Notas iniciais
Olá amadas leitoras, minha alegria está enorme por saber que tem muitas que estão gostando da minha fic, vou transforma lá em pdf em breve, a pedido de uma amada leitora. Leiam e não me matem, adoro vocês... Múscia: http://www.youtube.com/watch?v=F9S-88WxPdE Boa leitura, e leiam notas finas. É importante.

– Eliotttttttttttttt. Estou tão feliz em vê ló.

Continua lindo só que está bronzeado, ele vem na minha direção e abraça-me forte.

– O que faz aqui. – lhe pergunto surpresa.

– Não gostou de me ver. Pergunta.

– Claro. Só estou surpresa.

– fico feliz em saber disso. Eutrouxeeste presente pra você!

Coloca a mão no bolso e me entregar uma caixinha com uma pulseira linda. Uma pulseira de diamantes com pingente de anjo.

– Ai que linda, eu amei. Muito obrigada. O abraço mais uma vez.

– Quando vi essa pulseira, lembrei-me de você. – ele diz olhando nos meus olhos.

Sorriu.

– Segunda pela manhã estou indo viajar novamente, ainda não terminei o meu projeto. Está um dia tão lindo, e você está muito bonita. Por que você está aqui sozinha.

É que seu irmão é um sádico idiota e me largou sozinha em um piquenique.

Não consigo dizer nada.

– Eu sei que tem algo errado, mas não vou pressiona lá. Eu vou estar sempre ao seu lado.

Ela anda na minha direção, eu ando para trás e minhas costas encosta na arvore. Ele está próximo, muito próximo.

– Sentir sua falta – Ele diz acariciando o meu rosto. Passa o nariz pelo o meu e por um momento achei que fosse me beijar. Afasto-me e lhe pergunto como foi sua viagem, tentando usar a minha tática de distração.

Ele sorri, Eliot sabe que estou mudando de assunto.

– Ana eu disse que não vou desistir de você. – Diz.

– Mas você deveria – digo. Ele tem que seguir com a sua vida.

– Não vou, por que eu sei que vale a pena. – Ele me diz e sinto um aperto no coração.

Se ele soubesse sobre Christian não pensaria assim. Fico triste com o pensamento.

– Ana está acontecendo algo, vejo que você está triste. Ele diz com carinho.

Não posso lhe dizer nada, eu não consigo. Meus olhos enchem de lagrimas.

– Não precisa me dizer nada. Vem comigo que vou lhe levar em casa.

Eliot passa a mão na minha cintura e me leva em casa.

Na porta da minha casa, ele me diz que voltaria para me ver amanhã e que vai me levar em um lugar especial. Sorriu e lhe agradeço por tudo.

Estranho Christian não veio atrás de mim. Foi até bom não quero nem imaginar o que aconteceria se Eliot nos visse juntos. Sinto um arrepio na espinha. Faço um sanduiche e bebo um copo de suco. Já que não comi nada no piquenique, droga, a cesta que minha mãe me deu, tenho que se lembrar de pegar de volta. Sento-me no sofá e pego meu notebook, abro meus emails e tem dois emails chamando-me para uma entrevista dessa segunda a oito. Que noticia maravilhosa, enfim uma boa noticia. Depois de olhar meus emails faço uma pesquisa sobre, submissão. Pesquiso tudo durante uma hora. Vou ser uma submissa que o Christian jamais vai esquecer.

Chego ao seu apartamento ás sete e meia da noite. Quando chego ao hall de entrada a porta está meio aberta, estranho não encontrar Taylor aqui. Quando entro encontro Christian sentando em uma poltrona na sala, os olhos gélidos dele penetram-me. Ele parece furioso. Engulo seco. Ele está sem camisa e somente com uma flanela cinza, o cabelo está uma bagunça. Acho que sou masoquista, por que vê ló irritado me excita. Eu abaixo a cabeça.

– Olhe para mim, e venha aqui – Ele diz. Ando lentamente na sua direção, estou tremendo feito uma folha. Fico calada, olho nos seus olhos, mas não aguento a forma como ele me olha, abaixo novamente a cabeça.

– Levante. A. Cabeça. – Ele disse pausadamente.

Levanto minha cabeça e o olho nos olhos, determinada a não chorar. O encaro.

– Por que você foi embora? Pergunta no tom enganosamente sutil.

– Não estava me sentido bem, senhor.

– E está se sentido melhor?

