50 Tons De Desavença
6 Primeira vez Parte 1
Notas iniciais
Depois que Christian foi embora, eu fui procurar Mia. Ela estava conversando com seus pais, que são atenciosos e me saúdam. Graças a Deus não perguntaram nada sobre o fim do meu namoro com Eliot.
– Ana o que Christian queria com você?
– Nada, só me parabenizar pela formatura.
– Estranho, geralmente ele é tão fechado, eu nem sei por que ele ficou aqui até agora.
– O que você achou do Ethan? – Uso minha técnica de distração.
– Ele parece gostoso. – Começamos a rir
– Mia, eu vou ir almoçar com meus pais, Ethan e Kate. Depois a gente se fala.
Depois que meus pais foram embora, fui para o meu apartamento com Kate. Ethan disse que ia dormi na casa de um amigo, e de manhã passava para pegar Kate para eles irem embora.
– E então Ana o que está acontecendo com você e Christian.
Nossa! Kate não perdeu tempo com as aquisições dela.
– Nada. — Digo e ela olha-me com cara feia.
– Ainda – Eu digo me jogando na cama.
– Como assim nada ainda, Ana o que você está aprontado – Ela diz rindo.
Eu lhe contei tudo sobre os irmãos Grey, e ela está chocada.
– Ana como você é sortuda, o Eliot eu não conheci, mas o Christian é muito sexy e quente.
– Amanhã a noite, vou ir jantar na casa dele. Eu estou nervosa e ansiosa ao mesmo tempo, mas estou louca pra ser dele, acho que não aguento esperar nem mais um dia.
– Nossa, Ana. Nunca imaginei te ver tão louca por causa de um homem, Christian te pegou de jeito.
– Pois é, mas ainda nem nos beijamos e eu já estou assim.
– Quando ele te beijar você vai gozar na hora. – Joguei o travesseiro em Kate e começamos a gargalhar.
Kate dormiu no quarto de hospedes, eu senti tanta saudade dela queria que ela ficasse mais tempo, mas ela tem que viajar.
No dia seguinte, Ethan veio buscar Kate. Nós três tomamos café juntos, fiquei tão feliz por que ele disse que talvez eles se mudem aqui para Seattle. Vai ser muito bom ter Kate por perto.
À tarde eu estava uma pilha de nervos, depilei minhas pernas, axilas e sobrancelhas. Tomei um banho longo, acariciado minha pele e pensando nas sensações que vou sentir quando Christian me tocar. Fiz uma maquiagem leve, passei um pouco de brilho nos lábios, meu vestido que minha mãe havia me dado era de um branco virginal, perfeito pra ocasião. Era de ombro único, tinha uma abertura nas costas. Deixei meus cabelos caindo sobre o rosto como uma cachoeira. Eu estava mais que pronta.
Christian foi pontual. Quando sai já me esperava apoiado no seu carro, um Audi R8. Abriu a porta para mim e sorriu.
– Boa noite. Senhorita Steele – Disse-me.
– Sr. Grey.
Entrei no assento do carro. Taylor estava sentado ao volante, Christian se sentou ao meu lado, e apertou minha mão. Um calafrio percorreu todo o meu corpo. Seu polegar acariciava meus dedos. Meu coração deixou de bater e minha respiração se acelerou. Como é possível me afetar tanto? Apenas tocou uma pequena parte do meu corpo, e meus hormônios dispararam. Antes que eu me desse conta, já havíamos chegado.
– Chegamos. Disse-me em uma voz baixa.
Seu olhar era intenso. Parecia tenso, cerrou a mandíbula e entrecerrou os olhos.
– Não tem que fazer nada que não queira fazer. Você sabe, não é?
Seu tom era muito serio. Pegou-me de surpresa, como não ia querer fazer amor com esse Deus grego.
– Nunca faria nada que não quisesse.
