50 Tons De Logan
21 Capítulo 21
Notas iniciais
Obrigada Joana Cascais pela recomendação sua diva. Te amo flor *-*
Gente... 4 recomendações, 15 favoritos e (finally) 101 comentários woo hoo amo vocês meus leitores divos.
Fiz esse capitulo ouvindo os Jonas Brothers (sim, eu sou Jonatic, problema?), vcs souberam que eles cancelaram a turnê esses vadios? kkk
Enfim, já falei muito, mas....
PRESTEM ATENÇÃO NAS NOTAS FINAIS, TEM UMA COISA LÁ QUE PODE DECIDIR O FUTURO DA FIC!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Boa leitura...
Logan está se movendo na periferia de minha vista. Meus olhos começam a fechar.
— Estou chateando você, Senhorita Goulart?
Eu pulo, acordando e Logan está em pé na minha frente, com os braços cruzados, olhando para mim. Oh merda, pega de surpresa, isso não vai ser bom. Seus olhos suavizam quando eu olho para ele.
— Levante-se, — ele ordena.
Eu levanto cautelosamente. Ele olha para mim e sua boca aperta para cima.
— Você está quebrada, não é?
Concordo com a cabeça timidamente, corando.
— Fibra, Senhorita Goulart. — Ele estreita seus olhos para mim. — Eu não tive minha dose de você ainda. Segure as mãos na frente como se você estivesse rezando.
Eu pisco para ele. Rezando! Rezando para você maneirar comigo. Eu faço como ele disse. Ele toma uma braçadeira e amarra em volta de meus pulsos, apertando o plástico. Santo Inferno. Meus olhos voam para os seus.
— Parece familiar, — ele pergunta, incapaz de esconder seu sorriso.
Merda… as braçadeiras de plástico. Ele estava se reabastecendo no Clayton! Tudo se torna claro. Eu engasgo quando picos de adrenalina passam por meu corpo novamente. Ok, agora você tem a minha atenção, eu estou acordada agora.
— Eu tenho uma tesoura aqui. — Ele a segura para que eu possa ver. — Eu posso cortar fora de você em um momento.
Eu tento puxar os meus pulsos separadamente, testando minhas algemas, e quando faço, o plástico morde a minha carne, é dolorido, mas se eu relaxar meus pulsos, eles ficam bem, a algema não está cortando em minha pele.
— Venha. — Ele toma minhas mãos e me leva para a cama de dossel. Eu noto agora que tem lençóis vermelho escuro sobre ela e uma algema em cada canto.
— Eu quero mais, muito, muito mais, — ele se inclina e sussurra em meu ouvido.
Meu coração para e começa a bater novamente. Oh céus.
— Mas eu farei isto rápido. Você está cansada. Segure-se no poste, — ele diz.
Eu franzo a testa. Não na cama, então? Eu acho que eu posso separar minhas mãos enquanto pego o adorno esculpido do poste de madeira.
— Abaixe, — ele ordena. — Bom. Não goze. Se o você fizer, eu espancarei você.
Entendeu?
— Sim, Senhor.
— Bom.
Ele permanece atrás de mim e aperta meus quadris, então, rapidamente levanta-me para trás assim que eu estou inclinada para frente, segurando o poste.
— Não goze Logan, — ele adverte. — Eu vou foder você duro, por detrás. Segure o poste para sustentar seu peso. Entendeu?
— Sim.
Ele bate o meu traseiro com sua mão. Ow… ardeu.
— Sim, Senhor, — eu murmúrio depressa.
—Separe suas pernas. — Ele põe sua perna entre as minhas, e segurando meus quadris, ele empurra minha perna direita para o lado.
Eu dou uma risadinha e esfrego meus pulsos quando eles são liberados. Eu sinto seu sorriso.
— Este é um som tão adorável, — ele diz melancolicamente. Ele se senta, de repente, levando-me com ele de forma que eu estou mais uma vez sentado em seu colo.