– Sim, Senhooooor...

– Você gosta de me provocar, senhorita stelle. – Pergunta-me com toda frieza que ele tem.

– Não, senhor. Digo como uma submissa.

– Anastácia pare de brincar comigo. – passa a mão pelo cabelo.

– Não gosta que eu seja sua submissa? Senhor

– Já que você quer jogar, e está tão boa como submissa vamos para o meu quarto de jogos. – ele diz.

Eu respiro, enquanto tudo em meu corpo aperta de uma vez... Ele pega minha mão e, seguimos para o andar de cima. Minha deusa está girando como uma bailarina de classe mundial. Ele abre a porta para sua sala de jogos, afastando para que eu possa entrar, eu estou mais uma vez no quarto vermelho da dor. Meu sangue está correndo aquecido e assustado pela adrenalina misturada com luxuria e desejo em meu sistema.

– Quando voce está aqui, voce é completamente minha – ele respira cada palavra é lenta a medida. – Para fazer como eu achar melhor. Voce entende?

Seu olhar é tão intenso. Concordo com a cabeça, minha boca está seca.

– Tire os sapatos – Pede.

Tiro os sapatos, ele se inclina e os pega, e os deposita ao lado da porta.

– Ótimo. Não hesite quando eu lhe pedir para fazer alguma coisa. Agora eu vou tirar esse macacão de voce. Algo que eu queria fazer a algumas horas. Mas a senhorita fugiu. Voce tem um corpo bonito, e eu gosto de olhar para ele.

Ele pega nas alças do meu macacão. Lentamente, ele desce as alças pelos meus ombros, meus braços, meus seios, minha barriga, meus quadris e minhas coxas. Quando meu macacão está no chão, eu retiro meus pés. Ele está me examinando e distraidamente dobra meu macacão, sem tirar os olhos de mim. Alcançando-me, ele puxa o meu queixo, seu toque me queimando.

– Voce está mordendo o lábio, ele respira. – Voce sabe o que isso faz para mim. – Ele acrescenta sobriamente. – Vire-se.

Viro-me imediatamente sem hesitação. Ele desabotoa meu sutiã e desperta todas as terminações nervosas do meu corpo. Ele está de pé atrás de mim, tão perto que eu sinto o calor que irradia dele, aquecendo-me, aquecendo-me toda. Ele corre seu nariz no meu pescoço exposto, inalando todo o caminho, então vai até minha orelha e morde o lóbulo. Minha xoxota se aperta carnal e querendo. Calor... Calor...

– Voce cheira tão divina, como sempre, Anastácia. – Ele sussurra, enquanto coloca um beijo suave em baixo de minha orelha. Eu gemo.

– Quieta, — ele respira. – Não faça um som.

Puxando meu cabelo atrás de mim. Para minha surpresa, ele começa a trança-lo em uma trança grande, seus dedos rápidos e ágeis. Ele amarra isso com algo que não vejo e quando acaba dá um puxão rápido, assim sou forçada a voltar contra ele.

– Gosto de seu cabelo trançado assim. – Ele sussurra.

Humm... Por que?

– Quando eu disser a voce para entrar aqui, assim é como voce deve estar vestida. Só de calcinha. Voce entende?

Minha respiração está difícil e desejo misturados. É uma mistura intoxicante.

– Sim.

– Sim, o que? – Ele franze a testa para mim.

– Sim, senhor.

Um Traço de sorriso ergue no canto de sua boca.

– Boa menina – Seus olhos queimam nos meus. – Agora pode fica na posição de submissa, ali. – Ele aponta para um lugar ao lado da porta. – Faça isto agora. Caminho ate o lugar que Christian falou, ajoelho-me, sento-me sobre os calcanhares. Coloco minhas mãos e antebraços apoiados na coxa. Bom. Agora separe os seus joelhos. Mais amplo. Mais amplo. Perfeito. Olhe abaixo no chão.

Ele caminha para mim, e eu posso ver seus pés e pernas em meu campo de visão. Seus pés... Ah... Seus pés descalços. Não sei o que tenho com seus pés, fica ainda mais excitante descalço.

– Fique aqui, não se mova. – Ele deixa o quarto.

Onde ele foi? O que ele vai fazer comigo? O tempo passa. Minha respiração fica mais rasa, a antecipação está me devorando de dentro para fora.

E, de repente, ele está de volta. Eu poderia estar mais excitada?