Arrastou-me até um elevador, digitou um numero em um painel, e a porta se abriu, no elevador, completamente revestido de espelhos podia ver Christian em quantidade. Como seria fazer amor em um quarto cheio de espelhos. Sorri com o pensamento.
– Qual a graça Senhorita Steele?
– Nada, Christian.
Em poucos momentos estávamos em um vestíbulo totalmente branco. No meio havia uma mesa redonda de madeira com um enorme buque de flores brancas.
A sala é palaciana, o apartamento parece mais uma galeria de arte que uma moradia. O que mais me chamou atenção foi o enorme piano negro.
– Que casa Grande.
– É grande. Admitiu com um olhar divertido.
– Sabe tocar – perguntei – lhe apontando para o piano.
– Sim
– Bem?
– Sim
– Claro, como não. Há algo que não faça bem?
– Duas ou três coisas. – Disse brincando.
– Quer se senta?
Concordei com a cabeça. Agarrou minha mão e me levou ao sofá.
– Eu tomarei uma taça de vinho branco. Você quer uma?
– Sim, Obrigada – Murmurei.
– Toma. – Disse-me ao estender uma taça de vinho.
– Você esta muito quieta, e nem mesmo está corada. Na verdade nunca te vi tão pálida Anastácia. Esta com fome? Murmurou.
– Neguei com a cabeça, Não de comida. – Disse sem acreditar que falei isso em Voz alta.
Christian me olhou fixamente, acredito que lhe surpreendeu minha resposta. Seus olhos escureceram impenetráveis e perigosos.
– Anastácia deixa de morder o lábio, por favor. Desconcentra-me. — Pediu. Estou louca que ele morda os meus lábios, meu corpo...
– Preciso que você me diga se tem algo que não goste no sexo?
Ruborizei-me.
– Pode me dizer, Ana.
Mexi-me incomodada e olho para minhas mãos.
– Diga – pediu-me.
– Bom... Nunca dormi com ninguém, então não sei – Digo com a voz baixa.
Christian me olhava com a boca aberta, paralisado e pálido, muito pálido.
– Nunca? Sussurrou.
Assenti.
– É virgem?
Assentir com a cabeça e voltei a ruborizar. Fechou os olhos e pareceu contar até dez, quando os abriu, ele olhou irritado.
– Por que, porra, não me disse – Gritou e me assustei.
– Não vi razão para isso. Não tenho por costume sair por ai falando da minha vida sexual.
Por que ele está tão zangado. Olho para ele.
– Não entendo, você e Eliot nunca.
– Entre a gente só rolava uns amasso, mas nada.
– Realmente não consigo entender, você já tem vinte e um anos nunca passou pela minha cabeça que fosse virgem. – Ele fala como se fosse um insulto.
– Por que evitou o sexo? Conte-me, por favor.
– Ninguém me fez sentir assim, só você. Eu quero você Christian. Por que você está tão zangado comigo? Sussurro.
– Não estou zangado com contigo, estou zangado comigo mesmo.
Não entendo a reação dele parece que ficou decepcionado por eu ser virgem, vai vê ele gosta de mulher mais experiente.
Ele passar a mão pelo cabelo e volta a olhar para mim.
– Você está mordendo o lábio. Eu estou louco para mordê-lo, forte. — Olho-o praticamente implorado para que faça isso.
– Quero que fique aqui na sala, e espere até que eu venha lhe buscar, entendido?
– Sim, senhor. Digo brincando. Porém, o olhar dele escurece.
O que será que ele vai fazer, já tem 10 minutos que ele se foi, parece uma eternidade.
– Venha – Ele murmura.
– O que?
– Vamos fazer amor, Ana. Vou fazer amor você, agora.
Engulo em seco.
– Eu pensei que você não fizesse amor. Pensei que você só fodesse duro.
Lança-me um sorriso perverso.
– Posso fazer uma exceção – Seu olhar é cinza e intenso.
Ruborizo-me... Oh meus desejos se tornaram realidade. E mordo o lábio.
