50 Tons De Logan
6 Capítulo 6
Notas iniciais
Boa leitura
— É muito receptiva, — Ele respira. — Terá que aprender a controlá-lo, e será muito divertido te ensinar como.
Ele me beija outra vez. Minha respiração ainda está irregular, enquanto me recupero do orgasmo. Desliza uma mão até minha cintura, meus quadris, para as minhas partes íntimas... caramba. Introduz um dedo pela renda e lentamente começa a riscar círculos ao redor do meu... lá. Ele fecha os olhos por um instante e contém a respiração.
— Você está tão deliciosamente úmida. Deus, quanto eu te desejo.
Introduz um dedo dentro de mim e eu grito, enquanto o tira e volta a colocá-lo. Esfrega-me o clitóris com a palma da mão, e grito de novo. Segue me introduzindo o dedo, cada vez com mais força. Gemo. De repente se senta, tira-me a calcinha e a joga no chão. Ele tira também sua cueca e libera sua ereção. Minha nossa! Estica o braço até a mesinha da cama, agarra um pacotinho prateado e se move entre minhas pernas para que se abram. Ajoelha-se e desliza a camisinha por seu membro enorme. Oh, não... Será que vai? Como?
— Não se preocupe, — sussurra, me olhando nos olhos. — Você também se dilatará.
Inclina-se apoiando as mãos a ambos os lados de minha cabeça, de modo que fica suspenso sobre mim. Olha-me nos olhos com a mandíbula apertada e os olhos ardentes. Neste momento me dou conta de que ainda está vestindo a camisa.
— Tem certeza que quer fazê-lo? — pergunta-me em voz baixa.
— Por favor, — suplico-lhe.
— Levante os joelhos, — ordena-me em tom suave e obedeço imediatamente. — Agora vou fodê-la, senhorita Goulart... — murmura colocando a ponta de seu membro ereto na entrada de meu sexo — Duro, — ele sussurra e me penetra bruscamente.
— Aaai! — eu grito, ao sentir uma sensação de aperto dentro de mim, enquanto ele rasga através da minha virgindade. Ele fica imóvel e me observa com olhos brilhantes com triunfo, em êxtase. Tem a boca ligeiramente aberta e lhe custa respirar. Ele geme.
— É muito apertada. Está bem?
Concordo, com meus olhos arregalados e me agarrando a seus braços. Sinto-me tão cheia. Ele continua imóvel para que me acostume com a invasiva e entristecedora sensação de tê-lo dentro de mim.
— Vou mover-me, querida, — sussurra-me um momento depois, em tom firme. Oh. Ele retrocede com deliciosa lentidão. Fecha os olhos, geme e volta a me penetrar. Grito pela segunda vez e ele se detém.
— Mais? — sussurra-me com voz selvagem.
— Sim, — respondo-lhe. Ele volta a me penetrar e a deter-se. Gemo. Meu corpo o aceita... Oh, quero que continue.
— Outra vez? — pergunta-me.
— Sim. — respondo-lhe em tom de súplica.
E ele se move, mas esta vez não se detém. Apoia-se nos cotovelos, de modo que sinto seu peso sobre mim, me aprisionando. A princípio se move devagar, entra e sai de meu corpo. E à medida que vou me acostumando à estranha sensação, começo a mover os quadris com os seus.
Ele acelera. Gemo e ele investe com força, cada vez mais depressa, sem piedade, a um ritmo implacável, eu mantenho o ritmo de suas investidas. Ele pega a minha cabeça com as mãos, beija-me bruscamente e volta a morder meu lábio inferior com os dentes. Ele mudou um pouco e sinto que algo cresce no mais profundo de mim, como antes. Vou me pondo esticada à medida que me penetra uma e outra vez. Meu corpo treme, arqueio-me, estou banhada em suor. Oh, meu Deus... Eu não sabia que iria me sentir assim... Não sabia que a sensação podia ser tão agradável. Meus pensamentos se dispersam... Não há mais que sensações... Só ele... Só eu... Oh, por favor... Meu corpo fica rígido.
— Goze para mim, Dani, — ele sussurra sem fôlego e me deixo gozar assim que diz, explodindo ao seu redor com meu clímax e me dividindo em mil pedaços sob seu corpo.
E enquanto ele também goza, grita meu nome, dá uma última investida e fica imóvel, como se tivesse se esvaziado dentro de mim. Ainda estou ofegante, tentando acalmar a minha respiração e os batimentos do meu coração, e meus pensamentos estão em desordem desenfreada. Uau... foi algo incrível. Abro os olhos e ele apoiou sua testa na minha. Tem os olhos fechados e sua respiração é irregular. Logan pisca, abre os olhos e me lança um olhar turvo, embora doce. Ele continua dentro de mim. Inclina-se, beija-me brandamente na testa e, muito devagar, começa a sair de meu corpo.
— Oooh. — É uma sensação estranha, que me faz estremecer.
— Eu te machuquei? — Logan pergunta-me, enquanto tomba ao meu lado, apoiando-se em um cotovelo. Passa-me uma mecha de cabelo por detrás da orelha. E não posso evitar esboçar um amplo sorriso.
— Você está, realmente, perguntando se me machucou?
— Não me venha com ironias, — diz-me com um sorriso zombador. — Sério, você está bem?
Seus olhos são intensos, perspicazes, inclusive exigentes. Eu me estico ao seu lado, sentindo os membros enfraquecidos, com os ossos como se fossem de borracha, mas estou relaxada, muito relaxada. Sorrio-lhe. Não posso deixar de sorrir. Agora eu sei o porquê de tanto barulho. Dois orgasmos... todo o seu ser completamente descontrolado, como se estivesse dentro da centrifuga de uma secadora. Uau. Não tinha nem ideia do que meu corpo era capaz, de que podia esticar-se tanto e liberar-se de forma tão violenta, tão gratificante. O prazer foi indescritível.
— Você está mordendo o lábio, e não me respondeu. — Ele franziu a testa. Eu sorrio para ele de forma travessa. Ele parece glorioso com seu cabelo desgrenhado, seus ardentes olhos pretos estavam entrecerrados e sua expressão sombria.
— Eu gostaria de voltar a fazê-lo, — eu sussurro.
Por um momento acredito ver uma fugaz expressão de alívio em seu rosto. Logo troca rapidamente de expressão e me olha com olhos velados.
— Agora mesmo, senhorita Goulart? — murmura secamente. Inclina-se sobre mim e me beija brandamente na comissura da boca. — Não é um pouco exigente? Vire-se.
Pisquei várias vezes, mas ao final, viro-me. Desabotoa-me o sutiã e desliza a mão das costas até o traseiro.
— Tem uma pele realmente preciosa, — ele murmura. Coloca uma perna entre as minhas e fica meio convexo sobre minhas costas. Sinto a pressão dos botões de sua camisa enquanto me retira o cabelo do rosto e me beija no ombro.
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