50 Tons De Desavença

8 Pov. Christian Grey.


Notas iniciais
Olá amadas leitoras. Sei que demorei de postar, mas esse capitulo ficou enorme. Eu espero que vocês gostem, quero que me ajudem a dar um apelido ao Sr. Grey. É claro que se vocês concordarem. Estou aqui pra satisfazer vocês.

Pov. Christian

Quando Anastácia abre a porta vejo surpresa nos seus olhos. Ela ruboriza, imagino que só está usando o roupão, sem nada por baixo. Meu pau fica rígido só de pensar.

– Posso entrar –

Não sei o que esta acontecendo comigo, geralmente é as mulheres que correm atrás de mim, e não ao contrario.

– Não acho uma boa ideia, já estava indo dormi. – ela diz

Fico surpreso, nunca fui rejeitado antes e não vai ser agora. Insisto

– Eu só preciso conversar com você.

– Tudo bem entre. Sente-se ela diz.

Sento-me, eu sempre quis saber como seria o apartamento de Anastácia. É simples, funcional e acolhedor. É tudo muito sereno e tranquilo aqui.

Quando Ana volta para a sala, ela diz que não consegue me entender.

Escovo seu lábio inferior com o polegar, como eu queria morder esses lábios. Estamos olhando fixamente um para o outro e todo o seu corpo e olhar dizem “me beije”

– Eu tenho que fica longe de você Anastácia. Eu não sou o homem para você – eu digo sussurrando.

Seu rosto cai em descrença.

Anastácia... Eu... Eu paro.

Estou em uma batalha interna travada dentro de mim, querendo ela, mas não querendo machuca lá. E ainda tem o Eliot.

– O que, Christian?

– Eu tenho que fica longe de você, mas não consigo, eu odeio esse sentimento estranho que está me comendo, por que fica longe de você está me matando.

Estou lutando com algumas emoções que não conhecia. Ela é o tipo de garota que curte flores e corações e nenhum dos cinquentas tons fodido Christian Grey lhe dariam isso.

– Eu sou namorada do seu irmão.

E com essa frase eu me desfaço por dentro. Essa é a única razão para eu manter o meu controle com ela.

– Eu sei disso, e isso é a única razão que estar me impendido de te beijar e te foder a noite toda.

Ela fica vermelha como a bandeira chinesa. Deus! Eu adoro essa cor nela, quero ter lá toda vermelha no meu quarto de jogos.

– Não parece – diz fazendo careta. E quem lhe disse que quero fazer amor com você Christian.

Ahh baby... Eu também não quero fazer amor.

– Não, Anastácia. Eu não faço amor. Eu fodo... Duro

– Christian já chega dessa merda... Ela diz.

– Você pode até dizer que não sentir nada por me, mas eu vejo na sua pele quando você ruboriza seu corpo mostrar que você me quer –.

– A questão é o que meu coração quer, e não meu corpo.

– Se você dizer que ama Eliot... Eu paro.

Não posso nem pensar nisso, minha garganta trava , sinto um aperto no peito.

– Se você dizer vou embora agora e te deixo em paz para sempre, é isso que você quer?

– Não. Ela diz quase gritando e isso me deixa muito feliz, agora as coisas estão ficando como eu quero.

– Quero ser sua como nunca quis nada antes, as coisas que você me diz estão me dominando. –

Isso Anastácia, você nem imaginar o quanto quero lhe dominar.

– Para você ser minha tem que terminar com Eliot, eu não gosto de dividir.

Ela precisa terminar com Eliot, para ser minha, só minha.

– Claro que sim – responde me ofendida.

– Preciso de tempo para fazer isso Christian.

– Não aguento mais esperar para te lá – resmungo.

– Só ate a formatura. Ela diz.

– Te procurarei no dia da sua formatura.

Ele se levanta pra ir embora.

– Adeus Anastácia! – Digo

– Adeus Christian! – Ela diz, e fecha a porta.

*****

Eu volto para o meu apartamento. Agora já está tudo feito, no dia da sua formatura ela será livre.

Caio na cama e desabo, estou cansado, quero que passe logo essas três semanas para a chegada da sua formatura.

Tem sido duas malditas semanas. Eu estou em um dilema. Eu apenas não posso apresentá-la ao meu mundo escuro.

Ela merece algo melhor. Alguém que seja corações e flores, porque é isso que ela claramente deseja. Mas então a ideia de alguém toca-la me mata por dentro. Odeio esse sentimento que está agarrando a minha alma. Eu odeio ser assim. Eu sou seco com todos. Mesmo Taylor, que geralmente usa sua cara de pôquer. Estou muito nervoso, tenho ido treinar todos os dias pela manhã com Claude Bastille, para tentar aliviar essa tensão sexual que me atormenta todos os dias.