Ele olha um pouco para mim, com os olhos totalmente impenetráveis. Olha-me o lábio.
Encosta se em mim e me empurra contra a parede, agarra-me os dois pulsos com uma mão, levanta-os acima da minha cabeça e me imobiliza contra a parede com os quadris. Sinto sua ereção pulsar. Adorei o jeito como ele me beijou, como se não aguentasse mais esperar nem para chegar ao quarto. Chupei sua língua, e eu gostei muito disso, o que me fez desejar chupa cada centímetro dele.
– Queria morder este lábio – Ele murmura sem separar-se de minha boca. Cuidadosamente, ele o puxa com os dentes. Eu gemo e ele sorri
Seu quarto é grande. Das altas janelas, que vão do chão ao teto, pode-se ver os iluminados arranha-céus de Seattle. As paredes são brancas, e os acessórios, azul claro. A enorme cama é ultramoderna, de madeira maciça de cor cinza, com quatro postes, mas sem dossel. Na parede da cabeceira há uma impressionante paisagem marinha.
O quarto está repleto de velas vermelhas e brancas, e pétalas vermelhas espalhadas pela cama. Meus olhos se enchem de lagrimas, então foi isso que ele veio fazer quando me deixou na sala.
– Quero que seja especial Ana. Eu nunca fiz nada disso antes, mas quero fazer pra você.
Como nunca fez nada assim antes, estranho.
– Já esta sendo Christian. – Digo com os olhos cheios de lagrimas.
Ele passa a mão pelo meu rosto, eu estou tremendo como uma folha, Christian tira o relógio e o deixa em cima de uma cômoda ao lado da cama. Ele tira a jaqueta, sapatos e meias, fica com uma camisa branca de linho e jeans. Ele vira-se e me olha com expressão doce.
– Suponho que não toma pílula.
– Tomo. – Por essa ele não esperava, sempre quis está pronta, para quando encontrasse o homem certo. Achei que fosse Eliot, mas estava enganada. O único que faz meu corpo reagir a cada toque, olhar, beijo e caricias é Christian.
Christian franze a testa. Ele se levanta vai até o radio, conecta o ipod, e escolhe uma musica e deixa no replay. O quarto é preenchido pela voz de Ed. Sheeran, Kiss me. O que mais me surpreendeu foi a letra da música.
Acalme-se comigo.
Cubra-me, me abrace.
Deite-se comigo
E me segure em seus braços
E o seu coração está contra o meu peito
Seus lábios pressionados no meu pescoço
Eu estou mergulhando dentro dos seus olhos, mas eles ainda não me conhecem.
E com um pressentimento que vou desprezar, eu estou me apaixonando agora...
Ele aproxima-se devagar. Ele está muito seguro de si mesmo, muito sexy, os olhos brilhantes. Sinto um desejo quente e intenso, invadir o meu ventre. Ele se detém na minha frente e me olha nos olhos. Oh... Ele é tão gostoso minha boceta aperta, não aguento mais esperar.
– Vamos tirar esse vestido, hein? Ele me diz em voz baixa, e agarra a alça do meu vestido, e desliza pelo meu braço, deixando o vestido cair sobre meus pés.
– Tem ideia do muito que a desejo, Ana Steele? Sussurra-me. Minha respiração fica presa. Não posso tirar meus olhos dos seus. Ele beija meu ombro e vai subindo pelo meu pescoço e sussurra no meu ouvido.
– Tem ideia do que vou fazer com você?
Minha boceta já está molhada só com as palavras dele. Ele beija meu queixo, lábios e pescoço. Agarro-o pelos braços e sinto seus bíceps. É forte... Musculoso. Subo as mãos ate o seu rosto, e seu cabelo é tão suave, e rebelde. Acariciei com cuidado e Christian geme.
Quando suas mãos deslizaram pelas minhas costas nuas, soltei um gemido. Estou apenas de calcinha. Christian se afasta um pouco e me observar.