— Isto é minha culpa, — ele diz e me ajeita de modo que ele pode esfregar meus ombros e braços.
Delicadamente ele massageia um pouco de volta a vida os meus membros.
O quê?
Olho para ele atrás de mim, tentando entender o que ele quer dizer.
— Que você não dá uma risadinha mais frequentemente.
— Eu não sou uma grande risonha, — eu murmuro sonolenta.
— Oh, mas quando isso acontece, Senhorita Goulart, é uma maravilhosa alegria de se ver.
— Muito florido, Sr. Mitchell, — eu murmuro, tentando manter meus olhos abertos.
Seus olhos suavizam e ele sorri.
— Eu diria que você está completamente fodida e com necessidade de sono.
— Isso não era florido mesmo, — eu murmuro brincando.
Ele sorri e suavemente me ergue fora dele, ele permanece gloriosamente nu. Eu desejo estar momentaneamente mais desperta para realmente apreciá-lo. Pegando sua calça jeans, ele a veste.
— Não quero assustar Carlos, ou a Sra. Roberts no que diz respeito a esse assunto, — ele resmunga.
Hmm… eles devem saber que grande bastardo ele é. O pensamento me preocupa.
Ele inclina-se para me ajudar a levantar e ir até a porta, atrás da qual pendura um roupão cinzento. Ele pacientemente me veste como se eu fosse uma criança pequena. Eu não tenho a força para erguer meus braços. Quando eu estou coberta e respeitável, ele se inclina e me beija suavemente, apertando a boca em um sorriso.
— Para cama, — ele diz.
Oh… não…
— Para dormir, — acrescenta tranquilizador quando vê minha expressão.
De repente, ele levanta-me e leva-me enrolada contra seu peito para o quarto ao longo do corredor onde, mais cedo hoje, a Dra. Greene me examinou. Minha cabeça cai contra o seu peito.
Estou exausta. Eu não me lembro de alguma vez ter estado mais cansada. Puxando para trás o edredom, ele me deita, e ainda mais surpreendente, sobe ao meu lado e me segura perto.
— Durma agora, menina linda, — ele sussurra, e beija o meu cabelo.
E antes de eu possa fazer um comentário jocoso, eu estou adormecida.
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O roçar de lábios através de minha testa, deixando beijos ternos e doces em seu rastro, faz parte de mim girar e responder, mas principalmente eu quero ficar dormindo. Eu gemo e me refugio em meu travesseiro.
— Daniela, acorde. — A voz de Logan é suave, bajulando.
— Não, — eu gemo.
— Nós temos que sair em meia hora para jantar com meus pais. — Ele está se divertindo.
Eu abro meus olhos relutantemente. É crepúsculo. Logan está debruçando sobre mim, olhando-me atentamente.
— Vamos dorminhoca. Levante-se. — Ele se inclina e me beija novamente.
— Eu comprei-lhe uma bebida. Eu estarei no andar de baixo. Não volte a dormir, ou você estará em apuros, — ele ameaça, mas seu tom é aprazível. Ele me beija brevemente e sai, deixando-me sonolenta, a piscar os meus olhos no quarto fresco.
Eu estou um pouco recuperada, mas de repente, nervosa. Caramba, eu vou conhecer a sua gente! Ele apenas me bateu com o chicote, me amarrou, usando uma algema que eu mesma lhe vendi, pelo amor de Deus, agora vou encontrar seus pais. Será a primeira vez de Lud encontrá-los também, pelo menos que ela estará lá para me dar suporte. Eu enrolo os meus ombros. Eles estão duros. Sua exigência por um instrutor particular de ginástica não parece tão estranha agora, de fato, parece obrigatório, se eu tiver qualquer pretensão de acompanhá-lo.
Saio lentamente da cama e noto que meu vestido está pendurado fora do guarda-roupa e meu sutiã está na cadeira. Onde está a minha calcinha? Eu verifico embaixo da cadeira. Nada. Então, lembro-me, que ele colocou-a no bolso de sua calça jeans. Eu ruborizo com a lembrança, depois dele, eu não posso mesmo pensar sobre isso, ele é tão bárbaro. Eu franzo a testa. Por que ele não me devolveu a minha calcinha?