Na quinta. Eu decidido enviar-lhe "Tess of. the D'Urbervilles", de Thomas Hardy, primeira edição. O que me custou uma nota. Tenho certeza de que ela irá lê-lo. Eu quero que ela fique longe, mas não quero ficar longe.



Formatura



Finalmente chega o dia da formatura de Ana. Eu vou para o treino no inicio da manhã, depois do meu banho vou para minha cozinha, tomo café da manhã, vou para minha suíte. Eu coloco um terno prata e minha gravata cinza que é minha preferida.



Taylor me levar para a universidade, Taylor deve estar surpreso, por que estou tanto tempo sem levar uma mulher ao meu apartamento, mas ele ficará mais surpreso ainda quando ele souber quem é a mulher que eu quero.



O chanceler faz pronunciações lentas e gentilezas, conversando, me apresenta para outros funcionários, volto rapidamente e lhe digo.



– Possivelmente eu deveria fazer o meu caminho para o palco. Eu quero olhar meu discurso mais uma vez. Embora eu não precise olhar nada.



Ele dirige sua assistente para me mostrar o caminho, mas eu digo.


– Eu sei que minha Irmã vai dar o discurso de orador oficial. Se ela estiver por perto ela poderia ser capaz de me levar para onde eu preciso.

O chanceler envia sua assistente para localizar Mia.


A assistente volta com ela que me da um sorriso enorme.



– Christian – ela me abraça


– Olá, Mia, detesto que me toquem, mas mia não tem jeito.


Quando ficamos sozinhos, eu lhe pergunto se Eliot vem para a formatura.


– Sim, ele vem. Por que não viria? Ela me pergunta com um olhar penetrante.


– Nada, Mia.



Não posso dizer a ela que sei do fim do namoro dele, ela iria me encher de perguntas.



– Você já sabe que Ana terminou com ele, mas conhecendo Eliot sei que ele não vai desistir dela tão fácil.



Se depender de mim, ele nunca mais vai se aproximar dela novamente.



– Por que ela terminou com ele?



– Ela disse que não o ama. Simples assim.



– Amor é para os fracos, irmãzinha.



Mia faz careta... E o assunto está encerrado.



Em exatamente onze horas o chanceler e seus vices vieram tomar seus lugares. Professores, e outros se alinham, Mia e eu acabamos na ultima fila. Cada um de nós está nos seus lugares, e nossa conversa termina.



Mia se levanta, se aproxima do palco, e inicia os trabalhos com a sua fala.



Meus olhos estão lentamente, e discretamente procurando por ela no mar de estudantes que estão vestindo o mesmo capelo e toga. Eu procuro por ela como um planeta perdido procura seu sol.



Não é aquela... Não, não é aquela morena. Não ela... Eu examino um por um ainda com o olhar desinteressado e casual.



Lá está ela! Nossos olhares se encontram. Ela estava tentando se esconder em seu lugar! Por quê? Olho para ela mantendo o anseio do meu olhar.



Por que ela faria isso? Por que ela está tentando fugir de me quando eu posso vê-la se contorcendo na cadeira, mesmo quando estou tão distante.


Eu sei que ela me quer. Eu tenho o mesmo efeito sobre ela como ela tem em mim.


Afastei dos meus devaneios, após ouvir o discurso de Mia. Ela cativa o publico e não me surpreende que ela tenha domínio sobre a multidão sendo um Grey.



Uma vez que ela fez o seu discurso, o publico vai á loucura, todos aplaudem.



Em seguida, o chanceler me apresenta dizendo: — Agora eu gostaria de lhes apresentar um jovem empresário que conseguiu encontrar o seu lugar não apenas no Estado de Washington, mas em todos os EUA, bem como a nível internacional. Ele também é um dos maiores benfeitores da Washington State University. Por favor, recebam Christian Grey. -



Eu estou profundamente agradecido e tocado pelos grandes elogios concedidos a mim pelas autoridades da WSU hoje. Ofereceram a mim uma rara oportunidade para conversar sobre o trabalho impressionante do departamento de ciência ambiental aqui na Universidade. Nossa meta é desenvolver métodos viáveis e ecologicamente sustentáveis de agricultura para países do terceiro mundo; nossa última meta é ajudar a erradicar a fome e a pobreza através do globo.