– Oh... Ana você tem uma pele perfeita, quero beijar cada centímetro de você – ele sussurra.
Aproximo-me para retirar sua camisa, mas ele me detém e me beija ferozmente.
Ele conduz-me devagar para a cama sem tirar os lábios dos meus. Até que sinto a cama atrás dos joelhos. Acredito que vai me empurrar, mas não faz. Ele solta-me e de repente, cai sobre os joelhos. Pega meus quadris com as duas mãos e desliza a língua por meu umbigo. Vai descendo beijado-me até chegar à minha boceta. Coloca o nariz, e me cheira lá. Ruborizo-me.
– Cheira muito bem – ele murmura.
Ele estende um braço, tira o edredom, empurra-me brandamente e caio sobre a cama. Apoio-me nos cotovelos e me levanto para ver o que ele faz, ofegante... Morta de desejo. Agarra-me o pé pelo calcanhar e percorre a panturrilha com a unha do polegar. É quase doloroso, mas sinto que o percurso se projeta sobre minha virilha. Gemo. Minhas pernas se abriram sem a menor vergonha. Sem tirar os olhos de mim, volta a percorrer a panturrilha, agora com a língua e depois com os dentes. Caio sobre a cama gemendo.
– Eu quero você... Christian. – Digo suplicante.
– Bem veremos o que podemos fazer sobre isso. – Sua voz é baixa e desafiante, em um tom deliciosamente sensual. Ele desabotoou os botões do jeans e o tira sem separar os olhos dos meus.Inclina-se sobre mim, agarra-me pelos tornozelos, separa minhas pernas e se arrasta pela cama entre elas. Ficando suspenso sobre me. Retorço-me de desejo.
– Não se mova. – Ele diz. Inclina-se, beija-me a parte interior de uma coxa e vai subindo, sem deixar de me beijar, ate o encaixe da minha calcinha.
Oh... Não posso fica quieta. Retorço-me debaixo dele.
– Vamos ter que trabalhar para que aprenda a ficar quieta. Ele segue me beijando a barriga introduz a língua no umbigo. Seus lábios sobem ate o meu seio, ele chupa gentilmente um mamilo, desliza uma mão ao outro seio e com o polegar rodeia muito devagar o outro mamilo, meus seios incharam e os mamilos endureceram. Gemo e me sinto muito excitada. Agarro com força o lençol. Seus lábios fecharam ao redor de meu outro mamilo, quando o lambe, eu estava prestes a explodir.
– Oh... Por favor – suplico-lhe, jogo a cabeça para trás, com a boca aberta gemendo, e a tensão só aumentava enquanto meus mamilos sentem seus hábeis dedos e seus lábios, que acendem minhas terminações nervosas ate o ponto em que todo meu corpo geme em uma doce agonia.
– Goza pra mim, Ana. Aperta-me um mamilo com os dentes, com o polegar e o indicador aperta forte o outro, me deixo cair em suas mãos, meu corpo convulsiona e estala em mil pedaços. Ele me beija profundamente, colocando a língua na minha boca para absorver meus gritos de prazer. Meu deus isso foi fantástico. Quero mais, quero senti-lo dentro de mim. A minha respiração ainda está irregular, enquanto me recupero do orgasmo, Christian desliza uma mão para baixo ao redor da minha calcinha, ele rasga a minha calcinha rendada em um movimento rápido, puxa a calcinha rasgada fora da minha cintura. Ele desliza o indicador e o dedo médio dentro da minha boceta e a palma da mão cobrindo o clitóris. Lentamente começa a riscar em círculos.
– Você está tão gostosa e úmida. Introduz um dedo dentro de mim e eu grito. O dedo de Christian entrar e sai suavemente de me. Esfrega o clitóris com a palma da mão, e grito de novo, segue introduzindo o dedo cada vez com mais força.
– Oh... Christian quero seu pau dentro de mim. Gemo.