Eu vou para o banheiro, perplexa com a minha falta de roupa íntima. Enquanto me enxugo, depois de minha agradável, mas extremamente breve chuveirada, eu percebo ele fez isso de propósito. Ele quer que eu me sinta envergonhada e peça a minha calcinha de volta, e ele pode dizer sim ou não. Minha deusa está rindo de mim. Inferno… dois podem jogar esse jogo em particular. Resolvendo não lhe perguntar por ela e não dar-lhe satisfação, eu decido encontrar seus pais sem calcinha. Daniela Goulart! Meu subconsciente me repreenda, mas eu não quero escutar, quase abraço a mim mesma com alegria porque eu sei que isso o deixará louco.
Volto ao quarto, coloco meu sutiã, deslizo em meu vestido e calço os meus sapatos.
Eu removo a trança e apressadamente escovo meu cabelo, eu então olho para a bebida que ele deixou.
É cor-de-rosa de pálido. O que é isto? Cranberry e água com gás. Hmm… o sabor é delicioso e extingue minha sede.
Voltando ao banheiro, eu me verifico no espelho, olhos brilhantes, bochechas ligeiramente coradas, o olhar um pouco presunçoso por causa de meu plano sobre a calcinha, e saio para o andar de baixo. Quinze minutos. Não é ruim, Dani.
Logan aguarda ao lado da janela panorâmica, vestindo as calças de flanela cinza que eu amo, aquelas que penduram dessa forma incrivelmente sensual fora de seus quadris, e, claro, uma camisa de linho branco. Ele não tem alguma outra cor? Frank Sinatra canta suavemente nos alto-falantes de som surround.
Logan se vira e sorri quando eu entro. Ele olha para mim com expectativa.
— Oi, — eu digo baixinho, e meu sorriso de esfinge encontra o seu.
— Oi, — ele diz. — Como você está sentindo? — Seus olhos estão iluminados com diversão.
— Bem, obrigada. Você?
— Eu me sinto bem poderoso, Senhorita Goulart.
Ele está tão à espera que eu diga alguma coisa.
— Frank. Eu nunca imaginei que você fosse um fã de Sinatra.
Ele levanta suas sobrancelhas para mim, seu olhar é especulativo.
— Gosto eclético, Senhorita Goulart, — ele murmura, e ele dá alguns passos em minha direção, como uma pantera, até chegar na minha frente, seu olhar tão intenso que me tira o fôlego.
Frank começa a cantar… uma velha canção, uma das favoritas de Harry. “Witchcraft”.
Logan passa vagarosamente a ponta do dedo pela minha bochecha, e eu sinto todo o caminho até lá embaixo.
— Dance comigo, — ele murmura, com voz rouca.
Tomando o controle remoto fora de seu bolso, ele aumenta o volume e mantém a sua mão para mim, seu olhar cinza cheio de promessas, desejo e humor. Ele é totalmente sedutor, e eu estou encantada. Eu coloco minha mão na sua. Ele sorri preguiçosamente para mim e me puxa em seu abraço, seu braço enrolando ao redor minha cintura, e ele começa a balançar.
Eu ponho minha mão livre em seu ombro e sorrio para ele, pego em seu humor, brincalhão, infeccioso. E ele começa a mover. Rapaz, ele sabe dançar. Nós cobrimos o chão, da janela até a cozinha e de volta novamente, girando e girando, no tempo da música. E ele faz isto tão fácil para mim.
Nós deslizamos em torno da mesa de jantar, para o piano, e de lá para cá na frente da parede de vidro, fora, Seattle piscava um mural escuro e mágico para nossa dança, e eu não posso evitar a minha risada despreocupada. Ele sorri para mim quando a música chega ao fim.