Eu vou a falar sobre África, países da África Subsaariana e da América do Sul onde a destruição ecológica está causando estragos, e causando fome.

Eu também falo sobre a minha própria fome antes de ser adotado. Esta parte é para o benefício da Srta. Steele.


Que eu não fui sempre rico, que eu fiz o meu próprio caminho. Que eu não sou algo que eu herdei, mas eu trabalhei excepcionalmente duro para fazer acontecer. Porque eu não quero nunca mais ser pobre ou ter fome de novo! Nunca! Eu quero que ela entenda esta parte da minha vida.


Eu sorrio para o público no final do meu discurso, e todos me aplaudem com fervor. Meus pais estão sorrindo, com os olhos brilhando acho que eles estão surpresos pela forma como me abrir.


Finalmente é hora de entregar os diplomas. Mas, há mais de 400 estudantes e seu último nome começa com a letra 'S' pelo amor de Deus! Mais de uma hora, muitos diplomas e apertos de mão incontáveis mais tarde, eu ouvi seu nome ser chamado, e meu coração gagueja por um segundo.



– Parabéns, Senhorita Steele – digo apertando sua mão suavemente.



– Obrigada – ela diz, e se move para que os outros alunos possam passar. Eu não consigo tirar os olhos dela.



Eliot vai á direção dela, meus olhos se enchem de fúria. Eles conversam depois ele a abraça, eu respiro tentando o autocontrole para não saltar em cima dele e bater com força. Nessas horas até esqueço que ele é meu irmão.



Termino de entregar os diplomas e assim que Eliot vai embora, eu tomo o cotovelo de Anastácia enquanto eu reúno toda a paciência que consigo, e levo-a para longe da multidão para encontrar um lugar privado que se apresenta na forma de um banheiro, e eu a levo para lá, eu verifico para ver se há algum ocupante, mas ele está vazio, eu tranco a porta.



– O que você estava fazendo com Eliot? Pensei que vocês tinham terminado. Digo gritando. Tenho que manter a calma...



– Eu terminei, e não pense que foi fácil.



Minha vontade é de foder com ela aqui mesmo. Respiro fundo.



– Anastácia, está espera está me deixando louco.



– Christian, eu... Olhe, eu deixei meus pais sozinhos.


– Amanha. Eu quero que você venha jantar na minha casa.

– Certo – Ela diz, e depois sussurra no meu ouvido, amanhã serei totalmente sua. Ela me diz isso e ainda ruboriza.


Meu pau quase salta da cueca. Ahh... Você está brincando com fogo.



– Você sabe que vai ser bom, não sabe, baby? — Eu sussurro. Ela fecha os olhos com a intensidade de seu desejo por mim.



– Você poderia me apresentar aos seus pais? — Eu peço



– Eu não acho que seja uma boa ideia.



Isto me machuca muito, e eu nem sequer tenho a chance de esconder meus sentimentos. Mas eu consigo suprimi-los aos meus lábios rígidos forrados.



– Eu iria lhe apresentar como o que, Christian. Esse aqui é o homem que me perseguiu quando eu namorava o irmão dele.



Não consegui deixar de sorri com sua ironia.



– Só diga a eles que sou seu amigo.



– Abro a porta, e levo a para fora.



Enquanto Anastácia vai encontrar seus pais, eu fico com o chanceler, todos os vices reitores, quatro membros do corpo docente e Mia.



Vejo Anastácia chegar ate a marquise, com seus pais, e com uma mulher loira muito bonita. Mas do nada aparece um loiro filho da puta cheio de autoconfiança, vem e a abraça. Não sei se Mia percebeu meu olhar, mas quando ela faz seu caminho para encontrar Anastácia eu vou com ela.



Meu olhar frio, fixo em Anastácia enquanto o braço do loiro filho da puta envolve em torno dela como o abraço de um amante. Se olhares pudessem matar, filho da puta estaria morto logo que tocou Anastácia!



Mia está andando ao meu lado enquanto chegamos perto deles, meus olhos grudados nas mãos possessivas em volta da cintura de Anastácia. Este homem pode envolver em torno dela como uma cobra, mas ela não pode mesmo dizer aos seus pais que eu sou seu amigo?



Anastácia age como se não fosse nada de mais ter o braço daquele merda em sua cintura. Ela apresenta Mia como sua amiga, e eu como o Christian irmão de Mia, só isso.



Apresentei-me aos seus pais e Kate que é Irma de Ethan, e se parece muito com o desgraçado, que ainda tem o braço na cintura de Anastácia.