Eu posso ver seus pés. Ele trocou sua calça jeans. Está é mais velha, rasgada e super lavada. Caramba. Esta calça jeans é quente. Tudo nesse homem é quente, minha deusa interior está se abanando.

– Boa garota, Anastácia. Você está linda assim. Levante-se.

Eu levanto, mas mantenho meu rosto abaixado.

– Voce pode olhar para mim.

Eu olho para ele, e ele está me olhando atentamente. Ele tira sua camisa. Oh meu... Eu quero tocá-lo. O botão superior de sua calça jeans esta desfeito.

– Eu vou acorrentar voce agora. Anastácia. Leva-me próximo ao X e diz.

– Ponha suas mãos acima de sua cabeça. Eu imediatamente obedeço, sentindo como se eu estivesse saindo do meu corpo. Isto está além de fascinante, além de erótico. É a coisa mais excitante e assustadora que eu já fiz.

Ele está muito perto quando prende as algemas. Eu estou olhando para seu peito. Sua proximidade é fascinante. Ele cheira a corpo lavado e Christian, uma mistura inebriante. Eu quero correr meu nariz e língua através desse punhado de cabelo no peito.

Eu poderia simplesmente me inclinar para frente...

Ele dá um passo para trás e olha para mim, sua expressão é coberta, lasciva, carnal, e eu estou impotente, minhas mãos amarradas, mas só olhando para seu rosto adorável. Eu posso sentir a umidade entre minhas pernas. Ele caminha lentamente em volta de mim.

– voce parece poderosa, mesmo amarrada assim, senhorita Steele. E sua boca esperta, esta quieta no momento. Assim que eu gosto.

Ficando em minha frente, ele engancha seus dedos em minha calcinha, em um ritmo lento, retira-as pelas minhas pernas, de modo que ele acaba de joelhos diante de mim. Não tirando seus olhos dos meus, ele aperta a minha calcinha em sua mão, leva-o até seu nariz e inala profundamente. Puta merda. Está deixando-me em combustão. Ele sorri maliciosamente para mim, dobra-a e a coloca no bolso de sua calça jeans. Coloca sua cabeça entre minhas pernas, e passa a língua e morde o lábio da minha vagina. Gemo.

– Eu adoro morder sua buceta – Diz. Levanta-se preguiçosamente.

– Isto não vai machucar. Voce entende?

– Sim. Minha voz está incerta. Ele realmente não vai me machucar?

– Eu falo serio, — ele diz.

Afasta-se e pega um chicote de couro marrom. Ele coloca aponta de chicote no meu umbigo, vagarosamente circulando, atormentando-me. Ele anda em volta de mim novamente, arrastando o chicote em torno do meu corpo. Ele de repente sacode o chicote e bate no meu traseiro... Contra meu sexo. Eu clamo de surpresa, enquanto meu corpo fica em alerta. Eu puxo as restrições. O choque corre através de mim, com o mais doce estranho sentimento de prazer.

– Quieta – ele sussurra enquanto caminha ao redor de mim novamente. Desta vez ele bate contra meu traseiro com mais força. Oh meu deus. Meu corpo convulsiona com o doce ardor.

Ele sacode o chicote novamente, desta vez batendo em meu mamilo e eu jogo minha cabeça para trás, enquanto sinto meu corpo convulsionar. Ele bate de novo... Um breve, rápido e doce castigo. Meus mamilos endurecem, puxo a algemas.

– Isso parece bom? Ele respira.

– Sim.

– Ele me bate novamente entra as nádegas. Desta vez me dói.

– sim o que?

– Sim senhor. – Eu choramingo.

Ele dá uma parada... Mas eu não posso mais vê-lo. Fecho os olhos, tentado absorver todas essas sensações.

Ele dá mais lambidas com o chicote na minha barriga. Estou quente, com muito calor. Meu corpo está formigando, mas quando ele bateu em meu clitóris eu ruidosamente clamo.

– Oh... Por favor! Eu gemo

– Quieta – Ele ordena e bate novamente em meu traseiro. Christian coloca dois dedos na minha vagina.

– Anastácia, voce está toda molhadinha. Está gostando baby...

Eu não esperava que isso fosse assim... Eu estou perdida. Perdida em um mar de sensações. E de repente me derruba contra a cruz, e então suas mãos embrulham ao redor das minhas coxas e ele me ergue.

