me puxou pela gravata e me deu um beijo.

Suas mãos agarraram minha bunda, me apertando por debaixo da saia. Ele me levantou, enlacei minhas pernas ao redor da sua cintura e ele me sentou em cima do capô e encerrou o beijo.

— Minha vez de te provar. — Levantou minha saia, abri as pernas e ele sorriu malicioso olhando para minha intimidade.

Ele começou a me masturbar, massageando meu clitóris enquando enfiava um dedo em mim.

— Ahhh! Me chupa logo, seu policial safado! — Pedi não aguentando mais, eu precisava da boca dele me provando.

— Com o maior prazer, vadia. — Se abaixou colocando a cabeça entre minhas pernas.

Separou meus lábios vaginais com os dedos e começou a lamber meu clitóris. Aquilo era delicioso, me chupava devagar me arracando gemidos, e enfiava o dedo enquanto fazia o oral me fazendo agarrar seus cabelos enquanto sua boca me devorava com vontade.

Cheguei ao meu limite, ele sugou meu líquido. Se afastou e eu fechei minhas pernas trêmulas, pegou algema e se aproximou.

— Agora vou te punir. — Avisou me fazendo estremecer.

Me algemou prendendo meus braços para trás. Afroxou minha gravata, desabotou minha blusa expondo meus seios e levantou minha saia deixando-a na altura da cintura.

O vento arrepiava-me por inteira, meus mamilos ficaram rígidos e eu estava vulnerável e estranhamente excitada. Mordi o lábio inferior quando ele pegou o cassetete fazendo meu coração disparar.

— Vamos fazer uma sessão de Spanking! — Deslizou a ponta do cassetete por minha coxa direita.

Em seguida, bateu ali com certa força. Gritei de dor, bateu na minha coxa esquerda me arrancando outro grito. Ele se divertia em me "torturar" com aquilo, bateu na minha barriga e a dor foi maior.

Não era prazeroso apanhar com aquilo. Mesmo sendo de borracha, aquilo doía. E ele apenas apertou a ponta do cassetete contra meus seios, me fazendo contorcer e gemer de dor.

— Fica de quatro! — Ordenou me livrando das algemas.

Obedeci prontamente, apoiei minhas mãos e meus joelhos no capô e permaneci naquela posição desagradável.

— Empina essa bunda gostosa para mim. — Me deu outra ordem.

— AAAAAHHH! — Gritei sentindo ele me bater com força, acertando minhas nádegas de cheio.

E ele realmente me surrou por alguns minutos com aquele maldito cassetete. Deixando-me toda dolorida, aquilo ardia e inexplicávelmente me deixava molhadinha, abri as pernas sentindo meu clitóris latejar e pulsar.

Finalmente aquela sessão de Spanking chegou ao fim. Eu já estava ofegante, o senhor Benson me agarrou pela cintura e me puxou, senti seu corpo contra o meu e seu membro duro encostar na minha bunda.

— Vou te foder agora. "Comer" essa bocetinha com força, fazer você gritar de prazer enquanto eu meto sem dó. — Suas palavras me deixaram ainda mais molhada.

Abriu minhas pernas, posicionou o membro em minha fenda encharcada e me penetrou com apenas uma estocada firme e forte. Me apoiei firmente no capô para não desabar, me segurou pela cintura e iniciou as estocadas.

Meus gemidos se transformaram em gritos de puro prazer. Ele gemia sem parar me estocando com certa violência, chegava a doer mas eu não me importava, o prazer era maior.

Nunca havia sentido tanto prazer com estocadas brutas, nossos corpos se chocavam fazendo barulho. Eu estava suando, ele agarrou meu seio esquerdo apertando-o, senti seu membro latejando e indo mais fundo, tocando em algum ponto dentro de mim me fazendo sentir um imenso prazer.

— Oh, meu Deus! Oooh! — Gemi enlouquecida.

Chegamos ao nosso ápice, senti nossos líquidos misturados escorrendo por minhas coxas. Meu corpo todo tremia pelos intensos espasmos, gozamos juntos. Enfraqueci, minha visão ficou turva e aos poucos fui perdendo os sentidos...

Notas finais
O que acharam do fetiche do senhor Benson? OMG! Ela desmaiou rsrsrsrs Gostaram??? Comentem! Bjs