– Sr. Kavanagh. — Eu digo friamente. Nós apertamos as mãos, e uma vez que as apresentações acabaram eu estendo a minha mão para Anastácia e chamo-a.



Vejo que Mia nos olha incrédula. Nesse momento não me importo com nada, só quero tirar Ana de perto desse desgraçado.



Afasto-me com Ana, e lhe digo.



– Amanha irei lhe buscar seis e meia, me aproximo e sussurro, a minha mão está coçando senhorita Steele.



Quando sair da WSU, estou fervendo de tanta raiva. Estou sentido varias emoções ao mesmo tempo, e não consigo lidar direito com isso.


Amanhã ela vai jantar no meu apartamento e vai conhecer a minha sala de jogos, conhecera o Christian maníaco por controle.


No dia seguinte estou ansioso, nervoso e preocupado ao mesmo tempo. Eu estou em meu escritório tentando analisar as propostas de negócios, mas não consigo me focar. Anastácia vem aqui hoje, e eu estou muito ansioso. Mas isso também traz o fato de que ela é muito nova, para o meu mundo escuro. Mais a desejo tanto que nem consigo raciocinar direito.



Seis e meia em ponto Anastácia sai de seu apartamento e vem na minha direção, ela está deslumbrante com um vestido branco que mostrar as suas belas curvas, as costas dela está completamente nua eu fiquei cheio de tesão só de ver, e um salto bem alto que me agradou muito.



– Boa noite senhorita Steele.



– Sr. Grey – ela responde educadamente.



Eu abro a porta de trás do carro para deixa lá entrar.



Ela cumprimenta educadamente Taylor, e ele responde gentilmente. Eu me sento ao lado de Anastácia, toco em sua mão suavemente, fico acariciando seus dedos com o polegar. Eu sinto o choque passando por nós. Vamos o caminho todo em silencio.



– Chegamos.



– Você não tem que fazer nada que não queira fazer. Você sabe, não é? Eu digo fervorosamente.



Ela fala calmamente e com convicção:



– Nunca faria nada que não quisesse.



Eu chamo o elevador. A porta se abre e eu a puxo para dentro. Uma vez no elevador, eu aperto o código para o meu apartamento. Ela olha para as paredes espelhadas do elevador observando nosso reflexo infinito com admiração e reverência. Imagino que ela está pensando em algo bom, por que ela sorri.



– Qual a graça Senhorita Steele?



– Nada, Christian.



O elevador tem um curto período de tempo para alcançar a minha cobertura e a porta é aberta. Nós chegamos ao meu hall de entrada todo branco adornado com uma mesa de madeira escura, com flores frescas, fazendo uma grande apresentação. Minha escolha de pinturas requintadas de Madonas e crianças decoram as paredes. Ela olha para eles. Eu abro as portas duplas e entramos na sala principal, que é muito mais do que uma sala de estar comum.



– Que casa Grande.



– è grande. Eu sorrio.



Ela ver o piano me pergunta se eu sei tocar.



– Sim. Eu respondo com meu olhar fixo sobre ela como um falcão.



– Claro, como não. Há algo que não faça bem?



– Duas ou três coisas. – digo brincando.



– Quer te senta? Pergunto-lhe apontando para o sofá.



– Eu tomarei uma taça de vinho branco. Você quer uma?



– Sim, Obrigada – murmurou.



– Toma. – Disse lhe entregando a taça de vinho.



– Você está muito quieta Anastácia, e nunca te vi tão pálida. Você está bem? Com fome?


Eu questiono. Ela balança a cabeça negativamente. Em seguida me surpreende o que ela diz, eu nem acredito no que acabei de ouvir.


– Não de comida. – Ela não sabe o que está pedindo.



– Por favor, pare de morder seu lábio Anastácia! Distrai-me completamente. Vou logo direto ao ponto.



– Preciso que você me diga se tem algo que não goste no sexo?



Ela cora Eu preciso abri-la. Ela é muito tímida.



­- Pode me dizer, Ana.



– Ela cora e se contorce em seu assento.



­- Diga-me. – O suspense esta me matando.



– Eu nunca fiz sexo, por isso não sei do que eu gosto ou do que não gosto. – Ela murmura, me chocando completamente.



Eu fecho meus olhos. Não, isso não está acontecendo. — Nunca? – Eu respiro.


Mal controlo minha raiva. Ela balança a cabeça negativamente.


– Você é virgem? – Eu sussurro. Ela confirma com a cabeça ficando vermelha.



– Por que você não me disse isso antes? Porra! – Eu grito. Ela recua.



– Não vi razão para isso. Não tenho por costume sair por ai falando da minha vida sexual.



