Notas iniciais
Oi oi gente (by: Kéfera)
Bem fui rápida né?
O que? 2 dias?
Agradeçam a lindas Anna Martins, lipsmango, Gabi Henderson, Mari Sanches Henderson e RusherMasloverHenderson pelos rápidos comentários. Vocês arrasam amores.
30 comentários? COMO ASSIM? Obrigada a todos os que acompanham, me apoiam e se tiver algum leitor fantasma apareça e comente.
Enfim,

Boa leitura :D

E ele também está nu. Se alguém me houvesse isso dito ontem, quando despertei na suíte do hotel, não teria acreditado.

Agarra um frasco de gel da prateleira junto à banheira e joga um pouco na mão. Esfrega as mãos para fazer uma ligeira quantidade de espuma, coloca-me isso ao redor do pescoço e começa a me estender o sabão pela nuca e os ombros, massageando-os com força com seus compridos e fortes dedos. Eu gemo. Eu adoro sentir suas mãos.

— Você gosta? — Quase posso ouvir seu sorriso.

— Mmm.

Desce pelos meus braços, logo por debaixo até as axilas, me esfregando brandamente.

Fico muito contente por Lud ter insistido em que me depilasse. Desliza as mãos por meus seios, e inala drasticamente à medida que seus dedos os rodeiam e começam a massageá-los brandamente, sem agarrá-los. Arqueio meu corpo instintivamente e empurro os seios contra suas mãos. Tenho os mamilos sensíveis, muito sensíveis, sem dúvida pela pouca delicadeza com que foram tratados ontem à noite. Ele não se entretém muito tempo com eles. Desliza as mãos até meu ventre. Minha respiração acelera e o coração dispara. Sinto sua ereção contra meu traseiro. Excita-me saber que é o meu corpo que o faz se sentir dessa forma. Claro... não sua cabeça. Meu subconsciente zomba. Espanto o inoportuno pensamento.

Ele para e pega uma toalhinha enquanto eu encosto contra ele, querendo... necessitando. Apoio às mãos em suas coxas firmes e musculosas. Joga mais gel na toalhinha, inclina-se e me esfrega entre as minhas pernas. Contenho a respiração. Seus dedos habilmente me estimulam através do tecido, é celestial, e meus quadris começam a mover-se no seu ritmo, pressionando contra sua mão. À medida que as sensações se apoderam de mim, inclino a cabeça para trás com os olhos semicerrados e a boca entreaberta. Gemo. Dentro de mim aumenta a pressão, lenta e inexoravelmente... oh meu Deus.

— Sente isso, querida — Logan sussurra em meu ouvido, e me roça suavemente o lóbulo com os dentes. — Sinta-o para mim.

Suas pernas imobilizam as minhas, contra as paredes da banheira, aprisionando-as, o que lhe dá livre acesso as minhas partes mais íntimas.

— Oh... por favor — sussurro. Meu corpo fica rígido e tento esticar as pernas. Sou uma escrava sexual deste homem, que não deixa que me mova.

— Acredito que já está suficientemente limpa — ele murmura e se detém. O que?

Não! Não! Não!

Minha respiração está irregular.

— Por que você parou? — pergunto-lhe, ofegante.

— Porque tenho outros planos para ti, Daniela.

O que... oh meu Deus... mas... eu estava... isso não é justo.

— Vire-se. Eu também tenho que me lavar — ele murmura.

Oh! Viro-me e fico pasma ao ver que ele agarra o membro ereto com força.

Estou de boca aberta.

— Quero que, para começar, conheça bem a parte mais valiosa de meu corpo, minha parte favorita. Estou muito ligado a isso.

É tão grande e está crescendo. O membro ereto fica por cima da água, que lhe chega aos quadris. Levanto os olhos um segundo e observo seu sorriso perverso. Diverte-se com minha expressão atônita. Dou-me conta de que estou olhando fixamente para o seu membro.

Engulo a saliva. Tudo isso esteve dentro de mim! Parece impossível. Ele quer que eu o toque. Mmm... ok, traga-o.

Sorrio para ele, pego o gel e jogo um pouco na mão. Faço o mesmo que ele fez, esfrego o sabão nas mãos até que forme espuma. Não tiro os olhos dos seus. Entreabro os lábios para que fique mais fácil respirar... e deliberadamente mordo o lábio inferior e logo passo a língua por cima, pela zona que acabo de morder. Ele me olha com olhos sérios, impenetráveis, que se abrem enquanto deslizo a língua pelo lábio. Inclino-me e lhe rodeio o membro com uma mão, imitando a maneira como ele próprio o agarra. Fecho os olhos por um momento. Uau... é muito mais duro do que pensava. Percebo que ele colocou a sua mão sobre a minha.

— Assim, — ele sussurra e move a mão para cima e para baixo, segurando meus dedos com força, que por sua vez, apertam com força o seu membro. Fecho de novo os olhos e prendo a respiração. Quando volto a abri-los, seu olhar é de um cinza abrasador. —Muito bem, querida.