— Não existe nenhuma bruxa mais agradável que você, — ele murmura e então me beija docemente. — Bem, isso comprou um pouco de cor para suas bochechas, Senhorita Goulart. Obrigado pela dança. Nós devemos ir e encontrar meus pais?
— De nada, e sim, eu não posso esperar para encontrar com eles, — eu respondo sem fôlego.
— Você tem tudo que você precisa?
— Oh, sim, — eu respondo docemente.
— Você tem certeza?
Concordo com a cabeça tão indiferente quanto eu posso administrar sob o seu escrutínio intenso, divertido. Seu rosto se divide em um sorriso enorme, ele balança a cabeça.
— Ok. Se esta é a maneira que você quer jogar, Senhorita Goulart.
Ele agarra minha mão, recolhe a sua jaqueta que está pendurada em uma das banquetas, e me leva através da entrada para o elevador. Oh, as muitas faces de Logan Mitchell. Será que jamais serei capaz de compreender este homem volúvel?
Eu espio para ele no elevador. Ele está curtindo uma piada privada, um vestígio de um sorriso que flerta com sua boca bonita. Eu temo que seja a minha custa. O que eu estava pensando? Eu vou conhecer os seus pais e eu não estou vestindo qualquer roupa íntima. Meu subconsciente me dá um inútil aviso, eu te disse. Na segurança relativa de seu apartamento, parecia uma ideia divertida. Agora, eu estou quase fora de mim sem calcinha! Ele olha para mim, e está lá, a tensão aumentando entre nós. O olhar divertido desaparece de seu rosto e suas linhas de expressão, a escuridão de seus olhos… oh meu Deus.
As portas do elevador se abrem no andar térreo. Logan balança a cabeça ligeiramente como se para limpar seus pensamentos e gesticula para que eu saia antes dele, em gesto cavalheiresco.
Com quem ele está brincando? Ele não é nenhum cavalheiro. Ele tem minha calcinha.
Carlos dirige o Audi grande. Logan abra a porta traseira para mim, e eu entro, tão elegantemente quanto posso, considerando meu estado de nudez lasciva. Eu sou grata pelo vestido ameixa de Lud ser comprido até os joelhos.
Nós aceleramos pela I-5, nós estamos em silencio, sem dúvida inibidos pela presença de Carlos, na frente. O humor de Logan é quase tangível e parece mudar. O humor está se dissipando lentamente enquanto nos dirigimos para o norte. Ele está pensativo, olhando para fora da janela, e eu posso senti-lo deslizar para longe de mim. O que ele está pensando? Eu não posso perguntar a ele. O que eu posso dizer na frente de Carlos?
— Onde você aprendeu a dançar? — Eu pergunto como tentativa. Ele gira olhar em mim, seus olhos ilegíveis sob a luz intermitentes das lâmpadas das ruas no percurso.
— Você realmente quer saber? — Ele responde em voz baixa.
Meu coração afunda, e agora eu não quero, porque eu posso imaginar.
— Sim, — eu murmuro, relutantemente.
— A Sra. Cooper gostava de dançar.
Oh, minhas piores suspeitas confirmadas. Ela o ensinou bem, e o pensamento me deprime, não existe nada que eu possa lhe ensinar. Eu não tenho nenhuma habilidade especial.
— Ela deve ter sido uma boa professora.
— Ela era, — ele diz suavemente.
Meus couro cabeludo pinica. Será que ela teve o melhor dele? Antes dele se tornar tão fechado? Ou será que ela o trouxe para fora de si mesmo? Ele tem esse lado, divertido, brincalhão. Eu sorrio involuntariamente ao recordar de estar em seus braços enquanto ele girou comigo ao redor sua sala de estar, de forma inesperada, e ele tem minha calcinha, em algum lugar.
E depois há o Quarto Vermelho da Dor. Eu esfrego meus pulsos reflexivamente, as tiras finas de plástico fizeram o mesmo com outra menina. Ela lhe ensinou tudo ou o arruinou, dependendo do ponto de vista. Ou talvez ele teria encontrado o seu caminho de qualquer maneira, apesar da Sra. C.