Eu ando de um lado para o outro. Como nunca aconteceu nada entre ela e Eliot, eles dois viviam grudados.



– Não entendo você e Eliot nunca.



– Entre a gente só rolava uns amasso, mas nada. Diz ela exasperada.



– Realmente não consigo entender você já tem vinte e um anos nunca passou pela minha cabeça que fosse virgem. – Oh Deus! Eu me sinto envergonhado. Eu abro a minha boca, e fecho-a. Abro-a novamente sentindo a perda das palavras.



– Por que evitou o sexo? Conte-me, por favor.



– Ninguém me fez sentir assim, só você. Eu quero você Christian. Por que você está tão zangado comigo? Ela pergunta com seus inocentes olhos azuis abertos, machucada.



– Não estou zangado contigo, estou zangado comigo mesmo. Eu digo baixinho.



De repente eu tenho essa sensação de esmagamento. Ela pode escorregar por entre meus dedos. Eu não quero tirar vantagem dela. Ela é mais inocente do que eu pensava. Eu não posso apresentar ela ao meu mundo escuro, ela é inocente de mais. Ela tem que ter uma primeira vez como toda mulher gostaria de ter, eu não posso apenas fode-lá. Passo a mão pelo cabelo exasperado, essa noite vou fazer amor com ela, como nunca fiz antes na minha vida. Ela começa a morder o lábio, e eu estou louco para morder ló, forte.



– Quero que fique aqui na sala e espere ate que eu venha lhe buscar, entendido.



– Sim, senhor. Diz brincando.



Vou para o meu quarto, fico olhando para minha janela, e pensando que o melhor para ela seria ir embora e encontrar alguém que possa lhe dar flores e corações, por que eu não posso. Porem hoje a noite ao menos ela terá flores, mas somente as flores, meu coração já esta fudido.


Ligo para Taylor, e digo para me trazer rosas vermelhas, e velas brancas e vermelhas o mais rápido possível. Peço a ele pra entrar pelo fundo, pois não quero que Anastácia lhe veja. Ele me dá as flores e as velas, e se retira. Taylor não sabe que Anastácia é ex de Eliot, e nem está na hora dele saber.


Espalho as velas pelo quarto e jogo as pétalas na cama, espero que ela goste.



– Vem comigo. – Eu digo.



– O que?



– Vamos fazer amor, Ana. Vou fazer amor com você, agora. Eu digo a ela com o desejo em meus olhos e em minha voz.



– Eu pensei que você não fizesse amor. Pensei que você só fodesse. – Suas observações diretas me desarmam e aumentar meu desejo por ela. Meu sorriso é lascivo e cheio de desejo.



– Posso fazer uma exceção –



Ela cora até a linha do couro cabeludo. E morde o lábio.



Eu olho em seus olhos, Eu quero que ela veja as profundezas do meu desejo por ela. Olho para seu lábio, não aguento esperar mais nem pra chegar ao quarto, encosto ela contra a parede, agarro os seus pulsos com uma mão, levanto-os acima da sua cabeça. Pressiono-a com meu quadril, meu pau duro começa a pulsar de desejo. Quando ela chupa minha língua é minha perdição. Estou me esforçando para fazer tudo com calma e devagar, mas ela agindo assim não vou aguentar muito tempo.


Cuidadosamente, puxo seu lábio com os dentes, ela geme.


A levo para o meu quarto. É muito grande, com janelas do chão ao teto com vista para a cidade de Seattle. Meu quarto é ultramoderno, com paredes brancas, e mobiliário azul claro. Eu tenho uma cama enorme, mas sem dossel. As paredes têm a pintura do oceano.



Ela fica emocionada com as velas e as pétalas espalhadas pela a cama.



– Quero que seja especial Ana. Eu nunca fiz nada disso antes, mas quero fazer pra você.



– Já esta sendo Christian. –



Eu passo a mão pelo rosto dela, e vejo que ela está tremendo como uma folha. Sua respiração é superficial como um coelho assustado. Eu quero que ela se sinta à vontade. Eu retiro meu relógio. Eu coloco o sobre a cômoda. Eu, então, levo o meu casaco, e coloco-o na cadeira ordenadamente e lentamente. Ela não deixa de olhar para mim. Eu deixei minha camisa solta sobre os meus jeans, meu olhar encontra o dela.



– Suponho que não toma pílula.



– Tomo. – Por essa eu não esperava, franzo a testa. Levanto-me, vou ate o radio, escolho uma musica e deixo no replay. A musica escolhida é Kiss Me de Ed. Sheeran, uma das minhas favoritas.