Ele solta a minha mão, deixa que eu siga sozinha e fecha os olhos enquanto movo a mão para cima e para baixo. Ele flexiona ligeiramente os quadris na minha mão, e reflexivamente eu o agarro com mais força. Do mais profundo da garganta lhe escapa um rouco gemido. Foder a minha boca... Mmm. Recordo que ele colocou o polegar em minha boca e me pediu que o chupasse com força. Abre a boca à medida que sua respiração se acelera. Tem os olhos fechados. Inclino-me, coloco os lábios ao redor de seu membro e chupo de forma vacilante, deslizando a língua pela ponta.

— Uau... Dani. — Ele arregala os olhos e sigo chupando forte.

Mmm... É duro e suave ao mesmo tempo, como aço recoberto de veludo, surpreendentemente saboroso, salgado e suave.

— Cristo, — ele geme, e volta a fechar os olhos.

Movendo para baixo, eu o empurro dentro de minha boca. Ele volta a gemer. Ha! Volto a girar a língua ao redor da ponta, e ele se arqueia e levanta os quadris. Tem os olhos abertos, e eles despedem fogo. Volta a arquear-se apertando os dentes. Apoio-me em suas coxas e empurro a boca até o fundo. Sinto nas mãos que suas pernas se esticam. Agarra-me pelas tranças e começa realmente a mover-se.

— Oh... querida... é fantástico, — ele murmura. Eu chupo mais forte e passo a língua pela ponta de sua impressionante ereção. Pressiono com a boca, cobrindo os dentes com os lábios. Ele respira com a boca entreaberta e geme.

— Jesus. Até onde você pode chegar? — ele sussurra.

Mmm... Empurro com força e sinto seu membro no fundo da garganta, e logo nos lábios outra vez. Passado a língua pela ponta. É como ter meu próprio picolé com sabor Logan Mitchell. Chupo cada vez mais depressa, empurrando cada vez mais fundo e girando a língua ao redor. Mmm... Não tinha nem ideia de que proporcionar prazer podia ser tão excitante, ao vê-lo retorcer-se sutilmente de desejo carnal.

— Daniela, eu vou gozar em sua boca, — ele adverte-me ofegante. — Se não quiser, pare agora. Ele flexiona os quadris outra vez, com os olhos muito abertos, cautelosos e cheios de desejo lascivo... e me deseja. Deseja a minha boca... oh meu Deus.

Caramba. Agarra-me pelo cabelo com força. Eu posso fazer isso. Empurro ainda com mais força e de repente, em um momento de insólita segurança em mim mesma, descubro os dentes. Isso o derruba pela borda.

Ele grita, fica imóvel e sinto um líquido quente e salgado deslizando pela minha garganta.

Engulo isso rapidamente. Ugh... Eu não tenho certeza sobre isso. Mas basta um olhar para ele para que não me importe, ele gozou na banheira por minha causa. Sento-me para trás e o observo com um sorriso triunfal, que me eleva as comissuras da boca. Ele respira entrecortadamente. Abre os olhos e me olha.

— Não tem ânsia de vômito? — pergunta-me atônito. — Cristo, Dani... isso foi.. realmente bom, de verdade, muito bom. Embora eu não esperasse. — Ele franze o cenho. —Sabe, você não deixa de me surpreender.

Sorrio e mordo o lábio conscientemente. Ele me olha especulativamente.

— Você já tinha feito isso antes?

— Não. — Não posso ocultar um ligeiro matiz de orgulho em minha negativa.

— Bom, — ele diz complacentemente e, conforme acredito, aliviado. — Outra novidade, senhorita Goulart. Avalia-me com o olhar. — Bom, tem um ‘A’ em técnicas orais. Venha, vamos para cama. Devo-lhe um orgasmo.

Orgasmo! Outro!

Sai rapidamente da banheira e me oferece a primeira imagem completa do Adônis de divinas proporções que é Logan Mitchell. Sua ereção se reduziu, mas segue sendo importante... Uau.

Ele enrola uma pequena toalha na cintura para cobrir o essencial, e pega outra maior e suave, de cor branca, para mim. Saio da banheira e lhe agarro a mão que me estende. Envolve-me na toalha, abraça-me e me beija com força, me colocando a língua na boca.

Desejo estirar os braços e abraçá-lo... tocá-lo... mas os tenho presos dentro da toalha. Não demoro para me perder em seu beijo. Segura a minha cabeça com as mãos, percorre-me a boca com a língua e me dá a sensação de que está me expressando sua gratidão... talvez... pela minha primeira felação? Uau?

Afasta-se um pouco, coloca as mãos em ambos os lados do meu rosto, e me olha nos olhos. Parece perdido.

— Diga que sim, — ele sussurra fervorosamente.

Franzo o cenho, porque não o entendo.

— Para o quê?