Eu percebo, naquele momento, que eu a odeio. Eu espero nunca conhecê-la, porque eu não serei responsável por minhas ações se o fizer. Eu não posso me lembrar de sentir esta raiva sobre qualquer pessoa, especialmente alguém que eu nunca conheci. Olhando para fora da janela, eu medito sobre a minha raiva e ciúme irracional.
Minha mente voa de volta à tarde. Dado o que eu entendo de suas preferências, penso que ele tem pegado leve comigo. Eu faria isso novamente? Eu não posso fingir ter algum argumento contra isto. Claro que eu faria, se ele me pedisse, contanto que ele não me machucasse e se for à única maneira para estar com ele.
Essa é a linha divisória. Eu quero estar com ele. Chego à conclusão que ela raramente usa seu cérebro para pensar, mas outra parte vital de sua anatomia, e no momento, é uma parte bastante exposta.
— Não, — ele murmura.
Eu franzo a testa e viro para olhar para ele.
— Não faça o que? — Eu não o toquei.
— Não pense sobre as coisas, Daniela. — Alcançando-me, ele pega minha mão, ergue-a até seus lábios, e beija meus dedos suavemente. — Eu tive uma tarde maravilhosa.
Obrigado.
E ele está de volta comigo, novamente. Eu pisco para ele e sorrio timidamente. Ele está tão confuso. Posso fazer uma pergunta que está me incomodando.
— Por que você usou uma braçadeira?
Ele sorri para mim.
— É rápido, é fácil e é algo diferente para você sentir a experiência. Eu sei que elas são bastante brutais, como dispositivo de contenção. — Ele sorri ligeiramente para mim.
— Muito eficaz para mantê-lo em seu lugar.
Eu ruborizo e olho nervosamente para Carlos, que permanece impassível, com os olhos na estrada. O que eu deveria dizer sobre isso? Christian encolhe os ombros inocentemente.
— Tudo parte de meu mundo, Daniela. — Ele aperta minha mão e lá estava, olhando para fora da janela novamente.
Seu mundo realmente, e eu quero pertencer a ele, mas em suas condições? Eu simplesmente não sei. Ele não mencionou aquele maldito contrato. Minhas reflexões internas não fazem nada para me alegrar. Olho pela janela e a paisagem mudou. Nós estamos cruzando uma das pontes, cercados pela escuridão. A noite sombria reflete meu estado de espírito introspectivo, fechando, sufocante.
Olho brevemente para Logan, e ele está olhando para mim.
— Um centavo por seus pensamentos? — Ele pergunta.
Eu suspiro com tristeza.
— Tão ruim, hein?
— Eu gostaria de saber o que você estava pensando.
Ele sorri para mim.
— Idem, bebê, — ele diz suavemente, enquanto Carlos acelera na noite em direção a Bellevue.
É um pouco antes das oito, quando o Audi entra na calçada de uma mansão de estilo colonial. É de tirar o fôlego, até mesmo as rosas em torno da porta. Um perfeito retrato de livro.
— Você está pronta para isso? — Logan pergunta, enquanto Carlos para o carro na frente da porta impressionante.
Concordo com a cabeça, ele dá a minha mão outro aperto tranquilizante.
— Primeira vez para mim também, — ele sussurra, então sorri maliciosamente. — Aposto que você gostaria de estar vestindo sua roupa íntima agora, — ele brinca.
Eu coro. Eu tinha já esquecido da minha calcinha. Felizmente, Carlos saiu do carro e está abrindo minha porta, assim ele não pode ouvir nossa troca de palavras. Eu faço uma careta para Logan, que sorri amplamente enquanto eu giro e saio do carro.
Dra. Mariana Monroe-Mitchell está na porta esperando por nós. Ela parece elegantemente sofisticada em um vestido de seda azul claro, por trás dela está o Sr. Mitchell, eu presumo, alto, loiro, e tão bonito ao seu próprio modo como Logan.