– Erga suas pernas, baby, envolva-as em torno de mim.

Eu faço como ele pede e ele envolve minhas pernas ao redor de seus quadris e se posiciona abaixo de mim. Com um impulso, ele está dentro da minha fenda. Ele se movimenta lentamente, sinto minha buceta chupando o seu penis. Escuto seu gemido abafado em minha orelha. Meus braços estão no seu ombro, enquanto ele empurra dentro e fora... Sem parar.

Porra é profundo deste modo. Ele continua com suas investidas. Uma... Duas... Três... Seu rosto em meu pescoço, sua respiração áspera em minha garganta.

Eu acho que vou explodir, penso que meu corpo não vai aguentar mais. Eu deixo ir e gozo puxando as algemas. Eu perco todo o sentido de mim mesma. Christian segue me penetrando cada vez mais fundo.

– Segure-se firme nos meus ombros, vou soltar seus pulsos, mas não me toque. Entendido?

– Sim, senhor.

Enquanto ele solta meus pulsos, eu o seguro firme. Ele sai lentamente de dentro de mim.

– Quero que se vire e segure firme no poste.

Obedeço, Christian fica atrás de mim, e aperta meus quadris, então, rapidamente levanta meus quadris, fico inclinada para frente, segurando o poste.

– Não goze Anastácia – ele adverte. – Eu vou foder voce duro. Por detrás. Segure o poste para sustentar seu peso. Entendeu?

– Sim.

Ele bate no meu traseiro com sua mão. Ow... Ardeu.

– sim, senhor – eu murmuro depressa.

– Separe suas pernas.

Abro minhas pernas e empino meu traseiro para recebe ló.

– Voce tem uma pele tão bonita, Anastácia – ele respira enquanto se curva e beija ao longo da minha coluna.

– Christian, por favor. Quero ser preenchida. Quero... Antes de completar a frase, ele enfia seu pau bem fundo.

Agarra minha trança e enrola em torno de seu pulso ate minha nuca, segurando minha cabeça no lugar. Muito lentamente ele entra e sai... Puxando meu cabelo ao mesmo tempo. Oh a plenitude. Sua outra mão agarra meu quadril, segurando apertado, e então ele investe novamente. Empurrando-me para frente.

– Oh... Isso Christian.

– Segure Anastácia – ele grita com os dentes cerrados.

Eu agarro o poste mais firme e empurro de volta contra ele, enquanto ele continua seu ataque implacável, uma e outra vez, seus dedos cavando em meu quadril. Sinto meus braços e pernas estão ficando inseguras. Meu couro cabeludo está ficando dolorido de ser puxada pelo cabelo... E eu posso sentir um ajuntamento bem dentro de mim. Oh não... Não posso ter um orgasmo agora.

Christian continua a se mover dentro e fora, dentro e fora. Sua respiração é dura, gemendo, gemendo. Christian entra realmente mais fundo.

– Vamos lá, Ana, dê para mim, — ele geme, meu nome em seus lábios me envia sobre a borda que toma todo o meu corpo e a sensação de espiral e doce libertação. Em seguida, sinto o pau dele inchar e pulsar na minha vagina.

Quando retomo os sentidos, estamos no chão, e eu estou deitada em cima dele, minhas costas sobre sua frente, e eu estou olhando para o teto, toda pós-coito, brilhante, quebrada.

Christian começa a alisar meus braços, e pergunta-me se eu gostei.

– Sim, gostei muito.

Ele beija cada um dos meus pulsos e olha para a pulseira.

– Eu percebi essa pulseira quando estava lhe algemando, é linda.

– É... Obrigada. – eu digo nervosa.

– Quem foi que te deu? Pergunta-me.

Oh... Céus. Não quero mentir... Mas eu não tenho por que mentir, não fiz nada errado.

– Promete que não vai ficar com as mãos coçando. – Peço nervosa.

– Fala Anastácia – diz irritado.

– E... Eliot.

Christian fica tenso.

Eu estava na praça, perto da minha casa. E ele me encontrou.

– Chega. Ele grunhiu.

Assustada, eu paro de falar.

– Se vista e vá para o seu quarto. Ele diz levantando-se e saindo do quarto.

– Nossa que mudança de humor. O homem de gelo está de volta. Para que voce foi falar no Eliot, diz meu inconsciente. Levanto-me visto minha roupa, e vou para o quarto que ele diz ser meu.