Agora ou nunca. A expectativa e antecipação estão no limite, e eu estou pronto para explodir. Eu caminho em direção a ela, meus olhos em chamas. Eu posso ver sua expectativa, e desejo. Ela olha em meus olhos quando estou diante dela. Ela é incrivelmente bonita em sua inocência.



– Vamos tirar esse vestido, hein? Eu lentamente coloco-o fora de seu corpo. Olho para ela com desejo. O vestido cai em seus pés.



– Tem ideia do muito que a desejo, Ana Stelle? Sussurro. Beijo seu ombro e vou subindo pelo seu pescoço, sussurro em seu ouvido.



– Tem ideia do que vou fazer com você? — Eu me inclino e beijo seu queixo, lábios, e pescoço enquanto ela fecha os olhos em êxtase. Ela geme em minha boca, segurando e apertando meus braços. Apesar de que “tocar” é um limite rígido para mim, eu quase não tenho tempo para pensar. Suas mãos se movem para o meu cabelo puxando-me. Gemo.



Minha mão passa pelas suas costas nuas, A espera está me matando.



– Oh... Ana você tem uma pele perfeita, quero beijar cada centímetro de você. Sussurro. Ela se aproxima para tirar minha camisa, mas eu a detenho. Não quero que ela veja minhas cicatrizes.



Eu empurro-a para perto da cama. Sem tirar os lábios dos dela. Movo meus dedos sobre seu tronco, sua cintura, e apenas caio de joelhos agarrando seus quadris firmando a e movo a minha língua dos seus lábios até o seu umbigo. Nesse momento ela dá um audível gemido. Meus lábios se movem de cima para baixo e paro na sua buceta. Sua cara é de surpresa e excitação. Eu não posso evitar, mas digo-lhe o quão bem ela cheira.



Eu empurro-a no colchão. Eu pego seu pé forçando-a me ver e passo as minhas unhas na panturrilha, subindo até a virilha. Ela geme. E se abre toda para mim, sem tirar os olhos dela volto a percorre á panturrilha com a língua, e depois com os dentes. Ela cai sobre a cama gemendo. Ela está tão pronta.



– Eu quero você dentro de me, Christian. – Diz suplicante.



Eu mal posso esperar para estar dentro dela. Ela está completamente sob minha influência, e eu sou dela.



– Bem veremos o que podemos fazer sobre isso. – Eu desfaço o botão do meu jeans. Eu pego seus tornozelos e rapidamente afasto suas pernas. Rastejo na cama entre as pernas gloriosas pairando sobre ela. Eu seguro as pernas, e começo beijando dentro de suas coxas chegando a sua calcinha. Ela se contorce.



– Vamos ter que trabalhar para que aprenda a ficar quieta. Eu digo, entre os meus beijos que vão até sua barriga, seu tronco e até seu peito. Eu inclino a minha cabeça e minha língua sobre um de seus seios em seguida, sopro levemente sobre ele. O mamilo responde endurecendo. Meu polegar puxa o outro mamilo. Eu quero fazer lá gozar assim. Ela está muito excitada, pronta para explodir a qualquer momento.


Meus dedos e língua trabalhando habilmente sobre seus mamilos, sugando e amassando e sovando.

Ela está arqueando as costas de prazer, e pede: — Por favor, Christian... – Ela geme.


–Vamos lá, baby, goze para mim! Vamos lá! – Murmuro enquanto eu fecho os meus dentes em torno de seu mamilo e chupo com força, com o meu polegar e o indicador agarro o outro mamilo amassando e sovando, e ela desaba sob meus dedos e língua enquanto ondulações de seu orgasmo fluem através de seu corpo despertando-me. Movo meus lábios e beijo-a forte e profundamente, seus gemidos perdidos na minha boca.



Minha mão viaja para baixo e ao redor de suas calcinhas rendadas. Meus dedos rasgam o delicado laço em um movimento rápido. Eu puxo a calcinha rasgada fora de sua cintura.


Meu indicador e o dedo médio encontram seu caminho dentro dela e a palma da minha mão cobre o clitóris dando prazer a ela. Ela está tão molhada e pronta. Eu não posso esperar para estar dentro dela, finalmente.

– Você está tão gostosa e úmida. Coloco meu dedo dentro dela, ela grita. Começo a entrar e sair suavemente. Esfrego o clitóris com a palma da mão, ela grita novamente. Introduzo o dedo cada vez mais rápido e com força. Ela geme e diz que quer meu pau.