— Sim, para o nosso acordo. Para ser minha. Por favor, Dani — sussurra suplicante, enfatizando o "por favor" e meu nome. Volta a me beijar com paixão, e logo se afasta e me olha piscando. Agarra-me pela mão e me conduz de volta ao quarto, cambaleando um pouco, eu o sigo mansamente. Aturdida. Ele realmente quer isso.

Já no quarto, observa-me junto à cama.

— Confia em mim? — pergunta-me, de repente. Eu concordo, sacudindo a cabeça, com os olhos muito abertos, de repente me dou conta de que, efetivamente, confio nele. O que vai fazer-me agora? Uma descarga elétrica me percorre o corpo.

— Boa garota, — ele me diz, passando o polegar pelo lábio inferior. Aproxima-se do armário e volta com uma gravata cinza de seda.

— Junte as mãos na frente, — ordena-me, tirando-me a toalha e jogando-a no chão.

Faço o que me pede. Rodeia-me os pulsos com a gravata e faz um nó apertado. Seus olhos brilham de excitação. Puxa a gravata para assegurar-se de que o nó não se mova. Tem que ter sido escoteiro para saber fazer estes nós. E agora o quê? Meu pulso atravessou o telhado, meu coração pulsa em um ritmo frenético. Desliza os dedos pelas minhas tranças.

— Você parece tão jovem com estas tranças, — ele murmura aproximando-se de mim.

Instintivamente, me movo para trás até sentir a cama atrás dos meus joelhos. Ele tira a sua toalha, mas não posso tirar os olhos de seu rosto. Sua expressão é ardente, cheia de desejo.

— Oh, Daniela, o que vou fazer contigo? — sussurra-me. Estende-me sobre a cama, cai ao meu lado e me levanta as mãos por cima da cabeça.

— Deixa as mãos assim. Não as mova. Entendido? — Seus olhos queimam os meus e sua intensidade me deixa sem fôlego. Não é um homem que se deva zangar. Nunca.

— Responda-me, — ele me pede em voz baixa.

— Não moverei as mãos. — respondo-lhe sem fôlego.

— Boa garota, — ele murmura e deliberadamente se passa a língua pelos lábios muito devagar. Fascina-me sua língua percorrendo lentamente seu lábio superior. Olha-me nos olhos, observa-me, examina-me. Inclina-se e me dá um casto e rápido beijo nos lábios.

— Vou beijar seu corpo todo, senhorita Goulart, — diz-me em voz baixa, e agarra-me pelo queixo e o levanta, isso lhe dá acesso ao meu pescoço. Seus lábios deslizam pela minha garganta, beijando, chupando e mordiscando. Todo meu corpo vibra com antecipação... em toda parte. O banho recente me deixou com a pele hipersensível. O sangue quente desce lentamente até meu ventre, entre as pernas, até meu sexo. Eu gemo.

Quero tocá-lo. Movo as mãos, mas, como estou amarrada, toco-lhe o cabelo com bastante estupidez. Deixa de me beijar, levanta os olhos e move a cabeça de um lado a outro estalando a língua. Pega as minhas mãos e volta a me colocar acima da cabeça.

— Se mover as mãos, teremos que recomeçar — ele repreende-me suavemente.

Oh, ele gosta de me provocar.

— Quero tocar em você. — Digo-lhe ofegando, sem poder me controlar.

— Eu sei, — murmura. — Mas deixe as mãos quietas, — ele ordena, sua voz é forte.

Ele levanta o meu queixo de novo e começa a beijar a minha garganta como antes.

OH... ele é tão frustrante.

Suas mãos descem pelo meu corpo, sobre meus seios, enquanto seus lábios deslizam pelo meu pescoço. Acaricia-me com a ponta do nariz, e logo, com a boca, dá início a uma lenta travessia para o sul e segue o rastro das suas mãos, pelo esterno, até meus seios. Beija-me e me mordisca um, logo o outro, e me chupa suavemente os mamilos. Caramba.

Meus quadris começam a balançar-se e a mover-se por conta própria, seguindo o ritmo de sua boca, e eu tento desesperadamente lembrar que tenho que manter as mãos acima da cabeça.

— Não se mova, — adverte-me, sinto sua cálida respiração sobre minha pele. Chega ao meu umbigo, introduz a língua e me roça a barriga com os dentes. Meu corpo se arqueia.

— Mmm. Que doce é você, senhorita Goulart. — Desliza o nariz desde meu umbigo até meus pelos púbicos, me mordendo suavemente e me provocando com a língua. Sentando-se, de repente, ele se ajoelha aos meus pés, agarra-me pelos tornozelos e me separa as pernas.

Notas finais
E ai? Gostaram? Odiaram? Querem me matar?
Comentem please
E se eu começar a demorar muito pra postar, podem me entupir de MP e de mensagem no Twitter @Keloliveira97. Me sigam lá que eu vou dizer sempre quando vou posta um capitulo novo.
Big Time Kisses :*