Meu corpo está dolorido, mas onde mais dói é no meu coração, sinto uma dor profunda no meu peito. Deito-me, abraço o travesseiro e choro ate pegar no sono. Abro os olhos, me espreguiçando. Quando vou senta-me, sinto uma dor entre minhas pernas. Tomo um susto quando ouço Christian.

– Bom dia Anastácia – olho para Christian assustada.

Ele está sentado na cadeira em frente a minha cama, está incrivelmente lindo. Com os cabelos um pouco molhado, sem camisa e com á calça de flanela cinza que eu adoro. Fica perfeita no seu quadril. Penso.

Saio do meu devaneio e entro no meu papel de submissa, quero deixa ló louco de raiva.

– Bom dia, senhor.

– vejo que quer continua jogando. Diz irritado

– Não lhe agrado como submissa, senhor? Digo com toda ironia possível.

Passa as mãos pelo cabelo, e me olha furioso.

– Tome banho, e vista esse robe sem nada por baixo. Joga um robe branco transparente na minha cama e sai.

Meu coração está a mil por hora, não acredito que continuo o desafiando, eu estou excitada com a expectativa de jogar novamente com ele. Por mais que eu esteja triste pela forma que ele me tratou ontem, meu corpo me trai. Corpo traidor. Tomo um banho longo, lavo meu cabelo. Não estou com muita pressa para vê ló. Quando saio do meu banho, coloco o robe. O robe que ele me deu é de seda, suave e muito gostoso ao toque. Penteio meu cabelo para trás e desço.

Encontro Christian na cozinha tomando café. Sento-me, mas não tenho fome. Bebo em silencio uma xícara de chá. Que eu me surpreendo em ver que é meu favorito.

– Está se sentido bem? Pergunta.

Surpreendo-me com sua pergunta.

– Sim, senhor. Digo.

Ele respira fundo. Olha... Olha... Olha... Mas não diz nada.

Levanto-me e vou olhar a vista de Seattle, na enorme janela de vidro. Encosto minha testa no vidro e respiro. Nunca passei por um momento tão tenso em toda minha vida. Só mais algumas horas, Anastácia e poderá ir embora. Christian coloca seu corpo no meu, e me abraça por trás.

Afasto-me bruscamente, viro-me para ele e fico olho no olho.

– Me diga o que você quer senhor. Estou com os olhos cheios de lagrimas.

– Ana... Por favor, pare de dizer essas coisas.

Eu já disse que adoro quando ele me chama de Ana.

– Não lhe agrado como submissa, senhor? Pergunto sufocando um soluço.

– Eu quero que seja voce mesma, e não uma submissa que voce não é, caralho. – ele diz passando as mãos no cabelo.

Agora é minha vez de explodir...

– Eu tentei ser eu mesma, mas não lhe agradou. Você foi um idiota ontem no piquenique. Largou-me sozinha na hora de ver pôr o do sol, por causa de uma porcaria de um telefonema. Usou-me como um objeto ontem á noite, me deixou dormi sozinha... Não aguento mais segurar as lagrimas que fluem pelo meu rosto.

Christian me abraça.

– Shiii baby, não chora. Grita-me e me bate. Só não chora, por favor.

– Faz passar Christian, faz essa dor passar.

Beija-me levemente nos lábios, pedindo permissão para por a língua na minha boca. Aceito seu beijo, Christian levanta-me em seus braços e me leva para o seu quarto. Coloca-me no chão.

– Christian, Eu...

– Shiii, Ana. Eu preciso de voce, nesse momento como Ana. Diz e continua me beijando.

Christian se afasta quando estamos sem ar, e começa a retirar lentamente o meu robe, beijando meu pescoço, ombro, clavícula, meus seios e meus mamilos. Ele faz tudo suave e lentamente. Sem pressa. Fico completamente nua sobre seus olhos.

– Voce é perfeita. – ele diz sussurrando.

Eu já não penso em mais nada, eu só sei que preciso dele.

Deito-me na cama e fico olhando ele retirar suas roupas, quando terminar deita-se em cima do meu corpo. E, volta a me beijar, seus beijos estão mais suaves. Não entendo mais nada, apenas me entrego ao momento.

– Ana, eu quero saborear cada pedacinho seu. – ele diz ofegante.

Desliza pelo meu corpo beijando cada parte, ate chega ao meu púbis. Abro minhas pernas, enquanto sua boca e língua chupam o meu clitóris. Gemo arqueando minhas costas.