— Daniela, já conhece a minha mãe, Mariana. Este é o meu pai, Jett.
— Sr. Mitchell, que prazer conhece-lo. — Eu sorrio e agito sua mão estendida.
— O prazer é todo meu, Daniela.
— Por favor, me chame de Dani.
Seus olhos azuis são suaves e gentis.
— Dani, o quão adorável vê-la novamente. — Mariana me envolve em um abraço caloroso. — Entre, minha querida.
— Ela está aqui? — Eu ouço um grito alto de dentro a casa. Eu olho nervosamente para Logan.
— Esta é Gabi, minha irmã caçula, — ele diz quase irritado, mas não completamente.
Existe uma subcorrente de afeto em suas palavras, a forma como sua voz cresce mais suave e seus olhos ondulam, quando ele menciona seu nome. Logan obviamente a adora. É uma revelação.
E ela vem correndo solta pelo salão, cabelos escuros, alta e curvilínea. Ela deve ter a minha idade.
— Daniela! Eu ouvi tanto sobre você. — Ela me abraça apertado.
Caramba. Eu não posso deixar de sorrir com o seu entusiasmo ilimitado.
— Dani, por favor, — eu murmuro enquanto ela me arrasta pelo grande vestíbulo. O piso é todo de madeira escura, com tapetes antigos e uma escadaria para o segundo andar.
— Ele nunca trouxe uma garota para esta casa antes, — Gabi diz, com seus olhos escuros brilhando de excitação.
Vislumbro Logan revirando os olhos, e eu levanto uma sobrancelha para ele. Ele estreita seus olhos para mim.
— Gabi, acalme-se, — Mariana aconselha suavemente. — Olá, querido, — ela diz enquanto beija Logan em ambas as faces. Ele sorri para ela calorosamente, e então aperta a mão de seu pai.
Todos nós entramos na sala de estar. Gabi não soltou a minha mão. A sala é espaçosa, decorada com bom gosto em creme, marrom e azul claro, confortável, discreta e muito elegante. Lud e Kendall estão aconchegados juntos em um sofá, segurando taças de champanhe.
Lud salta para me abraçar, e Gabi finalmente solta a minha mão.
— Oi, Dani! — Ela sorri. — Logan. — Ela acena com a cabeça bruscamente para ele.
— Lud. — Ele é igualmente formal com ela.
Eu franzo a testa com essa troca. Kendall me pega em um abraço todo abrangente. O que é isto, a semana de abraçar Dani? Esta deslumbrante exibição de afeto, eu apenas não estou acostumada com isso. Logan está ao meu lado, envolvendo seu braço ao redor de mim, colocando sua mão em meu quadril, ele estende seus dedos e puxa-me para perto. Todos estão olhando para nós. É enervante.
— Bebidas? — O Sr. Mitchell parece se recuperar. — Prosecco?
— Por favor, — Logan e eu falamos em uníssono.
Oh… isso está além de estranho. Mia bate palmas.
— Vocês estão até falando ao mesmo tempo. Eu vou buscar. — Ela sai da sala.
Eu fiquei escarlate, e vendo Lud sentada com Kendall, ocorreu-me, de repente, que a única razão para Logan me convidar era porque Lud estaria aqui. Kendall, provavelmente, livre e alegremente pediu a Lud para conhecer seus pais. Logan estava preso, sabendo que eu descobriria via Lud. Eu fiz uma careta com o pensamento. Ele foi forçado ao convite.
Uma compreensão triste e deprimente. Meu subconsciente acena com a cabeça sabiamente, um olhar ‘você finalmente entendeu sua estúpida’, apareceu em seu rosto.
Notas finais
1- Vcs querem a segunda temporada desta fic?
2- Se sim, me mandem sugestões de nomes do Título da segunda temporada da fic pq eu não posso colocar 50 Tons de Logan de novo kk e escrevam que querem a 2 temporada no comentário de vocês
NÃO ESQUECEM DE COMENTAR...
Big Time Kisses :*
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