Levanto-me, retiro minha cueca deixando minha ereção á mostra. A visão faz com que seus olhos se arregalem.


– Não se preocupe – sussurro. Olhando em seus olhos.



Inclino-me. De modo que fico suspenso sobre ela. Mas eu quero que ela me queira e que queira fazer isso, e não se esqueça disso. Eu ainda quero a sua permissão. Eu quero que ela me queira. Este é o lugar onde ela vai cruzar a linha. Ao meu lado. Eu não quero machuca-la!



– Tem certeza Ana? Você quer fazer isso?



– Por favor – Christian. E joga pernas em volta da minha cintura, causando a minha perdição.



– Agora vou fode-la, senhorita Steele, — Eu digo enquanto eu coloco meu pau dentro dela. Ela grita um involuntário "ah!" de dor com prazer. Minha ereção rasga a sua virgindade, e esta é a primeira vez para mim. De repente eu estou cheio com um sentimento estranho de propriedade total e absoluta e eu não posso, eu não vou deixá-la ir. Ela é toda minha e de mais ninguém. Minha posse, meu cheiro, minha masculinidade é sobre ela, clamando por ela, amando ela, fazendo amor com ela, fodendo com ela.



– È muito apertada, esta bem?



Eu desacelero, e espero que ela se ajuste à sensação de ter-me em seu interior. Começo a me mover, lentamente, fecho meus olhos e gemo, volto a penetra-la e ela grita. Eu desacelero de novo, e olho para ela, mais uma vez, para aprovação. Ela está desejosa e pronta, querendo mais. Eu quero uma confirmação verbal. Eu pergunto: mais?


– sim. – Ela pede, e eu puxo e movo meus quadris mais uma vez e meto meu membro dentro dela e meto e meto repetidamente, afirmando que ela é minha. Em todas as formas. Em todos os sentidos. Nós criamos o nosso próprio ritmo e ela aprende a combinar seus quadris com meus impulsos. Eu me perco nela, baixando-me para ficar perto, seguro seu rosto, minha boca invade a dela com um beijo, tornando-nos prisioneiros.

– Como isso é bom, suspirou no meu ouvido. Está sentido? Ah... Como é bom.

– Eu... Quero... Você... Pra... Caralho! Oh... Ana. Eu grito. Grito metendo cada vez mais forte.

Nossos corpos se encaixam perfeitamente, coberto de brilhos de suor e calor. Prazer e tensão constroem um novo nível. Estou chegando perto e ela está enrijecendo com uma tensão de prazer.

– Goze no meu pau Ana – eu sussurrei sem fôlego. Seu corpo começou a tremer e ela se desfez diante do meu pau.

Dei uma ultima investida e gozei gritando seu nome.

Como as correntes de prazer ainda sacodem através de nossos corpos minha respiração ainda é ofegante e rápida como a dela. Eu beijo-a novamente, mais uma vez enquanto eu me retiro para fora dela. Ela estremece. Pergunto-lhe se eu a machuquei.


– Você está realmente perguntando se me machucou?


– Não me venha com ironia – digo sorrindo.

– você esta mordendo o lábio, e não me respondeu.

– Eu gostaria de volta a fazê-lo. Ela sussurra. Eu estou satisfeito com sua resposta.

– Antes de fode-lá novamente, temos que jantar senhorita stelle.

Viemos jantar e até agora não jantamos, estou faminto.

– Espere aqui, que já volto com o nosso jantar.

Pego dois pratos que Gail deixou no forno, coloco em uma bandeja, pego duas taças de vinho branco e levo para o quarto. Quem diria Christian Grey levando café na cama.

Volto para o quarto, coloco a bandeja na cama e desligo o som.

– Quer outra taça de vinho?

– Sim, por favor. – Servi outra taça e sentei ao seu lado.

– Fará bem comer, Anastácia. – digo. Ainda mais que vai precisar de energia para o que eu tenho em mente.

Adorei ver Anastácia comendo. Ela comeu tudo.

Quando terminamos, digo a Ana para fica de bruços.

– Porque você ainda está de camisa? – Ela questiona. Eu não quero ser tocado. Mas não quero que ela saiba de toda essa merda agora.

Eu tiro minha camisa e rastejo para o seu lado novamente.

Deslizo minha mão pelas suas costas, ate o traseiro.

– Tem uma pele realmente preciosa – murmuro passando minha mão pelo seu corpo. Coloco uma perna entre as coxas dela.

Então Srta. Steele, você gostaria que eu te fodesse de novo? – sussurro. Enquanto meus beijos fazem seu caminho em suas orelhas e pescoço.