Enquanto Christian continuava com sua deliciosa tortura no meu clitóris, enfiou dois dedos na minha entrada sedenta. Arqueei novamente minhas costas em busca de mais. Seus dedos não são suficientes, eu preciso do seu pau. Christian se ergue sobre mim. Chupa os dois dedos que estavam na minha vagina.

– Tão doce senhorita Steele.

– Senhor...

– Me chame de Christian, disse enfiando sua furiosa ereção na minha xoxota.

– Ahhhhhhhh. Gemo, de prazer.

Pego nas suas costas e amasso sua camisa, enquanto ele entra e sai lentamente.

Ele olha nos meus olhos, enquanto continua a meter, meter e meter. Só que desta vez está devagar e suave, aproveitando cada entra e sai. cada sensação, cada gemido. Ah... Que delicia.

Ele está com a respiração irregular, igual a minha.

– Você quer mais rápido, Ana. Confirmo com a cabeça.

Christian aumenta a velocidade e as estocadas, fazendo-me gemer mais alto...

– Oh... Sim, não pare... Não pare.

Christian meteu forte por completo com tanta vontade que me excitei ainda mais. Desfrutando de cada investida, nós dois estávamos da borda.

Gozamos ao mesmo tempo. Suarentos, gritando e se beijando consumidos pela luxuria.

Ficamos ofegantes, ele enterrou sua cabeça no meu pescoço, queria olha ló nos olhos. Acabamos de fazer amor. Ele de deita ao meu lado com os olhos fechados, com uma estranha expressão no rosto. Depois de um tempo calados, eu o chamo.

– Chris... Christian.

– Hum... È a única coisa que ele diz.

– O que nós fizemos? Pergunto querendo ouvi ló.

– Ana...

– Não comece Christian, eu sei o que fizemos, assim como você sabe. – Digo.

Ele respira fundo.

– Nós dois fizemos Amor. – eu digo sorrindo.

Christian arregalar os olhos.

– Não. Ele diz se levantando da cama.

Olha-me... Olha... Olha... E não diz nada. Vira-se para sair do quarto. Ele pega na maçaneta e eu digo.

– Christian, não fuja, por favor. Disse já com os olhos cheios de lagrimas. – Se você sair por essa porta, vou sumi da sua vida para sempre. – Digo com tristeza, não entendo por que ele foge do que ele sentir.

Ele se vira e diz com uma frieza que me assusta.

– O amor é para os tolos e gente sem controle, Anastácia. Você acha que é amor, mas não é. Só se for para você...

Uma dor profunda se espalhou pelo meu corpo enquanto ele abre a porta e sai. A dormência tomou conta do meu coração.

Vagamente, sai da cama e peguei o roupão e me vestir. Ainda em estado de choque sai do quarto para o resto da casa, só o silencio me cumprimentou. Caminhei para o quarto branco e vestir meu macacão, até agora não derramei um lagrima.

Quando estava indo embora, encontrei Taylor no hall de entrada.

– Senhorita Steele algum problema?

– Olá, Taylor. Onde está Christian?

– Ele saiu senhorita Steele.

Balancei a Cabeça incapaz de lhe dizer uma palavra.

– Ele é um homem bom senhorita Steele, só tenha um pouco mais de paciência.

– Taylor,estou cansada das suas mudanças de humor, ele me diz que me quer, e que não quer me machucar, mas isso é a única coisa que está fazendo. – disse em prantos. Entrei no elevador e fui embora. Deixando Taylor sem reação.

Peguei um táxi, e fui direto para o meu apartamento. Lá, os últimos momentos tomaram conta de mim, e desabei... Não sei quanto tempo se passou, mas ouvir alguém batendo na porta e sem pensar, abri. Dei de cara com os olhos verdes, agora preocupados de Eliot...

– Ana... O que aconteceu?

O abracei bem apertado. Chorando sem parar

– Me Le... e...vá, por favor. Leva-me embora daqui.

Notas finais
Esse capítulo de hoje começou e terminou com Eliot, que ganhou mais uma fã. Kkkkkkk Não me matem, mas esse capítulo foi muito importante para Christian entender de uma vez por todas o que ele sente por Anastácia. Vai ter muitas desavenças e emoções da próxima vez que Christian e Anastácia se encontrarem. Aguardem-me... Quero muitos comentários, beijos.