De repente ele se levanta, tira a cueca Box, e libera sua ereção. Minha nossa! Deve ser 26/5. Engulo em seco. Será que vai?
– Não se preocupe – sussurra-me olhando nos olhos. Ele está lendo mentes agora.
Inclina-se apoiando as mãos a ambos os lados de minha cabeça. De modo que fique suspenso sobre mim, olha-me nos olhos com a mandíbula apertada e os olhos ardentes. Neste momento me dou conta que ele ainda esta vestido a camisa.
– Tem certeza que quer fazer isso? Pergunta, em voz baixa.
– Por favor – Jogo minhas pernas em volta dele. Ele sorri perversamente.
– Agora vou fode-la, senhorita Steele, — murmura colocando a ponta do seu membro ereto e grosso na minha entrada sedenta.
– Duro – ele sussurra e me penetra bruscamente.
– Aaai – eu grito, ao sentir uma sensação de aperto, enquanto ele rasgar através da minha virgindade. Ele tem a boca ligeiramente aberta e lhe custa respirar. Ele geme.
– È muito apertada, esta bem?
Concordo com a cabeça, ele fica imóvel por um momento, para que me acostume com seu membro dentro do meu sexo. Ele começa a se mover, com deliciosa lentidão. Fecha os olhos, geme e volta a penetrar. Grito pela segunda vez e ele se detém.
– Mais? – sussurra, com a voz selvagem.
– Sim- ele voltar a me penetrar. Deixei escapar um grito abafado quando ele entrou novamente. A penetração é tão profunda, meu corpo não perece se importar com seu tamanho avantajado. Meu corpo o aceita... Oh quero que continue.
Começo a mover os quadris com os seus. Ele acelera. Gemo e ele investe com força, cada vez mais depressa, sem piedade a um ritmo implacável, eu mantenho o ritmo de suas investidas.
Ele pega minha cabeça com as mãos, beija-me bruscamente e volta a morder meu lábio inferior com os dentes. Vou me pondo esticada á medida que me penetra uma e outra vez. Meu corpo treme, arqueio-me estou banhada em suor. Oh... Meu Deus. Eu não sabia que ia me sentir assim.
– Como isso é bom, suspirei no seu ouvido. Está sentido? Ah... Como é bom.
– Eu... Quero... Você... Pra... Caralho! Oh... Ana.
Ele gritou metendo cada vez mais forte. Meu corpo se endureceu e comecei a tremer, estava prestes a gozar só de sentir suas estocadas fontes dentro da minha boceta. – Christian...
– Goze no meu pau Ana – ele sussurra sem fôlego e me deixo gozar, fazendo me estremecer. Explodindo ao seu redor com meu clímax. Ele chegou ate o ponto mais profundo do meu corpo, cada vez mais duro e grosso.
Ana! Ele gozou, gritando meu nome, dá uma ultima investida e fica imóvel se esvaziando dentro de mim.
Ainda estou ofegante, tentando acalmar a minha respiração e os batimentos do meu coração. Uau... Foi incrível. Abro os olhos e ele apoio sua testa na minha. Inclina-se, beija-me brandamente, e muito devagar, começar a sair do meu corpo.
– Oooh – é uma sensação estranha que me fez estremecer.
– Eu te machuquei? Christian pergunta-me. Enquanto deita ao meu lado, apoiando em um cotovelo. Eu sorri me sentido feliz.
– Você está realmente perguntando se me machucou?
– Não me venha com ironia – diz-me, com um sorriso zombador.
Dois orgasmos... Todo o seu ser completamente descontrolado, como se estivesse dentro da centrifuga de uma secadora. Estou me sentido muito relaxada.
– Você esta mordendo o lábio, e não me respondeu. Eu sorrio de forma travessa. Ele parece glorioso com seu cabelo desgrenhado, seus ardentes olhos cinza estavam entrecerrados e sua expressão sombria.
– Eu gostaria de volta a fazê-lo eu sussurro. Vejo expressão de alivio em seu rosto.
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