Minha mão se move para baixo, paro entre suas coxas, afasto suas pernas em um movimento suave, acaricio devagar suas nádegas, deslizo os dedos entre as pernas dela. E lhe digo que vou fode-la por trás.

– Você é minha – sussurro – só minha não se esqueça –

Minha ereção esta pulsante.

Acaricio seu clitóris, fazendo círculos bem devagar.

– Seu cheiro é delicioso – acaricio sua orelha com meu nariz. Esfrego minha mão na sua buceta, ela começa a riscar em círculos som os quadris sem nenhuma vergonha.

– Você gostar? – Eu pergunto-lhe baixinho. Meus dedos dentro e fora dela, ela só geme em resposta.

– Christian... Ela geme.

Continuo com meu ritmo constante, lento e tortuoso.

– Está muito úmida, e é muito gulosa. Muito receptiva. Oh, Anastácia, eu gosto, eu gosto muito que esteja tão molhadinha – Sussurro,

Uma vez que retiro meu dedo de dentro dela, eu a faço abrir a boca e dou-lhe o gosto do próprio sexo. Ela suga o meu dedo. Com força. E a vontade de transar com sua boca aumenta. Eu digo isso a ela entre meus impulsos. Ela morde meu dedo, puxo seu cabelo com força, obrigando ela a soltar meu dedo.

– Minha menina travessa – sussurro

Prendo- a entre minhas pernas e começo a me mover, clamando por ela. Eu faço tudo bem lento.

– Desta vez vamos muito devagar, Anastácia – Digo.

Meto meu pau profundamente em sua buceta, Eu faço isso com lentidão. Eu me enterro dentro e fora dela lentamente, deliberadamente, provocando, deixando-a louca, deixando-a querer mais.

– Você me faz sentir tão bem – gemo. Ela é tão boa! Ela está pronta para gozar, mas eu não quero que ela faça isso ainda. Eu preciso de mais. Eu não tive minha cota dela.

– Não querida, ainda não. – Eu sussurro.

– Por favor, — Ela implora.

– Quero você dolorida, baby – Eu digo.

– Quero que cada vez que se mova amanhã, recorde que estive dentro de você. Só eu. Você é minha, Ana.

Ela geme...

– Oh, por favor. Estou além do que posso. – Ela implora.

– O que você quer baby? Diga-me Ana! – Digo enquanto me movo dentro dela.

– Quero você... Forte e rápido.

Eu aumento minha velocidade, mexendo meus quadris. Eu penetro nela cada vez mais rápido e mais rápido, agarro sua cintura com as mãos levanto seu quadril e meto freneticamente mais forte.

– Eu lhe desejo tanto... Você é tão gostosa. – Sussurro.

– Goze baby. Grito. Adoro ver ela se desfazer no meu pau.

Ela estremece de prazer, gritando meu nome contra o coxão. Eu meto mais duas vezes, e gozo. Derramo meu esperma todo, dentro dela.

– Porra Ana! — Eu digo saciado com prazer. Minha primeira “baunilha”, e foi melhor do que qualquer coisa que eu pensava ou esperava. Ela é a minha perdição, essa menina inocente que está adormecida em meus braços desgasta com o meu sexo, é minha conquista de seu corpo e alma. Ela esta consumida. Ela atravessou os limites, e eu me sinto possessivo sobre ela agora. Eu vejo seu rosto cansado dormindo pacificamente no sono. Algumas emoções desconhecidas rastejam até o seu caminho para a superfície. Ela é minha! Em todos os sentidos. Eu não posso deixa-la ir agora. Suas mãos me procuram em seu sono. Eu pego suas mãos e as mantenho nas minhas.

Eu não sei quanto tempo eu a vi dormir, mas a tristeza finalmente aparece no meu peito. Ela é muito inocente. Ela está pronta para o meu mundo? Eu tenho uma mistura de emoções em relação a ela nesse momento. Eu quero manchar sua alma com minha escuridão? Eu não sei de onde essas emoções estão surgindo. Eu nunca me senti desse jeito com ninguém. Nunca. Eu lentamente coloco meus braços nela, e a levo para o seu quarto. Eu não posso dormi com ela, estou atormentado com todas essas emoções desconhecidas. Amanhã ela conhecera o Christian Grey dominante.

BSDM é o único tipo de relação que conheço, e o único que eu quero.

Notas finais
Meninas, quero opiniões de todas, me digam se estão gostando, se achar que deve mudar ou acrescentar algo. Como já disse, estamos aqui para satisfazer... Beijos gatas.